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terça-feira, 27 de outubro de 2015

Hello, Adele



Com o vídeo lançado na passada sexta-feira, Adele incendiou as redes sociais que se encheram de elogios. Tardou, mas não falhou. Brilhante, as usual.

"Hello"

Hello, it's me
I was wondering if after all these years you'd like to meet
To go over everything
They say that time's supposed to heal ya, but I ain't done much healing

Hello, can you hear me?
I'm in California dreaming about who we used to be
When we were younger and free
I've forgotten how it felt before the world fell at our feet

There's such a difference between us
And a million miles

Hello from the other side
I must've called a thousand times
To tell you I'm sorry for everything that I've done
But when I call you never seem to be home

Hello from the outside
At least I can say that I've tried
To tell you I'm sorry for breaking your heart
But it don't matter, it clearly doesn't tear you apart
Anymore

Hello, how are you?
It's so typical of me to talk about myself, I'm sorry
I hope that you're well
Did you ever make it out of that town where nothing ever happened?

It's no secret that the both of us
Are running out of time

So hello from the other side
I must've called a thousand times
To tell you I'm sorry for everything that I've done
But when I call you never seem to be home

Hello from the outside
At least I can say that I've tried
To tell you I'm sorry for breaking your heart
But it don't matter, it clearly doesn't tear you apart
Anymore, ooooohh
Anymore, ooooohh
Anymore, ooooohh
Anymore, anymore

Hello from the other side
I must've called a thousand times
To tell you I'm sorry for everything that I've done
But when I call you never seem to be home

Hello from the outside
At least I can say that I've tried
To tell you I'm sorry for breaking your heart
But it don't matter, it clearly doesn't tear you apart
Anymore

sexta-feira, 18 de setembro de 2015

Locked Away

A ouvir em loop.



"Locked Away"
(feat. Adam Levine)

[Adam Levine:]
If I got locked away
And we lost it all today...
Tell me honestly...
Would you still love me the same?
If I showed you my flaws
If I couldn't be strong
Tell me honestly
Would you still love me the same?

[R. City:]
Right about now...
If a judge for life me...
Would you stay by my side?
Or is ya gonna say good-bye?
Can you tell me right now?
If I couldn't buy you the fancy things in life
Shawty would it be alright
Come and show me that you are down

Now tell me would you really ride for me?
Baby tell me would you die for me?
Would you spend your whole life with me?
Would you be there to always hold me down?
Tell me would you really cry for me? (Would you really cry for me?)
Baby don't lie to me
If I didn't have anything...
I wanna know would you stick around?

[Adam Levine:]
If I got locked away
And we lost it all today...
Tell me honestly...
Would you still love me the same?
If I showed you my flaws
If I couldn't be strong
Tell me honestly
Would you still love me the same?

[R. City:]
Let's get it diddly-down-down-down
All I want is somebody real who don't need much
A gal I know that I can trust...
To be here when money low
If I did not have nothing else to give but love...
Would that even be enough?
Gal meh need fi know

Now tell me would you really ride for me?
Baby tell me would you die for me?
Would you spend your whole life with me?
Would you be there to always hold me down?
Tell me would you really cry for me? (Would you really cry for me?)
Baby don't lie to me
If I didn't have anything...
I wanna know would you stick around?

[Adam Levine:]
If I got locked away
And we lost it all today...
Tell me honestly...
Would you still love me the same?
If I showed you my flaws
If I couldn't be strong
Tell me honestly
Would you still love me the same?

[R. City:]
Tell me, tell me, would you want me? (Want me!)
Tell me, tell me, would you call me? (Call me!)
If you knew I wasn't ballin'
Cause I need a gal who's always by my side...
Tell me, tell me, do you need me? (Need me)
Tell me, tell me, do you love me yea?
Or is ya just tryna play me?
Cause I need a gal to hold me down for life...

