segunda-feira, 28 de dezembro de 2015

52 coisas em 52 semanas - conclusão

1 - Correr uma meia maratona

2 - Ler pelo menos um livro por mês

3 - Fechar o planeamento de duas viagens


4 - Visitar a Madeira e os primos que lá vivem

5 - Escrever

6 - Celebrar os aniversários como eles merecem ser comemorados
 

7 - Não comprar botas novas

8 - Perder 4 Kg

9 - Visitar uma cidade europeia

10 - Fazer uma viagem em família

11 - Mudar de emprego

12 - Poupar tudo o que conseguir

13 - Não comprar um único livro

14 - Reduzir a despesa em supermercado


15 - Beber 2L de água por dia


16 - Fazer 30 anos

17 - Ser feliz

18 - Passar um fim de semana com amigos num qualquer sítio rural deste país


19 - Fazer um vídeo com vídeos e fotos desde que a Leonor nasceu até 1 ano

20 - Ir à missa

21 - Arrumar e organizar o sótão


22 - Jantar com os amigos mais vezes, como antigamente


23 - Ir à Revista e ao Teatro


24 - Aprender a desenvolver para iOS

25 - Organizar o baptizado da Leonor

26 - Transformar os fins de semana em dias mais produtivos

27 - Tirar mais fotografias com a máquina e menos com o telemóvel

28 - Ouvir mais música

29 - Cultivar a solidariedade

30 - Procurar motivação mesmo nas coisas mais chatas

31 - Arriscar

32 - Mais determinação e menos preguiça

33 - Desenvolver a minha app de livros

34 - Vender ou dar o que tenho a mais

35 - Actualizar a minha música

36 - Organizar o backup de fotografias

37 - Andar mais vezes de salto alto

38 - Não desistir de publicar um artigo

39 - Não desistir dos meus pequenos projectos pessoais

40 - Passar um fim de semana num turismo rural

41 - Planear e projectar

42 - Concretizar

43 - Aproveitar melhor o tempo, especialmente durante a semana

44 - Planear melhor as refeições

45 - Organizar a festa de 1 ano da Leonor 

46 - Levar a Leonor a conhecer sítios e lugares


47 - Não esquecer a palavra do ano

48 - Arrumar o armário das caixas de plástico (também conhecidas por tupperwares)

49 - Tentar encaixar mais um desporto

50 - Fazer muitos bolinhos na areia da praia

51 - Aprender a fazer qualquer coisa à mão

52 - Fazer prendas de Natal

(Balanço: 31/52)

terça-feira, 22 de dezembro de 2015

No Escape


Jack Dwyer (Owen Wilson) viaja com a sua esposa Annie (Lake Bell) e as duas filhas Lucy e Beeze para um país do sudeste asiático em busca de um melhor emprego. No entanto, não contavam encontrar à chegada uma autêntica guerra civil tendo como alvo todos os estrangeiros e em particular Jack que seria o novo funcionário da empresa das águas. É preciso salvar-se a si e à sua família, sair daquele país em guerra e pedir asilo no Vietname mas como poderão levar a cabo essa árdua tarefa se em todo o lado há perigosos rebeldes à espreita?
Habituada a ver Owen Wilson a fazer papeis medianos em filmes de comédia, foi com grande surpresa que assisti à qualidade da sua representação.
É um filme de carácter muito violento, especialmente por ter uma família envolvida, é tenso e uma pessoa chega ao fim convicta que viu um bom filme mas cansada com tantos momentos tensos e violentos.
Um empresário americano, juntamente com com a sua família, recomeça a vida num país do sudeste asiático. Quando lá chegam, dão por si no centro de uma violenta revolta política, e quando a cidade sofre um impiedoso ataque por parte dos rebeldes, eles são obrigados a encontrar desesperadamente uma forma de fugir em segurança.
Fonte: mag.sapo.pt
No Escape no IMDB.

sexta-feira, 11 de dezembro de 2015

Tag "10 Factos Estranhos sobre Mim"

A Cat nomeou-me para indicar 10 factos estranhos sobre mim. Acho que tenho de reflectir bem nisto, porque na verdade eu acho que sou normal, e independentemente de fazer coisas que aos outros parecem estranhas, para mim são normais.
Vamos lá ver se me sai alguma coisa.

1. Calço sempre primeiro o sapato/sapatilha/bota esquerda e só depois a direita, sempre.

2. Adoro comprar prendas para as pessoas que gosto, passo tempo a pesquisar uma prenda que acho que a pessoa vai gostar.

3. Não saio de casa sem o telemóvel, não me consigo desligar do mundo assim de qualquer maneira. E se tenho uma emergência e preciso de ligar a pedir ajuda? Não consigo, pronto.

4. Sou uma pessoa de listas, faço listas para tudo e mais alguma coisa e daí ter inúmeros papéis soltos dentro do meu bloco de notas que me acompanha todos os dias.

5. Dá-me imenso gosto emprestar os meus livros.

6. Não gosto de deixar um livro a meio, mesmo que não esteja a gostar nadinha dele.

7. Não gosto de muita gente junta por isso evito estádios de futebol em dia de jogo e centros comerciais ao fim de semana na época do Natal.

8. Gostava de ter várias vidas para as viver de formas diferentes, fazer escolhas diferentes e saber o resultado.

9. Gosto muito de comprar sapatos de salto alto mas é raro andar com eles, já perdi esta mania de gastar dinheiro desnecessariamente.

