segunda-feira, 28 de dezembro de 2015

52 coisas em 52 semanas - conclusão

1 - Correr uma meia maratona

2 - Ler pelo menos um livro por mês

3 - Fechar o planeamento de duas viagens


4 - Visitar a Madeira e os primos que lá vivem

5 - Escrever

6 - Celebrar os aniversários como eles merecem ser comemorados
 

7 - Não comprar botas novas

8 - Perder 4 Kg

9 - Visitar uma cidade europeia

10 - Fazer uma viagem em família

11 - Mudar de emprego

12 - Poupar tudo o que conseguir

13 - Não comprar um único livro

14 - Reduzir a despesa em supermercado


15 - Beber 2L de água por dia


16 - Fazer 30 anos

17 - Ser feliz

18 - Passar um fim de semana com amigos num qualquer sítio rural deste país


19 - Fazer um vídeo com vídeos e fotos desde que a Leonor nasceu até 1 ano

20 - Ir à missa

21 - Arrumar e organizar o sótão


22 - Jantar com os amigos mais vezes, como antigamente


23 - Ir à Revista e ao Teatro


24 - Aprender a desenvolver para iOS

25 - Organizar o baptizado da Leonor

26 - Transformar os fins de semana em dias mais produtivos

27 - Tirar mais fotografias com a máquina e menos com o telemóvel

28 - Ouvir mais música

29 - Cultivar a solidariedade

30 - Procurar motivação mesmo nas coisas mais chatas

31 - Arriscar

32 - Mais determinação e menos preguiça

33 - Desenvolver a minha app de livros

34 - Vender ou dar o que tenho a mais

35 - Actualizar a minha música

36 - Organizar o backup de fotografias

37 - Andar mais vezes de salto alto

38 - Não desistir de publicar um artigo

39 - Não desistir dos meus pequenos projectos pessoais

40 - Passar um fim de semana num turismo rural

41 - Planear e projectar

42 - Concretizar

43 - Aproveitar melhor o tempo, especialmente durante a semana

44 - Planear melhor as refeições

45 - Organizar a festa de 1 ano da Leonor 

46 - Levar a Leonor a conhecer sítios e lugares


47 - Não esquecer a palavra do ano

48 - Arrumar o armário das caixas de plástico (também conhecidas por tupperwares)

49 - Tentar encaixar mais um desporto

50 - Fazer muitos bolinhos na areia da praia

51 - Aprender a fazer qualquer coisa à mão

52 - Fazer prendas de Natal

(Balanço: 31/52)

terça-feira, 22 de dezembro de 2015

No Escape


Jack Dwyer (Owen Wilson) viaja com a sua esposa Annie (Lake Bell) e as duas filhas Lucy e Beeze para um país do sudeste asiático em busca de um melhor emprego. No entanto, não contavam encontrar à chegada uma autêntica guerra civil tendo como alvo todos os estrangeiros e em particular Jack que seria o novo funcionário da empresa das águas. É preciso salvar-se a si e à sua família, sair daquele país em guerra e pedir asilo no Vietname mas como poderão levar a cabo essa árdua tarefa se em todo o lado há perigosos rebeldes à espreita?
Habituada a ver Owen Wilson a fazer papeis medianos em filmes de comédia, foi com grande surpresa que assisti à qualidade da sua representação.
É um filme de carácter muito violento, especialmente por ter uma família envolvida, é tenso e uma pessoa chega ao fim convicta que viu um bom filme mas cansada com tantos momentos tensos e violentos.
Um empresário americano, juntamente com com a sua família, recomeça a vida num país do sudeste asiático. Quando lá chegam, dão por si no centro de uma violenta revolta política, e quando a cidade sofre um impiedoso ataque por parte dos rebeldes, eles são obrigados a encontrar desesperadamente uma forma de fugir em segurança.
Fonte: mag.sapo.pt
No Escape no IMDB.

sexta-feira, 11 de dezembro de 2015

Tag "10 Factos Estranhos sobre Mim"

A Cat nomeou-me para indicar 10 factos estranhos sobre mim. Acho que tenho de reflectir bem nisto, porque na verdade eu acho que sou normal, e independentemente de fazer coisas que aos outros parecem estranhas, para mim são normais.
Vamos lá ver se me sai alguma coisa.

