quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Projecto: Férias

Não tenho férias marcadas, não tenho planos para as férias mas tenho uma grande vontade de ir de férias para um sítio qualquer longe daqui. Isto já conta qualquer coisa, não já? Planear férias é daquelas coisas que faz a alma sorrir.
Em cima da mesa estão opções como:

As 4 capitais da Europa Central: Praga, Bratislava, Viena e Budapeste

Turquia


Tesouros da Irlanda


Praga, Áustria e Baviera Escandinária espectacular, com visita aos Fiordes da Noruega

Alguém que tenha por aí sugestões ou histórias de viagens para contar?

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Jantares e paródia

A noite de sábado começou, depois das aulas, com um jantar da turma do MBA no Azucar. Acabámos por ser poucos e um jantar de turma transformou-se num jantar de amigos com grandes conversas, teorias, opiniões, discussões saudáveis e risos.
Passámos pelo Clube de Rugby, como já vem sendo habitual nestes jantares, é como um ponto de passagem obrigatória. Acabámos a noite a dançar no NB, essa "nova" discoteca da cidade onde andava para ir desde que abriu. O espaço é agradável, moderno, espaçoso. A música? A típica da discoteca ao sábado. Devia ter lá ido à sexta, que tem música dos anos 70, 80 e 90. Isso é que era matar saudades. Há quase 2 anos que não metia os pezinhos numa discoteca. Continuo a gostar de dançar, começo a não gostar de muito barulho nem de muita gente junta. Balanço final da noite: muito divertida e, quiçá, a repetir.

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

The Accidental Husband

As comédias românticas são provavelmente o melhor género de filmes para se ver quando o queremos é passar um tempinho no sofá, agarrados a um balde de pipocas sem que o Tico e o Teco se esforcem muito que para os esforçar já basta o trabalho e as aulas. Este filme arranca umas boas gargalhadas, e não é de puxar às lágrimas! É um filme simpático, sem nenhuma cena relevante, a interpretação dos actores está ao mesmo nível, ninguém se salienta. É o que eu chamo "filme de domingo à tarde".

A estrela da rádio Dra. Emma Lloyd e o seu editor e noivo Michael pensam que obter uma licença para casar em Nova Iorque deve ser mais fácil que conseguir carta de condução. Afinal, não há testes escritos nem análises de sangue, têm os dois mais de 18 anos e não são parentes. Mas Emma já é casada! Será que alguém se pode esquecer acidentalmente que já tem um marido? Mas quando Emma receita sem pensar alguma da sua "canja para o coração" através das ondas da rádio e um fiel ouvinte segue os seus conselhos, a vida amorosa do bombeiro Patrick Sullivan extingue-se subitamente. Agora, Patrick quer vingar-se, e depois de ler no jornal a notícia do iminente casamento da boa doutora, descobre a maneira perfeita de o fazer: basta uma apresentadora que sabe tudo, um furioso bombeiro nova-iorquino, um ás dos computadores capaz de entrar no sistema da Câmara, e já está! Emma não pode casar, porque já tem marido… precisamente Patrick!
Fonte:cinema.sapo.pt

sábado, 30 de janeiro de 2010

The private lives of Pippa Lee

Este filme é estranho. Se não o tivesse visto também não perdia nada, assim juntei mais um à minha lista. A Winona Ryder está a ficar velha, parece que os anos também passam por ela. A Julianne Moore continua bonita. A Monica Belucci está na mesma, os anos não passam por ela de certeza. E a Robin Wright Penn continua magra. A interpretação a realçar é mesmo a de Maria Bello, que interpreta a mãe de Pippa Lee com problemas psicológicos. Aquela figura de pãozinho sem sal de Pippa Lee em adulta não favorece.

Quando o seu marido, bastante mais velho, insiste em se mudarem para uma comunidade residencial suburbana, Pippa Lee entra num período de reflexão sobre a sua vida passada, presente e futura, enquanto se encaminha lentamente para um esgotamento nervoso.
Fonte:cinema.sapo.pt

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Quando eu era só estudante...

... passeava na Baixa à quarta à tarde
...bebia café no Cartola
...lanchava na Pastelaria Montanha no largo da portagem
...espreitava as montras de sapatos de bico e salto de agulha no labirinto de ruas da Baixinha onde ainda hoje me consigo perder
...comprava castanhas assadas na praça 8 de Maio mesmo em frente à Igreja de Santa Cruz e conseguia chegar a casa com a cara toda enfarruscada
...atravessava o Bairro vezes sem conta a pé
...andava nos autocarros todos e sabia de cor as paragens deles
...fazia as compras todas de uma vez e como tinha de ir a pé para casa parecia um burro carregado a atravessar a ponte pedonal a caminho de casa (lembro-me especialmente daquela vez que comprei um aquecedor...)
...fazia quilómetros a pé
...andava sozinha a pé à noite e não tinha medo
...usava saltos de agulha e botas ou sapatos de bico quando saía à noite e dançava até ser de dia em cima deles
...pelo menos uma vez por semana ia a uma discoteca
...fazia as contas à mesada para no fim sobrar sempre uma parte para roupa
...só via os meus amigos ao fim de semana na praia apesar de morarmos todos na mesma cidade, em partes distintas dela
...usava aparelho nos dentes e ria-me disso
...

Nostalgia, é a palavra de ordem.


Ice Age 3 - The Dawn of the Dinossaurs

Quem disse que os filmes de animação são para crianças? Eu gostei muito deste filme. A minha personagem preferida continua a ser aquele bicho que passa o filme inteiro a tentar apanhar a avelã que teima em escorregar-lhe. O filme tem passagens que fazem mesmo rir com vontade.