[Adam Levine:]
If I got locked away
And we lost it all today...
Tell me honestly...
Would you still love me the same?
If I showed you my flaws
If I couldn't be strong
Tell me honestly
Would you still love me the same?

If I got locked away
And we lost it all today...
Tell me honestly...
Would you still love me the same?
If I showed you my flaws
If I couldn't be strong
Tell me honestly...
Would you still love me the same?

Would you still love me the same?

terça-feira, 21 de abril de 2015

These days we go to waste like wine

Qual a probabilidade de estares a ouvir Brandie Carlile, que não ouvias vai para cima de um par de anos, e ao mesmo tempo abrires a app timehop e veres que há 5 anos estavas a ouvir precisamente a mesma música que está a tocar neste momento?

Há coincidências do caraças.

terça-feira, 31 de março de 2015

Xutos


Ouvir os Contentores dos Xutos e Pontapés no rádio enquanto trabalho é coisa para me fazer ficar a sorrir durante todo o tempo em que a música está a passar. No meio de tanta música que passa todos os dias, e até algumas que passam várias vezes ao dia, ouvir uma música velhinha que já não ouvi há algum tempo, é coisa para me fazer um bocadinho mais feliz no dia de hoje.

A carga pronta metida nos contentores
Adeus aos meus amores que me vou
P'ra outro mundo
É uma escolha que se faz
O passado foi lá atrás
A carga pronta metida nos contentores
Adeus aos meus amores que me vou
P'ra outro mundo
Num voo nocturno num cargueiro espacial
Não voa nada mal isto onde vou
P'lo espaço fundo
Mudaram todas as cores
Rugem baixinho os motores
E numa força invencível
Deixo a cidade natal
Não voa nada mal
Não voa nada mal
Pela certeza dum bocado de treva
De novo Adão e Eva a renascer
No outro mundo
Voltar a zero num planeta distante
Memória de elefante talvez
O outro mundo
É uma escolha que se faz
O passado foi lá atrás
E nasce de novo o dia
Nesta nave de Noé
Um pouco de fé 
Foto: daqui

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

Arrepios



Ouço muitas vezes música em modo shuffle e hoje calhou-me esta na rifa. Quando começam os primeiros acordes pára tudo. Fico com o coração apertadinho. Quando Camané entra em cena arrepia-se-me a pele toda, é a voz, é a letra, é o significado, esta música é tão perfeita que dói.

sábado, 10 de janeiro de 2015

Todos Lá Para Trás

Passo muito tempo a ouvir música só como companhia, sem prestar atenção ao que estou a ouvir, mas quando ouço Pedro Abrunhosa gosto de escutar bem todos os detalhes das suas músicas e esta merece ser ouvida com atenção. No final de ouvir a música, ler a letra e repetir tudo de novo só me apraz dizer: é tão isto!



Tenho medo de contar
O que acabo de assistir,
Um homem a trabalhar
E mais de vinte a dirigir,
Por decreto, tudo certo,
Diz a lei que assim se faz,
Até que o homem se fartou
E berrou
'Agora todos lá para trás!
Todos, todos, lá para trás,
Venham ver como se faz,
Todos, todos lá para trás!

Vi a geração currículo,
Dez estágios no japão,
Cinco cursos, doutorados,
Recibos verdes e pão,
Tudo às cegas, e os colegas,
Enterrados no sofá,
Voltam para casa dos pais
Que fartos, berram:
'Agora todos lá para trás!
Todos, todos, lá para trás,
Estudou e é um incapaz,
Todos todos lá para trás!

Ah, se eu te dissesse
Tudo o que vai no meu país,
Ah, se eu conseguisse,
Matar o mal pela raiz.
E se tu viesses
Também beber desta euforia,
Os dois somos multidão,
E toda a gente gritaria:
'Agora todos lá para trás!
Todos, todos, lá para trás,
É a nossa vez, queremos paz,
Todos, todos lá para trás!