1. Calço sempre primeiro o sapato/sapatilha/bota esquerda e só depois a direita, sempre.

2. Adoro comprar prendas para as pessoas que gosto, passo tempo a pesquisar uma prenda que acho que a pessoa vai gostar.

3. Não saio de casa sem o telemóvel, não me consigo desligar do mundo assim de qualquer maneira. E se tenho uma emergência e preciso de ligar a pedir ajuda? Não consigo, pronto.

4. Sou uma pessoa de listas, faço listas para tudo e mais alguma coisa e daí ter inúmeros papéis soltos dentro do meu bloco de notas que me acompanha todos os dias.

5. Dá-me imenso gosto emprestar os meus livros.

6. Não gosto de deixar um livro a meio, mesmo que não esteja a gostar nadinha dele.

7. Não gosto de muita gente junta por isso evito estádios de futebol em dia de jogo e centros comerciais ao fim de semana na época do Natal.

8. Gostava de ter várias vidas para as viver de formas diferentes, fazer escolhas diferentes e saber o resultado.

9. Gosto muito de comprar sapatos de salto alto mas é raro andar com eles, já perdi esta mania de gastar dinheiro desnecessariamente.

10. Sou desconfiada por natureza, desconfio, faço filmes, imagino, por isso é difícil enganarem-me porque antevejo muitas coisas.

sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

White House Down



John Cale (Channing Tatum) é um polícia que aspira um emprego nos Serviços Secretos de Protecção ao Presidente dos EUA James Sawyer (Jamie Foxx). Depois de ser entrevistado e ser recusado para o emprego faz uma visita à Casa Branca para não decepcionar tanto a sua filha Emily (Joey King). Durante a visita há um ataque à Casa Branca e John vê-se involuntariamente no papel de protector do Presidente e ao mesmo tempo tem de salvar a sua filha que está refém dos atacantes. Um filme com muita acção, cenas exageradas mas que vale a pena assistir.
John Cale, polícia do Capitólio, acaba de ver recusado o seu emprego de sonho nos Serviços Secretos de Proteção ao Presidente James Sawyer). Para não deixar a sua filha decepcionada com esta notícia, John leva-a a visitar a Casa Branca, mas o local é tomado por um grupo paramilitar fortemente armado. Agora, com o Governo num caos e com o tempo a esgotar-se, cabe a Cale salvar o Presidente, a sua filha e o País.
Fonte: mag.sapo.pt
White House Down no IMDB.

Eu já fui... #4

Eu já fui uma pessoa que saía sempre à sexta feira à noite, fosse só para beber café com os amigos, fosse para uma jantarada mais demorada, mas não havia ninguém que me apanhasse em casa à sexta à noite. Hoje em dia saio às vezes à sexta para jantar fora ou em casa de amigos mas volto cedo que a pingarelha não se aguenta muito para lá das 10 da noite.

quinta-feira, 3 de dezembro de 2015

Eu já fui... #3

Eu já fui uma pessoa com muito tempo para escrever. Agora acontece nas horas vagas que me sobram das horas vagas que só se chamam horas vagas porque não são de trabalho pago, mas são todo um trabalho paralelo que ser "dona de casa" e "mãe da Leonor" implica. Resumindo e concluindo, pouco sobra para escrever com tempo e fluidez.

quarta-feira, 2 de dezembro de 2015

Eu já fui... #2

Eu já fui uma pessoa que corria 2 ou 3 vezes por semana. Depois passou-me. Falhei o objectivo da Meia Maratona porque foi no dia a seguir ao baptizado da mai' nova e foi um dia muito cansativo e simplesmente desisti das corridas. Falta-me um objectivo (e tempo também vá).

terça-feira, 1 de dezembro de 2015

Eu já fui... #1

Eu já fui uma pessoa que lia livros de empreitada. Agora só os transporto de um lado para o outro...

segunda-feira, 23 de novembro de 2015

Spots de rádio que me tiram do sério

Novo Banco
A maior parte dos anúncios deste banco irrita-me. Peço desculpa à agência que trata da comunicação deles mas...não são nada bons!
Este novo anúncio sobre a domiciliação do ordenado ter como oferta uma viagem a Madrid ou Roma, aquela mistura de português com espanhol ou italiano, dependendo do destino, é tão forçado que me dói a alma de cada vez que passa no rádio.