Scrat continua a tentar apanhar a sempre escorregadia avelã (enquanto, talvez, encontre o verdadeiro amor); Manny e Ellie, esperam ansiosamente o nascimento do seu mini mamute; Diego, o tigre dentes de sabre, questiona-se se não estará a ficar demasiado "bonzinho" com os seus companheiros e Sid, a preguiça, mete-se em sarilhos quando resolve constituir uma família, "desviando" para isso alguns ovos de dinossauro. Numa missão para resgatar o desafortunado Sid, o grupo aventura-se num misterioso e estranho mundo, onde têm encontros com dinossauros, debatem-se com a flora e a fauna, correm freneticamente – e encontram uma implacável doninha zarolha, caçadora de dinossauros, chamada Buck.

Fonte: cinema.sapo.pt

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Não esquecer #3

Planear, pesquisar, conhecer, viajar, viver, partilhar. Provavelmente, a melhor forma de ser feliz. Fonte: I can read

Mafalda Veiga - Balançar

Mais uma música que ouvi estrada fora que me deixou perdida em pensamentos, no antes, no agora e no depois. Só quando acabou percebi que não me lembrava de como tinha percorrido os últimos 5km, foi como se tivesse conduzido de olhos fechados.



Pedes-me um tempo
Pra balanço de vida
Mas eu sou de letras
Não me sei dividir

Para mim um balanço
É mesmo balançar
Balançar até dar
Balanço e sair

Pedes-me um sonho
Pra fazer de chão
Mas eu desses não tenho
Só dos de voar

Agarras a minha mão
Com a tua mão
E prendes-me a dizer
Que me estás a salvar

De quê?
De viver o perigo
De quê?
De rasgar o peito
Com o quê?
De morrer,
Mas de que paixão?
De quê?
Se o que mata mais
É não ver
O que a noite esconde
E não ter
Nem sentir o vento ardente
A soprar o coração

Prendes o mundo
Dentro das mãos fechadas
E o que cabe é pouco
Mas é tudo o que tens

Esqueces que às vezes
Quando falha o chão
O salto é sem rede
E tens de abrir as mãos

Pedes-me um sonho
Pra juntar os pedaços
Mas nem tudo o que parte
Se volta a colar

E agarras a minha mão
Com a tua mão
E prendes-me e dizes-me
Para te salvar

De quê?
De viver o perigo
De quê?
De rasgar o peito
Com o quê?
De morrer,
Mas de que paixão?
De quê?
se o que mata mais
É não ver
O que a noite esconde
E não ter
Nem sentir o vento ardente
A soprar o coração

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Não esquecer #2

Fonte: I can read

Não esquecer #1

Fonte: I can read

The Reader


Nomeado para os Óscares do ano passado, que valeu o Óscar de melhor actriz a Kate Winslet, "The Reader" conta a história de um jovem de 15 anos que se envolve num caso amoroso com uma mulher com o dobro da sua idade. Esse relacionamento acaba no dia em que ela desaparece sem deixar rasto. 8 anos depois o jovem volta a encontrá-la em julgamento, a ser julgada por crimes de homícido em campos de concentração nazi. Uma história que toca cá dentro, um sentimento de revolta por um segredo não ter sido revelado, a felicidade da liberdade que não acontece e o gosto pela leitura. É o que fica.

Na Alemanha pós-Segunda Grande Guerra Mundial o adolescente Michael Berg está doente, sente-se mal no meio da rua e é ajudado por Hanna, uma estranha com o dobro da sua idade. Michael recupera entretanto da escarlatina e vai à procura de Hanna para agradecer. Ambos são rapidamente arrastados para um apaixonado mas secreto caso amoroso. Michael descobre que Hanna adora que leiam para ela e a relação física entre eles intensifica-se. Hanna deixa-se cativar à medida que Michael lhe lê "A Odisseia", "Huck Finn" e "A Dama do Cachorrinho". Apesar da intensa relação entre eles, um dia Hanna desaparece misteriosamente e Michael fica confuso e de coração partido. Oito anos depois, Michael é um estudante de direito que observa julgamentos de alguns nazis e fica estupefacto ao ver Hanna sentada no banco dos réus. À medida que o passado de Hanna é revelado, Michael desvenda um grande segredo que irá ter impacto na vida de ambos.

Fonte: cinema.sapo.pt

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

Spots de rádio que me tiram do sério

Todas as manhãs, no caminho para o trabalho, ouço a rádio do costume. E de onde vem parte das receitas das rádios? Da publicidade. Há alguns anúncios de rádio que me tiram do sério, por várias razões:
  • não transmitem confiança nenhuma, soam a falso;
  • as pessoas que os fazem não têm jeito nenhum para aquilo;
  • ficam na cabeça por serem tão irritantes;
  • não acrescentam valor à marca;
  • quando vemos os produtos na prateleira do supermercado ficamos com o anúncio em loop na cabeça e a última coisa que queremos é comprá-los;
  • se estivermos a ouvir rádio durante 2h, é possível ouvir o mesmo anúncio 3 vezes;
Estive quase a colocar aqui dois que me ferem os neurónios cada vez que os ouço, mas ainda sou acusada de difamação pelas marcas, então vou ficar quieta.

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Snow Patrol - Just say yes

Sou só eu que acho esta música mesmo bonita? Adoro a voz do Gary Lightbody. No entanto, ainda não é esta que destrona a "Chasing Cars".
Se os Snow Patrol um dia decidirem incluir Portugal na sua lista de "países a dar concertos", I'm there!

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

As minhas adoráveis ex-namoradas

Do seu nome original "Ghosts of Girlfriends Past", este filme conta a história de um mulherengo incorrigível (Mathew McConaughy) no fim de semana do casamento do seu irmão mais novo (Breckin Meyer). Órfãos desde muito cedo, foram deixados à guarda de um tio rico e também ele muito mulherengo (Michael Douglas). No casamento encontra a sua amiga de infância com quem chegou a namorar (Jennifer Garner). Nesse fim de semana, os fantasmas da sua adolescência e início de vida adulta visitam-no para lhe mostrar que afinal também ele tem sentimentos e que só tem a perder com as suas escolhas levianas.

