Mostrar mensagens com a etiqueta Madeira. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Madeira. Mostrar todas as mensagens

domingo, 6 de março de 2016

Gosto mesmo da Madeira

Há já vários anos que não sou turista na Madeira, voltar ano após ano é como regressar a uma casa onde nunca vivi mas que já é um bocadinho minha também!
(Desta vez levo sacos de broa de mel e hei-de me empanturrar com elas e muito chá - este da Gorreana, tem de ser!)

quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

Madeira, we always come back


Bolo do caco, bolo de castanha, espetada, milho frito, poncha, bananas, batatas fritas com segurelha, aguardem-me, vou voltar!!

Fonte da foto: Essential Madeira

terça-feira, 31 de março de 2015

Madeira

Voltei, e desta vez voltámos a três.
Ando nisto há 7 anos, volto sempre, todos os anos mais ou menos na mesma altura, sempre em modo low-cost (excepto no primeiro ano, meus ricos 250€) e vou e volto num fósforo.
Já virei a ilha de uma ponta à outra, de Norte a Sul, já bebi poncha em tascos e tabernas, já subi no teleférico para o Monte, já passei muito frio no Pico do Areeiro, já vi as ondas de Porto Moniz rebentarem muito acima das piscinas naturais, já comi um gelado em São Vicente, já vi São Vicente do meio de uma Levada, já atravessei túneis escuros noutra Levada, já apanhei muito sol na cabeça na Ponta de São Lourenço, já fiz praia na Prainha, já comi bananas em Santana, já almocei tão bem no Estreito de Câmara de Lobos e jantei igualmente bem em Câmara de Lobos, já bebi Nikitas em Câmara de Lobos e na zona velha do Funchal, já provei a fruta toda no Mercado dos Lavradores, já me armei em Cristo Rei no Garajau, já perdi a conta às ponchas na Serra d'Água, já fiz quilómetros ao volante de um carro que não travava, já fui muito feliz a comer carne grelhada no Caniço, já vi 500 metros debaixo dos pés no Cabo Girão, já vi como fazem a aguardente de cana na Sociedade dos Engenhos da Calheta, já comi espada frito e tive conversas sérias na Madalena do Mar, elegi a melhor poncha de tangerina na Venda do André, já bebi inúmeros cafés na Praia Formosa e inclusivamente já lá fiz praia e nadei, já comi bolo do caco na rua no Funchal, já assisti ao fogo de artifício mais bonito de todo o sempre no Funchal, já comi tabaibos e tive cuidado com as serugas, já dei vários pés de dança na Copacabana e no Jam, já fui ao Curral das Freiras de propósito só para comprar bolo de castanha, já andei a provar vinho da Madeira no Museu do dito no Funchal, já vi as trutas do Ribeiro Frio, já fui tão feliz na Madeira.
Desta vez não fui ver nada de novo, fui aos sítios de sempre, sem tempo contado nem objectivos a cumprir, fui com o único propósito de ver a família e passar algum tempo de qualidade, e assim foi. Para o ano volto, pois claro!








sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

Sapatos com história


Há dias em que não me apetece botas nem sapatos de salto, apetece-me o conforto das sapatilhas. Calço as Merrell logo de manhã e penso nos quilómetros calcorreados com elas, penso na viagem a Paris e nos 20km por dia a pé feitos com elas, penso na Madeira e os montes que já pisaram, penso em Nova Iorque e no Central Park, penso em Times Square e na Estátuda da Liberdade, na Ellis Island e no Ground Zero.
Estas sapatilhas têm história, têm quilómetros, têm viagens nas solas, têm pensamentos e memórias boas. E logo de manhã sorrio.

domingo, 10 de março de 2013

Onde é que já foste muito feliz?

Na Madeira, pois claro, com os primos e com os amigos, ano após ano! Enquanto nos for possível havemos de cá voltar todos os anos e encontrar um lugar que já me é tão familiar!







