quarta-feira, 29 de julho de 2015

Epifanias de terça-feira #3

Não te deites tarde quando no dia seguinte tiveres de acordar (muito) cedo. Vai custar. Quando vires que a discussão não vai dar em nada, cala-te e não teimes, diz que sim e pronto. Mexe-te, nem que seja apenas uma caminhada de uma hora. Ouve música, e presta-lhe atenção, não é ouvir só por ouvir. Não te acomodes, vai lá, reivindica e procura melhor se não te agradar. Tendo essa oportunidade, como peixe acabado de pescar, pouca gente o pode fazer com esta facilidade.

segunda-feira, 27 de julho de 2015

Nunca serei uma fashion blogger #6

Tenho uma t-shirt que gosto muito cheia de buraquinhos pequeninos (provavelmente feitos pelo cinto da calças), ainda não sei como resolver a situação mas não planeio pô-la no lixo.

domingo, 26 de julho de 2015

Nunca serei uma fashion blogger #5

Não comprei um biquini, triquini nem fato de banho este ano. É que nem sei quais são as marcas de biquinis que andam aí na moda.

sábado, 25 de julho de 2015

Nunca serei uma fashion blogger #4

Não tenho um closet. Na verdade tenho um armário pequeno que partilho e que mal me cabe a roupa no meio de tantos fatos, camisas, gravatas e casacos.

sexta-feira, 24 de julho de 2015

Nunca serei uma fashion blogger #3

Não comprei botas no Inverno passado, e tenho nos planos não comprar também no próximo Inverno.

quinta-feira, 23 de julho de 2015

Nunca serei uma fashion blogger #2


Não tenho um macacão, ou como se diz agora, um jumpsuit. Vamos lá ver o lado prático da coisa: aquilo não dá jeito nenhum quando uma pessoa precisa de ir à casa de banho (é que eu penso nessas eventualidades quando compro roupa).

Fonte da imagem: Zara

terça-feira, 21 de julho de 2015

Nunca serei uma fashion blogger #1

A peça de vestuário/calçado mais cara que comprei acho que foram umas botas de pele, pretas, de cano alto, na Staza, que me custaram a loucura de 120€ para aí em 2007. Passei tanto tempo a namorá-las na montra (e a poupar para elas) que quando as comprei nem as queria usar para não estragar.

O flagelo dos saldos e das férias

No dia em que almoço no Shopping tenho por hábito entrar em 2 ou 3 lojas para ver as novidades. Esta semana lembrei-me de passar na Zara para espreitar os saldos ou mesmo a colecção nova. Estava eu a derreter-me para cima de um vestido e um colete cheio de pêlo para a minha mai' nova quando começo a ouvir grande algazarra a aproximar-se. Claro que a minha atenção foi desviada e virei imediatamente a cabeça para perceber que motim era aquele.

O motim, facilmente identificado como "família emigrante de férias neste recanto à beira mar plantado", era composto pela mãe, loira tigresse extravagante que falava alto como o raio, jovem adolescente com cara de que todos lhe devem e ninguém lhe paga e muito menos irá vestir o que quer que seja na zona de criança da Zara, pai despenteado, gordo e desarranjado, miúdo irrequieto que só está bem aos saltos e a falar. Família nuclear deslocava-se acompanhada de mais uma eventual tia loira, gorda, extravagante que também falava alto (eu e os eufemismos...).

A particularidade desta família prende-se com, além de falarem alto como o caraças, alternarem perguntas e respostas entre o português e o francês. Delicioso!

Viravam os montes de roupa em saldo nas bancas da loja, tiravam cabides, empilhavam tudo num braço como se estivéssemos à beira da Terceira Guerra Mundial e a roupa fosse os mantimentos para meses ou anos de guerra.

Apeteceu-me ficar ali num canto a observar a dinâmica familiar e a ouvir as conversas (sim, eu até entendo francês) daquela família tão particular e tão igual a outras, ao fim e ao cabo. Eu devia ter estudado algo relacionado com o comportamento das pessoas.

Sorri e fui à minha vida. Há coisas que nunca mudam, e na verdade é bom que elas nunca mudem mesmo...

Epifanias de terça-feira #2

Corre, nada, joga futebol, ou simplesmente caminha, mexe-te, é importante. Aprecia os finais das tardes de Verão numa esplanada a ver os bronzes a passarem pela avenida enquanto bebes um fino fresquinho acompanhado de um pires de caracóis. Escolhe um café pela qualidade do café, e não por ter uma boa vista. Visita pessoas que não vês há meses e que te são queridas. Cede a passagem às pessoas mais velhas ou com mobilidade mais reduzida. Sorri, todos os dias. Lê meia dúzia de linhas de um livro todos os dias. Se tens filhos, junta-te com pessoas que também tenham filhos, pois vais acabar a falar deles, inevitavelmente e não vale a pena aborrecer quem ainda não os tem. Tira o chapéu ao fim da tarde e deixa o cabelo molhado e salgado secar ao sol. Rebola-te na areia com os miúdos, eles vão delirar. Leva-os ao mar, para as ondas grandes, mas sempre de mão dada e com a certeza que é seguro. Põe-te sempre entre eles e o mar, mesmo quando eles só estão ali à beirinha a molhar-se.

Promessas...

Ou me calha o Euromilhões ou deixo de almoçar uma vez por semana no Shopping. É que uma pessoa ainda nem foi de férias de Verão e já começa a ver a Zara com a nova colecção de Inverno para menina e é tudo tão lindo e amoroso.

Ou me calha o Euromilhões ou não volto a entrar na Parfois. É que eu nem gosto assim tanto de carteiras, nem sou muito de adquirir tal acessório, mas está lá uma tão bonita da nova colecção que custa para cima de 30€ e isso não vem contemplado no orçamento de(o meu) Estado deste mês, nem do próximo e muito menos do outro!

Ou me calha o Euromilhões ou nunca mais abro um blog de viagens com viagens à roda do mundo. Mais vale desligar a internet e fica o assunto arrumado.

Ou me calha o Euromilhões ou deixo de escrever posts, crónicas e relatos de viagens.

Ou me calha o Euromilhões ou a mai' nova nunca vai ter os álbuns organizados.

Ou me calha o Euromilhões ou deixo de jogar..

A Outra Voz, de Gabriela Ruivo Trindade


Inspirada na vida de um familiar da autora, esta história apresenta-nos João José Mariano Serrão, uma personagem fulcral no desenvolvimento e evolução da cidade de Estremoz. Mariano, assim conhecido, é-nos apresentado por cinco personagens que com ele privaram para, no fim, o conhecermos pelas suas próprias palavras em forma de diário.
Ainda que haja realidade nesta história, aqui se esconde um romance histórico situada na época da Implantação da República que acompanhou o tempo e os acontecimentos até ao fim do regime ditatorial que marcou o país por mais de 40 anos.

A autora, vencedora do Prémio Leya 2013 com este livro, tem uma escrita cuidada, simples, descontraída, mas dramática a ponto de cada personagem parecer mais dolorosa de ler que a anterior.

