sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Conferência com Philip Kotler

Na terça-feira passada, dia 16, estive em Aveiro na Conferência do IPAM onde esteve presente Philip Kotler, a maior autoridade mundial na área do Marketing.
A Conferência foi organizada pelo IPAM e contou com outros oradores, nomeadamente Daniel Sá, Director do IPAM Aveiro, um excelente orador e ainda Pedro Guerreiro, Director de Marketing da Torrié, ex-aluno do IPAM.
Com a sua apresentação, Daniel Sá pretendia passar três mensagens:

  1. O mundo está a mudar muito rapidamente
  2. O cliente tradicional que lemos nos livros, conservador já não existem, agora existem os fãs
  3. Novos consumos precisam de novo marketing
Achei a apresentação bastante interessante e gostei bastante do factor surpresa da apresentação dele: música ao vivo.
Quando Philip Kotler, o guru do Marketing, entra naquele anfiteatro, a sala inteira bate palmas fervorosamente. Kotler começou o seu discurso apontando para a plateia e dizendo "O futuro está nas vossas mãos!!" A sua apresentação baseou-se nos valores, fez uma breve comparação entre o Marketing 1.0 (Product-centric marketing), 2.0 (Costrumer-oriented marketing) e 3.0 (Value-drived marketing).
Elucidou-nos sobre as prioridades do marketing nos dias que correm:
  1. Clientes
  2. Colaboradores
  3. Comunidade
  4. Investidores

Deixou-nos, após um discurso fantástico, com uma frase que nos deixou a pensar:
“Within 5 years, if you run your business in the same way as you do now, you’re going to be out of business” 
(Philip Kotler)

Foi, sem dúvida, uma experiência enriquecedora, não é todos os dias que se pode assistir a uma palestra dada pelo guru do Marketing actual! Aos 79 anos, Kotler tem uma lucidez, inteligência e forma de cativar o público simplesmente incríveis.

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Perfume - História de um assassino


O Perfume foi escrito por Patrick Süskind e publicado em 1985. O livro conta a história de um jovem artesão perfumista que decora todos os cheiros do mundo, Jean-Baptiste Grenouille, mas que não tem cheiro nenhum em si.
Grenouille nasceu debaixo de uma banca do peixe em Paris e sobreviveu ao acaso, pois estava pronto para ser colocado no lixo e a sua vida terminar por aí, o que não chegou a acontecer.
Grenouille cresceu em Paris e foi aprendiz de um perfumista em decadência, e é nessa fase que descobre o que quer da vida. Este jovem tem um nariz como nunca nenhum perfumista teve e consegue decifrar o conteúdo de cada perfume, além de que nunca esquece um cheiro.
Esta personagem, com o nariz mais sensível do mundo, não tem qualquer sentimento de dor. Para obter um cheiro, Grenouille é capaz de tudo. O cheiro que mais o atrai, é o cheiro do amor, fresco e jovem, daí a sua obsessão por raparigas jovens, cheiro esse que ele conseguirá reproduzir e colocar em frascos para seu próprio consumo. O uso que faz dele é intrigante e revela uma parte do final da história. O final é surpreendente, a escrita de Süskind é de tal modo pormenorizada que à medida que vamos lendo o livro é possível imaginar na perfeição cada cenário. Este livro é uma viagem pelos cheiros de França.
Talvez por ter a expectativa muito lá em cima não achei este livro super extraordinário como me tinham dito que era. Gostei e valeu cada letra, cada linha, cada página, apenas isso.

Esta estranha história passa-se no século XVIII e é fruto de um extraordinário trabalho de reconstituição histórica que consegue captar plenamente os ambientes da época tal como as mentalidades. O protagonista é um artesão especializado no ofício de perfumista, e essa arte constitui para ele – nascido no meio dos nauseabundos odores de um mercado de rua – uma alquímica busca do Absoluto.
O perfume supremo será para ele uma forma de alcançar o Belo e, nessa demanda nada o detém, nem mesmo os crimes mais hediondos, que fazem dele um ser monstruoso aos nossos olhos. Jean-Baptiste Grenouille possui no entanto uma incorrupta pureza que exerce um forte fascínio sobre o leitor. O Perfume, publicado em 1985, de um autor então quase desconhecido, foi considerado um dos mais importantes romances da década e nunca mais deixou de ser reeditado desde então, totalizando os 4 milhões de exemplares vendidos, só na Alemanha, e 15 milhões em países estrangeiros. Foi traduzido em 42 línguas. Este fenómeno transformou-o num dos mais importantes livros de culto de sempre. Em 2006, O Perfume passa a ser uma longa-metragem inspirada no romance de Patrick Süskind.