quarta-feira, 18 de novembro de 2015

Ronaldo



Ganhei um bilhete para a estreia de um documentário há muito falado, o que retrata a vida de Ronaldo, o nosso melhor do mundo. O documentário fala disso mesmo, da vida de Ronaldo desde que ainda vivia na Madeira, o seu percurso vencedor, a relação com o pai alcóolico, o exemplo que não quer seguir enquanto pai e a sua relação com o pequeno Cristianinho. Fundamentalistos à parte, admiro-o enquanto pessoa e profissional, se é vaidoso, é, ele pode. O testemunho do irmão, Hugo Aveiro, recuperado de um passado de álcool, conta como Ronaldo o ajudou quando Hugo decidiu "endireitar-se" e largar os vícios. A mãe é todo um orgulho naquele filho que saiu da Madeira para o mundo e marcou a história do futebol para sempre.
Dos criadores dos documentários sobre Ayrton Senna e Amy Winehouse, "Ronaldo, O Filme" narra a história de Cristiano Ronaldo com acesso à vida privada do jogador de futebol mais conhecido de sempre. Através de conversas e imagens de inéditas, o filme oferece uma visão surpreendente da vida desportiva e pessoal de Cristiano Ronaldo.
Fonte: mag.cinema.pt
Ronaldo no IMDB.

sexta-feira, 13 de novembro de 2015

Socorro, estou a tornar-me na minha mãe

Ontem preparei a base do caldo verde, cozinhei e cortei o chouriço para o dito, fiz uma panelada de moelas, fiz paté de atum, cortei chouriço para as bruschetas, fiz salada de orelha de porco, preparei a sobremesa que ficou apenas a precisar de uns 20 minutos de forno, preparei a mesa e arrumei a casa toda para receber as visitas. Fiz tudo de véspera, antevendo a falta de tempo hoje para tudo o que me propunha, antevendo que hoje apenas teria tempo para compras de última hora e dar toques finais no repasto, antevendo que vou às compras com uma criança de 18 meses atracada a mim. Caraças, estou a transformar-me na minha mãe.

Vou sempre queixar-me da falta de tempo

Vinte e quatro horas inteirinhas, para mim, é pouco para um dia só. Em dias como os de hoje, em que quero juntar aqueles amigos que escolhi como família emprestada nesta cidade também emprestada, em que quero cozinhar com gosto para 12 pessoas, em que quero reunir sorrisos, promessas e desejos, em que quero sair do trabalho, apanhar a miúda na escola, fazer as últimas compras e começar a empreitada que é cozinhar para aquele bando de gente que eu gosto com uma miúda agarrada às minhas pernas a chamar-me a cada 30 segundos, vinte e quatro horas não chegam. A quem dirijo o pedido de acrescentar mais horas ao dia?

quinta-feira, 12 de novembro de 2015

Anjinhos de Natal - Exército de Salvação


Hoje enviei o meu presente para a causa dos Anjinhos do Natal do Exército de Salvação. O Anjinho que me foi atribuído pediu um Nenuco e eu fiz-lhe a vontade, claro. Conforme mandam as regras, comprei-lhe também uma roupa, foi o conjunto completo: calções, meias calças, camisola e casaquinho. Vai ficar uma boneca, com certeza! Alegra-me muito saber que esta criança terá estes presentes na noite de Natal, e que apesar das dificuldades terá uma noite mais feliz. Todas as crianças deviam ter um presente no Natal.

Agora a minha recomendação: devia haver em todas as cidades (pelo menos as capitais de distrito) do nosso país pontos de recolha destes presentes para os Anjinhos do Natal, porque enviar a encomenda pelo correio custou quase o valor do Nenuco. Portugal não é só Lisboa e Porto, e tenho a certeza que há pelo país fora muitas pessoas solidárias com esta causa pagando uma exorbitância pelo envio dos presentes quando poderia haver mais pontos de recolha.



quinta-feira, 5 de novembro de 2015

Spots de rádio que me tiram do sério

Aquele anúncio do Antigripine que tem passado nos últimos dias na Rádio Comercial a propósito desta época propícia para as constipações e gripe tira-me do sério. A arrogância com que a miúda fala para a mãe cheia de gripe enerva-me, enerva-me primeiro que tenham feito um anúncio em que parece que a miúda é que manda na mãe (e não me venham dizer que essa é a nossa realidade em muitos casos que isso não é razão para darmos esse mau exemplo em anúncios de rádio), enerva-me que a mãe continue a falar para a miúda de forma condescendente, enerva-me tudo neste anúncio. Dá vontade de pregar um estalo na pequena e dizer "agora sossegas aí e não vais a festa nenhuma que é para aprenderes a não ter esse feitio!"