Talvez por ter demorado algum tempo a ler este livro, perdi-me um pouco com as personagens e com a sua ligação, em que geração estavam e qual o cenário político da época, ainda assim é de uma leitura agradável.
João José Mariano Serrão foi um republicano convicto que contribuiu decisivamente para a elevação de Estremoz a cidade e o seu posterior desenvolvimento. Solteiro, generoso e empreendedor como poucos, abriu lojas, cafés e uma oficina, trouxe a electricidade às ruas sombrias e criou um rancho de sobrinhos a quem deu um lar e um futuro. É em torno deste homem determinado, mas também secreto e contido, que giram as cinco vozes que nos guiam ao longo destas páginas, numa viagem que é a um tempo pessoal e colectiva, porque não raro as estórias dos narradores se cruzam com momentos-chave da história portuguesa. Assim conheceremos um adolescente que espreitava mulheres nuas e ria nos momentos menos oportunos; a noiva cujos olhos azuis guardavam um terrível segredo; um jovem apaixonado pela melhor amiga que vê a vida subitamente atravessada por uma tragédia; a mãe que experimentou o escândalo e chora a partida do filho para a guerra; e ainda a prostituta que escondia documentos comprometedores na sua alcova e recusou casar-se com o homem que a amava. Por fim, quando estas vozes se calam, é tempo de ouvirmos o protagonista através de um diário escrito noutras latitudes e ressuscitado das cinzas muitos anos mais tarde. Baseado em factos reais, "Uma Outra Voz" é uma ficção que nos oferece uma multiplicidade de olhares sobre a mesma paisagem, urdindo a história de uma família ao longo de um século através das revelações de cada um dos seus membros, numa interessante teia de complementaridade.
Fonte: fnac.pt

terça-feira, 14 de julho de 2015

Põe quanto és / No mínimo que fazes.

Nove anos de blog, hoje, neste 14 de Julho. Nove anos depois outro poema, desta vez de Fernando Pessoa, na "voz" de Ricardo Reis.

Para ser grande, sê inteiro: nada 
Teu exagera ou exclui. 

Sê todo em cada coisa. Põe quanto és 
No mínimo que fazes. 

Assim em cada lago a lua toda 
Brilha, porque alta vive 

Ricardo Reis, in "Odes" 
Heterónimo de Fernando Pessoa 

Epifanias de terça-feira #1

Carrega no Send e não penses duas vezes. Vai lá e fala como quem tem o coração na boca e a paixão à flor da pele. Poupa, vai saber-te bem. Poupa-te, irá saber-te ainda melhor. Calça saltos altos com confiança e usa aquela saia que há séculos não sai do armário, uma leve mudança enriquece a alma, pelo menos nesse dia. Bebe café sem açúcar, colecciona os pacotes de açúcar e ao fim de uma semana quantifica o açúcar que não ingeriste. Escreve palavras soltas aqui e acolá, quem sabe um dia façam sentido todas juntas. Anota as ideias que fores tendo, senão elas acabam por se esfumar na correria do dia. Apanha sol na cara de olhos fechados e sorri, mas lembra-te sempre do protector solar. Bebe água, mesmo que não tenhas vontade, o corpo agradece. Adopta os chinelos e os calções como a roupa oficial do Verão, só assim o Verão faz sentido. Livra-te da tralha. Livra-te da roupa que não usas e dos sapatos que não calças. Conduz com a janela aberta e os cabelos ao vento, sem pressa. Sorri, com os dentes todos e com olhos. Reclama se tiveres razão. Agradece sempre e sorri no fim, os sorrisos trazem conquistas. Arranja uns minutos para resumir o dia, pensar nas coisas importantes e nos planos. Fá-lo de olhos fechados sob um céu estrelado e uma noite fresca.

Confusões literárias

Sabes que o fim de semana te afectou quando ouves no rádio que as escolas passarão a incluir Mandarim no currículo escolar e pensas "Olha, bem pensado, mais um livro do Eça no plano".

quinta-feira, 2 de julho de 2015

Coisas que me irritam #7

Pessoas que se passeiam pelo hipermercado ao fim da tarde, com aquele ar de quem está de férias e com todo o tempo do mundo, com camisolas que mostram o bronze e as marcas de dois fatos de banho diferentes quando eu ainda mal meti o pé na areia e faço compras a correr pensando nas mil coisas que ainda tenho de fazer a seguir. Há dias que invejo algumas vidas.

terça-feira, 30 de junho de 2015

52 coisas em 52 semanas - update à 26ª semana do ano (30 Junho)

1 - Correr uma meia maratona - não fui àquela que tinha combinado, mas o ano ainda não acabou e assim que abrirem as inscrições para a de Outubro, lá estarei! Entretanto, continuo a correr, pouco, mas a correr...

2 - Ler pelo menos um livro por mês - 6 meses - os mesmos 4 livros? Really? Que vergonha, Kelle Maria, nem te reconheço!

3 - Fechar o planeamento de duas viagens - uma viagem planeada e feita. Se calhar ficamos por aqui que o orçamento não estica.

4 - Visitar a Madeira e os primos que lá vivem - fomos, e voltaremos, voltamos sempre. Gostamos mais da Madeira que batatas fritas com segurelha.

5 - Escrever - 1 crónica e meia, na mesma. Muitas ideias, tempo escasso. 

6 - Celebrar os aniversários como eles merecem ser comemorados
- 1º aniversário da Leonor em grande festa com amigos e família aos molhos, aniversário do marido com um jantar mais comedido, como também gostamos.

7 - Não comprar botas novas - até agora consegui cumprir. Ainda bem que não prometi nada com sandálias...

8 - Perder 4 Kg - Na mesma.

9 - Visitar uma cidade europeia - Amesterdão, já foste!

10 - Fazer uma viagem em família - esta ficou adiada para o ano que vem.

11 - Mudar de emprego - está bem está...por este andar nem em 2020!

12 - Poupar tudo o que conseguir - Despesas com revisões do carro dão cabo do orçamento à pessoa. Eu até sou poupadinha mas as despesas parece que nunca acabam!

13 - Não comprar um único livro - até agora consegui cumprir, os que compro para oferecer claro que não contam.

14 - Reduzir a despesa em supermercado - está a ser fácil, é não ir lá todas as semanas. Se não há fiambre come-se queijo, se não há queijo come-se manteiga. Não há iogurtes? Bebe-se chá. Assim se lá não for, não se gasta dinheiro!

15 - Beber 2L de água por dia  - até agora consegui cumprir

16 - Fazer 30 anos (parece uma resolução parva mas implica chegar lá)

17 - Ser feliz - working on it

18 - Passar um fim de semana com amigos num qualquer sítio rural deste país

19 - Fazer um vídeo com vídeos e fotos desde que a Leonor nasceu até 1 ano

20 - Ir à missa - ainda só fui à Missa de Promessa dos Escuteiros do meu afilhado, mas fui madrinha de Promessa, e à missa do Crisma do afilhado onde também fui madrinha. Casamentos também contam!

21 - Arrumar e organizar o sótão - já começámos, e não é nada fácil!

22 - Jantar com os amigos mais vezes, como antigamente - aos poucos vamos lá

23 - Ir à Revista e ao Teatro - Portugal à Gargalhada de Felipe La Feria no Politeama

24 - Aprender a desenvolver para iOS - working on it

25 - Organizar o baptizado da Leonor - Foi lindo, correu bem, a princesa parecia uma princesa a sério. 

26 - Transformar os fins de semana em dias mais produtivos

27 - Tirar mais fotografias com a máquina e menos com o telemóvel - só em Amesterdão é que a máquina ganhou esta guerra

28 - Ouvir mais música - investi em dois CDs de música portuguesa.

29 - Cultivar a solidariedade - Invisible Children, Contributo para ajudar a Ilha do Fogo depois do vulcão, Donativo para a Operação Nariz Vermelho, AMI

30 - Procurar motivação mesmo nas coisas mais chatas

31 - Arriscar

32 - Mais determinação e menos preguiça

33 - Desenvolver a minha app de livros

34 - Vender ou dar o que tenho a mais - já ando a encaixotar

35 - Actualizar a minha música

36 - Organizar o backup de fotografias

37 - Andar mais vezes de salto alto - Tenho mais uns sapatos de salto alto, vamos lá ver se me lembro deles de manhã. Com a chegada do Verão tenho usado mais sandálias de cunha. 

38 - Não desistir de publicar um artigo - oh, está bem...é dizer isto aos "nãos" que nem sequer chego a receber!

39 - Não desistir dos meus pequenos projectos pessoais

40 - Passar um fim de semana num turismo rural

41 - Planear e projectar

42 - Concretizar

43 - Aproveitar melhor o tempo, especialmente durante a semana

44 - Planear melhor as refeições

45 - Organizar a festa de 1 ano da Leonor - correu lindamente, a avó é a maior que ajudou em mil coisas, incluindo emprestar o quintal!