Eu diria que é uma comédia romântica boa para se ver no conforto do lar, numa noite fria de Inverno, enrolada no cobertor. O filme não vale os 5 euros do cinema, no entanto, entretém e acaba por divertir com algumas situações.

Quote - Connor Mead: "Love is magic comfort food for the weak and uneducated! "

E vira o disco...

Fonte: aqui

As aulas do 1ºtrimestre terminaram, os exames estão feitos e as notas tardam em sair. Para já tenho um 15 e um 13. Fiquei desiludida com o 13 mas tendo em conta o tempo que tenho para dedicar ao MBA acho que até nem foi mau. De qualquer forma, se houver possibilidade de melhorar, fá-lo-ei.

As aulas do 2ºtrimestre começaram na sexta-feira (apesar de no sábado ainda ter tido um exame do 1ºtrimestre, o mais difícill talvez).
O panorama para estre trimestre é:
  • Marketing de Serviços
  • Métodos Quantitativos em Marketing
  • Plano de Marketing
  • Distribuição e Força de Vendas
  • Marketing Relacional
  • Pesquisa de Mercados
  • Inteligência Emocional I
  • Inteligência Emocional II
E agora "pega-se o touro pelos cornos" e lá vamos nós até Maio ao sabor do vento e dos 4 P's do Marketing.

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Pearl Jam - Just Breathe

Vinha eu hoje na minha viagem matinal a ouvir a rádio do costume quando começou a passar este som. Acho que nunca tinha ouvido esta música, mas gostei tanto da melodia que achei por bem partilhar: Pearl Jam com "Just Breathe", que estarão em Portugal para o Oeiras Alive, dia 10 de Julho.

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

Do tempo

Não sou fã de chuva nem pouco mais ou menos. Não sou fã de frio, nem de chapéus de chuva, nem de gorros e cachecóis. Não sou fã de camisolas até às orelhas, e muito menos de luvas.
Sou daquelas pessoas que deliram com um bocadinho de sol e calor. Mal espreita um raio de sol mais quentinho, dá-me vontade de sair para a rua com t-shirts e sandálias. Ai, saudades do sol que tanta falta me faz.
E para animar este dia tão cinzento descobri, através da amiga Patxi, um blog sobre livros que partilho aqui: As Leituras da Fernanda, com livros que já li, livros que hei-de ler, livros que nem conhecia, gostei mesmo.

domingo, 10 de janeiro de 2010

My sister's keeper

Emocionante, do início ao fim. Sara, a mãe, faz tudo para salvar a filha doente, incluindo sacrificar a filha mais nova, geneticamente concebida para doar medula, sangue, e órgãos. A filha mais nova, Anna, decide pedir emancipação médica e arranja o seu próprio advogado. Toda a família sofre com esta situação, mas Kate, a filha doente, acaba por conseguir juntar a família de novo. Na família há ainda o pai e o irmão que sofrem em silêncio durante tantos anos. Uma história muito bonita e comovente.

Sara e Brian Fitzgerald são pais de duas crianças e formam uma família feliz. No entanto, a vida deles muda para sempre quando descobrem que a sua filha de dois anos, Kate, tem leucemia. A sua única esperança é conceberem outra criança, especificamente destinada a salvar a vida da irmã. O resultado é Anna. Kate e Anna partilham laços muito mais próximos do que a maioria das irmãs: embora Kate seja mais velha, ela depende da sua irmã. Na verdade, a vida dela depende de Anna. No entanto, Anna, agora com 11 anos, diz "não". De forma a obter emancipação médica, ela contrata o seu próprio advogado, iniciando um processo judicial que divide a família e que poderá deixar o futuro de Kate nas mãos do destino...
in cinema.sapo.pt

O Solista


Steve Lopez, interpretado por Robert Downey Jr, é um jornalista separado que escreve para sobreviver. Tem uma coluna no Los Angeles Time e escreve sobre o que vê pela cidade, o que ele não sabia é que quando vê Nathaniel Ayers (Jamie Foxx), um sem-abrigo que toca violino com uma dedicação incrível, não imaginou que não só escreveria sobre ele, como se tornariam amigos, cada um à sua maneira. Robert Downey Jr está muito bem como sempre e Jamie Foxx faz uma interpretação brilhante de uma personagem tão difícil. A história é boa mas o final surge repentino. Fiquei com a sensação que não devia ter acabado ali, mas gostei!
Quando o jornalista Steve Lopez vê Nathaniel Ayers a tocar de forma tão sentida o seu violino de duas cordas no Skid Row de Los Angeles, fica estupefacto. A princípio, é atraído pela oportunidade de fazer dele o tema de mais uma das suas colunas para o Los Angeles Times, Mas o que descobre sobre o misterioso músico das ruas deixa-o fascinado. Há trinta anos, Ayers tinha sido um promissor aluno de contrabaixo da Juilliard School até que foi vencido por um esgotamento mental. Quando Lopez o encontra, Ayers está sozinho, profundamente perturbado e desconfia de toda a gente, mas ainda é possível vislumbrar nele resquícios desse brilho. Os dois homens aprendem a comunicar através da música. A sua amizade vai passar por momentos dolorosos, pois Lopez imagina-se capaz de convencer Ayers a abandonar as ruas de Los Angeles. Aos momentos de triunfo segue-se sempre uma desilusão, mas nenhum dos dois desiste. E, embora a intenção inicial de Lopez seja salvar Ayers, acaba por constatar que a sua própria vida mudou profundamente.
in cinema.sapo.pt

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

Filmes de 2009

Uma excelente compilação dos filmes de 2009. Devo ter visto meia dúzia deles, se tanto.