10. Sou desconfiada por natureza, desconfio, faço filmes, imagino, por isso é difícil enganarem-me porque antevejo muitas coisas.

sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

White House Down



John Cale (Channing Tatum) é um polícia que aspira um emprego nos Serviços Secretos de Protecção ao Presidente dos EUA James Sawyer (Jamie Foxx). Depois de ser entrevistado e ser recusado para o emprego faz uma visita à Casa Branca para não decepcionar tanto a sua filha Emily (Joey King). Durante a visita há um ataque à Casa Branca e John vê-se involuntariamente no papel de protector do Presidente e ao mesmo tempo tem de salvar a sua filha que está refém dos atacantes. Um filme com muita acção, cenas exageradas mas que vale a pena assistir.
John Cale, polícia do Capitólio, acaba de ver recusado o seu emprego de sonho nos Serviços Secretos de Proteção ao Presidente James Sawyer). Para não deixar a sua filha decepcionada com esta notícia, John leva-a a visitar a Casa Branca, mas o local é tomado por um grupo paramilitar fortemente armado. Agora, com o Governo num caos e com o tempo a esgotar-se, cabe a Cale salvar o Presidente, a sua filha e o País.
Fonte: mag.sapo.pt
White House Down no IMDB.

Eu já fui... #4

Eu já fui uma pessoa que saía sempre à sexta feira à noite, fosse só para beber café com os amigos, fosse para uma jantarada mais demorada, mas não havia ninguém que me apanhasse em casa à sexta à noite. Hoje em dia saio às vezes à sexta para jantar fora ou em casa de amigos mas volto cedo que a pingarelha não se aguenta muito para lá das 10 da noite.

quinta-feira, 3 de dezembro de 2015

Eu já fui... #3

Eu já fui uma pessoa com muito tempo para escrever. Agora acontece nas horas vagas que me sobram das horas vagas que só se chamam horas vagas porque não são de trabalho pago, mas são todo um trabalho paralelo que ser "dona de casa" e "mãe da Leonor" implica. Resumindo e concluindo, pouco sobra para escrever com tempo e fluidez.

quarta-feira, 2 de dezembro de 2015

Eu já fui... #2

Eu já fui uma pessoa que corria 2 ou 3 vezes por semana. Depois passou-me. Falhei o objectivo da Meia Maratona porque foi no dia a seguir ao baptizado da mai' nova e foi um dia muito cansativo e simplesmente desisti das corridas. Falta-me um objectivo (e tempo também vá).

terça-feira, 1 de dezembro de 2015

Eu já fui... #1

Eu já fui uma pessoa que lia livros de empreitada. Agora só os transporto de um lado para o outro...

segunda-feira, 23 de novembro de 2015

Spots de rádio que me tiram do sério

Novo Banco
A maior parte dos anúncios deste banco irrita-me. Peço desculpa à agência que trata da comunicação deles mas...não são nada bons!
Este novo anúncio sobre a domiciliação do ordenado ter como oferta uma viagem a Madrid ou Roma, aquela mistura de português com espanhol ou italiano, dependendo do destino, é tão forçado que me dói a alma de cada vez que passa no rádio.

quarta-feira, 18 de novembro de 2015

Ronaldo



Ganhei um bilhete para a estreia de um documentário há muito falado, o que retrata a vida de Ronaldo, o nosso melhor do mundo. O documentário fala disso mesmo, da vida de Ronaldo desde que ainda vivia na Madeira, o seu percurso vencedor, a relação com o pai alcóolico, o exemplo que não quer seguir enquanto pai e a sua relação com o pequeno Cristianinho. Fundamentalistos à parte, admiro-o enquanto pessoa e profissional, se é vaidoso, é, ele pode. O testemunho do irmão, Hugo Aveiro, recuperado de um passado de álcool, conta como Ronaldo o ajudou quando Hugo decidiu "endireitar-se" e largar os vícios. A mãe é todo um orgulho naquele filho que saiu da Madeira para o mundo e marcou a história do futebol para sempre.
Dos criadores dos documentários sobre Ayrton Senna e Amy Winehouse, "Ronaldo, O Filme" narra a história de Cristiano Ronaldo com acesso à vida privada do jogador de futebol mais conhecido de sempre. Através de conversas e imagens de inéditas, o filme oferece uma visão surpreendente da vida desportiva e pessoal de Cristiano Ronaldo.
Fonte: mag.cinema.pt
Ronaldo no IMDB.

sexta-feira, 13 de novembro de 2015

Socorro, estou a tornar-me na minha mãe

Ontem preparei a base do caldo verde, cozinhei e cortei o chouriço para o dito, fiz uma panelada de moelas, fiz paté de atum, cortei chouriço para as bruschetas, fiz salada de orelha de porco, preparei a sobremesa que ficou apenas a precisar de uns 20 minutos de forno, preparei a mesa e arrumei a casa toda para receber as visitas. Fiz tudo de véspera, antevendo a falta de tempo hoje para tudo o que me propunha, antevendo que hoje apenas teria tempo para compras de última hora e dar toques finais no repasto, antevendo que vou às compras com uma criança de 18 meses atracada a mim. Caraças, estou a transformar-me na minha mãe.