46 - Levar a Leonor a conhecer sítios e lugares - já conhece um bocadinho da Madeira

47 - Não esquecer a palavra do ano

48 - Arrumar o armário das caixas de plástico (também conhecidas por tupperwares)

49 - Tentar encaixar mais um desporto

50 - Fazer muitos bolinhos na areia da praia -  já demos início à época balnear

51 - Aprender a fazer qualquer coisa à mão

52 - Fazer prendas de Natal

(Balanço: 7/52)

quarta-feira, 24 de junho de 2015

São João

Não fui, não comemorei, não festejei, nem dancei...
Há alturas em que ser adulto, ou coisa que o valha, e não se estar por esta altura de férias escolares é uma chatice.

terça-feira, 23 de junho de 2015

3

E nisto passaram 3 anos. Como assim 3 anos?
Parece que foi há bocadinho que estava no café a beber um fino com os primos e algumas pessoas viam-me e perguntavam "Não vais casar amanhã? Que estás aqui a fazer?", "Sim, precisamente, é só amanhã, não é hoje!"
Foram 3 anos impecáveis, dois anos só os dois e um já com a nossa companhia, a nossa bem disposta e sorridente Leonor.
Parabéns a nós, hoje e sempre!

sexta-feira, 19 de junho de 2015

Coisas que me irritam #6

Pessoal que emigra e que depois passa a vida a criticar de forma depreciativa Portugal. Não é tudo mau, meus senhores, e "lá" certamente também haverão coisas que não funcionam bem, mas como diziam os emigrantes do antigamente "lá é que é bom", que por sinal são aqueles emigrantes que agora tendem a regressar, ou a dividir o tempo de reforma entre Portugal e o país escolhido onde estão a crescer os netos já estrangeiros.
Portugal tem coisas que efectivamente não funcionam bem, tem tantas coisas que poderiam ser melhoradas, tem outras tantas que deviam mesmo ser abolidas, mas ainda assim Portugal é este recanto apaixonante de sol e luz que enche a alma de quem cá está e de muitos que foram com vontade de ficar. Quanto aos que foram com vontade de partir, esses nunca se irão permitir a apreciar as coisas boas, terão para sempre a visão toldada pelo que é mau.

segunda-feira, 25 de maio de 2015

Síndrome de emigrante

Há 20 anos um emigrante, assim que juntava algum dinheiro, fruto do trabalho árduo em terras estrangeiras, comprava um Mercedes que exibia com orgulho nas férias de Agosto em Portugal.

Nos tempos que correm, um emigrante, assim que junta algum dinheiro levando uma vida um pouco mais desafogada em terras estrangeiras, compra um iPhone, que exibe com orgulho nas várias viagens que faz a Portugal em conjuntos de 3 ou 4 dias.

É a mudança dos tempos.

sexta-feira, 22 de maio de 2015

Hummm, não vai dar

Os hotéis deste país andam uns "mãos largas". Já perdi a conta aos blogs que leio que têm pelo menos um post nos últimos tempos a dizer que o Hotel X convidou a família para um fim de semana de rambóia à grande e à francesa. Certo é que uma pessoa até fica com vontade de lá ir ver como é, mas depois faz contas de somar e de sumir e...deixa lá isso.

quinta-feira, 21 de maio de 2015

Ler? O que é isso?

Um dia destes ainda me esqueço do quão bom é o cheiro de um livro novo, ou o cheiro de um livro mais antigo que a minha existência, de como sabe bem folhear livros, analisar a grafia da capa, ler compulsivamente, ler...um dia destes ainda me esqueço como se lê um livro tal é a raridade com que o tenho feito.

terça-feira, 19 de maio de 2015

Oliveirinha

Podia ser uma forma carinhosa de chamar a pequena Leonor, mas não, é mesmo o mais novo elemento da família Oliveira da Serra. Chama-se Oliveirinha porque é dirigido a crianças dos 6 meses aos 3 anos, devido à sua acidez reduzida (apenas 0,3%).

Descobrimos este azeite e cá em casa já mora uma garrafa destas. Quando me esqueço de adicionar o azeite é um pânico dar-lhe a sopa, estrebucha, guincha e esperneia, apesar de abrir sempre a boca porque a fome aperta. Quando adiciono azeite há dias que come melhor a sopa que outros, o que naturalmente está relacionamento com os ingredientes que meto dentro da panela. Ainda assim, acho que o Oliveirinha foi uma boa opção para a minha criança, ela come a sopa com mais gosto e já que ainda não pode comer comida com sal, ao menos que o azeite seja bom!

Fonte da imagem: Oliveira da Serra

quarta-feira, 13 de maio de 2015

quinta-feira, 30 de abril de 2015

52 coisas em 52 semanas - update à 18ª semana do ano (30 Abril)

1 - Correr uma meia maratona - a cumprir (pouco) o plano de treinos
2 - Ler pelo menos um livro por mês - 4 meses - vergonhoso, só li 3 livros. Parece fácil...
3 - Fechar o planeamento de duas viagens - uma viagem planeada e feita. A outra ainda nem sei se e onde será.
4 - Visitar a Madeira e os primos que lá vivem - fomos, e voltaremos, voltamos sempre. Gostamos mais da Madeira que batatas fritas com segurelha.
5 - Escrever - 1 crónica e meia, na mesma.
6 - Celebrar os aniversários como eles merecem ser comemorados
7 - Não comprar botas novas - até agora consegui cumprir. Ainda bem que não prometi nada com sandálias...
8 - Perder 4 Kg - Na mesma.
9 - Visitar uma cidade europeia - Amesterdão, já foste!
10 - Fazer uma viagem em família
11 - Mudar de emprego
12 - Poupar tudo o que conseguir - Despesas com revisões do carro dão cabo do orçamento à pessoa.
13 - Não comprar um único livro - até agora consegui cumprir
14 - Reduzir a despesa em supermercado - está a ser fácil, é não ir lá todas as semanas. Se não há fiambre come-se queijo, se não há queijo come-se manteiga. Não há iogurtes? Bebe-se chá. Assim se lá não for, não se gasta dinheiro!
15 - Beber 2L de água por dia  - até agora consegui cumprir
16 - Fazer 30 anos (parece uma resolução parva mas implica chegar lá)
17 - Ser feliz - working on it
18 - Passar um fim de semana com amigos num qualquer sítio rural deste país
19 - Fazer um vídeo com vídeos e fotos desde que a Leonor nasceu até 1 ano
20 - Ir à missa - ainda só fui à Missa de Promessa dos Escuteiros do meu afilhado, mas fui madrinha de Promessa.
21 - Arrumar e organizar o sótão
22 - Jantar com os amigos mais vezes, como antigamente - aos poucos vamos lá
23 - Ir à Revista e ao Teatro - Portugal à Gargalhada de Felipe La Feria no Politeama
24 - Aprender a desenvolver para iOS - working on it
25 - Organizar o baptizado da Leonor - working on it
26 - Transformar os fins de semana em dias mais produtivos
27 - Tirar mais fotografias com a máquina e menos com o telemóvel - só em Amesterdão é que a máquina ganhou esta guerra
28 - Ouvir mais música
29 - Cultivar a solidariedade - Invisible Children, Contributo para ajudar a Ilha do Fogo depois do vulcão, Donativo para a Operação Nariz Vermelho
30 - Procurar motivação mesmo nas coisas mais chatas
31 - Arriscar
32 - Mais determinação e menos preguiça
33 - Desenvolver a minha app de livros
34 - Vender ou dar o que tenho a mais - já ando a encaixotar
35 - Actualizar a minha música
36 - Organizar o backup de fotografias - Done
37 - Andar mais vezes de salto alto - Tenho mais uns sapatos de salto alto, vamos lá ver se me lembro deles de manhã. até agora não está a acontecer.
38 - Não desistir de publicar um artigo
39 - Não desistir dos meus pequenos projectos pessoais
40 - Passar um fim de semana num turismo rural
41 - Planear e projectar
42 - Concretizar
43 - Aproveitar melhor o tempo, especialmente durante a semana
44 - Planear melhor as refeições
45 - Organizar a festa de 1 ano da Leonor - working on it
46 - Levar a Leonor a conhecer sítios e lugares - já conhece um bocadinho da Madeira
47 - Não esquecer a palavra do ano
48 - Arrumar o armário das caixas de plástico (também conhecidas por tupperwares)
49 - Tentar encaixar mais um desporto
50 - Fazer muitos bolinhos na areia da praia
51 - Aprender a fazer qualquer coisa à mão
52 - Fazer prendas de Natal

