Novo Banco
A maior parte dos anúncios deste banco irrita-me. Peço desculpa à agência que trata da comunicação deles mas...não são nada bons!
Este novo anúncio sobre a domiciliação do ordenado ter como oferta uma viagem a Madrid ou Roma, aquela mistura de português com espanhol ou italiano, dependendo do destino, é tão forçado que me dói a alma de cada vez que passa no rádio.
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segunda-feira, 23 de novembro de 2015
quinta-feira, 5 de novembro de 2015
Spots de rádio que me tiram do sério
Aquele anúncio do Antigripine que tem passado nos últimos dias na Rádio Comercial a propósito desta época propícia para as constipações e gripe tira-me do sério. A arrogância com que a miúda fala para a mãe cheia de gripe enerva-me, enerva-me primeiro que tenham feito um anúncio em que parece que a miúda é que manda na mãe (e não me venham dizer que essa é a nossa realidade em muitos casos que isso não é razão para darmos esse mau exemplo em anúncios de rádio), enerva-me que a mãe continue a falar para a miúda de forma condescendente, enerva-me tudo neste anúncio. Dá vontade de pregar um estalo na pequena e dizer "agora sossegas aí e não vais a festa nenhuma que é para aprenderes a não ter esse feitio!"
sexta-feira, 29 de abril de 2011
Spots de rádio que me tiram do sério - round 2
Aquele anúncio da Depuralina dá-me cabo dos neurónios. É de mim ou estes anúncios são uma espécie de insulto à inteligência das pessoas que têm de os ouvir?
quarta-feira, 10 de novembro de 2010
Não sou de arriscar
Não sou uma pessoa que joga tudo para o ar e arrisca, que se manda de cabeça sem pensar meia dúzia de vezes. Não sou. Não sou impulsiva nas acções, apenas nas palavras. Não sou aventureira, não tanto quanto gostaria. Tenho por hábito jogar pelo seguro, tanto quanto possível, o dia de amanhã preocupa-me.
No entanto, arrisquei. Perguntava-me um amigo no outro dia "Não tiveste medo de arriscar? Não tiveste medo de não seres capaz?" Claro que tive! Deixei de fazer aquilo para que me formei e dei um rumo novo ao meu percurso profissional, foi uma aposta com base num ano académico de um novo curso! Se me custou? Claro que sim, não tinha certeza de nada, tinha dúvidas sobre tudo, medos eram mais que muitos.
Ainda hoje não tenho a certeza de nada, mas a vida faz-se um dia de cada vez e eu quero fazer muitas coisas na minha vida e isto é só o começo de um conjunto de mudanças sucessivas.
Se valeu a pena arriscar? "Tudo vale a pena quando a alma não é pequena", já dizia o Pessoa, e mesmo que não estivesse a gostar desta escolha, pelo menos teria tido a oportunidade de experimentar. Sim, estou a gostar deste novo rumo, mas não me desprendi totalmente da minha vida anterior, hei-de continuar a escrever linhas de código nem que seja por desporto.
Fonte da imagem: weheartit
No entanto, arrisquei. Perguntava-me um amigo no outro dia "Não tiveste medo de arriscar? Não tiveste medo de não seres capaz?" Claro que tive! Deixei de fazer aquilo para que me formei e dei um rumo novo ao meu percurso profissional, foi uma aposta com base num ano académico de um novo curso! Se me custou? Claro que sim, não tinha certeza de nada, tinha dúvidas sobre tudo, medos eram mais que muitos.
Ainda hoje não tenho a certeza de nada, mas a vida faz-se um dia de cada vez e eu quero fazer muitas coisas na minha vida e isto é só o começo de um conjunto de mudanças sucessivas.
Se valeu a pena arriscar? "Tudo vale a pena quando a alma não é pequena", já dizia o Pessoa, e mesmo que não estivesse a gostar desta escolha, pelo menos teria tido a oportunidade de experimentar. Sim, estou a gostar deste novo rumo, mas não me desprendi totalmente da minha vida anterior, hei-de continuar a escrever linhas de código nem que seja por desporto.
Fonte da imagem: weheartit
terça-feira, 25 de maio de 2010
A longo prazo, quero...
