quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Anjo ou demónio

Ia eu a caminhar pelo centro comercial e a pensar na vidinha que boa ou má é a minha, e quando dei conta já estava dentro de uma perfurmaria. Veio uma moça simpática e cheia de felicidade ter comigo e, pela indumentária, percebi que trabalhava no estabelecimento. Deu-me a provar (não foi a beber, foi mais a cheirar) este perfume. Epah, eu não sou esquisita com perfumes, não tenho um perfume de eleição, nem sequer sou de ir comprar perfumes para mim, mas este perfume... upa upa, tem muito que se lhe diga. Só sei que andei o resto da tarde com a amostra enfiada no nariz para tentar sentir o cheiro do que restava da dita.

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Camané

Porque hoje é para isto que me está a dar. Gostava mesmo de ver este senhor ao vivo! Olha que bela surpresa que era um bilhete para um concerto dele! :)


Frase do dia #15

Success is the ability to go from one failure to another with no loss of enthusiasm.
Sir Winston Churchill (1874 - 1965)

Se fosse um vilão de cinema...


Perante isto, nem sei o que hei-de dizer...talvez: tenham cuidado!!

terça-feira, 8 de setembro de 2009

Gosto de pessoas simpáticas

Quando uma pessoa se vê obrigada a levantar de madrugada para ir fazer umas análises, não há nada melhor que chegar lá ao estaminé onde tiram o sangue e encontrar pessoas alegres e bem dispostas, apesar de serem 8h da manhã. É que uma pessoa até fica logo com outro ânimo para o resto do dia. Um sorriso e cara alegre são as melhores armas de quem trabalha com o público. Até mudei logo de cara, apesar de continuar com o bucho vazio!

segunda-feira, 7 de setembro de 2009

Zmar - "Verde para crer"

No fim de semana passado (aquele que consta que acabou ontem) proporcionou-se uma ida ao Zmar - Eco Camping Resort, o primeiro parque ecológico e de 5 estrelas (luxo) e que fica lá para os lados da Zambujeira do Mar.
Fiquei surpreendida pelo espaço em si: um descampado gigantesco, com caixotes de separação de lixo em todo o lado, com estação de tratamento de águas, centro de reciclagem, com infra-estruturas muito boas, uma piscina de 100m, uma sala de convívio gigante e muito bem decorada, matrecos grátis, um supermercado, uma esplanada com o comprimento da piscina, uma piscina de ondas, actividades desportivas durante a tarde, parque infantil cheio de distracções para as crianças, entre tantas coisas! Ficámos numa ZVilla, uma casinha de madeira, assente em estacas, com dois quartos, uma casa de banho, uma cozinhita e uma sala com TV (até tinhamos SportTV).

Provavelmente o único espaço verde lá do sítio. A malta estica as toalhas na relva e vai para a piscina.

Esta casinha devia ser a única coisa que existia neste terreno. Atrás dela está um espaço enorme (como tudo neste sítio) reservado a espectáculos.
Aproveitei para fazer umas piscinas (ali vou eu com o bracito no ar) mas a piscina parecia não ter fim. Quando chegava à outra ponta já quase conseguia cuspir os pulmões.

A esplanada era feita de um material que imitava madeira. Ocupava todo o comprimento da piscina.

E aqui está a dita piscina que parecia que não acabava nunca! Só não tinha pé no meio da piscina, de resto há sempre pé e nas pontas de um lado tem uma rampa e do outro degraus. Tem 4 nadadores salvadores, um exagero diria eu, mas antes demais que de menos!

Nesta foto vê-se um bocadinho do percurso da actividade Arvorismo e apesar de parecer perigoso, os monitores acompanhavam sempre as pessoas, preparados para subir a um exercício para is buscar alguém e davam umas dicas para quem fazia aquilo a primeira vez.

Um dos exercícios é slide de um monte para o outro. Há 3 slides durante o percurso, mas a inclinação não é muito grande e por isso não assusta.

O exercício final era provavelmente o mais complicado, tentar manter o equilibrio em cima de uns cilindrozitos de madeira (que se viravam facilmente) era tarefa complicada.

Depois de 2 dias neste Resort especial recomendo a quem queira passar uns dias na paz e no sossego do Alentejo, com umas óptimas condições e com educação sobre a separação e reciclagem do lixo. Tenho a certeza que muitas das pessoas que lá estavam voltaram a casa muito mais conscientes da necessidade de separação do lixo.

