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terça-feira, 9 de setembro de 2014

Fui a banhos

Apesar de estar a passar grande parte da licença de maternidade na casa da praia, onde posso sair à rua com a Leonor sem ter de pegar no carro, hoje foi a primeira vez que vesti o biquini e fui à praia mergulhar. O mar estava uma autêntica lagoa, com bandeira verde, a temperatura estava óptima e a minha satisfação foi mais que muita. Nem consigo explicar sequer a alegria de entrar no mar depois de passar um Verão inteiro a olhá-lo cá de cima. 
Hoje até a Leonor também foi à praia. A avó ficou com ela ao colo enquanto eu fui nadar um bocadinho e parece que ficou muito espantada a contemplar as ondas do mar. Aposto que vai gostar tanto do mar como eu. 


terça-feira, 27 de agosto de 2013

Berlenga

Dois anos e meio depois da última vez, voltámos para passar o fim de semana nas Caldas da Raínha já com o plano do fim de semana bem delineado: visita à ilha Berlenga, Feira Medieval de Óbidos e ainda uma passagem pela Foz do Arelho e São Martinho do Porto. O plano estava fechado e nem o mau tempo que parecia querer ficar nos atrapalhou a vida.

No sábado (13/07) por volta das 11h00 chegámos a Peniche com a ideia de apanhar o barco para a Berlenga. No caminho das Caldas para Peniche chovia, estávamos na dúvida se apanharíamos o barco ou não por causa do mau tempo. No entanto quando chegámos a Peniche, apesar das nuvens, decidimos ir. Vimos o barco grande partir e apanhámos uma lancha pequena, que levava 12 pessoas no máximo. O mar estava tranquilo, não se previa uma viagem atribulada, ainda assim depois das histórias que já tinha ouvido sobre esta viagem ia algo reticente com medo de enjoar. Não aconteceu. A viagem durou cerca de 45minutos e foi feita a conversar, a ver as vistas e a aproveitar aqueles momentos no mar.
Quando chegámos à ilha Berlenga, a maior do arquipélago e a única que se visita, o tempo esta encoberto. Não se previa grande dia por ali. Mal saímos da lancha ficámos boquiabertos com a transparência da água e a beleza da ilha.



A ilha tem um pequeno parque de campismo que, devido à enorme quantidade de gaivotas na ilha, fica com as tendas completamente pintadas de fezes de gaivota, as tendas ficam brancas, portanto.



O caminho para o Forte de S. João Baptista não é longo mas é sinuoso, tem pedras soltas, degraus de diferentes alturas, o que não é propriamente confortável para quem ia de chinelos de praia como nós.


A paisagem quando se desce para o Forte é genial, o Forte ali no meio das águas transparentes com uma pequena ponte que o liga a terra.


A curiosidade aguçou-se e vi-me obrigada a fazer uso das tecnologias para saber um pouco mais sobre a história deste Forte:
A ocupação humana da Berlenga Grande (única habitável) remonta à Antiguidade, sendo assinalada como ilha de Saturno pelos geógrafos Romanos. Posteriormente foi visitada por navegadores Muçulmanos, Vikings, corsários Francesese Ingleses.
Em 1513, com o apoio da rainha D. Leonor, monges da Ordem de São Jerónimo aí se estabeleceram com o propósito de oferecer auxílio à navegação e às vítimas dos freqüentes naufrágios naquela costa atlântica, assolada por corsários, fundando o Mosteiro da Misericórdia da Berlenga, no local onde, desde 1953, se ergue um restaurante. Entretanto, a escassez de alimentos, as doenças e os constantes assaltos de piratas e corsários MarroquinosArgelinos, Ingleses e Franceses, tornaram impossível a vida de retiro dos frades, muitas vezes incomunicáveis devido à inclemência do mar.
No contexto da Guerra da Restauração, sob o governo de D. João IV (1640-1656), o Conselho de Guerra determinou a demolição das ruínas do mosteiro abandonado e a utilização de suas pedras na construção de uma fortificação para a defesa daquele ponto estratégico do litoral. Embora se ignore a data em que as obras foram iniciadas, já em 1655, quando ainda em construção, resistiu com sucesso ao seu primeiro assalto, ao ser bombardeada por três embarcações de bandeira turca.
Em 1666, no contexto da tentativa de rapto da princesa francesa Maria Francisca Isabel de Saboia, noiva de Afonso VI (1656-67), uma esquadra espanhola integrada por 15 embarcações intentou a conquista do forte, defendido por um efetivo de pouco mais de duas dezenas de soldados sob o comando do Cabo Antônio Avelar Pessoa. Numa operação combinada de bombardeio naval e desembarque terrestre os atacantes perderam, em apenas dois dias, 400 soldados em terra e 100 nos navios (contra um morto e quatro feridos pelos defensores), sendo afundada a nau Covadonga e sériamente avariadas outras duas, afundadas no regresso a Cádiz. Traída por um desertor, sem mais munição e mantimentos, a praça finalmente se rendeu perdendo nove das peças da sua artilharia capturadas pelos invasores.
Ao tempo da Guerra Peninsular foi utilizada, como base de apoio pelas forças inglesas, numa campanha de guerrilha na qual colaborou ativamente a população de Peniche.
Posteriormente sofreu obras de restauração, com a reedificação da Capela em seu interior.
Durante a Guerra Civil Portuguesa (1828-1834), a fortaleza encontrava-se em mãos dos partidários de Miguel I de Portugal (1828-1834). Com deficiência de artilharia, entretanto, não resistiram diante do assalto dos liberais que a utilizaram como base para o assalto à cidadela de Peniche, reduto dos miguelistas.
Sem maior valor militar, diante da evolução dos meios bélicos no século XIX, foi desartilhada (1847) e abandonada passando a ser utilizada como base de apoio para a pesca comercial.
Em meados do século XX foi parcialmente restaurada e aberta ao turismo adaptada como pousada. Actualmente funciona apenas como casa-abrigo, sob a gestão da Associação dos Amigos das Berlengas.
Fonte: Wikipedia