sexta-feira, 23 de março de 2012

Madeira

Já não sei quantas vezes que visitei a Madeira mas nunca me canso de voltar.
A Madeira é daqueles sítios que dá sempre gosto voltar e há sempre qualquer coisa nova para ver, seja um restaurante diferente ou uma levada que não conhecíamos. Os locais turísticos continuam no mesmo sítio e já não são esses que me movem.
Desta vez levámos os amigos e divertimo-nos à grande, conduzi pela primeira vez na ilha, num carro alugado que mal travava e cujo ponto de embraiagem era consideravelmente diferente, pelo que, num terreno acidentado como o da Madeira, isto poderia ter sido um problema, mas num par de horas habituei-me de tal maneira ao carro que já parecia que era meu!
Logo à chegada, depois da bela espetada madeirense no Viola, o nosso sítio do costume, seguimos para a Levada das 25 Fontes e do Risco, não sem antes fazer uma paragem na Taberna da Poncha para matar a sede. A levada é interessante, apesar de ter lá um trajecto cheio de degraus e a subir durante uma extensão considerável. Nesse momento o silêncio fez-se sentir entre as 11 pessoas que fizeram a levada, era preciso poupar toda a energia para a subida.
Depois da levada, a paragem na Taberna da Poncha era obrigatória, claro, para recuperar forças.
Na noite de sábado o jantar foi no Caniço, na Vista do António, onde se come o melhor entrecosto grelhado lá do sítio! Claro que nessa noite já só houve força (e pernas) para uma poncha na zona velha do Funchal, que por sinal estava muito animada.
Depois de umas horas de repouso, no domingo fomos ao Cabo Girão, à Calheta e à Sociedade dos Engenhos da Calheta (fábrica de aguardente e mel de cana). Como ainda não tínhamos comido peixe espada frito fomos tratar de resolver esse assunto na Madalena do Mar. Depois disto, só podíamos ir beber uma poncha de tangerina na Venda do André, que eu tanto gosto!
Como o que é bom não dura para sempre, tivemos de regressar no domingo à noite ao continente com a sensação clara de que "ficou muita coisa por fazer"!
As gargalhadas foram uma constante durante todo o fim de semana, especialmente quando íamos no carro, o nosso (cheio de mulheres).
Havemos de voltar pois claro!

Algumas fotos:
A primeira poncha, antes do almoço, no Viola

A poncha depois de almoço, na Taberna da Poncha

O final da Levada das 25 Fontes

A companhia para o lanche

O final da Levada do Risco

Praia Formosa

Vista do miradouro do teleférico

Cabo Girão

Vista do Cabo Girão

A moer a cana de açúcar

Fábrica de aguardente e mel de cana

A esta viagem eu chamar-lhe-ia a "Rota da Poncha"!



sexta-feira, 16 de março de 2012

Madeira, here we go again




E mais uma vez, a Madeira aguarda-nos para uma visita fugaz. Vamos e voltamos enquanto o diabo esfrega o olho, mas ainda assim é sempre bom voltar à Madeira!
Desta vez vamos seis, vamos em bando, com o objectivo de fazer uma levada, fazer uma refeição no Viola, passar na Serra d'Água várias vezes já que calha em caminho para todo o lado, dar um pé de dança no Jam, visitar pessoas e passear pela ilha para mostrar os locais mais marcantes aos amigos que nunca estiveram na Madeira!
É tão fácil fazer-me feliz!

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

É tão fácil cultivar a minha felicidade

Mais uma ida à Madeira para visitar os primos, fazer a levada do Rabaçal ou a das 25 Fontes, jantar no Viola, beber poncha na Serra d'Água, sair com a rapaziada conhecida, beber poncha no XL em Santa Rita, beber poncha no Nr 2 no Lido, beber poncha em Câmara de Lobos, visitar as pessoas que lá conheci nas últimas viagens à Madeira e tudo e tudo, enquanto o tempo permitir. É uma visita relâmpago mas vai saber ao mel da poncha!
É isto que me faz feliz!

quarta-feira, 15 de junho de 2011

Madeira - terceiro round

A Madeira é um daqueles lugares a que sabe sempre bem voltar.
Desta vez o voo levantou à hora marcada, sem qualquer atraso. A viagem foi bastante rápida pois eu ia completamente absorvida na história do livro que ia a ler e quando me apercebi já estávamos a descer para o Funchal.
Chegámos perto da hora de jantar, no feriado, e porque o meu primo tem tiques de cozinheiro, foi dia de jantar em casa e ir beber uma poncha ao XL em Santa Rita, sem nos esticarmos muito, que a manhã de sábado prometia.
Sábado, alvorada às 8h da manhã! Da última vez que estivemos na Madeira prometemos voltar para fazer uma Levada e foi isso que nos fez saltar da cama tão cedo. Fizemos a Levada do Caldeirão Verde, foi simplesmente espectacular! Acabámos por fazer 16km a pé mas com paisagens de cortar a respiração. A caminhada foi muito divertida, com túneis, cascatas e muito verde! Ainda tentámos seguir para o Caldeirão do Inferno, outra levada, mas depois de 1.5km de caminhos escorregadios, perigosos, sem protecções, e o risco de cairmos no penhasco, voltámos para trás.
A Levada ocupou-nos a manhã e uma boa parte da tarde e aproveitámos para descansar da caminhada e ir beber uma poncha à Serra d'Água à famosa Taberna da Poncha. O jantar foi no Viola, no Estreito de Câmara de Lobos, onde eu acho que fazem a melhor espetada madeirense e o melhor bolo do caco! Nessa noite fomos ver o Festival Atlântico, um espectáculo de fogo de artifício conjugado com música que acontece todos os sábados de Junho. Foi provavelmente o fogo de artifício mais bonito que já vi. Ainda deu tempo para uma poncha na zona antiga do Funchal e no regresso a casa ainda passámos à porta das Vespas e do Jam mas o corpo já pedia descanso.
No domingo, o dia do regresso, ainda deu para comer um peixe espada frito em casa da prima, ir ao Funchal apanhar o teleférico para ir ver a Igreja do Monte e apreciar a vista sobre o Funchal. Ainda não foi desta que andámos nos Carros de Cesto porque ao domingo à tarde os senhores não trabalham e também porque já não tínhamos muito tempo. Ainda assim, ainda houve tempo para um desvio para ir a Santa Rita, ao XL, beber a última poncha e só depois seguir para o aeroporto.
Claro que prometemos voltar de novo para mais uma Levada (ficámos fãs), para ir ao Pico do Arieiro, para ir ao Porto Santo, para ir ver os golfinhos, um sem fim de possibilidades para a próxima visita aos primos na Madeira.
E agora, para ilustrar, algumas das fotos que tirámos.