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

O Último Ano em Luanda

Durante as férias dediquei-me à leitura de "O Último Ano em Luanda" de Tiago Rebelo. Provavelmente, foi o livro dele que mais gostei de ler.
Pude conhecer um pouco mais sobre a história de Angola, as razões dos "retornados" terem regressado sem nada depois de tanto trabalho numa terra que já consideravam a sua, a força dos movimentos de libertação de Angola, a ineficácia da administração portuguesa, os interesses das potências, a razão de ter exército português no terreno, tantos assuntos da época do 25 de Abril que estavam envoltos numa nuvem e que depois desta leitura ficaram esclarecidos, porque eu não sou dessa época nem lá perto, só sei do que ouvi falar e do que li.
O livro é escrito com base em factos verídicos, com base na história do próprio autor e daí aproximar-se o mais possível da realidade que aconteceu.
Para quem não conhece bem esta parte da nossa história é importante ler este livro porque ajuda a compreender aquele período turbulento que se seguiu à Revolução do 25 de Abril, para perceber que nem tudo foram cravos nessa revolução e há partes da história convenientemente esquecidas nos discursos oficiais que se fazem sempre nas comemorações desse dia.
Em 1974, uma revolução em Lisboa apanha de surpresa centenas de milhares de portugueses que vivem em Angola. A partir desse dia inicia-se a derrocada imparável de uma sociedade inteira que, tal como um navio a afundar-se, está condenada à destruição e à ruína. Em escassos meses, trezentos mil portugueses são obrigados a largar tudo e a fugir, embarcando numa ponte aérea e marítima que marca o maior êxodo da história deste povo. Para trás ficam as suas casas, os carros e até os animais de estimação. Empresas, fábricas, comércio e fazendas são abandonados enquanto Luanda, a capital da jóia da coroa do império português, é abalada por uma guerra civil que alastra ao resto do território angolano. Três movimentos de libertação, cujos exércitos estavam derrotados a 25 de Abril de 1974, estão novamente activos e combatem entre eles pelo poder deixado vazio pelas Forças Armadas portuguesas. É neste cenário de total desorientação social e de insegurança generalizada que Nuno, um aventureiro que há anos atravessa os céus do sertão angolano no seu avião, Regina e o filho de ambos se movem, numa extraordinária luta para sobreviverem à violência diária, às perseguições políticas, às intrigas e traições que fazem de Luanda uma cidade desesperada. Esta é a história de coragem e abnegação de um casal surpreendido, tal como milhares de outros, num processo de degradação que se deve à recusa do Exército em defender os seus próprios compatriotas a favor de um movimento até há pouco inimigo, ao desinteresse dos políticos, à total incapacidade do governo de Lisboa para impor os termos de um acordo assinado no Alvor e constantemente violado em Angola e à intervenção militar das duas potências mundiais envolvidas numa guerra fria que é combatida por intermédio dos exércitos regionais.

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Operação F.E.R.I.A.S

A operação F.E.R.I.A.S (Febras, Empalhadas, Risos, Imperiais, Amigos e Sol) deste ano começou a 16 de Agosto, domingo, e sendo uma operação de grande "risco", durou até uma semana depois (e soube a pouco). :)

Domingo, 16 Agosto
Saímos de Coimbra aos pares de 2, eu e o R. e o H. com o F. Viagem que é viagem começa sempre atrasada. A1 fora, lá fomos nós, com um trânsito do diabo, uns a ir de férias e outros a regressar. Desta vez decidimos assentar arraiais no Parque de Campismo do Forte do Cavalo, em Sesimbra, um parque que fica do lado Oeste da baía de Sesimbra, acima do Porto de Abrigo. Escolhemos um canto muito jeitoso e montámos o estaminé. Nem demorou muito tempo o processo de montagem da tenda, tendo em conta que o C. trouxe a tenda familiar que lhe oferecemos no aniversário e que é grande como o raio!
Como já vem sendo tradição, nas férias temos de ver os jogos do Benfica, incluindo aqueles que nem são adeptos de tal clube, e assim sendo fomos jantar na pizzaria ao lado da Casa do Benfica, já que a dita Casa tinha para lá gente que nunca mais acabava. O Benfica empatou a 1 com o Marítimo e sobre este assunto não me pronuncio.
Um fino aqui, uma mini acolá e uma partida de matrecos na Casa do Benfica. Regressámos ao Parque e como o F. tinha trazido fichas de poker e cartas e tudo e tudo, a rapaziada aproveitou para aprender a jogar e ir bebendo Beirão. E siga, que ainda agora isto começou.

