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Jane, interpretada por Meryl Streep, é uma mãe de três filhos, divorciada de Jake (Alec Baldwin) que dirige um restaurante com sucesso. Quando se apercebe está a ter um caso com o seu ex-marido e pai dos 3 filhos, que ficam chocados quando descobrem. No meio desta história entra ainda Adam (Steve Martin) , o arquitecto que está a desenhar o projecto da nova cozinha de Jane. Uma comédia romântica cheia de momentos de humor com temáticas como o casamento, a infidelidade, a maturidade, a idade adulta, a solidão, a irreverência e a emancipação dos filhos. Meryl Streep está muito bem, como em todos os filmes que faz, assim como os "seus" homens Steve e Alec. Jane, mãe de três filhos já crescidos, proprietária de um restaurante / confeitaria em Santa Barbara, tem uma relação amigável com o seu ex-marido, o advogado Jake. Mas quando Jane e Jake se encontram fora da cidade, por ocasião da cerimónia de final de curso do seu filho, as coisas começam a complicar-se. Uma inocente refeição a dois transforma-se no inimaginável: um caso. Com Jake casado com a jovem Agness, Jane é agora "a outra mulher". Apanhado no meio do renovado romance está Adam, um arquitecto contratado para remodelar a cozinha de Jane. Ele próprio em recuperação de um sofrido divórcio, apaixona-se por Jane, mas rapidamente se apercebe que faz parte de um triângulo amoroso. Devem Jane e Jake prosseguir com as suas vidas ou é o amor de facto mais belo numa segunda oportunidade? Certo, certo é que Amar… É Complicado!
Naquelas promessas de início de ano, prometi não comprar livros de lazer para mim durante este ano, a menos que lesse os que tenho todos por ler (o que é absolutamente impossível de acontecer). Bem, como não os posso comprar, que eu não gosto de faltar às minhas promessas, participo em concursos onde os possa ganhar. Ao fim de meia dúzia de concursos, consegui ganhar o livro "O Museu da Inocência" de Orhan Pamuk em Estante de Livros. Que boa maneira de começar uma semana que se avista difícil e aborrecida, como as últimas 15.
Grown-ups never understand anything for themselves, and it is tiresome for children to be always and forever explaining things to them.

E começa o 3º trimestre, é o esforço final deste ano. Vai durar até ao finalzinho de Julho, sempre com aulas às 8h30 ao sábado, tendo em conta que a disciplina dada a essa hora será Direito da Concorrência. Este sim, vai ser o grande sacrifício. Coragem que para a frente é que é caminho!
Se tudo correr conforme o previsto, dentro de 3 semanas hei-de visitar a Irlanda de Oscar Wilde, de Pierce Brosnan, de Colin Farrel, dos U2, dos Snow Patrol, dos The Corrs, dos The Cranberries, dos Westlife, do Chris de Burgh, da Guiness, dos castelos, dos pubs e de muitos outros. Agora acho que vou ali ouvir Sunday Bloody Sunday dos U2.
O CD deste mês foi mais ou menos um tiro no escuro, apenas ouvi uma música do álbum que é aquela que passa na rádio. No entanto, quando o fui comprar, ouvi 3 músicas assim em jeito de fast forward e gostei do som. Gosto de ouvir Tiago Bettencourt desde que ele apareceu a encabeçar os Toranja, com aquela música, "A Carta" que me faz voar até ao ano de 2004 na minha primeira Queima das Fitas. Ouvíamos muito essa música e, na minha cabeça, marcou essa etapa das nossas vidas, enquanto caloiros quase a terminar o 1ºano do curso.
Chego eu estoirada de um fim de semana radical e o que encontro ao chegar a casa? Uma prenda e o meu carro lavado.Edição especial em 4 CD das divas do fado português. Reune 32 artistas em 76 canções com as vozes mais emblemáticas como Joana Amendoeira, Aldina Duarte, Dulce Pontes, Ana Sofia Varela, Maria Teresa Noronha, Amália Rodrigues, Maria da Fé, Celeste Rodrigues entre tantas outras. Esta edição contém uma narrativa dos jormnalistas Nuno Lopes e Manuel Halpern em bilingue (português/inglês).