Vou sempre queixar-me da falta de tempo

Vinte e quatro horas inteirinhas, para mim, é pouco para um dia só. Em dias como os de hoje, em que quero juntar aqueles amigos que escolhi como família emprestada nesta cidade também emprestada, em que quero cozinhar com gosto para 12 pessoas, em que quero reunir sorrisos, promessas e desejos, em que quero sair do trabalho, apanhar a miúda na escola, fazer as últimas compras e começar a empreitada que é cozinhar para aquele bando de gente que eu gosto com uma miúda agarrada às minhas pernas a chamar-me a cada 30 segundos, vinte e quatro horas não chegam. A quem dirijo o pedido de acrescentar mais horas ao dia?

quinta-feira, 12 de novembro de 2015

Anjinhos de Natal - Exército de Salvação


Hoje enviei o meu presente para a causa dos Anjinhos do Natal do Exército de Salvação. O Anjinho que me foi atribuído pediu um Nenuco e eu fiz-lhe a vontade, claro. Conforme mandam as regras, comprei-lhe também uma roupa, foi o conjunto completo: calções, meias calças, camisola e casaquinho. Vai ficar uma boneca, com certeza! Alegra-me muito saber que esta criança terá estes presentes na noite de Natal, e que apesar das dificuldades terá uma noite mais feliz. Todas as crianças deviam ter um presente no Natal.

Agora a minha recomendação: devia haver em todas as cidades (pelo menos as capitais de distrito) do nosso país pontos de recolha destes presentes para os Anjinhos do Natal, porque enviar a encomenda pelo correio custou quase o valor do Nenuco. Portugal não é só Lisboa e Porto, e tenho a certeza que há pelo país fora muitas pessoas solidárias com esta causa pagando uma exorbitância pelo envio dos presentes quando poderia haver mais pontos de recolha.



quinta-feira, 5 de novembro de 2015

Spots de rádio que me tiram do sério

Aquele anúncio do Antigripine que tem passado nos últimos dias na Rádio Comercial a propósito desta época propícia para as constipações e gripe tira-me do sério. A arrogância com que a miúda fala para a mãe cheia de gripe enerva-me, enerva-me primeiro que tenham feito um anúncio em que parece que a miúda é que manda na mãe (e não me venham dizer que essa é a nossa realidade em muitos casos que isso não é razão para darmos esse mau exemplo em anúncios de rádio), enerva-me que a mãe continue a falar para a miúda de forma condescendente, enerva-me tudo neste anúncio. Dá vontade de pregar um estalo na pequena e dizer "agora sossegas aí e não vais a festa nenhuma que é para aprenderes a não ter esse feitio!"

Coisas que me irritam #12

No meu caminho para casa depois de fazer uns recados, passei em frente a uma escola e dois colégios em hora de saída. Na escola tive de lidar com miúdas a atravessar a passadeira sem olhar, nos colégios tive de levar com carros estacionados em cima de passeios, em segunda e terceira fila porque todos os paizinhos querem apanhar os filhos na porta da escola, a condicionar o trânsito de uma maneira que nem para trás nem para a frente. Há mesmo necessidade de ir buscar os miúdos de carro ao portão? Só não vão com o carro dentro da sala porque não passa na porta senão tenho a certeza que entrariam. Podiam estacionar correctamente, mais longe, e ir a pé buscá-los à porta, mas não era a mesma coisa. Que Deus me livre e guarde de um dia ser assim.

Coisas que me irritam #11

Num percurso que tive de fazer há uns dias passei em frente a uma escola secundária em hora de saída. Sou uma pessoa que tem cuidado na estrada, que vai atenta às passadeiras, que abranda em zonas escolares mas sei bem que nem toda a gente o faz e há por aí muito "fangio" que não pára em passadeiras. Ora ia eu na tranquilidade da minha condução, cheia de vagar, e vejo três miúdas a fazerem-se à passadeira. É que nem olharam para um lado e para o outro. Meteram o pé à estrada, assim mesmo, sem qualquer precaução, sem pensarem que há pessoas que não páram nas passadeiras e que às vezes àquela hora do lusco-fusco em que já é quase de noite mas as luzes da rua ainda não acenderam quem conduz não vê muito bem quem vai nos passeios. Depois admiram-se que há atropelamentos e isto incomoda-me. Incomoda-me que não se preocupem com a sua integridade física, incomoda-me que pensem que as coisas acontecem só aos outros, incomoda-me porque não será certamente falta de aviso por parte dos pais, é apenas um desleixo e uma distracção própria dos adolescentes, essa faixa etária que me assusta e preocupa.