Fonte: fnac.pt

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Christmas #1

Foi oficialmente aberta a época natalícia lá em casa com a aquisição de uma rena muito sossegada que faz questão de nos lembrar que o "Nöel" está a chegar.

Missão Sorriso - Leopoldina

Todos os anos, o Continente promove a Missão Sorriso, um projecto que tem como objectivo contribuir para o bem estar das crianças em ambiente hospitalar.

Através da venda de produtos e DVD’s infantis da Leopoldina no Hipermercados Continente, a Missão Sorriso angaria verbas que são directamente canalizadas para a compra de equipamento médico/científico, lúdico/didáctico e entretenimento, posteriormente doado a unidades pediátricas. 
A Missão que começou por apoiar uma organização sem fins lucrativos em 2003, já alargou o seu contributo a 31 hospitais.
Fonte: www.continente.pt

Este ano o CD está simplesmente genial, é composto por músicas que todos ouvimos na infância, cantadas por artistas dos dias de hoje. "A saia da Carolina" cantada por Ana Moura, "Tom Sawyer" cantado por Anaquim ou "Vitinho" cantado por David Fonseca são três dos temas que fazem as delícias das crianças, e também dos adultos. Pedro Abrunhosa, Xutos e Pontapés, Deolinda ou Rita Redshoes são outros dos nomes sonantes que se juntaram a esta causa tão nobre. Vale mesmo a pena comprar este CD.

sábado, 13 de novembro de 2010

Camané, no TAGV


Camané deu, na quinta feira à noite, um fantástico espectáculo no Teatro Académico Gil Vicente, acompanhado dos músicos com quem toca vai para mais de 15 anos e que conheceu nestas andanças do fado: José Manuel Neto na guitarra portuguesa, Carlos Manuel Proença na viola e Paulo Paz no contrabaixo.
Foi na cidade de Coimbra que Camané deu o último espectáculo de apresentação do novo disco "Do Amor e dos Dias".
O espectáculo começou com Camané, num canto do cenário, sentado à secretária à luz ténue de um antigo candeeiro. O cenário representava uma sala, com várias cadeiras onde Camané se ia sentando ao longo do espectáculo, malas de viagem antigas empilhadas no meio da sala, uma parede cheia de molduras, uma televisão antiga.
Produzido pelo mestre José Mário Branco, o disco centra-se no amor, no ciúme, na raiva, no ódio e nas arrelias do dia-a-dia das relações a dois.
Destaco a música "Último recado" que fez a sala bater palmas durante uns largos minutos. Músicas de outros álbuns do grande Camané foram também cantadas, algumas delas aplaudidas de pé por uma sala contente por receber o maior fadista da actualidade.
Nos dois encores cantou "Mais um Fado no Fado" e "Saudades Trago Comigo", fado que permitiu a José Manuel Neto um grande momento na guitarra portuguesa, aplaudido com satisfação. A actuação terminou no auge com a segunda interpretação da "Guerra das Rosas", a principal música de promoção do novo álbum. E assim Camané saiu despedindo-se com um "boa noite meu amor"(versos finais da "Guerra das Rosas").
A voz masculina do fado que tem marcado a actualidade proporcionou-nos uma grande noite de fado, consegui abstrair-me do cenário e imaginar-me numa casa de fados pelas ruas de Alfama, uma mesa rústica e solitária, dois copos de vinho e Camané a encher a alma de quem o ouve.

