terça-feira, 2 de setembro de 2008

Manual de instruções para começar uma vida nova

Faça uso da experiência, servir-lhe-á sempre de alguma coisa.
Não tenha medo, não tem nada a perder.
Apaixone-se apenas por alguém que a faça feliz.
E acima de tudo, esqueça as instruções.

A vida é uma enorme loucura, nela não existem regras.

(Promo da série Private Practise na FoxLife)

segunda-feira, 1 de setembro de 2008

< / Férias >

Chegamos ontem das férias. Como dizia o C. foi mais de uma semana em digressão.
Começámos no sábado, os três (eu, o R. e o C.) pela praia do Vale Furado. Seguiu-se a praia das Paredes.
Primeira noite, jantar na Nazaré e o pequeno aquecimento no desporto oficial destas férias.
Conhecemos um grupo de franceses que animaram uma das nossas noites do parque das Paredes. Até jogámos matrecos com eles! :p
Segunda-feira, o tempo está feio, o F. e a R. juntam-se a nós. Seguimos todos para sul a ver se o tempo aquece. Parque de campismo de Sitava, entre VNMF e Porto Côvo. Simpático e acolhedor. Praia do Malhão, Praia Grande de Porto Côvo e a outra antes de S. Torpes que nunca sei o nome...
Na Praia do Malhão, os meninos acharam que lapas seria um bom petisco ao jantar...
Mudamos de parque de novo, desta vez para norte. Atravessamos o Sado do ferry que faz a travessia e vamos para a Arrábida.
O L. e a C. juntam-se a nós agora. Praia dos Galápos, Sesimbra e Portinho da Arrábida.
E é assim que terminam 9 dias de pura boa disposição. Resumindo muito bem, jogámos matrecos como se não houvesse amanhã, rimos até doer a barriga, torrámos na praia até o sol fazer doer a pele e grelhámos tudo o que havia para grelhar. E que fique registado o record de 4h de volta dos grelhados...

quarta-feira, 13 de agosto de 2008

"A vida é feita de momentos"

Um dos anúncios que eu mais gosto de ver, não só pela banda sonora mas também pelo conceito do anúncio.

domingo, 10 de agosto de 2008

Festival Sudoeste 2008

Ficou prometido no ano passado que voltaria. Estive até à última da hora sem saber se realmente ia ou não, até que alguém disse que tínhamos de ir. Não me fiz difícil, fomos :)
Este ano foi mais curto, porque durante o ano que passou muita coisa mudou. Fomos só na sexta para a Zambujeira. As portas do parque improvisado para o festival estavam abertas desde domingo, e os concertos começaram apenas na quinta-feira.
Até encontrar um espaço para montar as tendas e montá-las efectivamente, fez-se de noite. Perdemos dois concertos que eu queria muito ver (Rita Redshoes e Yael Naim). Ficam para uma próxima. Nessa noite tivemos tempo de conhecer o espaço que estava com uma disposição um pouco diferente do ano passado, vimos Goldfrapp e Chemical Brothers. A roda gigante da TMN. Uma novidade este ano e sempre bastante concorrida.
A Harmony andava a oferecer presentes no festival. Parece que lhes deram uso...
Não poderiamos estar num SW e não ir à praia da Zambujeira. Há uma semana no ano em que esta praia consegue juntar mais gente que no resto do ano inteiro, e estamos nessa altura! Cafés, praia, ruas, tudo cheio de gente. Gente com bom aspecto, gente com mau aspecto, gente com aspecto pior ainda...há de tudo um pouco, mas é esse o espírito deste festival, são estas pessoas que fazem do festival o que ele realmente é.