quarta-feira, 29 de abril de 2015

Encontros do acaso

Encontrei por acaso uma colega da Escola Secundária que não via há alguns anos. Se a tivesse encontrado há 10 anos provavelmente estaríamos ambas de salto alto, cabelo impecavelmente penteado, quiçá maquilhadas e cheias de bom aspecto. Ontem estávamos de cabelo apanhado, com a cara com que acordámos, algumas olheiras e sapatilhas, e ambas procurávamos sapatos...para criança.
A (matern)idade faz isto às pessoas, pelo menos às que deixam. Quem nos viu e quem nos vê!
A minha mãe passa a vida a dizer que eu me devia arranjar melhor, mas eu sou feliz assim!

Casa na Duna, de Carlos de Oliveira


Casa na Duna é um romance de 1943 passado na zona da gândara numa época lá muito atrás, quando os camponeses tinham grandes dificuldades económicas, havia muita miséria e fome e os fidalgos se aborreciam com a vida monótona que levavam. 
A história foca-se em Mariano Paulo, dono de uma quinta na aldeia de Corrocovo, que faz o que pode para evitar a compra de máquinas para trabalhar a quinta. O seu filho, Hilário, é um estroina conflituoso que não tem qualquer interesse em nada, e não se prevê que vá fazer alguma coisa da vida. É um retrato de uma sociedade exploradora e explorada tendo como cenário as areias brancas das dunas do mar da gândara.
Casa na Duna foi publicado pela primeira vez em 1943.Aqui não sabemos o que mais admirar — da desenvoltura da escrita à densidade do tema, passando pelas principais personagens, jamais reduzidas a caricaturas. Isto num autor que, à época, só tinha 22 anos!Corrocovo, a aldeia da novela, funciona como poderosa metáfora de um país arcaico e claustrofóbico, ainda dominado pela atmosfera rural. Lá, como no Portugal inteiro, há homens a viver como os bichos. Mas o seu empenhamento social não leva o autor a perder uma atracção quase poética pela natureza. Abundam descrições sugestivas como esta: Hilário gostava do Inverno à solta. Céus a desabar, casebres submersos, pinhais vergados ao peso das bátegas, água e vento contra a janela. Passava as noites acordado enquanto o ar de roldão devastava tudo. Ocorriam-lhe histórias nebulosas da infância. Bruxas, lobisomens, botas de sete léguas.O grande fascínio deste livro surge ao nível da técnica estilística: o autor joga com mudanças súbitas de tempo, de forma verbal, de sujeito narrativo. Por influência do cinema, recorre a flashbacks para diversificar a acção. Inspirado em autores como Hemingway, Caldwell e Jorge Amado — que marcaram todo o neo-realismo português —, cultiva o parágrafo curto, seco, incisivo. Nesta prosa não há um adjectivo a mais, nem um vocábulo fora do lugar. Por sua vez, também ele influenciou outros: é nítido o parentesco entre Casa na Duna e O Delfim (1967), de Cardoso Pires.Carlos de Oliveira (1921-81) deixou-nos uma obra de ficção lamentavelmente curta, com apenas cinco títulos editados em 35 anos, mas de qualidade indiscutível. Basta que a memória ceda apenas um momento para os mortos estarem perdidos, escreveu ele em Casa na Duna. Até por isso, é urgente lembrá-lo. E lê-lo.Pedro Correia — Diário de Notícias.
Fonte: fnac.pt

terça-feira, 21 de abril de 2015

These days we go to waste like wine

Qual a probabilidade de estares a ouvir Brandie Carlile, que não ouvias vai para cima de um par de anos, e ao mesmo tempo abrires a app timehop e veres que há 5 anos estavas a ouvir precisamente a mesma música que está a tocar neste momento?

Há coincidências do caraças.

Coisas de mulher #10

Sou menina de bonés porque no Verão trago sempre o cabelo apanhado num rabicho e é fácil arrumá-lo num boné. No entanto, este ano decidi que quero um chapéu de palha, assim daqueles mais pequenos, nada de grandes abas. Tem de ser. Vi por aí umas montras com chapéus de palha bem bonitos. Já experimentei um e não me ficava bem mas não vou desistir até encontrar um que me encaixe que nem uma luva.

segunda-feira, 20 de abril de 2015

Auto-tremeliques

Tenho cá para mim que hoje em dia já nada é feito para durar uma vida, especialmente os carros. O visor do rádio do meu carro foi acometido de um ataque de tremeliques agudos. A luz que permite ver que estação de rádio estou a ouvir decidiu tremer, pronto.
Aquilo andava-me a fazer uma certa aflição, começava a piscar os olhos vigorosamente de cada vez que olhava para o visor e o via a piscar em modo aflitivo. Hoje acendeu-se-me uma luz na cabeça e pensei "será que se aplica aqui o truque da pancadinha?". Assim como pensei, depressa executei. Dei uma pequena e leve pancadinha por cima do visor e, subitamente, passou-lhe o tremelique.
Está visto, se o carro um dia decidir não andar, vai levar pancadinhas até voltar a andar.

quinta-feira, 16 de abril de 2015

Ai TAP, TAP...

Não faço parte do grupo que viaja de avião com muita frequência em trabalho, nem sequer faço parte do grupo que se mete num avião todos os meses, também não faço parte do grupo que só viaja em companhias de renome. Eu pertenço ao grupo que viaja de avião sempre que pode mas em companhias low cost porque o que me interessa não é ter direito a jornal  e água de marca em copos de vidro naquelas duas horas em que estou metida dentro do pássaro de metal, o que me interessa é chegar ao destino e começar a calcorrear as ruas do destino.
Hoje comecei a manhã a ver as notícias da greve da TAP. Em breve irei viajar para uma cidade europeia, acho que nem vai coincidir com o período de 10 dias de greve que a TAP definiu, ainda assim o meu primeiro pensamento foi "ainda bem que vou numa low cost..."

quarta-feira, 8 de abril de 2015

O tempo perguntou para o tempo qual é o tempo que o tempo tem

Faz-me falta tempo para me organizar, para planear, para arrumar algumas tarefas pendentes há muito tempo, algumas delas demoradas, mas quando me vejo com um bocadinho pequeno de tempo extra, nunca sei o que fazer com ele. Que ironia esquisita.

Há uma altura na vida #3

...em que já não te importas com o que os outros pensam de ti, do que vestes, do que dizes e do que fazes.

Eu gostava de... #14

...conhecer o país que no ano passado viu nascer a minha sobrinha, o Vietname, de Norte a Sul, desde Hanoi a Ho Chi Minh passando por Sapa, Ha Long Bay, Hue, Hoi An, Phu Quoq, Delta do Mekong, e por aí fora. Essa viagem está nos planos, um dia há-de acontecer.