Coisas que me irritam #12

No meu caminho para casa depois de fazer uns recados, passei em frente a uma escola e dois colégios em hora de saída. Na escola tive de lidar com miúdas a atravessar a passadeira sem olhar, nos colégios tive de levar com carros estacionados em cima de passeios, em segunda e terceira fila porque todos os paizinhos querem apanhar os filhos na porta da escola, a condicionar o trânsito de uma maneira que nem para trás nem para a frente. Há mesmo necessidade de ir buscar os miúdos de carro ao portão? Só não vão com o carro dentro da sala porque não passa na porta senão tenho a certeza que entrariam. Podiam estacionar correctamente, mais longe, e ir a pé buscá-los à porta, mas não era a mesma coisa. Que Deus me livre e guarde de um dia ser assim.

Coisas que me irritam #11

Num percurso que tive de fazer há uns dias passei em frente a uma escola secundária em hora de saída. Sou uma pessoa que tem cuidado na estrada, que vai atenta às passadeiras, que abranda em zonas escolares mas sei bem que nem toda a gente o faz e há por aí muito "fangio" que não pára em passadeiras. Ora ia eu na tranquilidade da minha condução, cheia de vagar, e vejo três miúdas a fazerem-se à passadeira. É que nem olharam para um lado e para o outro. Meteram o pé à estrada, assim mesmo, sem qualquer precaução, sem pensarem que há pessoas que não páram nas passadeiras e que às vezes àquela hora do lusco-fusco em que já é quase de noite mas as luzes da rua ainda não acenderam quem conduz não vê muito bem quem vai nos passeios. Depois admiram-se que há atropelamentos e isto incomoda-me. Incomoda-me que não se preocupem com a sua integridade física, incomoda-me que pensem que as coisas acontecem só aos outros, incomoda-me porque não será certamente falta de aviso por parte dos pais, é apenas um desleixo e uma distracção própria dos adolescentes, essa faixa etária que me assusta e preocupa.

segunda-feira, 2 de novembro de 2015

Dallas Buyer Club


Ron Woodroof (Matthew McConaughey), um típico cowboy do Texas, descobre em 1985 que tem HIV numa altura em que se achava que o vírus era coisa de homossexual e os médicos dão-lhe 30 dias de vida.
Com dificuldades de acesso aos fármacos experimentais da altura, Ron decide procurar por sua conta e risco os medicamentos que poderão ajudá-lo a viver mais tempo e ajudar um grupo de pessoas que se encontram na mesma situação, e, claro, fazer dinheiro com isso. Para tal conta com Rayon (Jared Leto), um transsexual toxicodependente, de quem acaba por ficar amigo. Este filme tem um argumento duro, inspirado em factos reais, que nos mostra o desespero de Ron quando várias portas se fecham e ele luta contra o tempo e contra os efeitos do vírus.
Ron Woodroof é um cowboy do Texas cuja vida sofre uma reviravolta quando em 1985 é-lhe diagnosticado o vírus da SIDA e dado 30 dias de vida. Vivem-se os primeiros momentos desta epidemia e os EUA estão divididos sobre como combater o vírus. Ostracizado por muitos dos seus antigos amigos e sem acesso a medicamentos eficazes comparticipados pelo governo, Ron decide tomar conta do assunto e procurar tratamentos alternativos em qualquer parte do mundo por meios legais ou ilegais. Ignorando as regras estabelecidas, o empreendedor Woodroof une forças com um improvável grupo de renegados e marginalizados - que ele próprio teria evitado no passado - e estabelece um "clube de compradores" de enorme sucesso. A sua luta pela dignidade e aceitação é uma história original, inspirada em fatos verídicos, sobre o poder transformador da resiliência.
Fonte: mag.sapo.pt
Dallas Buyer Club no IMDB.