quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Gosto dos sábados #12


Sábado passado foi dia de tirar a ferrugem às bicicletas antigas e ir passear pelas imediações da minha aldeia.
Ora às 14h30, hora combinada previamente, lá estávamos os quatro no café da aldeia a beber a bica, eu, o R., a A. e o seu respectivo P.
A minha bicicleta antiga (que tem seguramente mais de 12 anos) está completamente enferrujada e as mudanças já nem funcionam, quando as tento mudar o mais certo é saltar a corrente! A bicicleta que o R. levou, que era do meu irmão e que tem mais de 20 anos à vontade, não está em melhor estado, não.
Demos início ao passeio e lá fomos em direcção à Lagoa da Mata, uma lagoa onde íamos muitas vezes quando éramos miúdas.
Seguimos para a Lagoa da Vela, a seguinte, mas ao passar na localidade antes de lá chegar surgiu um problema com a bicicleta do R. e foi preciso parar para pedir uma chave inglesa a um senhor que andava lá no seu quintal. Quem cresceu na aldeia sabe como as pessoas lá são prestáveis e o senhor não só tinha uma chave inglesa como tinha mais umas quantas chaves que podiam dar jeito. No final ainda nos deu a direcção correcta para chegar à lagoa que eu já estava meio baralhada.
A Lagoa da Vela é a maior de todas as que existem na zona e em miúdas chegámos a fazer canoagem nessa lagoa, com os amigos da escola.

Seguimos pela estrada florestal, uma estrada um pouco esburacada e onde se via muita gente aos míscaros, até à Praia da Tocha, com uma breve paragem no café em frente ao mar, regressámos à nossa aldeia pelo campo de tiro e pelos montes de areia branca, até chegar finalmente ao fim daquela tarde de passeio de bicicleta, que culminou num lanche de bolos da Páscoa acabadinhos de sair do forno, obra da mãe da A., para repôr as calorias que gastámos em cerca de 30km de caminho.
Gosto mesmo dos sábados!!

O meu primeiro acidente



Nunca tinha tido um acidente em 7 anos e tal de carta mas, como se diz por aí, uma vez é a primeira.
Naquela maldita rotunda a uma sexta-feira de manhã ia eu alegre e contente para o trabalho, a ouvir a rádio do costume, quando de repente sinto o camião que seguia na faixa ao meu lado (que na verdade estava na minha faixa) a bater-me. Bastante calma lá parei o carro com 4 piscas e o camião parou mais à frente, por momentos ainda me passou pela cabeça que ele não parasse e eu tivesse de ir atrás dele, mas não chegou a ser preciso.
Ora o homem disse logo que pagava, que a culpa era dele, que não queria meter o seguro ao barulho (pois, lá se ia o prémio) e nem assinei declaração amigável nem chamei a polícia, à confiança, como faço sempre, acredito sempre que as pessoas são boas e séries, mas às vezes isso não acontece.
Ora no meio da confusão toda do acidente e de telefonemas para trás e para frente, orçamentos para aqui e para ali, o camionista acabou por me dar o dinheiro para arranjar o carro (que está neste momento a ser tratado na oficina) e tudo se resolveu da melhor forma, mas houve ali um momento em que depois achei que ele já não me ia pagar e quem se lixava era eu.
O meu carro não ficou em muito mau estado, tendo em conta que o acidente envolveu um camião, mas ainda assim o arranjo ficou bem para cima do que eu pensava quando vi o estrago, teve de arranjar a jante, desempenar o painel lateral, pintar a lateral toda, pintar pára choques, desempenar o guarda lamas, enfim, o cabo dos trabalhos (quem me manda ter um carro caro...).
Posto isto, nota mental que ficou: nunca mais confiar em ninguém, assinar sempre a declaração amigável ou chamar a polícia!! Vão por mim, é o melhor...