segunda-feira, 2 de novembro de 2015

Dallas Buyer Club


Ron Woodroof (Matthew McConaughey), um típico cowboy do Texas, descobre em 1985 que tem HIV numa altura em que se achava que o vírus era coisa de homossexual e os médicos dão-lhe 30 dias de vida.
Com dificuldades de acesso aos fármacos experimentais da altura, Ron decide procurar por sua conta e risco os medicamentos que poderão ajudá-lo a viver mais tempo e ajudar um grupo de pessoas que se encontram na mesma situação, e, claro, fazer dinheiro com isso. Para tal conta com Rayon (Jared Leto), um transsexual toxicodependente, de quem acaba por ficar amigo. Este filme tem um argumento duro, inspirado em factos reais, que nos mostra o desespero de Ron quando várias portas se fecham e ele luta contra o tempo e contra os efeitos do vírus.
Ron Woodroof é um cowboy do Texas cuja vida sofre uma reviravolta quando em 1985 é-lhe diagnosticado o vírus da SIDA e dado 30 dias de vida. Vivem-se os primeiros momentos desta epidemia e os EUA estão divididos sobre como combater o vírus. Ostracizado por muitos dos seus antigos amigos e sem acesso a medicamentos eficazes comparticipados pelo governo, Ron decide tomar conta do assunto e procurar tratamentos alternativos em qualquer parte do mundo por meios legais ou ilegais. Ignorando as regras estabelecidas, o empreendedor Woodroof une forças com um improvável grupo de renegados e marginalizados - que ele próprio teria evitado no passado - e estabelece um "clube de compradores" de enorme sucesso. A sua luta pela dignidade e aceitação é uma história original, inspirada em fatos verídicos, sobre o poder transformador da resiliência.
Fonte: mag.sapo.pt
Dallas Buyer Club no IMDB.

The Hunting Party


Simon Hunt (Richard Gere) e Duck (Terrence Howard) são uma equipa jornalística muito forte, passaram pelos mais perigosos cenários de guerra e coleccionaram prémios jornalísticos até ao dia em que Hunt não aguenta mais e num directo televisivo diz coisas que não se esperam ouvir de um jornalista em funções. Hunt cai em decadência e Duck é promovido. Anos mais tarde voltam a reunir-se em Sarajevo, um pouco por acaso, e, juntamente com o novato Benjamim (Jesse Eisenberg) embarcam numa aventura que tem tanto de perigosa como desafiante: a procura pelo principal responsável por todos os crimes de guerra na Bósnia, "The Fox" (Ljubomir Kerekes). A sorte nem sempre está do lado desta obstinada equipa e vão ter de lutar contra fantasmas interiores e contra perigos reais. Um bom filme, com dois protagonistas de grande nível e com um final surpreendente.

O Repórter Televisivo Simon Hunt e o operador de câmara Duck trabalharam nas zonas de guerra mais quentes do mundo: da Bósnia ao Iraque, da Somália a El Salvador. Juntos evitaram balas, registaram relatórios incisivos e coleccionaram Emmys. Porém, num dia terrível, numa vila bósnia, tudo muda. Durante uma transmissão, ao vivo, na televisão nacional, Simon tem um colapso. Depois desse momento, Duck é promovido e Simon, simplesmente, desaparece. Cinco anos mais tarde, Duck retorna a Sarajevo com um repórter novato, Benjamin, para cobrir o quinto aniversário do fim da guerra. Simon, um fantasma do passado, aparece com a promessa de um exclusivo mundial, convencendo Duck que sabe o paradeiro do mais procurado criminoso de guerra da Bósnia, "The Fox". Munidos somente com falsa informação, Simon, Duck e Benjamin embarcam numa escura e perigosa missão que os leva pelas profundezas do território hostil...
Fonte: mag.sapo.pt
The Hunting Party no IMDB.

sábado, 31 de outubro de 2015

52 coisas em 52 semanas - update à 47ª semana do ano (31 Outubro)

1 - Correr uma meia maratona - não aconteceu e suspeito que também não vai acontecer. Não tenho corrido nadinha. Apetece-me pouco, comecei isto das corridas numa época em que não se via ninguém a correr, agora quanto mais gente vejo a correr menos me apetece.

2 - Ler pelo menos um livro por mês 5 livros. Vergonhoso. Grande falha. Deve ser uma fase, tem de ser...

3 - Fechar o planeamento de duas viagens
- duas viagens planeadas e feitas, a última com a ajuda de uma pessoa local, que é a melhor maneira de conhecer um lugar.

4 - Visitar a Madeira e os primos que lá vivem - fomos, e voltaremos, voltamos sempre. Gostamos mais da Madeira que de batatas fritas com segurelha.

5 - Escrever - 5 crónicas começadas e apenas 1 terminada. Algumas ideias mas depois parece que não se desenvolvem.

6 - Celebrar os aniversários como eles merecem ser comemorados
 - 1º aniversário da Leonor em grande festa com amigos e família aos molhos, aniversário do marido com um jantar mais comedido, como também gostamos, o meu aniversário em modo viajante que para mim há-de ser sempre a melhor forma de o festejar.

7 - Não comprar botas novasaté agora consegui cumprir. Ainda bem que não prometi nada com sandálias...

8 - Perder 4 Kg - Perdi-os, quase todos, numa altura, mas depois veio férias, bolas de Berlim e petiscos. Ainda assim cerca de 2.5Kg foram à vida.

9 - Visitar uma cidade europeia - Amesterdão, já foste!

10 - Fazer uma viagem em família - esta ficou adiada para o ano que vem.

11 - Mudar de emprego - está bem está...por este andar nem em 2020!

12 - Poupar tudo o que conseguir - dei cabo da poupança quando fui mudar pastilhas dos travões ao carro. 

13 - Não comprar um único livroPerdoai-me Senhor, pequei! Pois é, vi um livro com um assunto do meu interesse, letras miudinhas, não muito grande por 3.15€ e não deu mesmo para resistir.

14 - Reduzir a despesa em supermercado
- até está a correr bem, é só não comprar o que não se precisa e aproveitar algumas promoções para detergentes e afins. Isso e só fazer compras de 15 em 15 dias.