Ecrã de cinema para dois

Cheguei a casa no outro dia e, no lugar onde estava um pequeno LCD (colocado lá em jeito de temporário depois de a TV ter avariado), estava agora um TV LED de 40 polegadas, cheio de funcionalidades que não lembram ao diabo, ou seja, um pequeno ecrã de cinema para dois.
Ontem vi o primeiro filme (que é pena que não tenha sido HD) na nova TV. Bem, se até ontem estava reticente quanto à adequabilidade daquele ecrã à nossa sala, ontem convenci-me que encaixa mesmo bem. Pronto, estou convencida, já não a quero devolver!

Mais informações sobre o ecrã de cinema aqui.

Gran Torino

O que me apetece dizer sobre este filme que vi ontem? Epah, mas que grande filme! Clint Eastwood é Mr. Walt Kowalski, um homem que pertence à velha guarda dos costumes, um veterano da Guerra da Coreia que acabou de enviuvar e tem como companheira a sua cadela Daisy. A história do filme começa quando o seu vizinho Thao, membro de uma família imigrante do Laos, tenta roubar o seu carro Gran Torino para se integrar num Gang. O carro havia sido retirado pelo próprio Walt da linha de montagem quando trabalhava na fábrica da Fiat. Walt apanha-o em flagrante. Para se redimir da vergonha, a mãe de Thao obriga-o a trabalhar para Walt durante uns tempos no que ele possa precisar. Até aí, o velho Walt não conseguia sequer conceber que os "chinocas" (como lhe chamava) pisassem o seu jardim, no entanto, as coisas mudam de figura e ele torna-se numa espécie de tutor e amigo do jovem Thao. A partir daí acontece todo um rol de situações que fazem deste um grande filme.
Uma história muito boa, uma crítica social à América fragilizada, à América enquanto país receptor de milhares de imigrantes de todo o mundo. No início tem algumas cenas que nos fazem rir fruto de situações entre Walt e a matriarca da família que vive ao seu lado. Achei o final surpreendente, a amizade, a entre-ajuda, a vida e a morte, o choque, os gangues, o racismo, a xenofobia, fazem deste filme um dos que mais apreciei nos últimos tempos. Recomendo, naturalmente.


As pessoas a quem Walt chamava vizinhos faleceram ou mudaram-se, e foram substituídas pelos Hmongs, imigrantes do sudeste asiático, que ele despreza. Uma noite, alguém tenta roubar o seu Gran Torino de 1972: o seu vizinho adolescente Thao, pressionado por um gang de Hmongs. No entanto, Walt defende o rapaz, o que o torna o herói do bairro, especialmente para a mãe de Thao e a irmã mais velha, Sue, que insistem que Thao trabalhe para Walt como forma de se redimir. Inicialmente, Walt nada quer ter a ver com essas pessoas, mas algum tempo depios coloca Thao a trabalhar, o que origina uma amizade improvável que vai mudar as suas vidas. Através da bondade da família de Thao, Walt finalmente compreende algumas verdades sobre as pessoas que ele não considerava vizinhos. E sobre si mesmo. Essas pessoas têm mais em comum consigo, do que ele tem com a sua própria família...
Fonte: cinema.sapo.pt

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

"Enquanto houver estrada para andar. A gente vai continuar"

Há dias em que me lembro de todas as coisas que já me aprontaram. Pessoas que não me conhecem, pessoas que me conhecem, pessoas que não valem o chão que pisam, pessoas que dormem bem à noite mesmo sabendo que passam a vida a pisar os que os rodeiam. Pessoas que só estão bem a fazer mal aos outros. Pessoas mesquinhas. Pessoas invejosas. Mas, "quem perdeu há-de ter mais cartas para dar".


MusicPlaylist
Music Playlist at MixPod.com



Tira a mão do queixo, não penses mais nisso
o que lá vai já deu o que tinha a dar
quem ganhou, ganhou e usou-se disso
quem perdeu há-de ter mais cartas para dar
e enquanto alguns fazem figura
outros sucumbem à batota
chega aonde tu quiseres
mas goza bem a tua rota

Enquanto houver estrada para andar
a gente vai continuar
enquanto houver estrada para andar
enquanto houver ventos e mar
a gente não vai parar
enquanto houver ventos e mar

Todos nós pagamos por tudo o que usamos
o sistema é antigo e não poupa ninguém
somos todos escravos do que precisamos
reduz as necessidades se queres passar bem
que a dependência é uma besta
que dá cabo do desejo
e a liberdade é uma maluca
que sabe quanto vale um beijo

Enquanto houver estrada para andar
a gente vai continuar...

CD #1 - Rua da Saudade

Tenho nos planos, para este ano que agora começa, comprar um e apenas um CD por mês. Já fiz a aquisição deste mês, Canções de Ary dos Santos, Rua da Saudade interpretado por quatro senhoras com vozes lindas: Luanda Cozetti, Mafalda Arnauth, Susana Félix e Viviane. Ainda estou a meio do CD e já estou a adorar. Claro que recomendo. Os poemas de Ary dos Santos são lindos e serviram de letra a tantas músicas que outros tantos cantores interpretam. Fabuloso, este CD.