Depois da praia ainda fomos ao Canal ver como estava por lá o ambiente. Animado, com música ambiente, jogos dentro de água, tudo obra dos patrocinadores.A TMN dominava o recinto, tinha algumas barraquinhas e numa delas estava este ET que reagia ao som. Era tão simpático que até me deu um abraço! Tinha de lhe tirar uma fotografia...
Os concertos desta noite foram absolutamente brutais! Começou com Mellee, uma banda que nem conhecia e que ouvimos enquanto jantávamos uma pizza familiar. A seguir foi a vez de Brandi Carlile. Esta mulher tem uma voz espectacular, umas músicas fantásticas e uma presença em palco que adorei. Fez ainda alguns covers, um do grande Johny Cash que meteu o público todo aos pulos. Cantou o Hallelujah de Leonard Cohen e ainda o Creep dos Radiohead. "The Story", "Turpentine", "Until I die" e "My song" foram algumas das músicas que a Brandi cantou como só ela sabe. Foi absolutamente fantástico este concerto.
A seguir entra David Fonseca em grande estilo. "Kiss me oh kiss me", "The 80's" com uma versão de "A little respect" dos Silence 4 pelo meio, foram apenas alguns exemplos de pontos altos do concerto. Nessa noite também cantou Vanessa da Mata, uma voz bonita aliada a um sorriso simples e bonito. Apesar de Ben Harper não estar presente, "Boa sorte/Good luck" foi um momento alto no concerto com o público todo a cantar em coro. O festival continua mas nós temos de voltar que amanhã é dia de trabalho. Desmontar as tendas, voltar a meter tudo nas mochilas. Esta aventura acaba aqui. Mas antes de seguir viagem, momento para uma paragem em Porto Côvo para almoçar, porque gosto daquele lugar, daquela comida e do que me traz à memória. Vamos fazer a digestão para aquela praia perto de S. Torpes, a ver se apanhamos um bocadinho de cor. Agora sim, estamos prontos para regressar.
Este ano já não prometo que volto no próximo ano...gostava, mas logo se vê. Daqui até lá, muita água há-de correr...

terça-feira, 22 de julho de 2008

Madeira #7

Último dia em território madeirense, temos de aproveitar todos os minutinhos que restam. De manhã fomos ao Monte, o sítio onde há aqueles cestos que descem pela rua abaixo com turístas lá dentro. Eu não andei, aquilo era caro como tudo!!
No Monte há uma Igreja, a Igreja da Nossa Senhora do Monte, e um jardim muito bonito.
Depois do Monte, seguimos para o Pico do Arieiro. A paisagem até lá acima é espectacular, as nuvens ficam abaixo do sítio onde estamos e têm aquele aspecto fofo que só apetece ir lá tocar-lhes (como se fosse possível...).

Lá em cima estava uma grande ventania, àquela altitude não seria de esperar outra coisa. Havia a indicação de uma Levada desde o Pico do Arieiro até ao Pico Ruivo, os dois picos da Madeira. Tem cerca de 7km e deve ser fantástico de se fazer.
Descemos pelo mesmo caminho (não há outro) e voltámos a passar no Monte. Descemos de carro pela rua onde descem os cestos e ia um à nossa frente.
Voltámos para casa para almoçar e depois fomos ao centro do Funchal para o meu primo tratar dos últimos assuntos antes de vir embora.
Por volta das 16h foi-me levar a mim e à Cláudia ao aeroporto. Eu fiz logo check-in que ia no voo das 17h30 mas a Cláudia teve de esperar que o voo dela era só às 19h30. Despedi-me dela ali, foi bom passar estes dias lá e vê-la, parece impossível como ela é de Leiria e é tão raro encontrarmo-nos.
O meu voo estava atrasado, o avião que vinha de Lisboa que me ia levar de volta atrasou-se.
A viagem foi muito tranquila, o avião quase não abanou. Cheguei a Lisboa e estive quase 1h à espera que as malas começassem a sair. Estava a começar a enervar-me porque estava com medo de me atrasar o suficiente para perder o Expresso para Coimbra. Mas a minha mala foi das primeiras a sair, saí a correr para apanhar o Taxi para Sete Rios. Quando lá cheguei faltavam 15 minutos para o Expresso sair, estava cheia de tempo. Ainda fui comprar uma água que estava completamente desidratada. Apanhei o Expresso para Coimbra às 21h15 e por volta da meia noite cheguei à "minha" cidade.
Gostei muito desta viagem e, de facto, conhece-se muito melhor a Madeira com alguém que lá vive. Espero voltar, talvez no próximo ano só para um fim de semana a correr, o Porto Santo ainda está na minha lista de "To visit".