Vi quem de saber tão curto,
Ainda acaba presidente,
E à sua volta sábios
Disfarçados de inocentes
De fato no retrato,
Como a muita gente apraz,
Até que alguém se irritou
E ordenou:
'Agora todos lá para trás!
Todos, todos, lá para trás,
Queremos pão, queremos paz,
Todos, todos lá para trás!

Que país tão engraçado,
A comprar o que não quer,
Submarinos estragados
Auto-estradas de aluguer,
Tanto crédito, inédito,
De escravo a capataz,
Até que alguém de lá do fundo
Agora todos lá para trás!
Todos, todos, lá para trás,
E quem come do cabaz?
Todos, todos lá para trás

Ah, se eu te dissesse
Tudo o que vai no meu país,
Ah, se eu conseguisse,
Matar o mal pela raiz
E se tu viesses
Também beber desta euforia,
Os dois somos multidão,
E toda a gente gritaria
Agora todos lá para trás!
Todos, todos, lá para trás,
Queremos pão, queremos paz
Venham ver com se faz.

Todos, todos, lá para trás,
Quero todos lá para trás,
Queremos pão, queremos paz,
Agora todos lá para trás,
Todos, todos lá para trás,
Venham ver como se faz,
E o presidente ineficaz,
Todos, todos, lá para trás
Todos, todos, lá para trás
Queremos pão, queremos paz,
Todos, todos lá para trás
Todos, todos lá para trás

quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

20 anos de "Viagens"


Passaram 20 anos desde que Pedro Abrunhosa e os Bandemónio editaram aquele que viria a ser um dos álbuns mais ouvidos lá em casa.
Em 1994 o meu mundo era simples, ingénuo e infantil, restringindo-se na sua essência à minha aldeia à beira mar. Em 1994 o mundo lá fora estava em ebulição com ataques em Sarajevo, conversações que em nada resultavam, a África do Sul conseguia o seu 1º Presidente negro, o Ruanda via o seu Presidente ser assassinado, Ayrton Senna morria num acidente de F1, Kurt Cobain suicidava-se, enfim, o mundo girava à sua velocidade e um conjunto de acontecimentos permitiu que Pedro Abrunhosa escrevesse canções de índole mais política do que outra coisa, sem que os meus tenros 9 anos dessem conta,
"Não posso mais", "Lua", "Tudo o que eu te dou", "É preciso ter calma", "Socorro", "Estrada", "Viagens" são canções que reconheço aos primeiros acordes e ainda hoje me orgulho de conseguir cantar sem me enganar "Não posso mais" naquele ritmo frenético-acelerado que me enche a alma de nostalgia.

quarta-feira, 19 de novembro de 2014

Obrigada, Carlos

O fado, esse indivíduo, foi-me apresentado muito lá atrás no tempo. Num tempo onde cantava a Amália, cantava a Argentina Santos, cantava a Maria da Fé, cantava o Marceneiro,  e cantava também Carlos do Carmo. Nesse tempo ouvia-se cantar nos discos que alguém lá em casa um dia comprara. Um dos discos da Amália estava sempre no gira-discos, tenho ideia que até já estaria riscado. Nesse tempo o fado não era moda, o fado era a história, era aquela coisa tão nossa, era para ouvir de olhos fechados e em silêncio.
Nesse tempo já o Carlos do Carmo construia uma carreira a cantar o nosso fado e essa carreira levou-o hoje aos Estados Unidos para receber um Grammy "Lifetime Achievement Award". Para comemorar esse feito, a Rádio Comercial (na ideia original desse pequeno grande Palmeirim) homenageou Carlos do Carmo com um vídeo que me rouba as palavras, uma homenagem que se sente do lado de cá, do lado de quem por cá ouviu o Carlos do Carmo desde sempre e assiste agora ao reconhecimento de uma vida dedicada ao fado.