Quero ler muito sobre tudoQuero conhecer Itália e passear na gôndola em Veneza
Quero ver fotografias e sorrir
Quero ouvir música nova
Quero percorrer as ruas de Buenos Aires e dançar Tango
Quero nadar no mar alto
Quero comprar sapatos sem me preocupar com o orçamento
Quero entrar numa loja e gostar de todos os vestidos
Quero fazer jantares para os amigos
Quero conversar até ser de dia
Quero dar conselhos
Quero ouvir pessoas sábias
Quero ser mãe
Quero ser tia
Quero ouvir fado em Alfama
Quero ler Os Maias e o Crime do Padre Amaro de novo
Quero escrever um livro de histórias
Quero passear descalça na areia da praia no Outono e na Primavera
Quero calçar sandálias no Inverno e esquecer as botas e os cachecóis
Quero sentir a água salgada do mar a evaporar-se do meu corpo ao sol
Quero encontrar-me com os amigos de sempre e estar tudo igual
Quero pisar as folhas coloridas do Outono
Quero rir com vontade
Quero andar à chuva
Quero ir trabalhar de bibicleta
Quero fazer voluntariado com crianças
Quero ser bem sucedida
Quero viajar de mochila às costas
Quero conhecer pessoas diferentes
Quero ensinar
Quero aprender
Quero surpreender
Quero ser surpreendida
Quero assistir a concertos, peças de teatro e espectáculos de dança
Quero...e é por isto que acordo todos os dias pronta a encarar o dia com um sorriso nos lábios
Fonte da imagem: aqui
Só para se ver como isto vai outra vez
Hoje já ia a meio do caminho para o trabalho, leia-se "já tinha andado 20km", quando se me assalta um pensamento terrível: "Será que me calcei??" Pânico!
Olhei de repente para os pés enquanto conduzia e de facto tinha-me calçado. O pânico desvaneceu-se e ri-me durante 5km.
segunda-feira, 24 de maio de 2010
Só para se ver como isto vai
Isto anda tão escasso de tempo que, pela primeira vez na vida, o meu carro chegou a tal ponto de sujidade que paguei, sim, paguei, para o lavarem, por dentro e por fora. Ao que parece, o trabalho foi de tal modo tão bem feito (e tão bem pago), que ficou a brilhar! Provavelmente, nem eu faria melhor, e logo eu que tenho a mania que faço sempre melhor que os outros.
quarta-feira, 14 de abril de 2010
quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010
O meu Moleskine
Quando vi os Moleskines e todo o conceito à volta deles, Hemingway, Picasso, Van Gogh, quis comprar um. E comprei. Sem linhas, sem quadrículas, liso como eu queria. Agora tenho um problema grave. Tenho um Moleskine e não sei o que escrever nele. Não quero que se torne num mero bloco de notas, não quero apontar lá coisas soltas. Não quero que seja mais um aglomerado de palavras sem jeito e sem ligação. Quero escrever lá algo que faça sentido como um todo. Se eu fizesse muitas viagens teria certamente um para anotar pormenores das viagens, notas a reter, e toda uma panóplia de informação útil. Também já me lembrei de escrever histórias (tem dias que me dá para isto). Não sei desenhar, não tenho jeito, portanto também não será um caderno de esboços. E é por isso que o meu Moleskine, preto, liso está desde que o comprei na estante junto com os livros, à espera de uma oportunidade.Foto da foto: Flickr
sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010
De hoje
E pela primeira vez desde que comecei o MBA vou trabalhar à sexta à tarde, não porque haja trabalho a pontapé, mas porque não tenho aulas. Sabe bem ter um fim de semana sem aulas, mas de há 4 meses para cá que a sexta-feira foi promovida de "dia da semana que menos gosto" para "dia da semana favorito". As coisas mudam e as pessoas também.
quarta-feira, 20 de janeiro de 2010
Spots de rádio que me tiram do sério
Todas as manhãs, no caminho para o trabalho, ouço a rádio do costume. E de onde vem parte das receitas das rádios? Da publicidade. Há alguns anúncios de rádio que me tiram do sério, por várias razões:
- não transmitem confiança nenhuma, soam a falso;
- as pessoas que os fazem não têm jeito nenhum para aquilo;
- ficam na cabeça por serem tão irritantes;
- não acrescentam valor à marca;
- quando vemos os produtos na prateleira do supermercado ficamos com o anúncio em loop na cabeça e a última coisa que queremos é comprá-los;
- se estivermos a ouvir rádio durante 2h, é possível ouvir o mesmo anúncio 3 vezes;
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