Fonte da imagem: Portal do Fado





sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Não esquecer #73


Fonte: I can read

Caderneta de Cromos

Começou em Novembro de 2009, na Rádio Comercial, com o Nuno Markl a rubrica "Caderneta de Cromos", um registo de memórias dos anos 80 que tomou tais proporções que Nuno Markl, juntamente com Patrícia Furtado e a editora Objectiva lançaram um livro com 100 cromos dessa caderneta radiofónica.
Ouvia, e ainda ouço, religiosamente esta rubrica todas as manhãs porque muitas daquelas memórias fazem parte da minha infância apesar de eu já ter nascido a meio dos anos 80, é que as inovações demoravam a chegar à aldeia e muitas das coisas que Nuno Markl conta do início dos anos 80, aconteciam na minha aldeia no final dessa década. Além disso eu tenho um irmão 8 anos mais velho e muitas das coisas que eu não me lembro, lembra-se ele.
Foi lançada uma pré-venda na FNAC e nessa altura  encomendei o livro, tendo os cromos coloridos como oferta e um tubo de cola cisne. No meu tempo os cromos já eram auto-colantes e por isso esta história de ter de colar os cromos com cola é toda uma novidade para mim.
Comecei a colá-los e a ler cada cromo, por assim dizer, uma vez mais pois ouvi-os todos desde o início. Não  colo mais do que aqueles que leio e talvez por isso ainda só tenha colado/lido 1/3 do livro, é a minha obra inacabada. Vou ter cromos para colar até ao Natal.
Este livro é uma espécie de um legado que se deixa aos filhos, para eles saberem como foi a infância dos pais e dos tios.
Que dirão eles quando um dia lhes contar metade das porcarias que comíamos, ou as brincadeiras que tínhamos que frequentemente metiam pedras, paus, árvores, sangue nos joelhos e às vezes cabeças abertas. A julgar pelos padrões de hoje, a nossa infância lá na aldeia foi todo um atentado à saúde infantil! Naquela altura nem havia telemóveis, vejam lá, e os nossos pais deixavam-nos sair de casa ao sábado depois de almoço e aparecer em casa já lusco-fusco depois de muitas brincadeiras, arranhões, quilómetros a andar de bicicleta, muitas árvores trepadas, fruta roubada, muitos campos de milho estragados que serviam de cenário ao jogo das escondidas e espalhos no ribeiro que passava por lá. Cada sábado era uma aventura sem planos, fazíamos o que nos dava na rela gana. Como sobrevivemos? Houve cabeças abertas, braços partidos, cicatrizes a dar com pau e muitas outras dores. Criámo-nos, é o que é!
A única coisa de que tenho pena é de as crianças dos dias de hoje já não terem a liberdade e a alegria que tínhamos enquanto jogávamos às escondidas de bicicleta pela aldeia, nos escondíamos nas valas de água, escorregáva-mos nos montes de areia branca no pinhal e apanhávamos "tojeiros" pelo caminho, apanhávamos bichos na lagoa e tantas outras actividades que tinham tanto de divertido como perigoso.

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Não sou de arriscar

Não sou uma pessoa que joga tudo para o ar e arrisca, que se manda de cabeça sem pensar meia dúzia de vezes. Não sou. Não sou impulsiva nas acções, apenas nas palavras. Não sou aventureira, não tanto quanto gostaria. Tenho por hábito jogar pelo seguro, tanto quanto possível, o dia de amanhã preocupa-me.
No entanto, arrisquei. Perguntava-me um amigo no outro dia "Não tiveste medo de arriscar? Não tiveste medo de não seres capaz?" Claro que tive! Deixei de fazer aquilo para que me formei e dei um rumo novo ao meu percurso profissional, foi uma aposta com base num ano académico de um novo curso! Se me custou? Claro que sim, não tinha certeza de nada, tinha dúvidas sobre tudo, medos eram mais que muitos.
Ainda hoje não tenho a certeza de nada, mas a vida faz-se um dia de cada vez e eu quero fazer muitas coisas na minha vida e isto é só o começo de um conjunto de mudanças sucessivas.
Se valeu a pena arriscar? "Tudo vale a pena quando a alma não é pequena", já dizia o Pessoa, e mesmo que não estivesse a gostar desta escolha, pelo menos teria tido a oportunidade de experimentar. Sim, estou a gostar deste novo rumo, mas não me desprendi totalmente da minha vida anterior, hei-de continuar a escrever linhas de código nem que seja por desporto.