Segunda, 17 Agosto
Hoje juntaram-se a nós mais 2, a D. e o V. De manhã estivemos na praia de Sesimbra, um calor que não se podia e a água estava impecável! 12h30, são horas de almoço! Fomos ao Rodinhas, a melhor tasca de petiscos que conheço naqueles lados...e a Sangria? Coisa boa! Depois de um cafézinho em casa da prima A. que tem aquele apartamento em cima da praia, descemos as escadinhas que dão acesso à praia e lá fomos nós esticarmo-nos uma vez mais ao sol, tal e qual lagartos.

Comprámos umas carnes e uma Dourada para grelhar para o jantar, como seria de esperar! Não falhamos a tradição! Estava uma ventania do diabo, mal conseguimos comer com tudo a voar, mas pelo menos não foi preciso abanador para acender a fogueira que o vento fez o serviço! Assim que acabámos de jantar, parou a ventania! Não chegámos a sair do Parque nessa noite, bebemos por lá um café e fomos para a nossa mesa jogar poker e beber Beirão/Whisky.

Terça, 18 Agosto
Alvorada por volta das 9h que a rapaziada é bicho muito pegado à cama! Destino do dia: Portinho da Arrábida. Ficámos por lá o dia todo, levámos umas sandochas e fruta para podermos andar sempre na água. Com o calor que estava (e sem ponta de vento) era impossível passar 5 minutos sem ir à água. Inventou-se um novo jogo de raquetes com 3 jogadores e 2 bolas e foi a animação.
Nessa noite jantámos em Sesimbra, num restaurante da praça. Como os carros tinham de entrar no parque até à 1h (senão ficavam na rua), depois do café numa esplanada lá fomos para o parque fazer a habitual jogatana de poker.

Quarta, 19 Agosto
Alvorada um pouco mais tarde que o costume e o típico pequeno almoço na manta da comunidade. Como já não era cedo fomos logo directos a Setúbal almoçar na Tasca das Marés, à beira dos barquinhos. Mas que bela bucha lá se faz. Fondue de marisco a assar numa pedra que vem para a mesa, trazem também um tabuleiro de fruta e tudo e tudo.

À tarde ficámo-nos pela praia da Figueirinha, que tinha gente que nunca mais acabava. O mar estava mais fresquinho mas isso não é impedimento para uns mergulhos!
À noite voltámos à faina de grelhar, comer, grelhar, levar com o vento na cara, apanhar coisas do chão que o vento virou, grelhar, comer. Depois do habitual café no Parque, voltámos à carga com o Poker. Desta vez, All In que até eu me dediquei a aprender como se jogava. Às 3h da manhã já não havia condições (a vários níveis) e dormir foi a melhor opção.

Quinta, 20 Agosto
Sendo que rebentou um esgoto na praia de Sesimbra e esta ficou interdita decidimo-nos pela praia do Meco. A praia é grande mas tem uma descida de terra batida para a praia que é o diabo. O vento tornou a estadia na praia um bocadinho desagradável, então depois de fazermos a bucha na praia, com as nossas sandochas, a fruta, a água e tal e tal, levantámos arraiais e fomos fazer uma visita ao Cabo Espichel, um bicho que mete respeito pela altura da falésia. Dali fomos ao Castelo de Sesimbra e havia lá um barzinho no meio, claro está que nos abancámos por lá a comer gelados e a beber finos até serem horas de ir às compras (porque decidimos jantar cedo...).