Apanhei o 6


Durante os meus tempos de estudante fui sempre uma cliente assídua do serviço dos SMTUC, ia para todo o lado de autocarro, de casa para a faculdade, para a praça para sair com os amigos à noite, para a baixa passear à quarta à tarde, para a estação para apanhar o comboio à sexta, para o centro comercial, para dentista, para o hospital, ou seja, corria a cidade toda com os SMTUC.
Quando comecei a trabalhar em part-time, a minha mãe emprestou-me o carro porque não havia autocarros para o sítio onde trabalhava (provavelmente havia 2 por dia, um para ir e outro para vir a horas pouco convenientes). Isto já foi em 2007. Desde essa altura coloquei de lado o passe de autocarro e passei a deslocar-me de carro para todo o lado.
Sensivelmente 4 anos depois tive de ir a uma conferência na zona da praça, um sítio onde o estacionamento não abunda e o pouco que existe é a pagar. Ainda por cima chegaram-me a assaltar o carro na rua para onde ia, o que não me ia deixar nada descansada ao estacionar lá.
Ora num rasgo de inteligência pensei que o melhor mesmo era ir de boleia e voltar de autocarro, numa loucura de quem não anda de autocarro há 4 anos e já nem sequer sabe os horários dos autocarros de cor e já nem sequer mora no mesmo sítio!
Depois da conferência dirigi-me à praça para apanhar um autocarro que me levasse à portagem e depois iria apanhar outro para casa (nunca tinha apanhado um autocarro para onde moro agora, na margem sul). Qual não é o meu espanto quando vejo chegar o 6 (eu nem sabia que o 6 passava na praça) e lembrei-me que aquele autocarro me passava quase à porta de casa. No alto dos meus saltos altos lá entrei num autocarro cheio de gente, encostei-me a uma janela e lá fui eu durante meia hora a ouvir conversas de autocarro, a pensar como é bom não ter de conduzir no trânsito de fim de tarde da baixa e a relembrar aqueles tempos tão lá atrás em que eu só andava de autocarro.
Fiquei até um pouco saudosista, não sei se de andar de autocarro ou se de lembrar dos tempos em que andava de autocarro. Uma coisa é certa, por muito que não me importe de andar de autocarro de vez em quando se der jeito, não troco o meu carrinho por nada deste mundo!

Fonte da foto: aqui

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Frase do dia #41



Destiny is for people who are too lazy to create alternate timelines.
R. Stevens, Diesel Sweeties, 10-05-11
Fonte da foto: weheartit

terça-feira, 29 de novembro de 2011

Frase do dia #40


"An idea is like a virus. Resilient. Highly contagious. And even the smallest seed of an idea can grow. It can grow to define or destroy you."
(em "Inception - A Origem", de Christopher Nolan)

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Morning Glory


Becky Fuller (Rachel McAdams) é uma produtora de televisão muito dedicada ao trabalho que mete a carreira à frente de qualquer resto de vida social e amorosa que ainda possa ter. Quando tudo indica que será promovida, Becky é despedida e o mundo dela parece cair-lhe em cima.
Becky acaba por agarrar a oportunidade, numa outra estação, de tentar dinamizar o programa da manhã com menor audiência de toda a televisão, o Daybreak. A par disso ainda tem de lidar com um co-apresentador que tem a mania que é snob e não foi talhado para aquele trabalho (Harrison Ford) e uma co-apresentadora que gosta mesmo daquilo que faz (Diane Keaton). Enquanto Becky tenta lidar com as divergências entre os dois apresentadores, ainda tenta gerir a sua recente e confusa relação com Adam Bennet (Patrick Wilson), seu colega na mesma estação de televisão.
A luta de Becky é intensa e complicada, gerir o programa, a suposta relação, esconder os problemas que o programa enfrenta e tentar fazer acontecer um milagre consome-a de tal maneira que começa a considerar a sua saída do Daybreak.
É uma comédia romântica divertida que mostra a força de Becky em não desistir, em lutar por aquilo que acredita. As piadas entre Diane e Harrison são constantes e são capazes de arrancar algumas gargalhadas ao longo do filme. É claramente um filme agradável que acaba por deixar qualquer pessoa bem disposta no final.
Quando a dedicada produtora de televisão Becky Fuller é despedida do seu programa de informação regional, a sua carreira começa a parecer tão sombria quanto a sua infeliz vida amorosa. Mas ao começar a trabalhar no "Daybreak" (o programa das manhãs com menor audiência, a nível nacional), Becky decide revitalizá-lo, trazendo para apresentador o pivot Mike Pomeroy. Infelizmente, Pomeroy recusa apresentar fofocas sobre celebridades, o tempo, moda ou artesanato – e muito menos trabalhar com a sua nova co-anfitriã Colleen Peck (Keaton), uma ex-rainha da moda e uma personalidade dos programas matinais, que se sente mais do que realizada a apresentar as “notícias” da manhã. Enquanto Mike e Colleen se confrontam, primeiro nos bastidores e depois em directo, o "affair" entre Becky e o colega produtor Adam Bennet começa a florescer - e, em breve, Becky terá de lutar para salvar a sua relação, a reputação, o emprego e… o próprio programa!
Fonte: cinema.sapo.pt
Morning Glory no IMDB.