Fonte da imagem: weheartit

terça-feira, 9 de novembro de 2010

CD #11 - Compilação - Os Loucos Anos 80


A escolha do CD do mês de Novembro recaiu sobre uma compilação de música portuguesa dos anos 80. Para quem cresceu a ouvir estas músicas é qualquer coisa de nostálgico, sim, porque estas músicas são da década de 80 mas eu comecei a ouvi-las nos finais dos anos 80 e continuei pelos anos 90 fora. Como eu tinha um irmão mais velho e ele ouvia estas músicas eu ouvia por arrasto e mesmo que na altura não achasse muita graça, aprendi a gostar delas. Ainda hoje estas músicas causam furor nas festas alheias!

Inspirado pelas famosas festas dedicadas aos Anos 80 OS LOUCOS ANOS 80 pretendem trazer alguma da boa disposição que reinou na década e que tantas saudades desperta.
33 temas indispensáveis para uma festa dedicada aos Anos 80, não só para os que os viveram mas para toda uma nova geração que se rende à pop e ao rock dos 80s de alguma forma kitsch mas por isso tão divertido.
Fonte: fnac.pt

Deixo-vos com uma das minhas preferidas neste CD: 

Jáfumega - Latin'América

terça-feira, 2 de novembro de 2010

Resoluções, a dois meses do ano novo


Faltam pouco menos de dois meses para a passagem ao novo ano. No ano passado fiz poucas resoluções para tentar cumprir todos os items da minha lista, vejamos o que ainda está por fazer:

...sorrir até me doerem os músculos da cara e rir até me doer a barriga, muitas vezes

  •  Não aconteceu tantas vezes como gostaria, foi um ano particularmente difícil e stressante!
...correr na rua em vez de correr no ginásio

  • Não corri de todo nos primeiros 9 meses do ano, mas depois fui para a natação e isso é que dá gosto!
...ler a pilha de livros que tenho em lista de espera (um dia tiro uma foto à pilha e mostro aqui)

  • Continuo a tentar e vou continuar!!
...terminar a parte lectiva do MBA com boas notas

  • Done :D
...fazer o meu trabalho bem feito

  • Acho que continuo a tratar disto, dia após dia!
...passar 15 dias a passear na Ásia

  • Ah, ainda não foi este ano, mas julgo que será em 2011, se tudo correr como esperado!
...ver mais filmes

  • Sim, vi, seguramente, o dobro dos filmes, senão mais, dos que vi no ano passado!
...passar um fim de semana algures no Norte do país

  • Done também! Mas pode vir outro!
...visitar os amigos mais vezes

  • Done :) A repetir mais vezes, claro!
Posto isto, o ano até foi produtivo em termos de resoluções de ano novo!

Fonte da imagem: weheartit

Regresso às tarefas escolares


Entrámos no 2ºano do MBA há quase um mês e a vontade de me dedicar de novo às tarefas escolares tem tendido para zero. Finalmente arranjei coragem e já comecei a tratar do trabalho da única cadeira que temos este ano, e com sorte ainda consigo parir uma tese de penalti (ou talvez não).

Fonte da imagem: Olhares

Estas mudanças da hora...


...causam-me um transtorno terrível! Estou eu a trabalhar descansada da vida, de repente olho para a janela e vejo que está de noite. Olho para o relógio em pânico e afinal pouco passa das 18h.
Eu sou da opinião de que a hora não devia mudar! Mas qual é a lógica de mudar? De manhã continua a ser de dia, pelo menos às 8h mesmo na hora antiga! Detesto sair do trabalho quando já é noite escura.
Os asiáticos é que são espertos, não há cá mudanças de hora para ninguém!
Dias grandes, podem voltar quando quiserem! Cá estarei ansiosamente à vossa espera!