Não me lembro

Não me lembro da última vez que pintei as unhas, talvez tenha sido num dos últimos baptizados a que fui no ano passado. Terá sido Setembro? Não tenho paciência. Ter de pintar, deixar secar, outra camada, seca de novo, depois aquele verniz transparente por cima para não acordar com as unhas cheias de marcas do cobertor. Tenho muitas outras prioridades, vem tudo à frente de pintar as unhas, a começar por passar tempo a brincar com a Leonor depois de a ir buscar à escola, ajudá-la a caminhar, ou ensinar-lhe o nome dos objectos de compõem a casa.
Desleixada? Talvez um bocadinho, mas o tempo não estica e há prioridades na vida e a maior de todas tem quase 11 meses e chama-se Leonor.

terça-feira, 31 de março de 2015

Madeira

Voltei, e desta vez voltámos a três.
Ando nisto há 7 anos, volto sempre, todos os anos mais ou menos na mesma altura, sempre em modo low-cost (excepto no primeiro ano, meus ricos 250€) e vou e volto num fósforo.
Já virei a ilha de uma ponta à outra, de Norte a Sul, já bebi poncha em tascos e tabernas, já subi no teleférico para o Monte, já passei muito frio no Pico do Areeiro, já vi as ondas de Porto Moniz rebentarem muito acima das piscinas naturais, já comi um gelado em São Vicente, já vi São Vicente do meio de uma Levada, já atravessei túneis escuros noutra Levada, já apanhei muito sol na cabeça na Ponta de São Lourenço, já fiz praia na Prainha, já comi bananas em Santana, já almocei tão bem no Estreito de Câmara de Lobos e jantei igualmente bem em Câmara de Lobos, já bebi Nikitas em Câmara de Lobos e na zona velha do Funchal, já provei a fruta toda no Mercado dos Lavradores, já me armei em Cristo Rei no Garajau, já perdi a conta às ponchas na Serra d'Água, já fiz quilómetros ao volante de um carro que não travava, já fui muito feliz a comer carne grelhada no Caniço, já vi 500 metros debaixo dos pés no Cabo Girão, já vi como fazem a aguardente de cana na Sociedade dos Engenhos da Calheta, já comi espada frito e tive conversas sérias na Madalena do Mar, elegi a melhor poncha de tangerina na Venda do André, já bebi inúmeros cafés na Praia Formosa e inclusivamente já lá fiz praia e nadei, já comi bolo do caco na rua no Funchal, já assisti ao fogo de artifício mais bonito de todo o sempre no Funchal, já comi tabaibos e tive cuidado com as serugas, já dei vários pés de dança na Copacabana e no Jam, já fui ao Curral das Freiras de propósito só para comprar bolo de castanha, já andei a provar vinho da Madeira no Museu do dito no Funchal, já vi as trutas do Ribeiro Frio, já fui tão feliz na Madeira.
Desta vez não fui ver nada de novo, fui aos sítios de sempre, sem tempo contado nem objectivos a cumprir, fui com o único propósito de ver a família e passar algum tempo de qualidade, e assim foi. Para o ano volto, pois claro!








Xutos


Ouvir os Contentores dos Xutos e Pontapés no rádio enquanto trabalho é coisa para me fazer ficar a sorrir durante todo o tempo em que a música está a passar. No meio de tanta música que passa todos os dias, e até algumas que passam várias vezes ao dia, ouvir uma música velhinha que já não ouvi há algum tempo, é coisa para me fazer um bocadinho mais feliz no dia de hoje.

A carga pronta metida nos contentores
Adeus aos meus amores que me vou
P'ra outro mundo
É uma escolha que se faz
O passado foi lá atrás
A carga pronta metida nos contentores
Adeus aos meus amores que me vou
P'ra outro mundo
Num voo nocturno num cargueiro espacial
Não voa nada mal isto onde vou
P'lo espaço fundo
Mudaram todas as cores
Rugem baixinho os motores
E numa força invencível
Deixo a cidade natal
Não voa nada mal
Não voa nada mal
Pela certeza dum bocado de treva
De novo Adão e Eva a renascer
No outro mundo
Voltar a zero num planeta distante
Memória de elefante talvez
O outro mundo
É uma escolha que se faz
O passado foi lá atrás
E nasce de novo o dia
Nesta nave de Noé
Um pouco de fé 
Foto: daqui

Namoro à Moda Antiga, de Gabriel Frada


Foi com enorme curiosidade e gosto que li este livro que nos conta como era difícil a vida na Gândara há muitos anos e nos encanta com todos os pormenores do namoro à moda antiga. Este livro traduz-se num relato fidedigno das tradições de uma época na nossa terra, tradições que se foram desvanecendo com o tempo mas que nunca deixaram de existir. Vale tanto a pena compreender as nossas raízes.
«A vida da nossa gente nos tempos de namoro à antiga torna-se mais compreensível se formos capazes de entender o diálogo travado entre o homem e a terra». Estas palavras são deste interessante trabalho de pesquisa das raízes e manifestações culturais do povo da Gândara, notável património desta região.A riqueza desta obra está tanto na atenção prestada aos mais insignificantes fenómenos da vida tradicional, como na tentativa duma interpretação coerente destes factos.
Fonte: bertrand.pt

quinta-feira, 26 de março de 2015

Desigual

Tenho um problema grave com a roupa da Desigual, eu até gosto dos trapinhos que eles por lá têm, especialmente vestidos e casacos, mas o preço, senhores, o preço chega a ser pornográfico.

Na secção das últimas promoções da época tem lá um vestido e um casaco a metade do preço, que eu gosto desde que lhes meti a vista em cima, e até têm o meu tamanho, mas ainda assim, é fim do mês, a farmácia leva-me metade do orçamento e a escola outra metade, de maneiras que vamos continuar a sonhar (ou rezar para que as promoções se estendam por Abril fora).


terça-feira, 17 de março de 2015

Driving

Tenho por hábito dizer que tirei a carta de carro, não foi de Opel Corsa (ou outra marca e modelo que venha ao caso). Ora isto a propósito de quê? Há uns dias os meus pais ficaram com o meu carro e eu trouxe o Opel deles, carro antigo, herdado do meu irmão quando o gajo ainda não era emigrante (isso foi há uma vida) com mais idade que algumas pessoas jovens que conheço, de dois lugares e já um bocadito cansado.

Considerações a fazer do dito:
- mais limpinho que o meu, é um facto
- direcção assistida apenas quando se vira para o lado esquerdo, porque quando viro para a direita preciso da força de um Golias
- rádio sintonizado numa daquelas estações que passam aquelas músicas conhecidas como "músicas pimba" que por muito que afirmem que não, toda a gente sabe cantar
- não há a 6ª mudança, é escusado procurar
- aquela subida que normalmente faço em 4ª, agora vai em 2ª com sorte
- por muito que carregue a fundo no acelerador, vou demorar 2 dias a ultrapassar aquele camião que ali vai, mais vale ficar quieta

Pai, está na hora de trocar o chaço!


Só me acontece a mim?

Habitualmente vou encher o depósito do carro de gasóleo em bombas manuais, isto é, tenho de sair do carro, escolher a bomba correcta e encher devidamente o depósito. Não custa nada, é fácil.
Ainda hoje, na hora de almoço, lá fui eu encher o depósito da minha viatura, que por essa altura já só se deslocava à base de vapores de gasóleo.
Ora é só a mim que me ocorre, enquanto espero que o depósito encha, "será que estou mesmo a meter gasóleo?" Acho que tenho um trauma, por uma qualquer razão fico com o coração na garganta cada vez que me ocorre "e se me enganei e estou a meter gasolina?"