15 - Beber 2L de água por dia
 - esta é fácil!

16 - Fazer 30 anos - já está! Os 30 já cá cantam!

17 - Ser feliz - working on it

18 - Passar um fim de semana com amigos num qualquer sítio rural deste país 
passámos um fim de semana com amigos, no campo, mas foi num Hotel, no Douro.

19 - Fazer um vídeo com vídeos e fotos desde que a Leonor nasceu até 1 ano

20 - Ir à missa - ainda só fui à Missa de Promessa dos Escuteiros do meu afilhado, mas fui madrinha de Promessa, e à missa do Crisma do afilhado onde também fui madrinha. Casamentos também contam, já fui a dois, apesar de só um ter tido missa. Até fui a uma missa de 50 anos de casados. Ah, e um baptizado hoje!

21 - Arrumar e organizar o sótão
- praticamente tratado. Está praticamente tudo encaixotado e etiquetado no sótão. Foram umas noites valentes que passámos por lá em arrumações, mas valeram a pena.

22 - Jantar com os amigos mais vezes, como antigamente
- tem acontecido, numa óptica mais de ir jantar fora quando antigamente fazíamos mais jantares em casa. Estamos comodistas, parece-me.

23 - Ir à Revista e ao Teatro
- Portugal à Gargalhada de Felipe La Feria no Politeama. É uma pena não termos ido ver mais nada até agora, mas aqui a esta cidade chega pouca coisa e agora é cada vez mais difícil irmos a eventos à noite.

24 - Aprender a desenvolver para iOS - working on it

25 - Organizar o baptizado da Leonor - Foi lindo, correu bem, a princesa parecia uma princesa a sério. 

26 - Transformar os fins de semana em dias mais produtivos - tem sido só praia, praia e praia.

27 - Tirar mais fotografias com a máquina e menos com o telemóvel - Amesterdão e Açores, a máquina é quem dispara mais mas no dia a dia o iPhone está sempre à mão para registar os momentos da Leonor.

28 - Ouvir mais música - investi em dois CDs de música portuguesa.

29 - Cultivar a solidariedadeInvisible Children, Contributo para ajudar a Ilha do Fogo depois do vulcão, Donativo para a Operação Nariz Vermelho, AMI. UNICEF - Crianças da Síria.

30 - Procurar motivação mesmo nas coisas mais chatas

31 - Arriscar

32 - Mais determinação e menos preguiça

33 - Desenvolver a minha app de livros

34 - Vender ou dar o que tenho a maisesta tarefa é daquelas que nunca tem fim mas tem corrido bem.

35 - Actualizar a minha música

36 - Organizar o backup de fotografias

37 - Andar mais vezes de salto alto - Tenho mais uns sapatos de salto alto, vamos lá ver se me lembro deles de manhã. Com o Verão usei mais sandálias de cunha mas o Inverno apetece botins baixinhos.

38 - Não desistir de publicar um artigo - a ausência de respostas (ainda que fosse "não") faz-me mesmo querer desistir

39 - Não desistir dos meus pequenos projectos pessoais

40 - Passar um fim de semana num turismo rural

41 - Planear e projectar

42 - Concretizar

43 - Aproveitar melhor o tempo, especialmente durante a semana

44 - Planear melhor as refeições - ainda não é aquele planeamento semanal, mas temos tido algum sucesso neste planeamento.

45 - Organizar a festa de 1 ano da Leonor - correu lindamente, a avó é a maior que ajudou em mil coisas, incluindo emprestar o quintal!

46 - Levar a Leonor a conhecer sítios e lugares
 já conhece um bocadinho da Madeira (andou de avião), conhece a zona do Douro (andou de comboio na linha do Douro) e conhece o Algarve (andou de barco para a ilha de Santa Luzia).

47 - Não esquecer a palavra do ano

48 - Arrumar o armário das caixas de plástico (também conhecidas por tupperwares)

49 - Tentar encaixar mais um desporto

50 - Fazer muitos bolinhos na areia da praia -  as férias já lá vão, fizemos muitos bolinhos, e mesmo depois das férias continuámos a fazer ao fim de semana, até chegar o frio e a chuva.

51 - Aprender a fazer qualquer coisa à mão

52 - Fazer prendas de Natal

(Balanço: 22/52)

quarta-feira, 28 de outubro de 2015

Quero muito se faz favor #3


É por estas e por outras que nunca serei uma fashion blogger. Gosto destes sapatos. Eu nem gosto de peças de vestuário vermelho, mas estes sapatos são mesmo bonitos. Problema? São da Zilian. E onde é a Zilian? Em Lisboa, pois claro. Ah, mas tem loja online. E quanto custam? Quase 90€. Caraças, não podiam fazer sapatos mais baratinhos?

Fonte: Zilian

Nunca serei uma fashion blogger #16

Eu não consigo perceber como é que há pessoas nesta coisa dos blogs andam sempre com roupas diferentes, a mostrar os modelitos e os sapatos da moda. Não pode ser tudo oferta das marcas, não pode. Ontem comprei o dito vestido para o baptizado e outro para o dia a dia e paguei quase 100€, o que é um rombo considerável no orçamento de uma pessoa normal como eu. Quanto é que essa malta dos blogs gasta por mês em roupa? Como é que lhes sobra orçamento para comer todos os dias? Há coisas que superam o meu entendimento.

terça-feira, 27 de outubro de 2015

Hello, Adele



Com o vídeo lançado na passada sexta-feira, Adele incendiou as redes sociais que se encheram de elogios. Tardou, mas não falhou. Brilhante, as usual.

