sexta-feira, 27 de maio de 2016
quarta-feira, 25 de maio de 2016
2016 - Abril
Arrumar
O mês de Abril foi claramente de arrumações, foram caixotes e caixotes que permaneciam na garagem à espera de vez que foram sendo arrumados devagarinho nos devidos lugares.
Arrumei ainda com algumas questões que ainda me faziam comichão.
O mês de Abril foi claramente de arrumações, foram caixotes e caixotes que permaneciam na garagem à espera de vez que foram sendo arrumados devagarinho nos devidos lugares.
Arrumei ainda com algumas questões que ainda me faziam comichão.
Arrumei e arrumei-me.
quinta-feira, 21 de abril de 2016
domingo, 17 de abril de 2016
Still Alice
Alice Howland (Julianne Moore) é uma famosa professora de linguística, que começa a notar alguns problemas de memória, começam-lhe a falhar as palavras, o seu objecto de estudo de tantos anos.
Aos poucos Alice apercebe-se que algo não está bem e é-lhe diagnosticada Alzheimer aos 50 anos de idade.
O estado de Alice deteriora-se de dia para dia e é comovente ver como a família, e especialmente ela própria, luta para se manter a Alice que sempre foi.
Aterrador e comovente, são as melhores palavras para definir este filme.
Alice Howland, uma mulher de 50 anos, com um casamento feliz e três filhos já adultos, é uma reconhecida professora universitária de linguistica que começa a esquecer palavras... Quando lhe são diagnosticados sinais prematuros de Alzheimer, Alice e a sua família vêm os seus laços arduamente testados. A luta de Alice para manter a ligação à pessoa que sempre foi é assustadora, comovente e inspiradora.Fonte: mag.sapo.pt
Still Alice no IMDB.
sexta-feira, 15 de abril de 2016
Gone Girl
Um filme inesperado, é assim que me apraz classificar "Gone Girl". Nick Dunne (Ben Affleck) e Amy (Rosamund Pike) vivem há 5 anos um casamento que está longe de ser um sonho, os problemas financeiros, a inércia e a falta de objectivos tornou aquele casamento numa sombra daquilo que um dia foi, em tempos longínquos.
Há um dia que Amy desaparece e Nick vê-se a braços com todo um conjunto de acusações contra a sua "perfeita" esposa juntamente com uma exposição mediática fora de comum.
É de facto um filme surpreendente, bem construído e com boas interpretações.
No quinto aniversário de casamento, Nick Dunne relata que a sua bela esposa, Amy, desapareceu. Sob a pressão da polícia e com um barulho ensurdecedor causado pelos media, o retrato da união feliz de Nick e Amy começa a desmoronar-se. Rapidamente, as mentiras, os enganos e os comportamentos estranhos de Nick fazem com que todos questionem: Será que Nick Dunne matou a sua mulher?
Fonte: mag.sapo.pt
Gone Girl no IMDB.
terça-feira, 12 de abril de 2016
Um Casamento de Sonho, de Domingos Amaral
Este livro de Domingos Amaral retrata a violenta crise económica que se abateu sobre Portugal e sobre a Europa no início da década de 2000. Um grupo de amigos bem posicionados socialmente e com uma almofada financeira bastante boa vê-se a braços com um aglomerado de dívidas e dúvidas que se propagam além da conta bancária e afectam a vida pessoal e social do grupo.
Viver acima das possibilidades (com o patrocínio da banca), ou não saber descer de nível de vida quando foi preciso, foi um claro erro de muitos portugueses que contraíram dívidas astronómicas e viram a vida que tinham esfumar-se.
O livro mostra-nos uma perspectiva interessante (e quiçá um pouco exagerada) da realidade que foi lidar com a crise nas famílias mais abastadas e que só tomaram consciência que esta estava instalada quando já não conseguiam pagar as contas e tiveram de começar a vender o património.