Um bocadinho deste som aqui:

The Taking of Pelham 123

Não fossem Denzel Washington e John Travolta aqueles actores que todos nós sabemos e este filme não tinha muito jeito. A história não é nada de especial e não tem assim tanta acção. O final desilude um bocadinho, podia ser um pouco mais elaborado, mas tendo em conta que este filme é um remake também não se podiam esticar muito. Vale a pena ver por estes dois senhores que por acaso são dos meus actores preferidos.
Em Assalto ao Metro 123, Denzel Washington é Walter Garber, um funcionário do Metro de New York, cuja vida irá ser afectada devido ao sequestro de um metro. John Travolta é Ryder, o autor do crime, que, como líder de uma gangue de 4 pessoas altamente armadas, ameaça executar os passageiros que estão na carruagem, a não ser que o resgate seja pago dentro de uma hora. Com a tensão a aumentar, Garber utiliza seu vasto conhecimento do sistema de Metro para despistar Ryder e salvar os reféns. Mas há um enigma que Garber não consegue resolver: mesmo que os ladrões recebam o dinheiro, como podem eventualmente escapar?

domingo, 3 de janeiro de 2010

The Proposal

Primeiro filme do ano. Dá para rir, para pensar e para rir de novo. Uma comédia romântica que não desilude. A Sandra Bullock está muito bem, como sempre.
Quando a poderosa editora Margaret se vê na iminência se ser deportada para o Canadá, o seu país de origem, a hábil executiva decide… e declara que está noiva do seu insuspeito assistente Andrew. Ele, "forçado", concorda participar na farsa mas impõe algumas condições. O improvável casal dirige-se para o Alaska para conhecer a excêntrica família de Andrew e a dominadora rapariga de cidade, depara-se com sucessivas situações hilariantes em que se sente como um "peixe fora de água". Com um casamento de fachada em curso e um funcionário do controlo de imigração no seu encalço, Margaret e Andrew prometem relutantemente cingir-se ao plano apesar das desastrosas consequências...

sábado, 2 de janeiro de 2010

Em 2010 quero...

...sorrir até me doerem os músculos da cara e rir até me doer a barriga, muitas vezes
...correr na rua em vez de correr no ginásio
...ler a pilha de livros que tenho em lista de espera (um dia tiro uma foto à pilha e mostro aqui)
...terminar a parte lectiva do MBA com boas notas
...fazer o meu trabalho bem feito
...passar 15 dias a passear na Ásia
...ver mais filmes
...passar um fim de semana algures no Norte do país
...visitar os amigos mais vezes

São poucas coisas, vamos lá ver se as consigo realizar este ano!

Em 2009...

...comprei uma Nespresso
...fizemos muitas vezes o ritual do marisco no Tapas
...vi o filme "O Sorriso das Estrelas" baseado no romance de Nicholas Sparks
...sofri algumas desilusões com pessoas
...fiz uma lavagem à cara deste blog
...visitei a Quinta das Lágrimas e a Fonte dos Amores de Pedro e Inês
...li o livro "Português Suave" de Margarida Rebelo Pinto
...escrevi sobre coisas que me passavam pela cabeça
...vi o filme "Vicky Cristina Barcelona" e tive vontade de voltar a Barcelona
...respondi a desafios
...fiz snowboard
...assisti ao concerto de Jason Mraz no Coliseu do Porto
...comprei uma Canon 450D
...vi o filme "Madagáscar 2"
...vi o filme "The day that the Earth stood still"
...vi o filme "My best friend's girl"
...dei o último Adeus ao meu bicho cão lindo
...visitei Londres
...fiz uma prova de vinhos no Monte dos Seis Reis
...visitei Estremoz, Alandroal Vila Viçosa, Borba e Marvão
...inaugurei a época balnear com as minhas amigas numa bela tarde de Maio
...passei uns dias em Tavira
...ouvi muita música
...acabei o curso
...li o livro "Do Ernesto ao Che"
...fui conhecer a casa nova daquela amiga
...fiquei sem emprego
...passei uma semana na minha praia
...passei outra semana entre Sesimbra e a Serra da Arrábida
...li o livro "O último ano em Luanda", de Tiago Rebelo, que me despertou o interesse pela nossa história
...passei um fim de semana no Zmar, o parque ecológico
...apreciei a boa disposição das pessoas
...vi o filme "Slumdog Milionaire"
...vi o filme "O rapaz do pijama às riscas"
...vi o filme "Jane Austen Book Club"
...encerrei a época balnear numa bela tarde de Outubro em Sesimbra
...vi o filme "Chéri"
...comecei um MBA
...li "As Intermitências da Morte" de José Saramago
...arranjei novo emprego
...fiz 24 anos
...senti saudades de dançar
...vi os Três Cantos (José Mário Branco, Sérgio Godinho e Fausto) no Coliseu do Porto
...vi o filme "Valkyrie"
...vi o David Fonseca no CAE, na Figueira da Foz
...senti a pressão e a falta de tempo para fazer tudo o que quero
...li "A vida na porta do frigorífico" de Alice Kuipers
...li "O elogio do fracasso" de João Teixeira Freire
...comemorei o Natal em família, as duas partes da família
...vi o filme "The Hangover"
...comemorei a passagem de ano com os amigos

Foi um ano cheio!

quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

The Hangover

Já não me sentava a ver um filme do início ao fim vai para mais de muito tempo. Ontem, por insistência dele, decidiu-se ver um filme. A escolha foi "The Hangover". Tenho a dizer que vale bem a pena, ri-me muito e com vontade.
Quando quatro amigos decidem ir fazer uma despedida de solteiro em Las Vegas não faziam ideia do que lhes ia acontecer e quando acordaram no dia seguinte também não sabiam o que lhes tinha acontecido, especialmente quando vêem um tigre na casa de banho da suite do hotel onde estavam. Aconselha-se para quem anda a precisar de sorrir um bocadinho, e para quem não anda também!