segunda-feira, 29 de julho de 2013

Ana Moura no rio



Ouço fado desde sempre, na minha casa havia um gira-discos que tinha sempre lá dentro um vinil da Amália.  Foi um gosto incutido pelo meu pai que sempre admirou esta música tão nossa, pelo que não foi por acaso que comecei há uns anos a ouvir as novas vozes do fado. No meio dessas vozes estava a Ana Moura, com uma voz grave e doce, forte e tocante. Dediquei-me a conhecer o trabalho desta artista e não pensei duas vezes quando soube que ia estar em Coimbra, a cantar à beira rio, aos pés de uma cidade marcada também ela pelo fado.
O concerto foi mesmo muito bom, a interacção da Ana Moura com o público é muito boa, a boa disposição da artista e o guitarrista exímio marcaram uma noite incrível. Gosto, gosto sempre e muito de ouvir Ana Moura, especialmente a música "Caso Arrumado" que me enche a alma. Ainda que não a tivesse cantado, a noite seria igualmente memorável.





segunda-feira, 29 de abril de 2013

"Afinal o tempo fica, a gente é que vai passando"

A inconfundível Argentina Santos.


Volta atrás vida vivida
Para eu tornar a ver
Aquela vida perdida
Que nunca soube viver

Voltar de novo quem dera 
A tal tempo, que saudade
Volta sempre a primavera 
Só não volta a mocidade

A vida começa cedo 
Mas assim que ela começa
Começamos por ter medo 
Que ela se acabe depressa

O tempo vai-se passando 
E a gente vai-se iludindo
Ora rindo ora chorando 
Ora chorando ora rindo

Meu Deus, como o tempo passa Dizemos de quando em quando
Afinal, o tempo fica 
A gente é que vai passando

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Herman José como Dino Meira

Herman José faz parte do humor da televisão em Portugal desde que me lembro. Teve os seus momentos mais felizes e outros que nem tanto, com programas que ou deslumbravam ou não convenciam.
Ainda assim nunca deixou de ser um homem de grande humor e sátira.
Ontem estava eu entretida a ver "A tua cara não me é estranha 3" (é verdade, gosto daquilo), eis quando senão aparece o próprio Herman vindo directamente da RTP, por especial favor, para uma interpretação. Relembrando os tempos do Herman Sic, só a título de exemplo, Herman interpretou inúmeras personagens, cantou muito e bem portanto não ia ali fazer nada que já não estivesse habituado.
O espanto foi Herman cantar Dino Meira. Ora, Dino Meira, esse nome da música tradicional portuguesa com músicas dedicadas especialmente aos emigrantes, fez parte da banda sonora da minha infância e ainda hoje quando ouço sai aquele sorriso nostálgico.
Ontem diverti-me muito a ver Herman na pele de Dino, foi realmente priceless.


P.S. - Já que o Herman José não pode criticar quem lhe paga na RTP veio para a TVI lançar uma farpa ao Governo. Lindo.

sábado, 26 de janeiro de 2013

Between the Raindrops



Esta música tem qualquer coisa de energético que me faz querer ouvir em modo repeat.


Look around
There's no one but you and me
Right here and now
The way it was meant to be
There's a smile on my face
Knowing that together everything that's in our way
Were better than alright

Walking between the raindrops
Riding the aftershock beside you
Off into the sunset
Living like there's nothing left to lose
Chasing after gold mines
Crossing the fine lines we knew
Hold on and take a breath
I'll be here every step
Walking between the raindrops with you

Take me now
The world's such a crazy place
When the walls come down
You'll know I'm here to stay
There's nothing I would change
Knowing that together everything that's in our way
Were better than alright

Walking between the raindrops
Riding the aftershock beside you
Off into the sunset
Living like there's nothing left to lose
Chasing after gold mines
Crossing the fine lines we knew
Hold on and take a breath
I'll be here every step
Walking between the raindrops with you

There's a smile on my face
Knowing that together everything that's in our way
Were better than alright