Fomos ao supermercado fazer as comprinhas para o jantar na tranquilidade do meio da tarde para irmos jantar cedo. Quando chegámos ao Parque começámos logo a preparar tudo (ainda o sol se via bem), a meio da bucha falta o gás numa das botijas. Arranjou-se de imediato uma equipa de salvamento que fosse comprar uma onde as houvesse (D. V. e H.). Pouco depois de eles sairem, falha o gás na outra. Posto isto, sendo que éramos 4 e não havia maneira de continuar a fazer o jantar, pronto, começámos um torneio de sueca. Acabámos por jantar tarde à mesma, de noite escuro, quase sem ver o prato, como de costume! Como já era tarde demais para sair do Parque, por ali ficámos num sítio novo e cheio de luz que arranjámos para jogar poker (o sítio dos tanques de lavar roupa que tinha lá um cantinho onde encaixava mesmo bem uma manta, as arcas com as minis e as garrafas de Beirão/Whisky).

Sexta, 21 Agosto
A praia de Sesimbra continuava interdita, as análises à água ainda não tinham sido terminadas. Decidimo-nos pelo Portinho da Arrábida mais uma vez. Desta vez com um pouco mais de vento e a água mais fresquita. Fizemos a bucha lá debaixo de uma árvore à sombrinha e passámos meia tarde na esplanada...para não apanhar calor! Desta vez jogámos volei, deu para rir, para chorar a rir, houve quem se magoasse e houve até quem fotografasse umas grandes poses a jogar.
Nessa noite jantámos na Tasca dos 13, em Sesimbra, e que boa bucha lá se comeu. Recomenda-se a caldeirada que estava divinal! Depois de um fino no English lá voltámos ao Parque e ao jogo nocturno, o Poker.

Sábado, 22 Agosto
A praia continuava interdita. Rumámos a Setúbal para comer, uma vez mais! Desta vez descobrimos outro tasco onde faziam rodízio de peixe. Até que estava bom mas já vi rodizios com peixe de melhor qualidade! Como tínhamos uma rapaziada que não conhecia bem Tróia (e quem conhecia deixou de conhecer que aquilo está tudo novo e diferente), fomos apanhar o Ferry para atravessar o Sado e seguir até às praias de Tróia. A fila para o Ferry era enorme. No entanto, têm lá uma rapaziada que entretia a malta que estava na fila. Vendedores de óculos de sol de "finíssima qualidade", que quase nos entravam pela janela do carro para nos mostrar a quantidade de óculos que conseguia transportar numa só mão. Ainda tive de experimentar uns óculos de borboleta devido a tanta insistência.

Lá atravessamos no barco verde que leva as pessoas e os carros e escolhemos uma praia em Tróia. A água é fresquita e mais agitada que as praias da Arrábida, no entanto, não deixou de ser uma tarde agradável. À vinda já não voltámos de Ferry, fomos descobrir o caminho à volta, raio do Sado que é grande, andámos uns 100km para regressar a Setúbal!
Passámos no supermercado de novo para comprar coisas para fazer o jantar e acabámos a comprar a coisa mais inteligente de todas as férias: um candeeiro para nos alumiar o jantar! Foi a primeira vez que jantámos com uma luz decente, até conseguíamos ver a comida!
Sendo que era a última noite por aquelas bandas, tentámos acabar com todos os restos a jogar poker mas não fomos capazes... às 5h da manhã desistimos de beber, do poker e fomos todos dormir que já não dava para mais!

Domingo, 23 Agosto
Desmontar o arraial de tendas e tarecos e tentar voltar a meter tudo dentro da mala do carro é uma tarefa quase impossível, porque apesar de levarmos menos coisas parece que tudo inchou! Alguns de nós ainda foram à praia, a de Sesimbra, que já tinham saído o resultado das análises à água e ao que parece estava impecável (eu não vi lá nada a boiar). Estava-se lá tão bem, com um sol tão quentinho, que era capaz de lá ter ficado mais uma semana. Eu sempre disse que era capaz de me habituar àquela vida...
Pouco depois de almoço regressámos também à realidade e fica a promessa de para o ano que vem termos mais luz para não jantarmos às escuras. Se nos permitirem vamos continuar a acampar por esse país fora, a grelhar como se não houvesse amanhã, a rir até doer a barriga e a partilhar estes momentos com os amigos!

Foram umas férias impecáveis com alguns dos do costume! E soube a tão pouco...