Não esquecer #290

Fonte: Icanread

terça-feira, 3 de março de 2015

Escobrar: Paradise Lost


"Escobrar: Paradise Lost", baseado numa figura real, é um drama centrado na figura do poderoso narcotraficante Pablo Escobar (o grande Benicio del Toro), para uns um herói que construiu escolas e hospitais, para outros um assassino cruel.
Nick (Josh Hutcherson), um surfista canadiano viaja para Medellín, na Colômbia, com o seu irmão e família para o lugar que pensam ser o paraíso na terra, e apaixona-se por Maria (Claudia Traisac), uma rapariga colombiana, sobrinha de Pablo Escobar. Ao início Nick ainda se deixa cativar por essa grande figura que é Pablo Escobar mas rapidamente se apercebe da teia onde entrou e de onde não poderá sair.
Este filme está longe de ser uma biografia de Escobar, é apenas uma história de amor muito centrada na figura do maior narcotraficante da América nos anos 80, um filme que sabe a pouco, e que ainda assim faz brilhar Benicio del Toro, a alma do filme.
Nick pensa ter encontrado o paraíso quando se junta ao irmão na Colombia. Uma lagoa azul-turquesa, uma praia marfim com ondas perfeitas, um sonho para o jovem surfista canadiano. Aí conhece Maria, uma bela colombiana, por quem se apaixona loucamente. Tudo parece perfeito até ao momento em que Maria lhe apresenta seu tio, Pablo Escobar. No início, Nick deixa-se seduzir pela aura em torno de uma figura tão idolatrada quão odiada, mas aos poucos o sonho vai-se transformando em pesadelo.
Fonte: cinema.sapo.pt
Escobar: Paradise Lost no IMDB.

Encontros do acaso

Ontem, depois de fazer as compras no supermercado, lá ia eu a pensar nas coisas que tinha de fazer enquanto me dirigia ao estacionamento quando cruzei o olhar com uma senhora que subia a passadeira rolante. De óculos, cabelo apanhado, a falar ao telefone, com um ar feliz e despachado a empurrar um carrinho com uma criança que dormia. Eu olhei para ela, ela olhou para mim, olhei de novo e ela disse-me olá e sorriu. Era a enfermeira Marta. É impossível esquecer aquela cara. Fiquei a sorrir durante muito tempo e a pensar como é que ela se lembrava da minha cara. Vi-a apenas durante 3 dias há mais de 9 meses atrás e passam tantas caras naquela Maternidade. Este pequeno encontro deixou-me mesmo feliz.

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

52 coisas em 52 semanas - update à 8ª semana do ano

1 - Correr uma meia maratona - a cumprir o plano de treinos
2 - Ler pelo menos um livro por mês - 2 meses - praticamente no fim do 2º livro - a correr bem
3 - Fechar o planeamento de duas viagens - planeamento de uma a meio
4 - Visitar a Madeira e os primos que lá vivem
5 - Escrever - 1 crónica e meia
6 - Celebrar os aniversários como eles merecem ser comemorados
7 - Não comprar botas novas - até agora consegui cumprir
8 - Perder 4 Kg - 1 down
9 - Visitar uma cidade europeia
10 - Fazer uma viagem em família
11 - Mudar de emprego
12 - Poupar tudo o que conseguir
13 - Não comprar um único livro - até agora consegui cumprir
14 - Reduzir a despesa em supermercado
15 - Beber 2L de água por dia  - até agora consegui cumprir
16 - Fazer 30 anos (parece uma resolução parva mas implica chegar lá)
17 - Ser feliz - working on it
18 - Passar um fim de semana com amigos num qualquer sítio rural deste país
19 - Fazer um vídeo com vídeos e fotos desde que a Leonor nasceu até 1 ano
20 - Ir à missa
21 - Arrumar e organizar o sótão
22 - Jantar com os amigos mais vezes, como antigamente
23 - Ir à Revista e ao Teatro - Portugal à Gargalhada de Felipe La Feria no Politeama
24 - Aprender a desenvolver para iOS - working on it
25 - Organizar o baptizado da Leonor - working on it
26 - Transformar os fins de semana em dias mais produtivos
27 - Tirar mais fotografias com a máquina e menos com o telemóvel
28 - Ouvir mais música
29 - Cultivar a solidariedade - Invisible Children, Contributo para ajudar a Ilha do Fogo depois do vulcão, Donativo para a Operação Nariz Vermelho
30 - Procurar motivação mesmo nas coisas mais chatas
31 - Arriscar
32 - Mais determinação e menos preguiça
33 - Desenvolver a minha app de livros
34 - Vender ou dar o que tenho a mais - já ando a encaixotar
35 - Actualizar a minha música
36 - Organizar o backup de fotografias - Done
37 - Andar mais vezes de salto alto
38 - Não desistir de publicar um artigo
39 - Não desistir dos meus pequenos projectos pessoais
40 - Passar um fim de semana num turismo rural
41 - Planear e projectar
42 - Concretizar
43 - Aproveitar melhor o tempo, especialmente durante a semana
44 - Planear melhor as refeições
45 - Organizar a festa de 1 ano da Leonor
46 - Levar a Leonor a conhecer sítios e lugares
47 - Não esquecer a palavra do ano
48 - Arrumar o armário das caixas de plástico (também conhecidas por tupperwares)
49 - Tentar encaixar mais um desporto
50 - Fazer muitos bolinhos na areia da praia
51 - Aprender a fazer qualquer coisa à mão
52 - Fazer prendas de Natal

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

Modas

Eu cresci numa aldeia onde havia vacas, pessoas que iam com as vacas à ordenha todos os fins de tarde. Passavam em frente à casa da minha avó, onde eu passava as tardes, a caminho da ordenha no seu ritual diário.
Quando eu nasci e a minha avó teve de tomar conta de mim, deixou de ter vacas para ter mais disponibilidade, e dedicou-se unicamente ao cultivo das alfaces, dos feijões, etc e à criação de galinhas e de um porco.
Havia dias que a minha avó me levava à ordenha para eu ver como era o processo do leite. Eu não cresci a achar que o leite vinha do pacote, eu vi desde cedo de onde vinha o leite, conheci de perto a fábrica que mandava buscar aquele leite e o metia dentro dos pacotes. Cresci a conhecer os códigos dos pacotes de leite, onde ele se fazia, que o leite que estava dentro deste pacote era igualzinho ao que estava naquele pacote, só mudava o rolo de cartão.
As vizinhas da minha avó tinham várias vacas e de vez em quando via chegar o inseminador, botas de borracha brancas, bata de plástico, luvas até aos ombros, enfim, toda uma indumentária própria para o propósito que ali o levava.

Ora toda esta conversa para chegar onde?
Ontem, no trajecto trabalho-casa, sendo que o trabalho fica perto da zona universitária, vi passar uma jovem que trazia calçado nada mais nada menos que umas botas de borracha brancas. O que me veio imediatamente à cabeça? "Botas de borracha brancas? Aquela deve ir inseminar vacas..."
A infância no campo tolda a mente a uma pessoa.

Foto: algures da internet

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

Nova série


Começou ontem na Fox Life uma nova série: Empire.
Empire conta a história de Lucious Lyon (Terrence Howard), o bem sucedido produtor musical que, após descobrir a sua doença, tem de escolher qual dos três filhos irá suceder na liderança do seu império. É nessa altura que a sua ex-mulher, Cookie (Taraji P. Henson), sai da prisão mais cedo onde esteve 17 anos devido a tráfico de droga, e aparece a reclamar o que também é seu.
Por trás do drama familiar há todo um jogo de interesses, dinheiro, prestígio, sacrifício e muita música.
Lá por casa, esta série é bem capaz de ter sucesso, agora que outras estão em pausa.

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

Humor

Acho tanta graça ao António Raminhos como a uma batata cozida com a pele.

Sapatos com história


Há dias em que não me apetece botas nem sapatos de salto, apetece-me o conforto das sapatilhas. Calço as Merrell logo de manhã e penso nos quilómetros calcorreados com elas, penso na viagem a Paris e nos 20km por dia a pé feitos com elas, penso na Madeira e os montes que já pisaram, penso em Nova Iorque e no Central Park, penso em Times Square e na Estátuda da Liberdade, na Ellis Island e no Ground Zero.
Estas sapatilhas têm história, têm quilómetros, têm viagens nas solas, têm pensamentos e memórias boas. E logo de manhã sorrio.