Quando na economia crescem as dívidas, no amor crescem as dúvidas. Foi a crise económica a culpada do falhanço do casamento de Leonardo e Constança, ou havia razões mais profundas e secretas? Confrontado com a notícia de um terrível acidente no Brasil, onde estão Constança e os seus filhos, Rita e Leonardinho, o melhor amigo de Leonardo vai acompanhá-lo numa difícil viagem à Baía. É durante esse voo que Rafael se irá recordar de como tudo começou, com a majestosa festa de casamento dos seus amigos, na quinta da família de Constança, no ano de 1998. Quase vinte anos de memórias da vida de um grupo de amigos são percorridos, desde os tempos em que eram mais novos e acabados de se formar nas universidades, passando pelos casamentos e pelos nascimentos dos filhos, pela época eufórica em que o futuro era risonho e todos viviam bem, moravam em excelentes casas e viajavam pelo mundo felizes, até aos dias em que a felicidade começou a ruir, os casamentos a falhar, as traições a surgir, e a crise económica a gerar falências, dívidas e desilusões.Fonte: fnac.pt
2016 - Março
Visitar
Apesar de Março ser o mês de visitar, apenas fomos visitar os primos da Madeira. Desde que os primos assentaram arraiais na nossa pérola atlântica, long long time ago, que não falhamos a visita anual, são visitas quase de médico, ir agora e vir daqui a pouco, mas são quebras de rotina muito saudáveis, tanto para nós, como para os miúdos que adoraram encontrar-se, correr e brincar. Pela primeira vez achei a Madeira com uma temperatura muito baixinha, vesti-me como no continente e nunca tive uma pontinha de calor. E que saudades eu tinha de uma ponchinha na Serra d'Agua...
Apesar de Março ser o mês de visitar, apenas fomos visitar os primos da Madeira. Desde que os primos assentaram arraiais na nossa pérola atlântica, long long time ago, que não falhamos a visita anual, são visitas quase de médico, ir agora e vir daqui a pouco, mas são quebras de rotina muito saudáveis, tanto para nós, como para os miúdos que adoraram encontrar-se, correr e brincar. Pela primeira vez achei a Madeira com uma temperatura muito baixinha, vesti-me como no continente e nunca tive uma pontinha de calor. E que saudades eu tinha de uma ponchinha na Serra d'Agua...
quarta-feira, 30 de março de 2016
Já dei sangue!
E já foi há uma semana!
Update: acabei de receber uma SMS a informar-me que o sangue que dei já foi utilizado num paciente. É ou não é um motivo para ficar a sorrir? Daqui a uns meses estou lá outra vez...
quarta-feira, 23 de março de 2016
A porteira, a madame e outras histórias de portugueses em França, de Joana Carvalho Fernandes
Histórias de pessoas de emigraram numa época tão difícil como foi o pré-25 de Abril ou mesmo histórias dos que, nos dias que correm, tiveram de largar tudo e fazer frente a uma crise que não pediram são histórias que me tocam, que mexem comigo. A coragem, a força de vontade, e o risco que correm faz-me admirar estas pessoas cada vez mais,
Este livro conta-nos histórias verdadeiras de portugueses que saíram de Portugal por força das circunstâncias e que, à sua maneira, venceram. Venceram o medo, as dificuldades, venceram-se a si próprios. É uma leitura que recomendo, sem dúvida, e que se faz de um só fôlego.
França é o país estrangeiro onde vivem mais portugueses. São quase 600 mil. Se contarmos com os descendentes, são mais de um milhão. Este livro dá rostos a esses números: conta histórias dos que partiram para combater na Primeira Guerra e decidiram ficar, dos que fugiram da ditadura, da miséria e da Guerra Colonial e não voltaram, e dos que deixaram o Portugal da Troika.Fonte: fnac.pt
quinta-feira, 17 de março de 2016
O Coro dos Defuntos, de António Tavares
"O Coro dos Defuntos", de António Tavares, sagrou-se vencedor do Prémio Leya em 2015 e, como tenho lido todos os vencedores de edições anteriores, não poderia deixar passar este em branco.
O livro é composto por capítulos que se assemelham a contos, e por vezes a ligação entre eles não é evidente e chega a ser inexistente. O tipo de linguagem é diferente, com palavras a que não estamos habituados no dia-a-dia. Ainda assim faz uma descrição do Portugal rural dos anos 70 focando aspectos históricos mundiais daquela época e que foi o que mais me cativou neste livro.
Os regionalismos, em homenagem à forma de escrever de Aquilino Ribeiro - frisado pelo autor no início do livro -, são um elemento diferenciador e ao mesmo tempo cansativo ou mesmo exagerado.