Fizémos um piquenique nos muros do Forte, deliciosamente preparado pela minha querida S., e regressámos ao ponto de partida. Ainda que com a barriga cheia, o caminho de volta pareceu ainda mais difícil, foi preciso subir muitos degraus, cada um com o seu tamanho, uns pequenos, outros gigantescos.
Já que ali estávamos e a lancha de regresso era apenas às 17h30 decidimos ir fazer o passeio de visita às grutas da ilha. 


Passeio de barco ao largo da ilha Berlenga para visitar as grutas da ilha, que pertence ao arquipélago das Berlengas, ao largo de Peniche.


A piada do passeio não está nas grutas que por si só não são nada de extraordinário, mas sim na possibilidade de ver a ilha por fora, isto é, pelo ponto de vista do mar. Não me canso de dizer o quanto a água é transparente e bonita naquele sítio! Pelo caminho, o nosso timoneiro ia-nos chamando a atenção para algumas formações rochosas especiais, como a da baleia, a do elefante, entre outras, onde a rocha toma a forma destes animais.





Claro que isto de andar a passear faz fome, depois do passeio de barco não resistimos ao lanche: ameijoas e perceves, tudo impecavelmente confeccionado no pequeno restaurante da ilha.


No regresso o mar continuava tranquilo e ainda tivémos a oportunidade de ver três golfinhos a passear nas águas entre a Berlenga e Peniche, o condutor da nossa lancha fez até questão de dar a volta para trás para que pudéssemos ver melhor e de mais perto estes espécimes que fazem as delícias de qualquer pessoa.

No regresso ainda fomos ao Baleal fazer o segundo lanche do dia: moelas, pois claro. 
O plano para a noite manteve-se: jantar na Feira Medieval de Óbidos. Eu que só tinha ido a pequenas Feiras Medievais aqui pela zona achei a de Óbidos verdadeiramente espectacular, há realmente muito empenho e investimento neste evento.







Enquanto jantávamos cordornizes assadas, espetadas e pernas de frango ainda tivémos direito a um espectáculo de teatro mesmo à nossa frente. Uma das coisas que mais me impressionou nesta feira, além das construções que fizeram de propósito para a mesma, foram os espectáculos de rua, sempre a acontecer em vários locais ao mesmo tempo, fosse música, teatro ou outro tipo qualquer de espectáculo, em todos os lugares havia alguma coisa a acontecer.


Feira Medieval de Óbidos



Claro que a noite acabou com um copo na Foz, como não podia deixar de ser. Foi um sábado realmente preenchido. No domingo já só queríamos descanso. Fomos à praia a S. Martinho do Porto e apesar do tempo nublado não se estava mal por lá, apesar de a areia ser do mais rijo que há, mais parece que estamos deitados num bocado de cimento. Acabámos por almoçar (e quase lanchar, tal foi a extensão do almoço) por ali, com esta vista e não resistimos a brindar à vida, à nossa!




segunda-feira, 29 de julho de 2013

Primeiro mergulho do ano


21 de Julho de 2013, foi o dia em que inaugurei finalmente a época balnear deste ano com um grande e demorado mergulho no mar da minha praia, tão mais tarde que nos anos anteriores.
O mar estava calmo, ainda que com algumas ondas que traziam uma grande massa de água, a água não parecia tão fria como em anos anteriores, o dia estava quente e a companhia foi óptima, estavam reunidas as condições para um óptimo dia de praia.
Isto só pode ser um prenúncio de grandes dias de praia este Verão.