Encomendas


Antes de haver Leonor, recebia encomendas com livros e cds. Agora? Agora é isto, meus senhores, menina Leonor monipoliza as encomendas e ora é o DVD da Peppa, livros de histórias, ora são pijamas quentinhos e fofuchos, enfim, é todo um mundo novo!

terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

Portugal à Gargalhada








Fui à revista! Chamem-me démodé, ultrapassada, antiquada, chamem o que quiserem mas eu divirto-me com teatro de revista. A última vez que fui à revista deve ter sido há uns 20 anos, ainda o Parque Mayer não tinha sido comprado pela Bragaparques, havia mais do que uma revista em cena e a revista era um género popular na sociedade. A nata lisboeta encontrava-se no teatro e perdia a pose perante a crítica e o humor da revista.
"Portugal à Gargalhada", de Felipe La Feria, conta com Marina Mota, Joaquim Monchique, Maria João Abreu, José Raposo, Paula Sá e Ricardo Soler no elenco. Eles cantam, eles dançam, eles arrancam sorrisos e gargalhadas.
Vale a pena? Então não vale? Rir, sorrir, cantar e bater palmas faz sempre falta. Ainda que a crítica apregoe que esta não é das revistas mais inspiradas de La Feria, este espectáculo vale bem a pena, qualquer espectáculo do género, que dê trabalho aos nossos actores, músicos e bailarinos, que encha os nossos teatros moribundos, vale sempre a pena.
Uma descrição detalhada de todas as cenas por ser lida aqui.

Fonte das fotos: Público

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

Arrepios



Ouço muitas vezes música em modo shuffle e hoje calhou-me esta na rifa. Quando começam os primeiros acordes pára tudo. Fico com o coração apertadinho. Quando Camané entra em cena arrepia-se-me a pele toda, é a voz, é a letra, é o significado, esta música é tão perfeita que dói.

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

1 ano de Ana


Ana,
Hoje é dia 5 de Fevereiro, o dia do teu 1º aniversário.
Já passou um ano desde aquela madrugada em que recebi uma mensagem do teu pai a dizer "Ela vem aí!" e que dormi nos intervalos das mensagens que íamos trocando.
Foi um ano feliz, não poderia ser de outra forma, uma criança traz sempre alegria, foi um ano cheio de risos de criança, cheio de descobertas, cheio de conquistas, cheio de video calls para te ver crescer, cheio de fotografias enviadas do Vietname para Portugal em segundos.
A tua curiosidade, boa disposição e energia conquistaram-nos desde logo e ainda que só te tenhamos visto, ao vivo e a cores, duas vezes neste ano que passou, é como se estivéssemos juntos todos os dias. Acho que nos conheces, identificas-nos pelas brincadeiras que fazíamos contigo nas férias do Natal em casa dos avós.
A tua cara não engana, és uma asiática com passaporte português. Gostas de ter sempre companhia, de brincar às escondidas, não dormes sem o Becas e já te pões em pé com facilidade. Novas conquistas virão, dia após dia, e nós vamos continuar aqui a assistir à distância e à espera das tuas próximas férias em Portugal.
Parabéns, sobrinha linda!

terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

Séries

Há séries que gosto de ir acompanhando. Ultimamente temos acompanhado estas duas em particular: Tyrant e Forever.
São bastante diferentes uma da outra, e talvez por isso nos prendam, cada uma à sua maneira.
Tyrant terminou agora a primeira season e deixou muita curiosidade para o que aí vem.
Forever continua com os seus episódios misteriosos e deliciosos, semana após semana.
Continuo ainda a ver Revenge, Scandal e Person of Interest que já vão na 4ª season. Claro que não vou vendo sempre que saem episódios novos, mas com os intervalos que fazem no lançamento de novos episódios lá vou conseguindo acompanhar. 


Vinte anos depois da sua "fuga" para os Estados Unidos, Bassam Al Fayeed regressa ao seu país com a esposa e os filhos para o casamento do sobrinho. No evento, o seu pai, o ditador do país, morre e o seu irmão Jamal, que toda a vida foi preparado para esta função, assume o comando de chefe do Governo do país.
No entanto, Bassam não acha que o irmão seja capaz de governar o país, Jamal não tem o respeito do povo, apenas sabe usar a força e o poder. Aquilo que era uma viagem de férias acaba por se tornar numa estadia prolongada da família em Abudeen.



Dr. Henry Morgan é um médico-legista que vive à procura de uma solução para o seu problema: a imortalidade. Henry é uma figura muito caricata, com um poder de observação de detalhe incrível, com um humor muito particular que muito impressiona a sua parceira, a detective Jo Martinez.

Coisas que me irritam #5


Almoçar sozinha.

Fonte: weheartit

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

Saldos?

Não sou fã. Não me perco por uma pechincha. Não gosto de lojas desarrumadas. Não gosto de muita gente junta. Não gosto de comprar só porque até está com um preço em conta. Não compro sem precisar. Não gosto dos saldos.

Nos saldos parece que toda a roupa que estava em armazém desde 1976 vem para as prateleiras e é uma confusão de cores e estilos que ninguém se entende.

Quando o Verão estava a terminar fui à Zara comprar roupa para a pequena Leonor vestir na estação que se avizinhava, pois ela só tinha roupa de Verão. Comprei várias peças, bem bonitas, tudo a combinar em brancos e rosas velhos, ficou uma autêntica boneca. Ora, como seria de esperar, quando vier a próxima Primavera/Verão vou ter de lhe comprar roupa nova, porque a miúda entretanto cresceu e obviamente nada do que tinha lhe serve. Passei na Zara a espreitar a nova colecção, ali meio escondida no meio dos saldos, já a fazer contas e a planear a aquisição de roupa para a criança e qual não é o meu espanto quando vejo rotulada de "nova colecção" uma das camisolinhas que lhe adquiri em Setembro. Fiquei indignada, pronto.


quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

Coisas que me irritam #4

Uma pessoa está ali à porta de casa, uma rua a subir, a fazer inversão de marcha para ir trabalhar, estou com o carro atravessado no meio da estrada a tentar despachar-me o mais depressa possível e vem-me uma alminha a subir a rua e não é capaz de esperar que acabe a manobra para passar. Não. Tem de passar logo. Assim que faço marcha-atrás, quase a completar a manobra de inversão, ainda atravessada na estrada, abre-se um espaço e o gajo arranca, passa por mim e lá vai ele à vida dele. Eu fico a olhar, meio embasbacada com a falta de paciência, cortesia, educação e quiçá de civismo das pessoas que andam na estrada.

terça-feira, 27 de janeiro de 2015

Amesterdão


Já não falta tudo! Estou na fase do planeamento. Há por aí boas sugestões e dicas?

Fonte da imagem: Viajante Abreu

Ai Janeiro, Janeiro


Sou só eu que acho Janeiro um mês gigante, que parece que não chega ao fim?

terça-feira, 20 de janeiro de 2015

52 coisas em 52 semanas


O início de um novo ano vem sempre acompanhado de decisões, promessas, objectivos escritos. Tenho vindo a criar esta lista já há algum tempo e agora que a completei apetece-me partilhá-la. No próximo ano por esta altura hei-de fazer o balanço de tanta resolução.