Até à próxima!

segunda-feira, 21 de julho de 2008

Madeira #6

Hoje o dia foi muito calmo. O Vasco foi trabalhar de manhã e eu fiquei a preguiçar em casa. Depois de almoço ele foi trabalhar de novo e eu fui ver o Madeira Shopping. Bom aspecto, ar lavadinho, mas ao fim de uma hora estava tudo visto, tive de andar na Fnac a ler livros para passar o tempo.
Depois fomos ver o Cabo Girão. Lá de cima vê-se (quase) tudo e tem uns bons 580m de altitude.
Descemos depois pela Caldeira onde por esta altura fazem festa e enfeitam as ruas para a festa.
Depois fomos comer umas ameijoas à Bolhão-Pato com a Fátima e com o Miguel (cozinhadas pelo Vasco, como não podia deixar de ser).
À noite, depois de jantar, fomos beber café para nos despedirmos de algumas pessoas. Ainda ficaram a faltar algumas para amanhã, mas tinhamos de começar por algum lado.
Amanhã é dia de acordar cedo por isso hoje não nos esticámos muito que ainda tínhamos de vir arrumar a roupa na mala para ir embora.

Até amanhã!

domingo, 20 de julho de 2008

Madeira #5

Como a noite de ontem foi compridita, hoje deixámo-nos dormir até mais tarde. Ao meio dia e meio levantámo-nos e fomos directos à Praia Formosa mandar um mergulho e nadar um bocadinho (para despertar).
O almoço foi um bife de atum de cebolada, acho que nunca tinha comido este peixe tal e qual como ele sai do mar (isto é, sem ser da lata).
À tarde, fomos passear para o norte da ilha. Seguimos pela via rápida e fomos ter a Santana, onde há amostras das casas típicas com telhados de colmo até ao chão.
No lado norte da ilha não só o tempo é mais esquisito como o mar também é mais picado.

O norte da ilha fez-me lembrar o norte do continente, a zona do Gerês especialmente. Há muita vegetação, muito verde, e uma cascata a cada canto. Algumas delas começam no cimo do monte e caem até ao mar.
Fizemos todo o caminho pela estrada antiga, aquela que dum lado tem um monte e do outro lado tem um precipício até ao mar. Há muitos túneis antigos nesta estrada regional, normalmente chove lá dentro e faz eco.
Percorremos desde Santana, passando por S. Lourenço até Porto Moniz, onde há umas piscinas naturais muito engraçadas. De Porto Moniz voltámos um pouco atrás e atravessámos a ilha ao meio pela via rápida até à Ribeira Brava (passando pela Serra de Água - atenção, hoje não parámos na poncha).
Voltámos a ir jantar a casa da Cláudia e da Paula, mais uma vez o jantar estava óptimo, mas aquela alheira para entrada bateu tudo! Fomos beber café ao Marraquesh, o bar marroquino cá do sítio. Hoje é noite de deitar cedo que para algumas pessoas amanhã é dia de trabalho :)

Até amanhã!

sábado, 19 de julho de 2008

Madeira #4

Hoje fomos almoçar a casa da Fátima e do Miguel, uma massa bastante boa. A casa deles tem uma vista muito bonita, sobre uma encosta e ainda a ver-se o mar.
Depois de almoço fomos à praia da Calheta, a única praia de areia branca cá do sítio (mas que veio importada do deserto e da praia da Figueira da Foz).
Na Calheta há um marina muito bem composta, com alguns pequenos iates, outros maiores. Eu nem me importava de ter lá um barquinho, não!
Aquele barco que está assente numas estacas foi apreendido com droga e está há algum tempo ali a estragar-se enquanto o tribunal não decide o que fazer com ele.
Nesta terra, se há coisa que abunda são as bananeiras. A cada canto dos montes há um campo com bananeiras. Não é por acaso que a banana da Madeira é famosa.

Passámos na Ponta do Sol, na Ribeira Brava e ainda em Câmara de Lobos, basicamente as praias são todas iguais, grãos de areia gigantes (a.k.a. calhaus), água com uma temperatura boa e pouco mais e em alguns sítios há piscinas naturais.
À noite fomos jantar a Câmara de Lobos com colegas do primo. Comi uma espetada madeirense com aquele típico milho frito. Como entrada comi bolo do caco com manteiga de alho, um bolo também típico (e bom..).
Depois de jantar, fomos ao Number 2 (no Funchal) que estava mais que cheio e acabámos a noite na discoteca do Casino, Copacabana.
Até amanhã!

sexta-feira, 18 de julho de 2008

Madeira #3

Hoje o dia acordou mais bem disposto, sol e calor. De manhã passámos no Complexo de Piscinas do Lido só para ver, e o cenário era bastante agradável à vista...