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Frase do dia #39


I’ll understand your silence. Because sometimes, you’ll have to understand mine. 
(Unknown)

Fonte da imagem: Nelinha's eyes

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Resoluções, a mês e meio do fim do ano


Agora que nos aproximamos do Natal e, consequentemente, do final de ano a passos largos, está na altura de ver qual o estado das resoluções que fiz no início do ano. Resoluções talvez não seja a nomenclatura adequada, era um conjunto de eventos que estavam previstos acontecer neste ano que agora se aproxima do fim.


  • Vou visitar o meu irmão à Ásia em Outubro e fazer uma trip pelo South East Asia
Aconteceu finalmente e teve registo (ainda está a ter) aqui.
  • Vou visitar o primo à Madeira em Junho, fazer uma levada e beber umas ponchas na Serra d'Água
Confirma-se, a levada foi altamente, as ponchas continuam boas e ir à Madeira é sempre aquela animação.
  • Vou entregar e defender uma Tese de Mestrado
Entreguei o Projecto MBA (que era no que estava inscrita) e concluí com uma nota altamente, verdade seja dita. Já meti um requerimento para o Mestrado (uma vez que a parte lectiva está feita) e ainda não entreguei a tese (também quase feita) porque ainda não recebi resposta ao requerimento.
  • Vou ao Gerês passar a Páscoa
Confirmou-se sim senhor, um fim de semana prolongado entre amigos é coisa para nos fazer rir até doer os maxilares e os abdominais.
  • Vou fazer 1 dia de snowboard
Fazer snowboard é mais uma daquelas coisas que dá gosto, que limpa o espírito, especialmente quando se está entre amigos.
  • Vou ter mais um título no CV
Com o MBA tenho mais uma linha no CV, só ainda não tive tempo de a acrescentar.
  • Vou continuar a ser "a menina" na mercearia, no banco, na padaria e no correio
Sempre, há-de ser sempre assim!
  • Vou fotografar mais por causa do novo projecto que acabámos de criar os 3
O espaço do nosso projecto está cada vez mais completo (e bonito) à medida que o fim do ano se aproxima.
  • Vou passar mais fins de semana no conforto do lar a escrever e a ler
Alguns, pronto, não foram assim tantos como gostaria, o meu bicho carpinteiro não me permite muito tempo quieta.
  • Vou votar nas eleições de Janeiro
Fui, pois fui, mas ia sem vontade nenhuma!
  • Vou sentir-me em casa cada vez que vir o mar da minha praia
Sempre, e cada vez mais!
  • Vou voltar a prometer aos tios que um dia os visito no Luxemburgo
Confirmo, voltei a renovar a promessa. 
  • Vou voltar a queixar-me da falta de tempo para o que gosto de fazer
Todas as semanas penso no mesmo!
  • Vou voltar a pensar em projectos que tenho pendentes 
E vou voltar a adiá-los!
  • Vou voltar a adiar projectos e ideias
Confere!
  • Vou escrever um artigo e vou publicá-lo 
Ainda não foi desta mas está tudo dentro da minha cabeça, agora só falta passá-lo para o papel e mostrar a alguém que goste.

Fonte da imagem: weheartit

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Missão Sorriso 2011 - Leopoldina


Tal como já vem sendo hábito, o Continente voltou a dar voz à Missão Sorriso, com o objectivo de apoiar crianças e seniores na área da saúde. A par com a iniciativa lançaram um CD de músicas infantis cantadas por pessoas do panorama musical português: "Olha a Bola Manel" por Rui Veloso, "O balão do João" por Aurea, "Atirei o pau ao gato" por GNR, "O mar enrola na areia" por Jorge Palma, "O carrapito da Dona Aurora" por Sérgio Godinho, "Indo eu (a caminho de Viseu)" por Rui Pregal da Cunha, "Ró-ró" por Camané, entre outros.
Já tive oportunidade de ouvir algumas músicas do CD e assumo que são deliciosas, vale a pena contribuir para esta causa.