"Hello"

Hello, it's me
I was wondering if after all these years you'd like to meet
To go over everything
They say that time's supposed to heal ya, but I ain't done much healing

Hello, can you hear me?
I'm in California dreaming about who we used to be
When we were younger and free
I've forgotten how it felt before the world fell at our feet

There's such a difference between us
And a million miles

Hello from the other side
I must've called a thousand times
To tell you I'm sorry for everything that I've done
But when I call you never seem to be home

Hello from the outside
At least I can say that I've tried
To tell you I'm sorry for breaking your heart
But it don't matter, it clearly doesn't tear you apart
Anymore

Hello, how are you?
It's so typical of me to talk about myself, I'm sorry
I hope that you're well
Did you ever make it out of that town where nothing ever happened?

It's no secret that the both of us
Are running out of time

So hello from the other side
I must've called a thousand times
To tell you I'm sorry for everything that I've done
But when I call you never seem to be home

Hello from the outside
At least I can say that I've tried
To tell you I'm sorry for breaking your heart
But it don't matter, it clearly doesn't tear you apart
Anymore, ooooohh
Anymore, ooooohh
Anymore, ooooohh
Anymore, anymore

Hello from the other side
I must've called a thousand times
To tell you I'm sorry for everything that I've done
But when I call you never seem to be home

Hello from the outside
At least I can say that I've tried
To tell you I'm sorry for breaking your heart
But it don't matter, it clearly doesn't tear you apart
Anymore

sexta-feira, 16 de outubro de 2015

Nunca serei uma fashion blogger #15

Preciso de um vestido de Outono para levar a um baptizado mas não consigo ir ver vestidos, quanto mais experimentar, com uma miúda de 17 meses atracada a mim, a querer gastar as solas das sapatilhas a correr pelo estabelecimento e a fazer "cucu" nos espelhos das lojas.

30 Coisas para fazer antes dos 30

Nem de propósito, a uma semana de fazer 30 anos encontro uma lista de 30 coisas a fazer antes dos 30 anos. O que fiz, está feito, quanto ao resto, acho que já não vou a tempo.

Aqui fica a lista.

1. Visite um novo continente
Faz hoje 4 anos estava a conhecer a Ásia. Em 2012 visitei a América (já por lá tinha andado em 2008 - Cuba - mas ainda não registava no blog de viagens) e em 2013 meti os pés em África pela primeira vez.

2. Viaje para pelo menos 20 países
Estou no bom caminho mas já não chego aos 20 antes dos 30 anos. Já visitei: Espanha, França, Reino Unido, Irlanda, Cabo Verde, Estados Unidos da América, Singapura, Indonésia, Vietname, Cuba, Holanda. Keep going. 11 já não é nada mau!

3. Faça pelo menos um amigo em cada país que visita
Em todos os países conheci pessoas, mas em muito poucos mantive o contacto.

4. Faça uma viagem de forma espontânea
Não sou assim, eu sou pessoa que gosta de planear tudo antes de sair da zona de conforto.

5. Aprenda uma nova língua
A certa altura decidi ir aprender japonês. Lembro-me de pouco do que aprendi, mas ainda assim foi uma experiência muito divertida.

6. Faça Bungee Jumping
Já tive essa pancada, mas depois passou-me.

7. Skydive
Fiz e voltava a fazer.

8. Enfrente o seu maior medo
Acho que ainda não encontrei o meu maior medo, mas agora que tenho a Leonor tenho medos novos e não quero mesmo enfrentá-los.

9. Vá ao topo de uma montanha
Ver o nascer do sol no Monte Bromo conta?

10. Aumente a sua estabilidade financeira
Esse desafio está ultrapassado há muito tempo.

11. Crie o seu fundo de emergência pessoal
Eu chamo-lhe poupança para viagens, mas pode vir a servir para muita coisa.

12. Crie um negócio online em pararelo
Na verdade não tenho jeito para trabalhos manuais, sei fazer muitas coisas mas nada realmente bem feito e que valha a pena vender.

13. Desenvolva o hábito de fazer exercício diariamente
Desenvolvi e perdi-o quando o tempo apertou com a chegada da Leonor. Agora é mais esporádico que outra coisa.

14. Inicie uma alimentação saudável
Habitualmente já tenho uma alimentação saudável, mas há sempre aqueles jantares de amigos em que é inevitável a facadinha na alimentação saudável.

15. Obtenha a melhor forma da sua vida
Posso não estar na minha melhor forma de sempre, que bater os 18 anos em que nada nos engorda é muito difícil, mas até que nem estou mal.

16. Torne-se uma pessoa disciplinada
Sou uma pessoa disciplinada desde sempre, não é só agora no aproximar nos 30.

17. Torne-se uma pessoa matinal
Desde sempre que sou uma pessoa de manhãs, isso não mudou.

18. Leia, pelo menos 100 livros
Tenho a certeza que desde a minha existência já li bem mais de 100 livros, a minha colecção de livros juvenis era bem extensa. Ler é uma das minhas actividades preferidas que ultimamente tem ficado em segundo plano. No Goodreads tenho registados 87 livros lidos, fora os que nunca foram alvo de registo.