A história em si parece que não desenvolve, em termos de conteúdo ficou um pouco aquém da minha expectativa, ainda assim vale sempre a pena ler.
Um belíssimo retrato do mundo rural português entre 1968 e 1974. Vivem-se tempos de grandes avanços e convulsões: os estudantes manifestam-se nas ruas de Paris e, em Memphis, é assassinado o negro que tinha um sonho; transplanta-se um coração humano e o homem pisa a Lua; somam-se as baixas americanas no Vietname e a inseminação artificial dá os primeiros passos.Porém, na pequena aldeia onde decorre a acção deste romance, os habitantes, profundamente ligados à natureza, preocupam-se sobretudo com a falta de chuva e as colheitas, a praga do míldio e a vindima; e na taberna – espécie de divã freudiano do lugar – é disso que falam, até porque os jornais que ali chegam são apenas os que embrulham as bogas do Júlio Peixeiro.E, mesmo assim, passam-se por ali coisas muito estranhas: uma velha prostituta é estrangulada, o suposto assassino some-se dentro de um penedo, a rapariga casta que colecciona santinhos sofre uma inesperada metamorfose, e a parteira, que também é bruxa, sonha com o ditador a cair da cadeira e vê crescer-lhe, qual hematoma, um enorme cravo vermelho dentro da cabeça.Quando aparece o primeiro televisor, as gentes assistem a transformações que nem sempre conseguem interpretar... António Tavares (Angola, 1960) formou-se em Direito pela Universidade de Coimbra. É professor do ensino secundário e, actualmente, exerce o cargo de vicepresidente da Câmara Municipal da Figueira da Foz. Escreveu peças para teatro – Trilogia da Arte de Matar, Gémeos 6, O Menino Rei –, estudos e ensaios – Luís Cajão, o Homem e o Escritor; Manuel Fernandes Thomás e a Liberdade de Imprensa; Arquétipos e Mitos da Psicologia Social Figueirense; Redondo Júnior e o Teatro – entre outros. Foi jornalista, fundador e director do periódico regional A Linha do Oeste. Fundou e coordenou a revista de estudos Litorais.Como romancista, obteve uma menção honrosa no prémio Alves Redol, atribuída em 2013 pela Câmara Municipal de Vila Franca de Xira ao romance O Tempo Adormeceu sob o Sol da Tarde, ainda no prelo, e foi finalista do Prémio Leya 2013 com As Palavras que me Deverão Guiar um Dia. Com o romance O coro dos defuntos venceu, por unanimidade, o Prémio Leya 2015Fonte: fnac.pt
sexta-feira, 11 de março de 2016
Pela estrada fora
A estrada que percorro não é lisa, de asfalto polido, tem pedras, tem degraus, tem raízes a brotarem das entranhas da terra. Calço o meu melhor calçado da luta e sigo, subo e desço, atravessam-me sonhos e desfazem-se no degrau a seguir. Prometo, rio e sonho. Corro, às vezes vou devagar, caminho a passo de caracol, mas nunca deixo de avançar, na vida como nos sonhos.
domingo, 6 de março de 2016
Gosto mesmo da Madeira
Há já vários anos que não sou turista na Madeira, voltar ano após ano é como regressar a uma casa onde nunca vivi mas que já é um bocadinho minha também!
(Desta vez levo sacos de broa de mel e hei-de me empanturrar com elas e muito chá - este da Gorreana, tem de ser!)
terça-feira, 1 de março de 2016
2016 - Fevereiro
Dar
Fevereiro foi o mês de dar, mas por falta de tempo, oportunidade ou lá o que seja, não dei aquilo que para mim é mais importante e que já posso: sangue. Queria muito ter ido dar sangue mas não consegui. Foi um mês muito intenso. Ao encaixotar a nossa vida seleccionei muitas coisas para dar, mesmo muitas, coisas que não preciso, que já não visto, que já não uso. Espero que alguém lhes dê melhor uso.
Ainda assim, hei-de pegar em mim e ir dar sangue de propósito que é algo que não faço há alguns anos e que sinto falta.
Fevereiro foi o mês de dar, mas por falta de tempo, oportunidade ou lá o que seja, não dei aquilo que para mim é mais importante e que já posso: sangue. Queria muito ter ido dar sangue mas não consegui. Foi um mês muito intenso. Ao encaixotar a nossa vida seleccionei muitas coisas para dar, mesmo muitas, coisas que não preciso, que já não visto, que já não uso. Espero que alguém lhes dê melhor uso.