Walking between the raindrops
Riding the aftershock beside you
Off into the sunset
Living like there's nothing left to lose
Chasing after gold mines
Crossing the fine lines we knew
Hold on and take a breath
I'll be here every step
Walking between the raindrops with you
Between the raindrops with you
Between the raindrops with you

Between the raindrops with you

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

Expofacic 2012


A Expofacic é só a maior festa do meu concelho com projecção a nível nacional. Uma vez por ano faço questão de lá passar para sentir aquele ambiente de festa. É sempre tudo praticamente igual mas ainda assim é bom saber que está sempre tudo no sítio do costume.
A melhor parte da festa são as tasquinhas das diferentes freguesias e grupos recreativos, a ir lá tinha de jantar numa e desta vez foi na da Caniceira com vista directa para o palco Sagres onde àquela hora actuava o grupo "Ai que vida" que, curiosamente, é formado pelo ainda pároco da nossa freguesia e outros elementos familiares e que me surpreendeu bastante, inclusive tinham com eles um convidado que por acaso faz parte do grupo Anaquim.
Como noite de fados que era, cantaram no palco principal Carolina Pessoa e Nuno Sérgio, dois fadistas de Cantanhede que não fazem disso modo de vida mas cantam com alma e depois, a cabeça de cartaz, Mariza. Não vi o concerto da Mariza até ao fim, por limitações de horário, mas do que vi gostei bastante, dá um concerto bonito de se assistir. O fado vale sempre a pena.

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Madonna em Coimbra


Esporadicamente Coimbra é levada em conta para grandes espectáculos, primeiro os Rolling Stones, depois U2 e agora é a vez de Madonna dar espectáculo na cidade dos estudantes.
É um concerto que eu gostava muito de ver, deve dar um grande espectáculo de música, dança e cor, mas isso não supera a minha falta de paciência para estar em filas intermináveis a comprar bilhetes com valores excessivos que variam entre os 76 e os 162 euros. Na loucura até metia de lado a minha intolerância por grandes aglomerados de gente, uma vez que fosse, mas já viram o preço dos bilhetes??

Fonte da imagem: aqui

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Raquel



Quem diria,
Que um dia,
Voltava a ver Raquel
Fiquei parado e pouco lhe falei...
Há quanto tempo nao te via
Julguei até ja ter estancado a hemorragia
Mas ao que eu vejo que o tempo nao passou..
Como era bom, contar-te o que eu sentia
Mas vejo que a conversa vai ficar para outro dia,
Por hora só me sai:
Raquel

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Jorge Palma - Com Todo o Respeito


O último álbum de Jorge Palma, "Com todo o respeito", e cujo single de lançamento é "Página em Branco" é de um bom gosto brilhante.
Desde a primeira música até à última não há uma única que não aprecie. Em "O Mundo e a Casa" faz um dueto com Cristina Branco, que resulta numa canção deliciosa. Há ainda um dueto com Flak e duas letras com autoria de Carlos Tê e José Luís Peixoto.
É dinheiro bem gasto, sem dúvida alguma!!
Deixo aqui o início da letra de uma das músicas que mais gosto neste álbum: ""Imperdoável é o que não vi, imperdoável é o que esqueci, imperdoável é desistir de lutar, imperdoável é não perdoar."

Sucessor do multi-platinado “Voo Nocturno” (editado em 2007), o novo disco conta com várias participações: os Demitidos (banda composta por André Hollanda, Pedro Vidal e Miguel Ramos), Cristina Branco (dueto em “O Mundo e a Casa”), Flak (responsável pela produção e dueto em “Mais um Comboio”), Gabriel Gomes, Vicente Palma, Carlos Barreto, Carlos Bica e Bruno Vasconcelos. A nível das participações destaque ainda para a contribuição de Carlos Tê (autor da letra do tema “Uma Alma Caridosa”) e de José Luís Peixoto (autor da letra do tema “Pensámos em Nada”). 

 Fonte: fnac.pt