19. Escreva um livro
Tenho ideias várias, mas preciso de investir tempo em alguma pesquisa.

20. Escreva uma carta para o seu futuro eu
Nunca aconteceu, mas já me apeteceu começar uma carta destas várias vezes.

21. Fique offline durante um mês inteiro
Acho que só estando fora do meu ambiente natural poderia fazer isso.

22. Tire uma fotografia todos os dias durante um ano inteiro
Fiz isso, mas não foi fotos de mim mesma, foram fotos do ambiente que me rodeava. No entanto, a partir do dia que a Leonor fez 1 ano estou a tirar-lhe uma foto por dia até ela chegar aos 2 anos para depois poder ver aquela evolução que não nos apercebemos por estarmos todos os dias com ela.

23. Faça uma lista de coisas que realmente o fazem feliz
Não tenho, quererei ter?

24. Complete o desafio da integridade
A experimentar depois dos 30

25. Ajude um sem-abrigo a retomar uma vida normal
Há muitos receios envolvidos

26. Doe para uma fundação local
Faço isso frequentemente, locais ou não.

27. Pare de esperar pela aprovação das outras pessoas
Já me deixei disso.

28. Aprenda a dizer não
Faço-o muito bem.

29. Faça mobiliário DYI
Não tenho absolutamente jeito nenhum para trabalhos manuais, seria um erro meter-me numa aventura destas.

30. Passe uma noite sob as estrelas
Aquelas férias todas a fazer campismo contam? Grandes aventuras e óptimas memórias que nos ficaram dessas férias.

Os meus quase 30 anos já valeram tanto a pena.

Nunca serei uma fashion blogger #14

Há semanas que vejo gente de botas a complementar os modelitos que se vêem nas montras das Zaras e Mangos desta vida desde o final de Agosto. Não me apetece ir buscar as botas ao sótão, pronto, é isto. Enquanto houver sol e não choverem picaretas sou feliz de All Star e sabrinas.

Nunca serei uma fashion blogger #13

Comprei umas calças novas (ouve-se o som de palmas) e até gostava de compor um look para mostrar com que as vou vestir mas o resto das peças que compõem a indumentária devem ser de há 2 ou 3 colecções e já nem estão disponíveis online.

Uma forma simples de transpirar

Cenário: ir ao Continente comprar cerca de 7 artigos e levar a Leonor.