Fonte da imagem: weheartit

Coisas (um tanto ou quanto) surreais que já fui/ainda sou


Seguindo a ideia de blog alheio que tenho por hábito ler, vou aqui apresentar algumas das coisas que eu já fui um dia.
"A turista" em Cuba, na Irlanda, nas Canárias, nas Baleares, em Paris, em Londres, na Madeira, em Barcelona, em Portugal continental
"A delegada de turma" no ciclo, duas vezes
"A Ana", a personagem que ia sendo levada para a má vida, mas que acabou por ficar no lado dos bons numa peça de teatro da escola
"A blueeeyes" nas salas de chat do mIRC
"A Kelle" no mIRC, mais tarde
"A melhor aluna" várias vezes até ao 9ºano
"Aquela cabra" na cabeça de uma ou outra pessoa
"A caloira" na faculdade
"A assaltada" num carro com o vidro partido e um portátil a menos, a apresentar queixa na esquadra
"A quartanista" num carro da Queima
"A finalista" na benção das pastas
"A desempregada" numa ocasião menos boa
"A estudante" a vida toda, ainda mantenho o posto
"A sonhadora" numa tentativa de fazer Erasmus
"A indignada" em inúmeras situações
"A trapezista" num desfile de Carnaval
"A sponsor" de uma menina na República Dominicana
"A ex" numa situação ou outra, ou mais
"A concorrente" nas olimpíadas de matemática
"A doente" na consulta aberta do hospital
"A irmã do H." perante os amigos do meu irmão
"A amiga de infância" numas quantas conversas
"A tia" do sobrinho pequenino emprestado
"A doutora" ao telefone com os Serviços Académicos da Universidade
"A menina" sempre que vou ao médico, à farmácia, ao correio, ao café, à pastelaria
"A senhora Engenheira" para o médico da medicina no trabalho
"Porta-chaves" numa aula de TLQ no 11ºano
"A festivaleira" em Paredes de Coura, no Sudoeste (twice), no Rock in Rio (twice)
"A madrinha" quando ainda nem era maior de idade
"A examinada" no exame de condução
"A gestora" desde há um mês
"A pequenina", sempre

Fonte da foto: weheartit

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Cirque du Soleil - Saltimbanco


O MQT ofereceu-me uma prenda original e diferente pelo meu 1/4 de século: uma ida ao Pavilhão Atlântico para ver último espectáculo desta tournée em Portugal do Cirque du Soleil. Digam lá se não escolhi um MQT à maneira!
A ideia era ser uma total surpresa, mas o meu cérebro não pára e quando ele me perguntou se estavamos disponíveis a partir das 15h de domingo, eu desconfiei, magiquei, fiz 15 filmes e lá cheguei à conclusão que íamos ver um espectáculo, qual era é que eu ainda não sabia, mas acabei por apostar neste e ele confirmou! Eu daria um excelente Sherlock Holmes feminino!
O espectáculo é simplesmente fantástico. É um circo genial, com muito muito mas mesmo muito sentido de humor, interacção com o público, malabarismo, trapezismo, dança, cor, luz e tantas outras atracções. 
Foram duas horas de pura boa disposição, com os olhos colados no espectáculo e nas acrobacias arriscadas!
Se um dia voltarem a Portugal com outro espectáculo, talvez consiga voltar a vê-los. Vale muito a pena!

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

1/4 de século

No sábado passado festejei 1/4 de século, eu diria que é mesmo uma data marcante. É quando passamos a fazer parte daquela fatia de pessoas da sociedade já com um certo grau de responsabilidade e quando passamos a estar mais perto dos 30 do que dos 20. Estará na altura de começar a comprar cremes anti-rugas?
Bom, e como 1/4 de século é uma coisa assim sonante, achei por bem festejar o meu aniversário, coisa que não fazia com festa há uns anos valentes, ainda nem tinha carta de condução a última vez que fiz uma festa de aniversário.
A festa começou involuntariamente no dia anterior e prolongou-se até tarde já na madrugada do meu aniversário com um jantar de amigos, seguido de um copo ou outro entre uma seta e outra.
Continuou já no dia do aniversário e prolongou-se de novo até à madrugada do dia seguinte. Consegui juntar aqueles amigos do antigamente e os amigos de agora. Não sei como consegui meter cerca de 20 pessoas na casa da praia, mas lá nos arrumámos pelas várias divisões, entre sala, cozinha e terraço.
Não contente, no domingo ainda fui a correr a Lisboa receber uma das prendas de aniversário, que é como quem diz que fui ao Pavilhão Atlântico ver o Cirque du Soleil - Saltimbanco, mas isso é matéria para outra conversa!