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

Frase do dia #14

Fale quando estiver com raiva. Fará o melhor discurso, do qual se arrependerá.
Ambrose Bierce

Há dias que eu devia falar. Falo muito, bastante mais do que a minha voz consegue suportar, mas quando fico com aquele sentimento de raiva, não consigo falar. Sinto as veias a latejar, sinto que o grito fica preso na garganta e não me saem todas as palavras que deveria dizer quando tenho raiva. O mais certo era arrepender-me, mas ia ter a satisfação de dizer na cara aquilo que penso, aquilo que me incomoda, apontar aos outros os seus erros, reduzir os outros à insignificância do seu ser. Mas não sou capaz! Não foi assim que me educaram! Digo as verdades mas da forma correcta, da forma mais educada, da forma que me ensinaram! Detesto hipocrisias de meia tigela, detesto pessoas com duas caras, detesto aqueles que fazem uma grande festa quando nos vêem e quando viramos costas é vê-los espetar facas com palavras. Há gentinha que não vale um caracol.
E é só porque há dias que eu devia falar que escrevi todo este discurso de frustração, raiva, fúria, nervos. Detesto injustiças, não há nada pior do que me sentir injustiçada.
Aviso à navegação: se um dia me salta a mola, é bom que algumas pessoas se escondam em trincheiras da 2ª Guerra Mundial porque haverá mortos e feridos.
Há dias que eu devia falar.

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

Do Ernesto ao Che

Argentina, Bolívia, Perú, Equador, Venezuela, Guatemala. Ao longo dos últimos dias viajei por estes países com Ernesto Guevara e Carlos Calica Ferrer, em autocarros num estado tão precário que até era difícil imaginar ou à boleia quando o dinheiro escasseava.
Esta foi a segunda viagem que Ernesto Guevara fez pela América Latina, a viagem que o transformou no Comandante Che Guevara.
Guevara interessava-se pela política dos países por onde passava e pela luta contra a lepra.
Foi depois desta viagem, que para ele terminou na Guatemala, depois de passar por ditaduras e democracias condicionadas que foi para o México, como clandestino, foi preso e acusado de estar entre aqueles que planeavam uma invasão a Cuba, onde governava Batista. Aliou-se à causa e a Fidel Castro e, juntamente com outros homens, conseguiram fazer uma revolução que levou à libertação de Cuba.
Ficou-me uma frase dita pelo próprio Ernesto Guevara:
"Nasci na Argentina, não é segredo para ninguém. Sou cubano e também sou argentino e, se os ilustríssimos senhores da América Latina não se ofendem, sinto-me tão patriota da América Latina, como o mais patriota, e no momento em que fosse necessário estaria disposto a dar a vida pela libertação de qualquer países da América Latina, sem pedir nada a ninguém, sem nada exigir, sem explorar ninguém."

quinta-feira, 23 de julho de 2009

Frase do dia #13

Honesty is the best image.
Tom Wilson

Porque as pessoas nos desiludem...
Porque as pessoas nos defraudam as espectativas...
Porque as pessoas não têm respeito...
Porque as pessoas não têm consideração...
Porque as pessoas são assim mesmo e eu não posso fazer nada!

quarta-feira, 22 de julho de 2009

terça-feira, 21 de julho de 2009

Frase do dia #11

I don't know the key to success, but the key to failure is trying to please everybody.
Bil Cosby (1937 - )

segunda-feira, 20 de julho de 2009

"Do Ernesto ao Che"

Comecei no sábado a ler este livro. Ando com um espírito meio revolucionário por isso acho que foi a altura certa para conhecer ao pormenor uma das viagens que tornou Ernesto Guevara no famoso comandante Che Guevara.


A 7 de Julho de 1953, Ernesto Guevara, na altura com 25 anos, apanhou um comboio em Buenos Aires rumo à sua segunda e última viagem pela América Latina. Carlos Ferrer, o seu amigo e companheiro nesta viagem, relata pela primeira vez todas as aventuras desse marcante período que determinou a transformação do jovem Ernesto no comandante Che Guevara. Tal como na primeira viagem que fez com Alberto Granado, também aqui Ernesto se confrontou com toda a beleza e sofrimento de um continente subjugado durante séculos.

«O nome do acompanhante mudou, agora Alberto chama-se Calica; mas a viagem é a mesma: duas vontades dispersas estendendo-se pela América sem saber precisamente o que procuram nem onde está o norte», escreveu Guevara no seu diário de viagem.
Os dois amigos percorrem a Bolívia, Peru e Equador, alternando o entusiasmo de viajantes e as brincadeiras juvenis com reveladoras descobertas acerca da realidade sociopolítica latino-americana, convertendo-se numa viagem de autodescoberta que os mudará para sempre.