Ainda assim, hei-de pegar em mim e ir dar sangue de propósito que é algo que não faço há alguns anos e que sinto falta.
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016
The Big Short
"The Big Short" foi realizado por Adam McKay e conta com um elenco supimpa: Brad Pitt, Christian Bale, Steve Carell, Ryan Gosling, Marisa Tomei, entre outros.
O argumento do filme é inspirado no livro "The Big Short: Inside the Doomsday Machine" e conta a história da visão dos homens que estavam por dentro do mercado financeiro americano e que tiveram a perspicácia de ver o que ninguém viu: a bolha imobiliária era uma questão de tempo. A crise era inevitável e decidiram fazer dinheiro com isso.
Há neste filme todo um conjunto de conceitos que os comuns mortais desconhecem, jogadas estratégicas e financeiras que nos passam completamente ao lado e que é interessante tentar perceber um pouco.
A personagem de Steve Carell é hilariante, sempre zangado com o mundo, a ralhar com todos à sua volta. Christian Bale está indiscutível, Brad Pitt, apesar das breves cenas, cumpre na perfeição e Ryan Gosling, bem, o costume em bom.
Em todo o filme há um humor cáustico que acaba por gozar com a desgraça que se abateu sob o mercado imobiliário, um filme complicado mas ao mesmo tempo divertido com grandes interpretações.
Quando quatro homens viram o que os grandes bancos, comunicação social e governo recusaram ver, o colapso global da economia, tiveram uma ideia. Os seus investimentos arrojados levaram-nos aos meandros do sistema bancário moderno, onde têm de questionar tudo e todos.Fonte: mag.sapo.pt
The Big Short no IMDB.
2016 - Janeiro
Poupar
Poupar era a palavra de ordem do mês de Janeiro. Comecei por aderir ao desafio das 52 semanas, tão badalado no início do ano, e com isso poupei 200€ neste mês. A juntar a isso, não comprei qualquer peça de roupa nos saldos (nem sem ser em saldos), nem para mim nem para a mais nova (comprei-lhe umas botas muito quentinhas com pêlo por dentro, não é roupa vá, é calçado, a miúda precisa dos pés quentinhos). A minha roupa pode até ter borbotos, mas não faz mal. vai dando para o gasto. A roupa dela é mais do que suficiente, com as peças que lhe ofereceram no Natal já fica com um conjunto de roupa para cada dia da semana durante duas semanas, caso não tenha oportunidade de lavar a roupa numa semana. Relativamente a compras de supermercado, fui lá menos vezes, talvez porque agora o meu horário é mais extenso e sobra-me cada vez menos tempo para ir ao supermercado, e quando vou é a correr comprar só mesmo aquilo que faz falta no momento. Aproveito promoções quando tenho oportunidade e necessidade e acho que isso é uma boa ajuda no orçamento familiar. No entanto no último dia do mês fui lá com tempo e deixei lá uma renda em detergentes para começar a empreitada de limpezas na casa nova, é um mal necessário.
Não jantámos fora este mês, o que também ajudou a poupar uns cobres. Parecendo que não, e mesmo que seja em sítios em conta, jantar fora é sempre um gasto extra que uma pessoa às vezes se esquece de considerar. Almoçámos fora só no último dia do mês, num passeio pelo nosso Portugal profundo.
Resumindo, menos tempo, menos hipótese de gastar dinheiro. Em compensação fiz algumas compras necessárias online, mas nenhuma extravagância, apenas bens necessários e que teria de comprar de qualquer forma, como tinteiros para a impressora, por exemplo.
Para o primeiro objectivo do ano nem correu nada mal. A ideia é tentar manter o registo, para a frente é que é caminho!