Foto: weheartit

Não esquecer #72

Fonte: aqui

terça-feira, 26 de outubro de 2010

Frase do dia #27

Those who dream by day are cognizant of many things which escape those who dream only by night.
Edgar Allan Poe (1809-1849)

Fonte: weheartit

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

When in Rome

Beth, interpretada por Kristen Bell, é uma curadora nova iorquina que é apaixonada por aquilo que faz e não tem grande sorte no amor, até ao dia em que viaja até Roma e tudo acontece na Fontana dell'Amore. De Roma regressa com um problema de meia dúzia de pretendentes que não desejou e que a todo o custo tenta afastar.
É uma típica comédia romântica americana, como nós as conhecemos. Tem situações particularmente engraçadas, no entanto, não surpreende nem tem nada de novo. A cena mais hilariante é o casamento da irmã de Beth, razão pela qual esta viajou para Roma. Bom para uma noite de domingo descansada.
Uma Nova Iorquina sofisticada, desiludida com o seu último romance, decide fazer uma viagem a Roma e aí dedicar-se a apanhar, provocadoramente, moedas "fonte do amor", que considera ridícula. Cumprindo-se o que diz a lenda, isso desencadeia a paixão de um estranho grupo de pretendentes: um magnata das salsichas, um mágico de rua, um adorável pintor e um modelo vaidoso e narcisista. Mas quando um charmoso repórter a persegue com igual entusiasmo, como é que ela vai saber se o amor dele é verdadeiro?
Fonte:cinema.sapo.pt
When in Rome no IMDB.

terça-feira, 19 de outubro de 2010

Iron Man 2

Depois de dar a conhecer ao mundo que ele próprio é o Iron Man, Tony Stark, interpretado pelo fantástico Robert Downey Jr., vê-se a braços com o Governo que lhe exige que partilhe os segredos tecnológicos que fazem funcionar a armadura do Homem de Ferro. Este inventor excêntrico e os seus aliados, Pepper Pots (Gwyneth Paltrow) e James Rhodes (Don Cheadle), conseguem preservar as invenções e não deixar que elas sirvam outros propósitos que não o bem da sociedade.
O filme não desilude apesar de algumas cenas de pancada exageradas, nomeadamente aquelas que têm Scarlett Johansson como protagonista. Samuel L. Jackson tem uma performance impecável. É incrível perceber como a imaginação das pessoas não tem limites. Este não é o meu género de filmes preferido, mas é sem dúvida um filme que vale a pena, por tudo: pela história, pelos actores, pelos efeitos e tudo e tudo.
O mundo já sabe que o inventor bilionário Tony Stark é o Super Herói Homem de Ferro. Pressionado pelo governo, pela imprensa e pelo público para partilhar a sua tecnologia com os militares, Tony não está disposto a divulgar os segredos por trás da armadura do Homem de Ferro, visto recear que a informação caia nas mãos erradas. Com Pepper Potts e James "Rhodey" Rhodes do seu lado, Tony estabelece novas alianças e confronta novas e poderosas forças...
 Fonte: cinema.sapo.pt
Iron Man 2 no IMDB.

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

CD #10 - Camané - Do Amor e Dos Dias

No final do mês de Setembro, Camané lançou um novo álbum. Apressei-me a comprá-lo, em pré-venda, e fiz dele o CD do mês de Outubro. Camané é, sem dúvida,  um dos nossos melhores fadistas da actualidade. Este álbum é muito bom, tal como todos os outros que tenho dele.

Após o lançamento de "Sempre de mim", Camané iniciou uma digressão por todo o país, passando pelas míticas salas dos Coliseus de Lisboa e Porto, pela primeira vez em nome próprio. Em Março de 2009 Camané recebeu a nomeação para Melhor Intérprete nos Globos de Ouro, e dois meses depois, apresentou-se no Centro Cultural de Belém em duas noites esgotadas. 
Camané regressa com o sexto ábum de originais  'Do Amor e dos Dias', com data de edição a 27 de Setembro 2010, contém 18 temas e tem produção de José Mário Branco. No disco, Camané conta com a participação dos músicos José Manuel Neto (guitarra portuguesa), Carlos Manuel Proença (viola), e Carlos Bica (contrabaixo). 
 Fonte: fnac.pt

Deixo-vos o vídeo do single de apresentação do álbum: "A Guerra das Rosas", provavelmente o fado mais divertido do álbum.