Dois dias antes do seu casamento, Doug e três amigos rumam em direcção a Las Vegas para uma despedida de solteiro que nunca mais irão esquecer. Mas na verdade, quando os três padrinhos acordam na manhã seguinte, eles não conseguem lembrar-se de nada. Sem saberem como e porquê, eles encontram um tigre na casa de banho e um bébé de 6 meses no guarda-roupa da suite do Hotel Caesars Palace. A única coisa que não conseguem encontrar é Doug. Sem qualquer pista sobre o que se passou na noite anterior e com muito pouco tempo, o trio tem agora que tentar reconstituir a noite passada para encontrar Doug e regressar rapidamente a L.A. a tempo do seu casamento.

terça-feira, 29 de dezembro de 2009

Excertos de um Natal

Este ano o Natal foi um pouco diferente: a noite de Natal por cá, o dia de Natal por lá.
A nossa noite de Natal foi, como costume, com primos, tios, avós e tudo e tudo. Éramos 17 a jantar. Desde sempre que acho que tenho uma família pequena, mas ao colocar os pratos na mesa apercebi-me que afinal não somos tão poucos assim. Gostamos de nos juntar todos e muitas vezes para falar muito e alto, com as expressões que são tão nossas e por isso só nós entendemos.
Como somos uns quantos, a nossa árvore de Natal enche-se de presentes de todos para todos. Já tínhamos por hábito guardar os laços das prendas para reutilizar no ano seguinte e separar o papel para levar ao papelão, mas este ano iniciou-se um novo movimento: embrulhar prendas em folhas de jornal, movimento iniciado pela prima mais nova. Vamos segui-lo nos próximos anos.

Gostamos de passar horas à mesa a comer, beber e conversar por isso a ementa de entradas estava bem recheada: sapateira, camarão, morcelas, paté de atum, e por aí fora.
O jantar não foi o tradicional bacalhau cozido com couves, mas sim bacalhau com broa (e couves, claro está) feito pela mãe. Seja de que forma for, a mãe faz as melhores receitas de bacalhau do mundo.
Para a sobremesa, não faltaram doces tradicionais da época: bolo-rei, filhós, sonhos, bolos de nozes e pinhões, pudim de pinhões, broas de batata com nozes e pinhões. Muito bem resumido isto resultou tudo numa quantidade muito jeitosa de colestrol, ácido úrico e triglicerídeos. Só espero que ninguém tenha ido fazer análises ao sangue entretanto, senão é imediatamente internado.
Como lá fora estava um frio que não se podia, esta amiga (a lareira) não podia faltar à festa!
Depois de provar todos os doces, juntou-se a nós o mano do outro lado do mundo, via Skype. Acordou às 5h da manhã para "estar connosco" naquela noite. Falámos com ele um por um, enquanto lhe fazíamos inveja com os doces que íamos comendo. Ainda assistiu a parte da distribuição das prendas mas depois teve de continuar o que estava a fazer: dormir.
Passou-se assim a noite ao quentinho, em família, a rir, a contar histórias. Uma noite de Natal mesmo à nossa moda.

segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

"O elogio do fracasso"



Ultimamente não tenho tido muito tempo para me dedicar à leitura, um novo emprego e um novo curso não me têm deixado nem um bocadinho de tempo livre para tal. Passei muito tempo com este livro na mesinha de cabeceira, não era assim tão interessante quanto julguei e a curiosidade de saber o final desvaneceu-se ainda não ia a meio. Mas como eu gosto pouco de deixar coisas a meio, aproveitei estes dias à volta do Natal para o terminar (e poder seguir para outras leituras). Como disse, o tipo de escrita e o assunto não despertam grande interesse, mas lê-se bem, é acessível e simples.

Francisco é um jovem recém-licenciado em Direito com a perspectiva de um futuro brilhante à sua frente. Mas a rotina limitada, previsível e absolutamente desprovida de encanto do quotidiano no escritório de advogados onde estagia não preenche as suas expectativas de vida, nem tão-pouco dá resposta às prementes inquietações do seu espírito. Não é possível que a vida se resuma a isso!
E a ebulição que traz na alma? A perplexidade sem resposta perante o mistério da existência? Como Francisco mais tarde acabará por descobrir, numa semana passada com um grupo de amigos no Alentejo, muitas dessas respostas só podem ser desvendadas no mistério da intimidade com o outro, no amor, na amizade, quando conhecemos a sua, e nossa, essência e podemos tocar a natureza primordial da vida.

segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

"Last Christmas"

Simplesmente espectacular. David Fonseca consegue sempre inovar e surpreender.
Mais uma vez, Feliz Natal a todos! Deixo-vos com esta versão de Last Christmas realizada pelo próprio David Fonseca.

"A vida na porta do frigorífico"

Claire e a sua mãe vivem na mesma casa, mas, para todos os efeitos, é como se vivessem em planetas diferentes. As duas raramente se cruzam, e a porta do frigorífico acaba por se tornar a plataforma de contacto onde deixam recados uma à outra e se vão mantendo informadas acerca dos acontecimentos das suas vidas. Mas um dia Claire depara-se com um recado diferente do habitual, e a partir daí terá de lutar contra a distância que as separa e contra o tempo que se esgota… A Vida na Porta do Frigorífico é uma narrativa que mergulha no íntimo de uma relação entre mãe e filha e os sentimentos de apego, culpa, ressentimento e frustração que a convulsionam. Uma mensagem universal sobre o amor e a perda num romance de estreia comovente, que se lê de um fôlego.
Li este livro de um só fôlego, pouco mais de 1h e estava o livro lido. Não é um livro com uma escrita suprema, até porque a escrever notas na porta do frigorífico uma pessoa não se apruma no vocabulário. No entanto, acho que o livro passa uma grande mensagem: é preciso arranjar tempo para passar tempo de qualidade com aqueles que amamos, antes que seja tarde demais. A história é comovente, e podia ser a história de qualquer um de nós.

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

Feliz Natal


Agora que começo a entrar no espírito natalício, desejo Feliz Natal a todos os que aqui passam com mais ou menos regularidade. No próximo ano continuarão a ser benvindos que eu vou continuar a escrever coisas sem nexo e que às vezes ninguém entende, incluindo eu :)

Deixo-vos então uma musiquinha de Natal que faz bem ao espírito cantada pelo nosso caro Chris Martin (vocalista dos Coldplay).


terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Até ao fim da estrada

Hoje era capaz de pegar nas sapatilhas e correr até a estrada acabar, ou então até me saltar o coração pela boca. Não, para bem da minha saúde física e para mal da mental, vou é estudar a correr que a falta de tempo não dá para mais que isso!