Objectivo ultrapassado


Se alguém, há 6 meses atrás, me dissesse que eu havia de ser capaz de correr 60 minutos sem parar a minha primeira reacção seria uma gargalhada daquelas de cair da cadeira.
O feito histórico deu-se ontem, numa corrida normal daquelas que faço duas vezes por semana. A corrida demorou exactamente 60 minutos, sem parar, e foi conseguida por objectivos (só até aos 40 minutos, agora até à ponte, agora até à loja das bicicletas, agora até à rotunda, agora já estamos tão perto é até aos 60 minutos). Eu e a minha amiga D. superámos claramente as expectativas, tanto as minhas como as dela, e fizemos algo que nunca pensámos ser capazes: correr 60 minutos sem parar a um ritmo constante! Palmas para nós se faz favor que estou aqui a transbordar de orgulho de nós as duas!

Fonte da imagem: weheartit

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Regresso de férias


A parte mais difícil de regressar de férias, além do regresso à realidade do trabalho, são três máquinas de roupa para lavar e passar. O que vale é que a roupa que usei nas férias só volto a usar lá para Junho do ano que vem, quando o calor regressar, ainda assim o cesto da roupa para passar a ferro atingiu proporções nunca antes vistas.

Fonte da imagem: weheartit

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Equador, de Miguel Sousa Tavares



Equador não é só um livro, é todo um pedaço da nossa história entre folhas de papel.
Luís Bernardo Valença, um bon vivant com opiniões políticas anti-escravidão bem definidas, troca a sua vida confortável na metrópole por um cargo de Governador em S. Tomé e Príncipe, a pedido do Rei D. Carlos numa conversa em Vila Viçosa. O rei escolhe Luís Bernardo, por conselho de outrem, para uma missão equatorial de extrema importância para a metrópole: governar as ilhas com o objectivo de provar aos ingleses que não existe trabalho escravo nas roças e assim evitar o boicote aos produtos portugueses lá cultivados, cacau e café. Convencer os donos das roças de que o trabalho escravo tem de ser abolido, ensinar-lhes boas práticas, a ausência do conforto e da vida social que tinha em Lisboa são só alguns dos problemas iniciais com que Luís Bernardo se depara. Para atestar a ausência de trabalho escravo em S. Tomé e Príncipe chega o cônsul inglês e a sua linda esposa, que pode ser encarado como um inimigo para Luís Bernardo mas o único à sua altura no que diz respeito à intelectualidade.
A história em si é deliciosa, envolve-nos de tal maneira que só se quer continuar capítulos fora até ao desfecho final. O final é inesperado, em momento algum me passou pela cabeça que aquele fosse o desfecho, foi uma absoluta surpresa, o que me fez gostar ainda mais da história.
O enquadramento histórico-social do livro é muito bom, fruto de um longo e intenso trabalho de pesquisa por parte do autor que nos deu a conhecer melhor alguns dos problemas das colónias no início do século XX, nos finais da monarquia.
O romance histórico é claramente o estilo que mais me conquista e me faz ler em modo consumista.
Retrato brilhante da sociedade portuguesa nos últimos dias da Monarquia, traça um paralelo entre os serões mundanos da capital e o ambiente duro e retrógrado das colónias.
Quando, em Dezembro de 1905, Luís Bernardo é chamado por El-Rei D.Carlos a Vila Viçosa, não imaginava o que o futuro lhe reservava. Não sabia que teria de trocar a sua vida despreocupada na sociedade cosmopolita de Lisboa por uma missão tão patriótica quanto arriscada na distante ilha de S. Tomé. Não esperava que o cargo de governador e a defesa da dignidade dos trabalhadores das roças o lançassem numa rede de conflitos de interesses com a metrópole. E não contava que a descoberta do amor lhe viesse a mudar a vida. É com esta história admiravelmente bem escrita, comovente e perturbadora que Miguel Sousa Tavares inaugura a sua incursão na escrita literária. EQUADOR foi o fruto de uma longa maturação e investigação histórica que inspirou um romance fascinante vivido num período complexo da história portuguesa, no início do século XX e últimos anos da Monarquia.
Fonte: fnac.pt

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Frase do dia #38

The things we know best are the things we haven't been taught.
Marquis de Vauvenargues

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Frase do dia #37

Knowledge is power, if you know it about the right person.
Ethel Mumford

Polar Postcrossing 2011

Há quanto tempo não limpas as teias de aranha à tua caixa de correio?
Há quanto tempo não recebes mais nada além de contas para pagar?
Há quanto tempo não recebes postais daqueles a sério, de papel, na caixa de correio?