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Year One

Jack Black interpreta um indígena caçador preguiçoso, sem jeito para a caça e desastrado, de nome Zed, um papel que lhe assenta que nem uma luva. Michael Cera, é Oh, o seu melhor amigo e a sua função na tribo é colher bagas. A história começa quando Zed acha que é um ser rebelde e come frutos da árvore proibida. Por tal, é expulso da tribo e Oh segue-o nessa aventura pelas diversas Eras. Nessa viagem conhecem Caim e Abel, transformam-se escravos, acabam polícias da realeza, tudo com o propósito de salvarem as mulheres das vidas deles.
É uma comédia relativamente agradável, que no fundo realça um valor muito importante, a amizade.

Quote:
Zed: To the north!
Maya: You know that that's west.
Zed: Mmm hmm, yeah, I was just checking to see if you knew. To the west!
[under his breath]
Zed: I'm already glad you're here.

Quando dois preguiçosos amigos são banidos da sua vila primitiva, eles partem numa aventura Épica pelo Mundo Antigo...
Fonte: cinema.sapo.pt


Year One no IMDB.

Não esquecer #71

Fonte: I can read

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Frase do dia #26


Too many people are thinking of security instead of opportunity. They seem more afraid of life than death.
James F. Byrnes (1879 - 1972)

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

The Bad Lieutenant: Port of Call - New Orleans


Este filme é um remake de "Bad Lieutenant" de 1992, que eu não conhecia. Nicholas Cage e Eva Mendes são os protagonistas de uma história de crime e drama. Terence (Nicholas Cage) é um polícia de Nova Orleães que, ao salvar uma pessoa, magoa-se nas costas e acaba por ficar dependente do Vicodin. Terence acaba por se tornar num polícia toxicodependente, alcoólico e corrupto e o filme gira à volta de todas as peripécias em que ele se mete de onde tem de se desenvencilhar.
O filme tem a sua piada mas não tem nada de inovador nem de surpreendente. É um bom filme para uma noite de chuva.
Terence McDonagh, polícia de Nova Orleães, fica com as costas seriamente afectadas ao salvar um prisioneiro de afogamento na sequência do furacão Katrina. São-lhe prescritos analgésicos para aguentar a dor e poder voltar ao seu posto. Recebe uma medalha e é promovido a tenente, para garantir a ordem numa cidade mergulhada no caos. Um ano depois, está viciado em Vicodin e em drogas duras. Na convulsão moral em que vive, continua a trabalhar em nome da lei. Seguimos os seus passos, ao procurar o assassino de uma família senegalesa e a proteger uma testemunha ameaçada por um traficante de droga, e mesmo as relações com a sua namorada Frankie , prostituta e igualmente toxicodependente. Pelo caminho vê-se enredado em visões paranóicas de iguanas e crocodilos, e o seu envolvimento em actividades ilegais relacionadas com o jogo e a droga compromete a sua missão...
Fonte: cinema.sapo.pt
The Bad Lieutenant: Port of Call - New Orleans no IMDB.

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Sexo e a Cidade 2

O Sexo e a Cidade 2 acaba por ser mais um episódio grande da série que prendeu à televisão muita gente pelo mundo fora. Desta vez as quatro amigas partem numa viagem para um destino exótico e mágico: Abu Dhabi. Muda o cenário mas a história pouco se altera: Carrie acha que o casamento com Big estagnou e tenta arranjar forma de o reacender, Charlotte pensa que é má mãe por não conseguir dar conta do recado com as duas filhas, Miranda anda a dar em doida por causa do chefe e Samantha faz o que pode e o que não pode para não deixar fugir a sua juventude.
No filme entram figuras conhecidas como Penelope Cruz e Liza Minnelli que dá um belo show com uma música da Beyoncé. Mais do mesmo, bom para um domingo à tarde de chuva.