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

Frase do dia #21

Consistency requires you to be as ignorant today as you were a year ago.

Bernard Berenson (1865 - 1959)

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Still to do...

- Uma apresentação
- Três trabalhos
- Dois exames
E depois do Ano Novo, mais três exames e acaba o 1º trimestre.

Quem corre por gosto não cansa não é? É fácil para quem não trabalha, para quem não tem de fazer 80km por dia, entrar às 8h30 e sair à hora que calhar...
Pronto, vou parar de me queixar e vou acabar um trabalho antes que sejam 2h da manhã, que as horas voam e eu nem as vejo passar.

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

"Conta-me histórias daquilo que eu não vi"

Há algum tempo comecei a interessar-me pela nossa história, nossa enquanto portugueses e nossa enquanto humanidade. Comecei a interessar-me especialmente pela Guerra do Ultramar, a situação das colónias após o 25 de Abril, o período do Holocausto, entre outros pontos particulares da nossa história.
Li alguns livros que me despertaram interesse para estes acontecimentos, mas como gostaria de saber um pouco mais ou de outros pontos de vista, aqui fica uma lista de livros que tratam destes assuntos e que pretendo vir a adquirir. Se houver por aí algum leitor perdido que já tenha lido algum destes livros, feel free do join us e fazer uma crítica aos livros.

A Segunda Guerra Mundial:

A Segunda Guerra Mundial encontra-se entre os conflitos mais devastadores da história da humanidade: mais de quarenta milhões de militares e civis pereceram, muitos deles, em circunstâncias de uma crueldade prolongada e terrível.
Inevitavelmente, e porque foram quem mais sofreu com a guerra, são esses milhões de vítimas que preenchem boa parte das páginas desta obra. A fim de assinalar o septuagésimo aniversário do início da conflagração, as Publicações Dom Quixote editam A Segunda Guerra Mundial, de Martin Gilbert, reputado historiador inglês, internacionalmente celebrado pela sua monumental biografia de Winston Churchill. Abordando, com larga documentação, todos os aspectos e implicações do tema, desde as questões políticas, diplomáticas e militares, às da vida civil, da espionagem, do crescimento e empobrecimento económicos, da liderança nas diversas nações combatentes e do debate ideológico na época, a presente obra é uma inesgotável fonte de conhecimento sobre o maior dos conflitos armados mundiais e o mais sombrio momento da Idade Contemporânea.


Em Nome da Pátria:

O modo como se processaram as últimas campanhas militares ultramarinas, entre 1954 e 1975, está longe de ser consensual na sociedade portuguesa. Bem pelo contrário, tem-na dividido profunda e transversalmente.
É por isso que, tanto tempo depois, se torna imperioso encontrar consensos baseados na correcta interpretação dos factos históricos e nas verdadeiras intenções dos principais protagonistas do momento. Só assim Portugal poderá construir equilibradamente o seu futuro, com base no que só uma síntese de ilações acertadas a este respeito pode proporcionar.
"Em Nome da Pátria" aborda os controversos temas da sustentabilidade das operações militares e das razões que levaram à desistência nacional de prosseguir o combate quando, aparentemente, a guerra estava ganha, e, sobretudo, da justiça e do direito do nosso país em fazer a guerra. Tudo não terá passado de uma «grande traição»?
Falamos de questões incontornáveis no panorama da história contemporânea História Viva Falamos de questões incontornáveis no panorama da história contemporânea portuguesa, aqui abordadas de um modo muito pouco ortodoxo em relação às ideias que a «história oficial» nos apresenta relativamente a este tema.


Hilter - uma Biografia:

"Hitler" é a aterradora e fascinante narrativa da ascensão de um provinciano rebelde, originário de um canto obscuro da Áustria, a líder de massas com um poder sem paralelo; de como umas ideias mal estruturadas e vis saídas da cabeça de um instável antigo estudante de arte se aglutinaram numa ideologia que durante doze anos ditou o destino de milhões de pessoas; e de como, na sua determinação em impor militarmente a sua vontade e em se esquivar aos seus muitos inimigos, Adolf Hitler iniciou um Armagedão genocida.
Nenhum indivíduo pode ser o bode expiatório das vastas forças sociais, tecnológicas, económicas e militares que mudam as nossas sociedades – mas se alguma vez existiu um único indivíduo cujas ideias e personalidade moldaram essas forças e as encarnou, essa pessoa foi Hitler.
Esta é a sua história, e Kershaw conta-a de uma forma brilhante.

O Cônsul Desobediente:
Há pessoas que passam no mundo como cometas brilhantes, e as suas existências nunca serão esquecidas. Aristides de Sousa Mendes foi uma dessas pessoas. Cônsul brilhante, marido feliz, pai orgulhoso, teve a sua vida destruída quando, para salvar 30.000 vidas, ousou desafiar as ordens de Salazar.
Cônsul em Bordéus durante a Segunda Guerra, é procurado por milhares de refugiados para quem um visto para Portugal é a única salvação. Sem ele, morrerão às mãos dos alemães. Infelizmente, Salazar, adivinhando as enchentes nos consulados portugueses, proibira a concessão de vistos a estrangeiros de nacionalidade indefinida e judeus.
Sob os bombardeamentos alemães, espremido entre as ameaças de Salazar, as súplicas dos refugiados e sua consciência, Aristides sente-se enlouquecer. E então toma a grande decisão da sua vida: passar vistos a todos quantos os pedirem. Salvará 30.000 inocentes mas destruirá irremediavelmente a sua vida.

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

David Fonseca, CAE, foi assim...