Ora aqui está uma oportunidade de receber um postal de Natal de alguém que não se conhece de lado nenhum nem nunca se viu mais gordo. Em contrapartida é preciso enviar um postal também porque afinal isto é uma troca, é uma coisa nos dois sentidos!
Quanto a mim, é a segunda vez que participo e asseguro que é divertido! No ano passado enviei um postal de Natal à D. e recebi um da CoriscaRuim, duas simpatias de moças que vale a pena seguir!
Dúvida? Esclareçam-se aqui. Eu já me inscrevi!

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Bad Teacher


Bad Teacher mostra como Elizabeth Halsey (Cameron Diaz) se esforça para conseguir um marido rico que a sustente. Elizabeth é professora e detesta a profissão e o trabalho, ao ser deixada pelo namorado rico, com quem almejava um casamento em grande e uma vida à conta dele, tenta encontrar uma forma de arranjar outro parvo que a sustente. Ao conhecer o novo professor substituo da escola (rico, por sinal), Elizabeth mete na cabeça que os homens ricos querem mulheres com peitos grandes, e assim começa a arquitectar um plano inacreditável para conseguir dinheiro para a sua cirurgia. Enquanto tenta conquistar o professor rico, Scott Delacorte (Justin Timberlake), Elizabeth tem de enfrentar a concorrência da colega Amy e aguentar as tentativas de romance do professor de ginástica Russel (Jason Segel).
O filme é uma comédia romântica sem grande sumo, a previsibilidade de algumas cenas chega a ser aborrecida e classifiquei-o como "filme de domingo à tarde", daqueles em que não é preciso sequer pensar, um filme "descansa-cérebros". Ainda assim, foi uma boa ajuda para passar uma viagem de 12horas dentro de um avião.
Elizabeth Halsey é uma professora que não dá negas. É desbocada, cruel e imprópria. Bebe, fuma e não vê a hora de casar com o seu noivo, de modo a poder deixar de trabalhar. No entanto, quando este termina a relação, o objectivo de Elizabeth passa a ser conquistar o novo professor substituto, o bonito e rico Scott Delacorte.Com o que ela não contava era com a concorrência da sua colega Amy e com as constantes investidas do professor de ginástica Russell.Determinada a ter sucesso, os esquemas de Elizabeth vão chocar todos: alunos, colegas... e até ela própria.
Fonte: cinema.sapo.pt
Bad Teacher no IMDB.

Não esquecer #167

Fonte da imagem: Icanread

Something Borrowed


Something Borrowed conta a história de Rachel (Ginnifer Goodwin) e Darcy (Kate Hudson), duas grandes amigas desde a infância. Rachel é uma advogada de sucesso, muito correcta, fiel, amiga e solteiríssima. Na sua festa de 30 anos, festa surpresa organizada por Darcy, Rachel acaba por beber uns copos a mais e dormir com Dex (Colin Egglesfield), seu colega da faculdade e noivo de Darcy, por quem está apaixonada desde que se conheceram. O dilema surge no dia seguinte quando Rachel se apercebe do que fez, dos seus sentimentos por Dex, de como deverá lidar com toda a situação.
Something Borrowed é uma típica comédia romântica que não traz nada de novo ao género, que encaixa perfeitamente na categoria de "filme de domingo à tarde", onde não é preciso pensar muito, onde a imprevisibilidade não existe e as personagens são até um pouco superficiais, ainda assim um filme destes numa viagem de avião de 12 horas soube bem.
Rachel é uma talentosa advogada num escritório de advocacia de topo, uma amiga generosa, fiel, mas infelizmente, solteira…como a sua melhor amiga Darcy faz questão de lhe relembrar constantemente. Mas depois de celebrar o seu trigésimo aniversário, Rachel, a perpétua boa menina, acaba inesperadamente nos braços de Dex, o rapaz por quem tem uma paixão desde os tempos de liceu e que por coincidência é o noivo de Darcy.
Fonte: cinema.sapo.pt
Something Borrowed no IMDB.