As vidas das quatro amigas estão como elas sempre desejaram, mas isto não seria Sexo e a Cidade se não houvessem surpresas... Desta vez, decidem embarcar numa viagem para um dos lugares mais exóticos e misteriosos do Mundo, onde a festa nunca tem fim. É o escape perfeito para todas, dado que começam a surgir alguns problemas matrimoniais. No fim de contas, às vezes é preciso fugir com as amigas...
Fonte: cinema.sapo.pt

Sexo e a Cidade 2 no IMDB.

domingo, 3 de outubro de 2010

It was a fresh new start

Começou na sexta-feira, a primeira impressão foi boa, já tenho tarefas atribuídas e com datas marcadas. Gostei, mesmo.

Fonte: I can read

Regresso à Madeira

A viagem começou com um atraso de duas horas do avião da Easyjet, à hora que devíamos estar a levantar voo com destino ao Funchal ainda o avião estava em Madrid. Não fosse o Terminal 2 do Aeroporto de Lisboa ser um barraco sem nada para fazer e as duas horas até se teriam passado bem.
À chegada ao Funchal tínhamos já à espera a boleia para nos levar a casa e daí irmos jantar a Espetada típica madeirense. Fomos ao Viola, no Estreito da Câmara de Lobos, um sítio onde se come mesmo muito bem, adorei a comida e a simpatia das pessoas. Fomos depois beber um copo a Câmara de Lobos, seguiu-se Nr.2 no Lido, a discoteca Copacabana no Funchal (por baixo do Casino), uma passagem pelo Jam (a música é qualquer coisa de espectacular, é das antigas) e por fim, já tarde o suficiente para haver fome, acabámos a noite a comer uma sandes de espada frito.

No dia seguinte acordámos tarde, pois claro, almoçámos no Centro Comercial mais próximo e fomos à praia Formosa beber café. Seguiu-se um passeio até ao teleférico que tem uma vista muito bonita sobre a zona onde estávamos. Como o domingo é o dia de a malta se encontrar para beber poncha, lá fomos à Venda do André provar a poncha de tangerina (foi eleita a minha preferida) e depois Taberna da Serra d'Água para outra poncha e encontrar malta que já não via desde a última vez que estive na Madeira.




No dia seguinte, segunda-feira começámos a viagem na Praia do Garajau, onde vimos o Cristo Rei que está virado para o mar, fomos a Machico, à Prainha, à Ponta de São Lourenço, a Santana ver as casas típicas, a Porto Moniz ver as piscinas naturais e regresso a casa pela Serra d'Água para a poncha do dia. Nessa noite, depois de jantar, apareceu um dos amigos madeirenses com um saco cheio de tabaibos e logo me disse para ter cuidado com as serugas (os picos do fruto do cacto). O fruto é óptimo, fresco e saboroso.









No dia seguinte, terça-feira, estava um dia muito bonito e aproveitámos para ir à Calheta (a praia de areia branca vinda da Figueira da Foz e de Marrocos) mandar um mergulho. À tarde fomos ver as vistas à Eira do Serrado (avista-se o Curral das Freiras lá em baixo), descemos ao Curral das Freiras para comprar o tradicional bolo de castanha e voltámos a casa. Fomos jantar ao Caniço, à Vista D. António, que belo entrecosto e entremeada que lá comemos! E a vista lá de cima era qualquer coisa de espectacular.


No dia seguinte, quarta-feira, o último dia na ilha, visitámos o Funchal de manhã, claro que não falhou a visita ao Mercado dos Lavradores e até visitámos o museu do vinho da Madeira com direito a visita guiada só para nós e uma prova no final. Na rua avistámos um quiosque de bolo do caco. Claro que não podia passar sem parar para comprar, eu adoro bolo do caco! À tarde demos mais umas voltinhas pelo Caniço e ainda fomos à Doca do Cavacas ver a piscina natural. Apanhámos o avião ao início da noite, e prometemos voltar para ir ao Pico do Areeiro e andar nos Carros de Cesto que ficou a faltar nesta visita.






A Madeira é daqueles sítios a que é sempre bom voltar, sem dúvida.