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quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Férias de Verão - 2011

Os 15 dias de férias de Verão deste ano voltaram a ser divididos entre dois lugares, mas desta vez entre Altura (Algarve) e Praia da Tocha.

Altura
Este ano batemos o record e juntámos 7 amigos para uma semana de pura loucura ao sol.
No quarto ano de férias juntos trocámos Porto Côvo por Altura devido a uma indisponibilidade das casas. Não conseguimos encontrar um sítio que nos alojasse e, como tal, decidimos procurar algo mais a sul, onde a água não é tão fria.
Voltámos a arranjar uma casa espectacular, a 300m da praia, grande, bem equipada (vivam as casas de praia com máquina de lavar louça), com três quartos, três wc's, uma boa sala, uma cozinha cheia de electrodomésticos e ainda um alpendre generoso com uma churrasqueira, jardim e chuveiro na rua. A casa adaptou-se bem a nós e nós a ela!
Como tínhamos a praia mesmo ali à porta de casa poucas vezes arredámos pé para outras bandas, os dias foram maioritariamente passados na praia de Altura. Fomos apenas uma manhã à praia da Ilha de Tavira para alguns amigos a conhecerem e verem como a água lá é transparente! Ainda chegámos a passar a Praia da Manta Rota mas a pé, pelo areal, numa bela caminhada de 8km que fizémos numa das manhãs.
Para não ser diferente, as nossas noites eram passadas a cozinhar, beber minis, petiscar, jogar monopólio de cartas, matraquilhos e rir até doer a barriga, como é costume entre amigos. Na praia nunca nos faltaram as bolas de Berlim e o mar com temperatura amena!
Numa manhã de chuva ainda houve oportunidade para a corrida (semanal neste caso que não houve tempo para mais que isto).
O que soube mesmo bem foi nos últimos dois dias jogar volei ao final da tarde, correr para o mar e ficar lá na palhaçada com a malta até vermos o sol a pôr-se.
O regresso a casa é sempre aquela coisa triste e melancólica, mas desta vez as minhas férias ainda continuaram na minha praia.





Praia da Tocha
Nas férias os dias passam a voar e na minha praia isso nota-se bem. Gosto mesmo de voltar e encontrar as pessoas de sempre, aquelas que todos os Verões lá estão, para podermos dizer e ouvir "então que é feito de ti? Não te vejo desde o Verão passado!".
Os dias dividiram-se entre as caminhadas na praia pela manhã (mergulhos incluídos no final da caminhada), os almoços em família, o café depois de almoço em frente ao mar, as tardes de praia, calor e sol, as corridas ao final da tarde, os jantares e copos pela madrugada dentro com amigos.
Todos os anos (e só uma vez por ano) nesta semana que passo na minha praia a minha mãe faz-me a vontade e cozinha uns jaquinzinhos fritos com arroz de tomate, e nesse dia como até ficar prestes a rebentar, e este ano não foi excepção, soube mesmo muito bem!
Li numa revista uma frase que marca bem esta semana: "Voltamos sempre ao lugar onde fomos felizes." Por essa razão todos os anos volto porque é lá que me sinto em casa.






segunda-feira, 15 de junho de 2009

Mini-férias em Tavira

Estas mini-férias vieram mesmo na altura certa, estava a precisar de uns dias de descanso do rodopio em que a vida se tem tornado.
Nada melhor que uns dias com os amigos para libertar o cérebro da pressão, dos nervos e do stress. Pena terem sido umas férias tamanho mini. Agora vou ali dar o litro mais um mês e meio e depois talvez volte a respirar outra vez.

terça-feira, 9 de junho de 2009

No ar o cheiro do destino, no chão a pele quente do Algarve a acordar

Se me permitem, hoje vou passar o dia a ouvir esta música. E agora cantem comigo!

Ja são 5 da manha
Ainda há tempo esta noite
Para quem começa a viver,
A rádio sussurra "Manhata"
Em acordes distorcidos
Que nos enchem de prazer
Voam pássaros morcegos
Assustando o pára-brisas
E a paisagem que amanhece.
Queres parar, mas não aqui
Que essa luz parte de ti
E o desejo que acontece.
Da chuva faço mil estradas de vidro
E o meu carro a rolar.
No ar o cheiro do destino,
No chão a pele quente
Do Algarve a acordar
Uuu! Uuu!
Ja passámos Castro Verde,
E escreveste na planície
Como se esta fosse um papel,
Dizes: "o mundo não compreende
+ do que esta superfície"
"Ne me quitte pas", pede Brell
Entre nons e Nirvana
Vais mudando de estação
Como se a próxima
Fosse a melhor.
E os sons que a serra esconde
Entre o asfalto e o monte,
São mais que a pressa do motor.
Da chuva faço mil estradas de vidro
E o meu carro a rolar.
No ar o cheiro do destino,
No chão a pele quente
Do Algarve a acordar
Um dia de silêncio
um dia de amargura
Igual a outro dia qualquer
Trazes nos olhos o desejo
Onde vejo a aventura
Que ainda vamos viver.
Da chuva faço mil estradas de vidro
E o meu carro a rolar.
No ar o cheiro do destino,
No chão a pele quente
Do Algarve a acordar