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Não esquecer #166

Fonte da imagem: Icanread

Mr. Popper's Penguins


Uma salva de palmas às companhias aéreas que têm filmes para os passageiros escolherem numa viagem de 12 horas.
Mr. Popper (interpretado por Jim Carrey) é um divorciado com dois filhos, com um carreira de sucesso e uma arrogância e frieza descomunais. No dia que recebe 6 pinguins como herança do seu pai no seu apartamento luxuoso em Nova Iorque a sua vida toma um rumo completamente diferente do até então. A sua casa passa a parecer um parque de diversões de Inverno e a relação de Popper com a família altera-se de forma irreversível.
Este filme assume-se como uma comédia para a família, eu diria que é claramente um filme de domingo à tarde: não surpreende e chega a ser pouco cativante no decorrer da acção, devido à previsibilidade da mesma.
Baseado no conto adorado pelas famílias em todo o mundo, o filme conta-nos a história de um bem sucedido homem de negócios que subitamente herda 6 pinguins. Graças a este fenómeno, o homem frio e desinteressante torna-se numa pessoa totalmente diferente, descobrindo o valor da família e da amizade.
Fonte: cinema.sapo.pt
Mr. Popper's Penguins no IMDB.

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Não esquecer #165

Fonte da imagem: Icanread

Selo do blog aprovado


Chego eu de umas férias longas e longe e reparo que Maria Daniela me deixou um selo no Dizes Tu?
Ora, eu que não digo que não a estes desafios, vamos lá a isto.

As regras são as seguintes:

1. Publicar o selo e o blog que o enviou;
2. Publicar o questionário e responder;
3. Indicar outros dez blogs e indicar os seus donos.

E agora o dito questionário:

O que eu gosto mais em mim:
A minha persistência, desistir não é nem nunca foi palavra de ordem, juntando à capacidade de me motivar.
A minha capacidade de fazer tudo e mais alguma coisa quando o tudo parece impossível no espaço de tempo que tenho.

O que eu menos gosto em mim:
O mau feitio que me proporciona uns conflitos do mais estúpido que há.

Se eu ganhasse o Euromilhões:
Uma boa parte seria para a minha pequena na República Dominicana e para outras causas que apoio. Depois pedia uma licença sem vencimento (se ma dessem) e ia ali conhecer o mundo, até estoirar o dinheiro todo. Em vez de viagens low cost e hotéis low cost que às vezes mais parecem pardieiros, optava por uns aviões e uns hotéis melhorzitos, só assim como quem pode.

10 coisas sem as quais não viveria (sem qualquer ordem):
- A comida portuguesa, como acabei de chegar de viagem e foi a coisa de que mais senti falta, não podia faltar este item na lista
- Os meus livros
- Os meus planos de viagens e os projectos para conhecer o mundo
- Os chinelos de praia no Verão e as botas rasas no Inverno
- Aqueles amigos
- Internet
- Salame de chocolate
- As minhas ideias e os meus sonhos
- O mar
- A paz de espírito e a consciência tranquila

Qual o significado do blog para mim:
Ora então é o sítio onde escrevo os espasmos do meu cérebro e onde registo cenas e coisas tipo filmes ou livros, para mais tarde quando a memória se esfumar poder lembrar-me se já li um livro ou não ou se já vi tal filme.

O que é a beleza para mim:
A beleza é o que algumas pessoas têm dentro de si quando ajudam quem precisa. Cliché? Talvez, mas é mesmo aí que está a beleza.

Frase que marcou a minha vida:
"Viver é saber sofrer sem nunca deixar de sorrir."

10 Blogs a quem passo o selo:
Eu tenho a certeza que sigo mais de 10 blogs mas como não sei se há mais de 10 pessoas a ler-me então passo este selo a quem me seguir e quiser aceitar o desafio, pois claro. Já agora, se o fizerem, comentem aqui com o link para o dito post que eu quero ver isso!

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Good morning Bali



A minha ausência por aqui deve-se ao facto de andar do outro lado do mundo, neste momento estou em Bali, a meio de uma viagem fantástica que vai tendo registo no A Vida Lá Fora sempre a internet me permite.

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Não esquecer #164


Mesmo a calhar!