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Não vás, Verão

Não faz nem um mês que o Verão foi embora mas já sinto aquela saudade de quem o viu partir faz anos! Não sou uma pessoa do Outono, muito menos do Inverno, no máximo sou daquelas que fica feliz com a chegada da Primavera e atinge o auge no dia da chegada do Verão, do calor e da praia.
Os dias de Verão são tão mais felizes, tão compridos e tão completos. É no Verão que revejo pessoas que não vejo há um ano, é no Verão que as tardes são passadas em modo peixe, é no Verão que nos divertimos e rimos mais, é no Verão que eu volto a sentir o quanto é bom haver coisas que nunca mudam, é no Verão que eu sou mais eu, por isso vou aguardar pacientemente pelo próximo Verão. Não gostasse eu tanto do nosso país e um dia ainda haveria de viver num sítio onde fosse Verão o ano inteiro.

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Noites de Verão no Outono


As noites de Outono têm tido outro sabor nas últimas semanas, as noites de Outono sabem a noites de Verão, poucas noites de Verão foram abençoadas com este calorzinho bom que se tem feito sentir.
Há noites em que os amigos se juntam em varanda alheia, conversam, bebem, queixam-se, riem até a noite começar a dar lugar à madrugada e quando dão conta é tarde, demasiado tarde para quem trabalha no dia seguinte, mas apetece continuar ali, a conversar e a rir sem parar, porque estes momentos são demasiado especiais.

Fonte da imagem: weheartit

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Welcome September

Para assinalar bem a chegada do mês em que dizemos adeus à praia, do mês em que é o regresso a tanta coisa, do mês em que começamos projectos, o senhor S. Pedro fez questão de mandar vir a chuva, porque é assim que ele gosta de começar as coisas!
Setembro, sê bem-vindo, mas não faças estragos, ainda não me cansei do sol e do calor!

Fonte da imagem: weheartit

segunda-feira, 18 de julho de 2011

Summer time

O Verão começou há quase um mês mas parece que anda envergonhado! Estamos em pleno Julho, praticamente o pico do Verão, e as temperaturas surgem frescas.
Espero que o S.Pedro esteja só a guardar as temperaturas altas para quando eu estiver de férias, lá para daqui a 3 semanas, senão vamos ter de ter uma conversinha daquelas sérias.

Fonte da imagem: weheartit

sábado, 25 de junho de 2011

Inauguração da época balnear

Esta oficialmente inaugurada a época balnear de 2011 no lugar do costume, cá para o Sul, com um mês de atraso em relação à época homóloga do ano passado. A água continua fresquinha como o é sempre por estes lados. Hoje está um calor quase insuportável, que só se aguenta dentro da água tranquila e fresca.
A praia está cheia de gente, às vezes é difícil encontrar um spot tranquilo para me esticar e perder-me nas minhas leituras.

terça-feira, 21 de junho de 2011

Welcome Summer

Hoje é o dia mais comprido do ano e o dia em que chega o Verão.
Para comemorar, esta semana vou inaugurar a minha época balnear naquele cantinho lá para o Sul que me preenche.

Fonte da imagem: weheartit

segunda-feira, 21 de junho de 2010

This is Summer

Meu querido Verão, olá! Sê muito bem-vindo à nossa humilde terrinha. Podes ficar o tempo que quiseres. O Sol e o calor também estarão por cá, em princípio. Os caracóis ao final da tarde na esplanada em frente ao mar e o creme protector também já vieram. As flores e as cores andam por aí, não terás dificuldade em encontrá-las. Aproveita e põe-te à vontade, estamos muito contentes por te ver.

Fonte da imagem: aqui

sábado, 22 de maio de 2010

Inauguração da época balnear

Está oficialmente aberta a época balnear 2010. Foi tão bom meter o pé na areia de novo! No mesmo lugar onde em Outubro encerrei a época balnear de 2009, abri a deste ano. A água continua fresquinha, custa um pouco meter lá o pé, mas não foi isso que me deteve de uns mergulhos e de umas braçadas relaxantes.
Esteve um dia de calor e a praia tinha muita gente que almejava um dia de praia à moda do Agosto de antigamente.
E agora que vai, se o S.Pedro não se armar em esperto e nos estragar os próximos fins de semana com chuva.

sexta-feira, 21 de maio de 2010

Rumo ao calor

É hoje! Está sol, calor, temperaturas que roçam o pico do Verão e já apetece tirar o chinelo de praia do baú, os vestidinhos e o protector solar. Já está tudo na mala, estamos quase prontos para um fim de semana naquele sítio fantástico lá para os lados do Cabo Espichel e da Serra da Arrábida.

Foto: aqui

Agora é que é!


Foto: aqui