Cheguei atrasada! Fiz das tripas coração para chegar a horas, que isto de ter instalações nos dias do espectáculo não é aconselhável, especialmente porque sabemos que a Lei de Murphy vai estar sempre presente. Já não cheguei a tempo de ouvir "A cry 4 love", a música do novo álbum (Between Waves) que mais gosto!
Mas quando entrei e ouvi este senhor a cantar, epah, valeu a pena toda a correria!
O David cantou essencialmente músicas do novo álbum, não fosse este um espectáculo de apresentação do mesmo, mas também cantou alguns dos seus clássicos e fez um cover genial de "Time after time", da Cyndi Lauper.
Naturalmente que foi um espectáculo em grande, como todos os que já vi dele, e a interacção dele com o público continua a ser genial. Estes espectáculos são sempre surpreendentes, uma pessoa nunca sabe o que pode esperar, e no fim, a sensação que fica é: "mas que grande espectáculo!"

domingo, 29 de novembro de 2009

David Fonseca, CAE




E quem é que vai amanhã à noite ao Centro de Artes e Espectáculos da Figueira da Foz ver este rapazinho cantar como só ele sabe?
E quem é que se vai deliciar a trautear cada bocadinho de música?
E quem é que vai estar a sorrir do início ao fim?
E quem é que podia ouvir esta música 10000000 de vezes e querer sempre ouvir mais uma vez?
E quem é que vai voltar a ver um espectáculo dele cada vez que puder?
E quem é que vai ficar sentadinha à espera de um concerto em Coimbra?

Naturalmente, eu!

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Gente perdida



Gosto mesmo muito desta música, não sei exactamente por que razão, mas deixa-me nostálgica. Sabe bem ouvir.

Eu fui devagarinho
com medo de falhar
não fosse esse o caminho certo
para te encontrar
fui descobrindo devagar
cada sorriso teu
fui aprendendo a procurar
por entre sonhos meus

eu fui assim chegando
sem entender porquê
já foram tantas vezes tantas
assim como esta vez
mas é mais fundo o teu olhar
mais do que eu sei dizer
é um abrigo pra voltar
ou um mar pra me perder

lá for a o vento
nem sempre sabe a liberdade
a gente finge
mas sabe que não é verdade
foge ao vazio
enquanto brinda, dança e salta
eu trago-te comigo
e sinto tanto, tanto a tua falta

eu fui entrando pouco a pouco
abria a porta e vi
que havia lume aceso
e um lugar pra mim
quase me assusta descobrir
que foi este sabor
que a vida inteira procurei
entre a paixão e a dor

lá for a o vento
nem sempre sabe a liberdade
gente perdida
balança entre o sonho e a verdade
foge ao vazio enquanto brinda, dança e salta
eu trago-te comigo
e sinto tanto, tanto a tua falta

lá for a o vento
nem sempre sabe a liberdade
a gente finge
mas sabe que não é verdade
foge ao vazio
enquanto bebe, dança e ri
eu trago-te comigo
e guardo este abraço só para ti

terça-feira, 24 de novembro de 2009

domingo, 22 de novembro de 2009

Eu gostava de... #6

Quando visito um país interesso-me sempre pela sua história. Quando estive em Cuba tive curiosidade em saber um pouco mais que aquilo que me foi mostrado, então comprei alguns livros e informei-me.
Após algum tempo, saíram dois filmes sobre Che Guevara, uma das figuras marcantes da história de Cuba: Che - o Argentino; Che - a Guerrilha, com Benicio del Toro no papel de Che Guevara. Não tive oportunidade de os ver no cinema e agora estão em DVD. Quero e estão disponíveis ali! E ainda me fica a faltar os Diários de Motocicleta que já é de 2004!

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

O quê? Natal? Onde?

Ouvi dizer que o Natal está aí à porta! Será? Eu bem fui espreitar mas não vi nada, ainda nem estamos em Dezembro!
De qualquer forma, como organizadinha que sou já ando a pensar em prendas especiais para as pessoas que tornam a nossa vida especial: os pais, os amigos, os manos, o namorado, os afilhados, enfim, as pessoas que nos completam! Eu sou daquelas que adora ver a família toda junta e não há nada melhor que uma noite de Natal para nos juntarmos à lareira, a conversar, a rir, a recordar, é assim a noite de Natal na minha casa!
Mas já que cá estamos, há por aí sugestões? A parte do cérebro que me incita à criatividade tem um défice qualquer!

Frase do dia #19

The ornament of a house is the friends who frequent it.

Ralph Waldo Emerson (1803-1882)

E com isto posso dizer que a minha casa está muito bem decorada, especialmente naquelas noites em que nos juntamos só porque sim, porque somos amigos!

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Valkyrie

Ontem mandei os trabalhinhos para a **** que os ***** e decidi ver um filminho no sofá (sítio onde não me sentava vai para mais de uma semana devido à quantidade de deadlines neste fim de semana).
A escolha recaiu sobre Valkyrie, um filme que se passa na Alemanha de Hitler.
Na história, o coronel Stauffenberg (Tom Cruise) idealiza um plano para assassinar Hitler, com a ajuda de outros membros de um grupo secreto de altas patentes do exército que se opõem ao governo e conspiram contra Hitler.
O atentado falhou e Hitler sofreu apenas algumas queimaduras e ferimentos sem gravidade.
O filme teve como base a história real da última tentativa de assassinato que Hitler sofreu de um alemão.
A espectativa era demasiado alta e talvez por isso tenha ficado um pouco desiludida, no entanto, acho que não foi tempo perdido, sempre deu para saber mais algumas coisas sobre esta parte da história mundial que me anda a despertar interesse.

Quote que ficou:
Stauffenberg: I'm a soldier, I serve my country. But this is not my country. I was lying out there bleeding to death, thinking, if I die now, I leave nothing to my children but shame. I know now there is only one way to serve Germany, and doing so I'll be a traitor - I accept that. Just tell me, can these men see it through?