A seguir fomos ao centro do Funchal, passeámos pelas ruas da cidade (cheias de gente) até chegar ao Mercado dos Lavradores, que é um mercado onde tem peixe e fruta/legumes. É bonito de ver a fruta tão arrumadinha. Neste sítio dão-nos a provar frutas tropicais que não são muito convencionais, como maracujá-tomate, maracujá-banana, pêra-melão, banana-prata, etc.


Depois passámos na Marina. Há uns restaurantes muito engraçados dentro de barquinhos que estão atracados, naturalmente que uma refeição ali deve ser uma fortuna.

Almoçámos em casa e a seguir café no Bar da Praia, já começa a tornar-se um hábito frequentar aquele sítio. O café até é bom, apesar de serem lentitos no serviço.
Depois fomos até à Ponta de S. Lourenço, mas pelo caminho, entre outras coisas, avista-se a cidade de Machico e a sua baía, que é uma das cidades nas quais está situado o aeroporto (o aeroporto divide-se por Machico e Santa Cruz).


Seguimos então para a Ponta de S. Lourenço, que tem uma vista muito bonita.


Depois de estar ali a fotografar com os cabelos ao vento, voltámos a descer o monte e fomos a uma praia pequenina que por acaso se chama Prainha. A água era muito límpida, até se viam os peixes.

Depois de uns mergulhos e um bocadinho de esplanada para secarmos, o destino passou a ser a Serra d'Água para beber uma poncha. A caminho da Serra d'Água as vezes há uma nuvem que parece que se deita em cima do monte.


Jantámos em casa da Cláudia e da Paula. A Cláudia preparou-nos um cozinhado muito bom que acompanhava bem com o vinho! Foi difícil arrancar as meninas de casa depois do café, mas lá conseguimos que fossem connosco ao Number 2.


Como era a reabertura da Copacabana, a discoteca do Casino, eu e o primo Vasco tivemos de lá ir espreitar. É um espaço simpático, e a música até se ouvia bem.


A noite acabou quase às 5h, hora a que chegámos a casa. Amanhã há mais!!

Até amanhã!

quinta-feira, 17 de julho de 2008

Madeira #2

O dia começou meio cinzento, então decidimos ir passear só de tarde. De manhã aproveitámos para ir ao Forum Madeira, que é aqui ao pé de casa. É um espaço arejado que até tem bom aspecto. (Parece que nesta ilha também há setas...eheh).
Depois de almoçar (o belo do frango estufado), fomos beber um cafezinho, meter gasóleo (1.366€/litro) e aí fomos pelo monte acima, com a Fátima e o Miguel, com destino à Eira do Serrado e depois ao Curral das Freiras.

Como mostra a foto, estávamos a mais de 1km de altitude e a vista sobre o Curral das Freiras é espectacular.

Aquele conjunto de casinhas lá em baixo é o Curral das Freiras. Subimos um pouco mais até chegar ao Miradouro da Eira do Serrado, onde se vêem uns montes tais que metem respeito. Também havia uns lagartos engraçados, que levantavam as patas quando paravam de correr.


Depois da Eira do Serrado, descemos até ao Curral das Freiras. O túnel por onde passámos para lá chegar tinha quase 2,5km. Mal chegámos fomos provar licores e comer castanhas assadas.


Voltámos pelo mesmo caminho com destino ao Funchal, mas parámos no Miradouro do Pico dos Barcelos que tem esta vista linda.


Antes de voltarmos para casa ainda fomos à Praia Formosa mandar um mergulho. A temperatura da água é muito boa, mas não foi fácil chegar ao mar, os calhaus de que a praia é feita são grandes à bruta o que torna difícil caminhar até à água.


Mas vale a pena pela temperatura...
Depois da praia, fazer o jantar que se faz tarde (às 20h ainda se está muito bem na praia).
Enquanto o jantar se preparava, ainda tive tempo para tirar umas fotos ao jardim e à piscina cá de casa.
O Vasco fez um jantarzinho do melhor, Bacalhau à Gaúcha.

Depois de jantar e muita conversa, fomos beber um cafézinho ao Bar da Praia. Quando saímos de lá ainda era cedo e passámos no Number 2, um Irish pub engraçadito onde pára muita malta jovem e onde se bebe uma coisa fresca e agradável chamada Nikita.
E é assim que se passa mais um dia na Madeira.

Até amanhã!