Para 2015 esta é a minha lista:
1 - Correr uma meia maratona
2 - Ler pelo menos um livro por mês
3 - Fechar o planeamento de duas viagens
4 - Visitar a Madeira e os primos que lá vivem
5 - Escrever
6 - Celebrar os aniversários como eles merecem ser comemorados
7 - Não comprar botas novas
8 - Perder 4 Kg
9 - Visitar uma cidade europeia
10 - Fazer uma viagem em família
11 - Mudar de emprego
12 - Poupar tudo o que conseguir
13 - Não comprar um único livro
14 - Reduzir a despesa em supermercado
15 - Beber 2L de água por dia
16 - Fazer 30 anos (parece uma resolução parva mas implica chegar lá)
17 - Ser feliz
18 - Passar um fim de semana com amigos num qualquer sítio rural deste país
19 - Fazer um vídeo com vídeos e fotos desde que a Leonor nasceu até 1 ano
20 - Ir à missa
21 - Arrumar e organizar o sótão
22 - Jantar com os amigos mais vezes, como antigamente
23 - Ir à Revista e ao Teatro
24 - Aprender a desenvolver para iOS
25 - Organizar o baptizado da Leonor
26 - Transformar os fins de semana em dias mais produtivos
27 - Tirar mais fotografias com a máquina e menos com o telemóvel
28 - Ouvir mais música
29 - Cultivar a solidariedade
30 - Procurar motivação mesmo nas coisas mais chatas
31 - Arriscar
32 - Mais determinação e menos preguiça
33 - Desenvolver a minha app de livros
34 - Vender ou dar o que tenho a mais
35 - Actualizar a minha música
36 - Organizar o backup de fotografias
37 - Andar mais vezes de salto alto
38 - Não desistir de publicar um artigo
39 - Não desistir dos meus pequenos projectos pessoais
40 - Passar um fim de semana num turismo rural
41 - Planear e projectar
42 - Concretizar
43 - Aproveitar melhor o tempo, especialmente durante a semana
44 - Planear melhor as refeições
45 - Organizar a festa de 1 ano da Leonor
46 - Levar a Leonor a conhecer sítios e lugares
47 - Não esquecer a palavra do ano
48 - Arrumar o armário das caixas de plástico (também conhecidas por tupperwares)
49 - Tentar encaixar mais um desporto
50 - Fazer muitos bolinhos na areia da praia
51 - Aprender a fazer qualquer coisa à mão
52 - Fazer prendas de Natal

Fonte da imagem: aqui

Dilema


Almoçar sozinha no Centro Comercial coloca-me perante o dilema de escolher uma conversa para ouvir, a das duas irmãs em que um marido foi viajar e a família dele nem sequer ligou a perguntar se chegou bem ou os dois amigos cuja primeira frase que ouço é "fogo, isso foi há 20 anos!"

Fonte da imagem: weheartit

sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

É todo um regresso ao passado

Onze anos depois voltei ao dentista para meter novo aparelho. Desta vez foi só em cima, não apanha todos os dentes (os mais de trás ficaram de fora desta vez) mas continua a ser extremamente incomodativo. Cada vez que tento comer algo mais rijo lembro-me da semana que passei há 11 anos a comer nestum e papa cerelac.
Em 11 anos aconteceu muita coisa mas não me esqueci do que passei por ter decidido alinhar os dentes. Adorei o resultado final, de tal maneira que a partir da primeira semana com aparelho já os dentes pareciam alinhados e eu ria-me com os dentes todos. Nessa altura teve a agravante de ter arrancado dois dentes no mesmo dia que me meteram o aparelho, para ter espaço. Desta vez espero que as dores sejam menos intensas porque acabo de descobrir que não tenho benuron em casa...

quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

Se fosse eu a mandar nisto tudo


O café serve-se cheio sem chávena aquecida.
As leggings não se combinam com camisolas curtas.
Os horários cumprem-se e as pessoas chegam a horas.
As pessoas cumprem aquilo que prometem e a palavra vale mais que tudo.
Os concursos para melhores empregos do mundo, concursos fotográficos, concursos de escrita, e outros que tais não passam pelo número de Likes no Facebook.
Os políticos são pessoas como as outras e não estão acima da lei.
Os apertos de mão dão-se com a mão firme, é chato parecer que estamos a apertar a mão a um polvo.
As empresas respondem quando enviamos um CV, uma proposta ou algo do género, mesmo que seja para nos dizer que não precisam de nós.
Os sapatos são bens essenciais, ainda que passem a maior parte do tempo no armário.
Os relógios nunca são demais e a hora de Verão/Inverno não faz sentido.
Os animais de estimação são como os filhos, fazem parte da família e não se abandonam quando não dá jeito tê-los em casa.
À mesa as pessoas conversam.
As famílias com filhos têm tempo para brincar com eles.
Os livros estimam-se.

Fonte da imagem: weheartit




segunda-feira, 12 de janeiro de 2015

Taken


Bryan Mills (Liam Neeson) é um ex-espião, divorciado, que permite que a sua filha Kim vá passar uns dias a Paris com a amiga Amanda. Quando Bryan consegue falar com a sua filha para saber se está tudo bem em Paris, assiste, por telefone, ao rapto da filha. Bryan mexe todos os seus contactos enquanto ex-espião e parte para Paris em busca da sua filha.
Em Taken há muitas cenas violentas, muitos tiros, muita porrada, perseguições, mas há uma história coerente, o que transforma o filme num thriller que os fãs do género devem ver.

Kim, uma jovem com dezassete anos, é o orgulho do pai, o ex-agente secreto Bryan Mills, que se reformou para estar junto da filha na Califórnia, onde esta vive com a mãe e o abastado padrasto. Decidida em fazer uma viagem a Paris na companhia da sua amiga Amanda, Kim convence o pai a assinar a autorização. À chegada, as duas raparigas partilham um táxi com o desconhecido Peter e Amanda revela-lhe que estão sozinhas em Paris. Quando, Bryan telefona para saber como estão as coisas, Kim diz-lhe que foram raptadas por um bando de albaneses dedicado ao tráfico de jovens mulheres. Bryan promete matar os responsáveis e parte imediatamente para Paris na senda dos criminosos para libertar a filha.
Fonte: cinema.sapo.pt
Taken no IMDB.

7 Pecados Rurais


Comédia protagonizada pelos tão conhecidos Quim Roscas e Zeca Estacionâncio de Curral de Moinas, 7 Pecados Rurais é um filme que pretende fazer rir, o que está garantido em algumas cenas mas noutras conseguem apenas um certo nível de brejeirice.
Neste filme realizado por Nicolau Breyner (também ele actor neste filme), podemos acompanhar a vida desta dupla durante as festas da aldeia após um incidente inesperado.
É um filme mediano, nada de muito especial mas que em algumas situações atinge o objectivo de fazer rir.
Quim e Zé vão buscar duas primas afastadas de Lisboa, que pretendem reviver o Verão louco de há dois anos em Curral de Moinas, mas esbardalham-se fatalmente num rebanho de ovelhas. Quando chegam ao Céu, Deus oferece-lhes uma segunda oportunidade de voltar a Curral de Moinas. Terão de lhe provar que abdicarão de uma vida amoral e libertina, renunciando aos sete pecados capitais: luxúria, gula, ira, inveja, avareza, soberba e preguiça. Isto, por si, já seria um desafio quase impossível mas, para tornar tudo mais animado, cada vez que Quim e Zé vacilam perante o pecado são chamados “lá acima” ou vem Deus “cá abaixo”. Será que Quim e Zé resistem à avalanche de tentações que lhes são oferecidas?
Fonte: cinema.sapo.pt
7 Pecados Rurais no IMDB.

sábado, 10 de janeiro de 2015

Son of God


A história da vida de Jesus (Diogo Morgado) é-nos contada através de muitas das parábolas que ouvimos em pequenos na catequese, que conhecemos dos livros ou, em último caso, de ouvir falar.
Desde o nascimento, passando pela crussificação e culminando na ressurreição, é-nos dada a conhecer a vida de Jesus com o detalhe adequado.
Son of God é a versão cinematográfica da série The Bible, que alcançou um elevado patamar de sucesso.
Com o português Diogo Morgado à frente dum importante elenco internacional, o filme relata-nos a vida pública de Jesus até à sua morte na cruz e posterior ressurreicão. Um retrato fiel da vida de Jesus, com uma fidelidade que só a fé partilhada pelos produtores pode garantir.
Fonte: cinema.sapo.pt
Son of God no IMDB.