Poupar era a palavra de ordem do mês de Janeiro. Comecei por aderir ao desafio das 52 semanas, tão badalado no início do ano, e com isso poupei 200€ neste mês. A juntar a isso, não comprei qualquer peça de roupa nos saldos (nem sem ser em saldos), nem para mim nem para a mais nova (comprei-lhe umas botas muito quentinhas com pêlo por dentro, não é roupa vá, é calçado, a miúda precisa dos pés quentinhos). A minha roupa pode até ter borbotos, mas não faz mal. vai dando para o gasto. A roupa dela é mais do que suficiente, com as peças que lhe ofereceram no Natal já fica com um conjunto de roupa para cada dia da semana durante duas semanas, caso não tenha oportunidade de lavar a roupa numa semana. Relativamente a compras de supermercado, fui lá menos vezes, talvez porque agora o meu horário é mais extenso e sobra-me cada vez menos tempo para ir ao supermercado, e quando vou é a correr comprar só mesmo aquilo que faz falta no momento. Aproveito promoções quando tenho oportunidade e necessidade e acho que isso é uma boa ajuda no orçamento familiar. No entanto no último dia do mês fui lá com tempo e deixei lá uma renda em detergentes para começar a empreitada de limpezas na casa nova, é um mal necessário.
Não jantámos fora este mês, o que também ajudou a poupar uns cobres. Parecendo que não, e mesmo que seja em sítios em conta, jantar fora é sempre um gasto extra que uma pessoa às vezes se esquece de considerar. Almoçámos fora só no último dia do mês, num passeio pelo nosso Portugal profundo.
Resumindo, menos tempo, menos hipótese de gastar dinheiro. Em compensação fiz algumas compras necessárias online, mas nenhuma extravagância, apenas bens necessários e que teria de comprar de qualquer forma, como tinteiros para a impressora, por exemplo.
Para o primeiro objectivo do ano nem correu nada mal. A ideia é tentar manter o registo, para a frente é que é caminho!
sexta-feira, 15 de janeiro de 2016
Há músicas e músicas
Ouvir Pedro Abrunhosa faz-me escrever fluentemente. Mais uma crónica quase concluída.
quinta-feira, 14 de janeiro de 2016
Coisas que me irritam #13
Pessoas que ainda não têm filhos dizerem que não têm tempo para nada. Esperem até ter um filho e depois vão ver o que é desencantar tempo onde ele parece que não existe.
segunda-feira, 11 de janeiro de 2016
Sicario
Sicario é um filme que tem como cenário a fronteira entre EUA e México focando o narcotráfico de uma forma pouco usual. Através da agente do FBI Kate Macer (Emily Blunt) e dos agentes Matt Graver (Josh Brolin) e Alejandro (Benicio Del Toro), o filme levanta questões complexas relativamente à legitimidade das operações contra os cartéis mexicanos.
Um agente policial do Arizona atravessa a fronteira do México com uma dupla de mercenários para localizar o cabecilha de um gangue de drogas.Fonte: mag.sapo.pt
Sicario no IMDB.
The Intern
The Inter conta a história de Ben Whittaker (Robert De Niro), viúvo, que ao fim de alguns anos de reforma cansa-se de não ter um objectivo na vida, de não ter um lugar onde estar todos os dias e candidata-se a um estágio para séniores na empresa About the Fit, um site de venda de roupa, da workaholic Jules Ostin (Anne Hathaway) que vê a vida pessoal escapar-lhe entre os dedos enquanto constrói uma empresa de sucesso. A amizade que se vai instalar entre as duas personagens é verdadeira e genuína e pode muito bem ser o ponto de partida e o "abrir de olhos" para que a vida das duas personagens sofra melhorias.
É um filme com boas interpretações, que arranca boas gargalhadas e nos faz pensar um pouco no que andamos a fazer com a vida que levamos, faz-nos pensar quais são os nossos valores. De Niro será sempre De Niro, irrepreensível.
Ben Whittaker, um viúvo de 70 anos que descobre que a reforma não é exatamente o que imaginava e decide, por isso, voltar ao ativo tornando-se um estagiário sénior num site de moda online, fundado e dirigido por Jules Ostin.Fonte: mag.sapo.pt
The Intern no IMDB.
quinta-feira, 7 de janeiro de 2016
2016
Gosto de desafios, preciso de objectivos e num misto entre os dois defini uma lista de verbos a concretizar para cada mês deste ano.
Janeiro: poupar
Fevereiro: dar
Março: visitar
Abril: arrumar
Maio: celebrar
Junho: absorver
Julho: aprender
Agosto: descansar
Setembro: planear
Outubro: renovar
Novembro: ajudar
Dezembro: apreciar
Fonte da imagem: weheartit
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