Levada do Caldeirão Verde












Teleférico do Funchal



Vamos voltar, claro que sim!

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Madeira - once again

Durante o próximo fim de semana perder-me e achar-me vai ser aqui na Taberna da Poncha na Serra d'Água que fica sempre em caminho para onde quer que se vá, ou então algures a comer tabaibos cheios de serugas.
Ai que saudades que tenho de comer bolo do caco rua fora no Funchal, e do bolo de castanha do Curral das Freiras!

Fonte da foto: Flickr

domingo, 3 de outubro de 2010

Regresso à Madeira

A viagem começou com um atraso de duas horas do avião da Easyjet, à hora que devíamos estar a levantar voo com destino ao Funchal ainda o avião estava em Madrid. Não fosse o Terminal 2 do Aeroporto de Lisboa ser um barraco sem nada para fazer e as duas horas até se teriam passado bem.
À chegada ao Funchal tínhamos já à espera a boleia para nos levar a casa e daí irmos jantar a Espetada típica madeirense. Fomos ao Viola, no Estreito da Câmara de Lobos, um sítio onde se come mesmo muito bem, adorei a comida e a simpatia das pessoas. Fomos depois beber um copo a Câmara de Lobos, seguiu-se Nr.2 no Lido, a discoteca Copacabana no Funchal (por baixo do Casino), uma passagem pelo Jam (a música é qualquer coisa de espectacular, é das antigas) e por fim, já tarde o suficiente para haver fome, acabámos a noite a comer uma sandes de espada frito.

No dia seguinte acordámos tarde, pois claro, almoçámos no Centro Comercial mais próximo e fomos à praia Formosa beber café. Seguiu-se um passeio até ao teleférico que tem uma vista muito bonita sobre a zona onde estávamos. Como o domingo é o dia de a malta se encontrar para beber poncha, lá fomos à Venda do André provar a poncha de tangerina (foi eleita a minha preferida) e depois Taberna da Serra d'Água para outra poncha e encontrar malta que já não via desde a última vez que estive na Madeira.




No dia seguinte, segunda-feira começámos a viagem na Praia do Garajau, onde vimos o Cristo Rei que está virado para o mar, fomos a Machico, à Prainha, à Ponta de São Lourenço, a Santana ver as casas típicas, a Porto Moniz ver as piscinas naturais e regresso a casa pela Serra d'Água para a poncha do dia. Nessa noite, depois de jantar, apareceu um dos amigos madeirenses com um saco cheio de tabaibos e logo me disse para ter cuidado com as serugas (os picos do fruto do cacto). O fruto é óptimo, fresco e saboroso.









No dia seguinte, terça-feira, estava um dia muito bonito e aproveitámos para ir à Calheta (a praia de areia branca vinda da Figueira da Foz e de Marrocos) mandar um mergulho. À tarde fomos ver as vistas à Eira do Serrado (avista-se o Curral das Freiras lá em baixo), descemos ao Curral das Freiras para comprar o tradicional bolo de castanha e voltámos a casa. Fomos jantar ao Caniço, à Vista D. António, que belo entrecosto e entremeada que lá comemos! E a vista lá de cima era qualquer coisa de espectacular.


No dia seguinte, quarta-feira, o último dia na ilha, visitámos o Funchal de manhã, claro que não falhou a visita ao Mercado dos Lavradores e até visitámos o museu do vinho da Madeira com direito a visita guiada só para nós e uma prova no final. Na rua avistámos um quiosque de bolo do caco. Claro que não podia passar sem parar para comprar, eu adoro bolo do caco! À tarde demos mais umas voltinhas pelo Caniço e ainda fomos à Doca do Cavacas ver a piscina natural. Apanhámos o avião ao início da noite, e prometemos voltar para ir ao Pico do Areeiro e andar nos Carros de Cesto que ficou a faltar nesta visita.






A Madeira é daqueles sítios a que é sempre bom voltar, sem dúvida.