O livro apresenta também fotos inéditas do álbum pessoal de Calica que retratam a infância e adolescência dos dois amigos na cidade de Alta Gracia e a viagem que partilharam.

sexta-feira, 17 de julho de 2009

TO DO list - mais um passo

Ontem risquei mais um item da minha TO DO list!
Fui finalmente jantar à casa nova daquela amiga! Um jantar daqueles à moda antiga: muita conversa, muita comida, muitos risos, muitas histórias do passado, muito vinho, muita nostalgia... Um jantar que durou desde as 20h30 às 3h da manhã, e tinha durado até mais tarde se hoje não fosse dia de trabalho! Caramba, que sabe bem juntarmo-nos com os amigos antigos, ver o percurso que fizemos, onde estamos hoje. É bom ver que há coisas que nunca mudam! É bom ver que ainda conservamos aqueles amigos com quem partilhámos toda uma infância e adolescência repleta de histórias e aventuras.

terça-feira, 14 de julho de 2009

TO DO list - já comecei

Ontem comecei a fazer alguma coisa por esta TO DO list. O puzzle é grande (2000 peças) mas nada que umas noites de volta dele não resolvam! Agora temos um problema: não se fazem jantares lá em casa enquanto o puzzle não estiver terminado pois ele ocupa a mesa da sala toda!

segunda-feira, 13 de julho de 2009

TO DO list

Chegados ao final de uma etapa fazemos sempre planos para o tempo livre! Estes são os meus:
- ler, ler e ler
- acabar de montar o puzzle que foi encostado à box há uns meses atrás
- jantar em casa daquela amiga
- ir à praia com as outras duas
- arrumar o sótão
- arrumar a roupa de Inverno
- seleccionar e mandar imprimir as fotos de Londres
- fazer os acabamentos nos álbuns de Londres e de Cuba
- acordar de madrugada (6h) um dia para ir ao mar com o avô, sem esquecer a 450D para a reportagem fotográfica
- escolher a banda sonora para os vídeos do Brother
- actualizar o CV
- formatar o portátil
- seleccionar as minhas fotos para a pasta dos wallpapers
- conhecer música nova
- voltar a dançar (Salsa, de preferência)
- voltar a nadar (seja no mar ou na piscina municipal, aquela que parece que nunca mais tem fim)
- ir ao cinema (o preço do bilhete até já deve ter aumentado desde a última vez que fui)
- ver filmes de domingo à tarde e comer pipocas daquelas que se fazem no microondas

...e tantas outras coisas que me vou lembrando à medida que vou ficando sem tempo...

Update:
Depois de ler a TO DO list de uma amiga, lembrei-me de mais umas coisas que quero fazer:
- ir a uma discoteca (pode ser a Estação da Luz, que já tenho saudades)
- ir às consultas dos três especialistas que me faltam (não seria pior começar por marcar as consultas)

E agora?

A sensação que fica depois de o quase chegar ao fim é uma sensação muito estranha. Não é aquele vazio de não ter nada para fazer que isso não é coisa que me aconteça, que eu quando não tenho que fazer, invento. Foi a sensação de aperto, foi a sensação de nó, foi uma sensação estranha que incomodou o resto do dia.
Para ver se esse nó se desatava, nada melhor que um fim de semana por terras gandaresas para desintoxicar a alma :) Praia, sol, calor, mar azul e fresquinho, amigos, petiscos de fim de tarde, copos, conversas até ser quase de manhã :) E há lá vida melhor que esta?
Agora? Agora não sei! Ainda há uma defesa para fazer lá para o fim do mês. Depois? Também não sei! Só sei que detesto este clima de incerteza... Olhem, a ver vamos!

terça-feira, 7 de julho de 2009

Um quase assim...

Está quase, mas o quase que falta parece um quase tão grande! Diria mesmo que o quase que falta, que cada vez fica menos quase, parece maior a cada dia que passa.
Por muito quase que seja, ainda há um quase muito grande para lá chegar!

quinta-feira, 2 de julho de 2009

Frase do dia #10

We judge ourselves by what we feel capable of doing, while others judge us by what we have already done.
Henry Wadsworth Longfellow (1807 - 1882)