Fonte da imagem: Icanread

A Vida Lá Fora

Há uns meses atrás escrevi aqui um post a pedir sugestões para o nome de um blog de viagens que planeava criar.  Depois de muito ponderar sobre o nome, sobre o template, alojamento, domínio e sobre mais um monte de coisas que precisavam de ser tratadas o blog finalmente está activo.
Se tudo correr bem e conseguir ter internet na viagem à Ásia poderão acompanhar relatos da viagem no novo blog.
Espreitem aqui! Que acham do aspecto do bicho?
Um agradecimentozinho especial à Patxi pela sugestão de "avidalafora.com" e à Daniela pela sugestão "demalaaviada", acabei por usar os dois!

Uma viagem é uma coisa muito séria: ninguém regressa igual a casa. (Gonçalo Cadilhe)

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Noites de Verão no Outono


As noites de Outono têm tido outro sabor nas últimas semanas, as noites de Outono sabem a noites de Verão, poucas noites de Verão foram abençoadas com este calorzinho bom que se tem feito sentir.
Há noites em que os amigos se juntam em varanda alheia, conversam, bebem, queixam-se, riem até a noite começar a dar lugar à madrugada e quando dão conta é tarde, demasiado tarde para quem trabalha no dia seguinte, mas apetece continuar ali, a conversar e a rir sem parar, porque estes momentos são demasiado especiais.

Fonte da imagem: weheartit

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Não esquecer #161


Steve Jobs (1955-2011), outra vítima que saiu a perder da luta desigual e injusta contra o cancro.


Fonte da imagem: Icanread

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Não esquecer #160

Fonte da imagem: Icanread

Não esquecer #159

Fonte da imagem: Icanread

Gosto dos domingos #3

No domingo acordei praticamente recuperada dos 100km de bicicleta do dia anterior. O almoço saudável com uma parte da família soube bem e aqueles momentos à mesa, depois de almoço, a conversar sabem-me sempre a pouco.
A meio da tarde foi tempo de ir ao café para reunir os amigos, brincar com o sobrinho emprestado, conversar, rir e combinar jantar. Claro está que depois já só sobrava tempo de ir para casa agarrar-me à panela para fazer jantar para 9. Numa mesa de 9 a boa disposição nunca falta e os risos são a melhor banda sonora.
A noite terminou com alguns de nós no sofá a ver o Peso Pesado e a tecer comentários mais ou menos jocosos.
Gosto mesmo dos domingos!

Gosto dos sábados #11

O Sábado começou mais cedo que os dias da semana. Às 7h30 já nos preparávamos para a jornada longa que íamos ter. Mal acordei, vesti-me e dei início ao processo de "fazer sandes para o almoço de 5 pessoas". Ainda antes de conseguir abrir bem os olhos já tinha 10 sandes feitas, sumos, águas, maçãs lavadas e bolinhos prontos para o dia que se adivinhava longo.

Com meia hora de atraso a malta do Raio da Bicicleta saiu de Coimbra, com as bicicletas montadas nos carros (ou de mota) com destino a Viseu.
O objectivo do dia era fazer a Ecopista do Dão de bicicleta (ir e vir) o que totalizava 100km. Dito assim parece tão simples. A Ecopista do Dão é a maior ciclovia de Portugal e que foi construída na antiga linha de comboio que ligava a Linha da Beira Alta (Santa Comba Dão) a Viseu. Quem pensou nisto teve mesmo uma ideia genial!
À partida a ideia de fazer 100km de ecopista de bicicleta parecia mesmo boa, ao final de 70km nas pernas já não parecia ter tanta graça!
Fomos fazendo paragens para comer, para beber água, para reagrupar, para tirar fotos, para almoçar (e assim parece que andámos sempre a parar mas isto distribuído por 100km dá muito km seguido).
A paisagem era lindíssima, passámos muitos kms no meio do verde da natureza, atravessámos pequenas aldeias, parámos nas estações e apeadeiros recuperados para a fotografia e até encontrámos um conjunto de ciclistas como nós (mas com mais juízo).
Quando chegámos ao fim, isto é, regressámos ao sítio onde iniciámos a volta 8 horas antes, já o corpo pedia descanso há muito tempo.
Este sábado teve tanto de cansativo como divertido! Se voltava a ir? Não sei, mas não me arrependi nada de ter aceite o desafio!
Gosto mesmo dos sábados!







Fotos: Membros do Raio da Bicicleta

Não esquecer #158


Fonte: teaching literacy