A festa começou logo no carro. A miúda tinha as calças sujas, não ia levá-la ao supermercado naquele cenário de quem andou a fazer batalha naval de comida. Peguei na roupa suplente que leva todos os dias para a escola, tirei-lhe as calças e meti-lhe umas leggings (que por acaso até ficavam bem com a camisola que trazia, se não ficasse bem, azar, também não lha ia trocar) ali mesmo no parque de estacionamento. Olho bem para a cara da miúda e toda ela é uma mistura de ranho, baba e outras coisas que não consigo nem quero identificar, saco de um toalhete da minha carteira (lá calhou ter um mini pacote de toalhetes húmidos daqueles para limpar as mãos), esfrego-lhe a cara com aquilo, aproveito e limpo-lhe também as mãos, negras, parecia que tinha andado a plantar alfaces com a bisa. Com um ar minimamente asseado lá vamos nós parque de estacionamento fora. Entro no espaço do centro comercial e meto-a no chão, as minhas costas um dia dão o berro, ou o peido mestre tanto faz. Ela leva a Ovelha Choné de braçado. Insiste em não me dar a mão e foge, naquele jeito dela de "anda, corre atrás de mim que isto aqui é ainda mais giro". Depois de alguma insistência ela dá-me a mão e consigo que vá direitinha até à entrada do supermercado. Claro que a Ovelha Choné fica pelo caminho pelo menos duas vezes e obrigo-a a apanhá-la do chão. Se lha tiro e a meto na carteira ela grita que quer a Ovelha, se lha dou acaba por a mandar para o chão novamente, e assim seguimos.
Uns quinze minutos depois entramos finalmente no supermercado propriamente dito, não há cestos. Ela continua no chão, de mão dada comigo e com a Ovelha na outra mão, corremos as caixas todas à procura de um cesto em passo de caracol que ela gosta de andar e observar tudo à volta. Quase no fim da fila de caixas lá encontramos o raio de um cesto, ainda por cima meio empenado. Não quero saber, levamos aquele na mesma. Damos finalmente início às compras dos 7 artigos que ali nos levaram. Ela quer fugir-me da mão, o Continente está cheio de gente, não vou correr o risco de me fugir, acabo por a pegar ao colo no braço esquerdo e com a mão direita puxo o cesto ainda vazio. Não perco tempo a escolher coisas, já sei o que quero, vou directamente às prateleiras e é só meter para o cesto, o problema é que o que quero fica em sítios opostos do supermercado e o raio daquela superfície comercial não é propriamente pequena. Sinto-me a fazer a meia maratona com a miúda ao colo (só num braço, que o outro tem um cesto agarrado). Como raio é suposto meter a fruta dentro dos sacos?  (já nem a escolho, se estiver ligeiramente tocada ou podre, paciência, não quero saber). Meto-a no chão um minuto só para meter quatro maçãs verdes dentro do saco de plástico de qualidade duvidosa e nisto já a miúda deu a volta à banca dos frutos secos e já está a caminho das arcas da carne. Largo o cesto, o saco das maçãs e lá vou eu a correr atrás dela. Ela ri-se, acha que isto é um jogo e eu já transpiro. Pego-a novamente ao colo e meto três pêras e uma papaia em sacos diferentes. Com ela ao colo até consigo fechar o saco, não sem antes deixar cair o saco das pêras. Vou pesar a fruta, o senhor que lá está olha para mim com um ar misericordioso, não sei bem porquê, nesta altura ainda só transpirava um bocadinho. Nisto a Ovelha Choné volta a ir parar ao chão, de forma deliberada, meto-a no chão e obrigo-a a apanhar a Ovelha. Depois de alguma insistência ela lá apanha o raio da Ovelha e volto a pegá-la ao colo. Sigo para o corredor dos iogurtes e mal ela vê os iogurtes quer-se lançar a eles. O corredor dos iogurtes estava pouco frequentado, lá consigo metê-la novamente no chão, claro que ela foge com a Ovelha e vai metê-la entre o expositor dos iogurtes e uma espécie de barra de ferro que lá está no chão não sei bem com que propósito. Pego-a novamente ao colo, sempre com o cesto atracado a mim e sigo para os congelados. Nisto, tenho tudo no cesto, tenho a Leonor ao colo e aguardo na fila da caixa prioritária que de prioritária tem apenas o nome, é que toda a gente se mete no raio daquela fila. Eu tenho uma criança com mais de 10kg ao colo, irrequieta, tagarela e um cesto com 7 artigos. Alguém se dá ao trabalho de ver que eu estou ali e me manda passar à frente? Não. Ali aguardo a minha vez, com a Ovelha a ir parar ao chão vezes sem conta, e eu a obrigá-la a apanhar o raio do bicho que já está mais nojento que o chão de uma discoteca às 7 da manhã. Meter os artigos no tapete é uma aventura, com uma mão seguro a miúda que está no chão e que começa a achar graça às cores vivas dos pacotes de pastilhas que estão ali mesmo ao nível dos olhos dela, e com a outra mão meto os artigos no tapete. Tiro o saco de plástico da mala, o cartão para pagar e um talão de desconto, tudo com ela ao colo e a rabear. A senhora da caixa mete-se com a miúda por causa da Ovelha e dá-me uma ajuda a ensacar tudo. Sento a Leonor em cima da caixa, já do lado dos artigos pagos mas ela não quer ficar sentada, põe-se de pé e acha tudo hilariante. Raio da miúda, levo-a às compras todas as semanas e parece que é sempre a primeira vez. Consigo safar-me desta, pego-a ao colo para me ir embora e com a outra mão seguro o saco das compras. Eu disse 7 artigos? Aquela porcaria pesava mais que a Leonor em dias que come que nem um alarve. Sigo a minha viagem entre a caixa e o carro com a Leonor ao colo e o saco das compras na outra mão. Transpiro. O meu cabelo até já pinga. O carro está no estacionamento mais perto da entrada do supermercado, ainda assim tenho de fazer paragens técnicas que o peso das compras está-me a matar um braço e a Leonor mata-me o outro. Troco a Leonor e o sacos das compras e aguento mais 10 metros. Vou assim neste sistema de trocas até ao carro, altura em que pouso tudo no chão, o saco e a Leonor. Nisto, enquanto estico ligeiramente as costas e abro o carro, a miúda foge-me no parque de estacionamento para a frente do carro, esconde-se entre a parede e o outro carro ao lado. Apanho ali uma camada de nervos e ralho-lhe, não pode fugir-me num parque de estacionamento. Pego-a novamente ao colo, abro o carro e meto-a na cadeira, mesmo com ela a resmungar. Fecho a porta e respiro fundo. As compras, esquecidas no chão, tomam o seu lugar na mala do carro e eu sento-me ao volante ainda a transpirar. Música alta e seguimos numa viagem calma e tranquila para casa. Ginásio? Vão vocês que eu vou ao supermercado que vale o mesmo.

quarta-feira, 14 de outubro de 2015

The Gambler


Jim Bennett (o grande Mark Wahlberg) é um professor de literatura de uma família abastada com um livro publicado que tem um vício: o jogo. Bennett não consegue parar enquanto tiver dinheiro para apostar e, inevitavelmente, perde sempre tudo o que ganha no jogo.
Naturalmente que a certa altura começa a pedir dinheiro emprestado e nem sempre às pessoas certas, o que o leva a entrar num ping-pong entre agiotas muito perigosos. No entretanto, cresce a sua admiração pelo talento para a escrita da sua aluna Amy Phillips (Brie Larson) que se transforma em qualquer coisa mais.
Para conseguir pagar a quantidade astronómica de dinheiro que deve, Jim tem de arriscar tudo num jogo onde estarão todos os agiotas a ver, Jim não tem saída possível, ou ganha ou não sai dali com vida.
Um filme com Mark Wahlberg é, para mim, sempre tempo bem investido, Wahlberg nunca desilude, é sempre um gosto assistir aos seus filmes.
Jim Bennett, um professor de inglês com uma secreta vida dupla, como um grande apostador. Quando é forçado a emprestar dinheiro de um notório gangster, Jim coloca a vida dos que ama em perigo mortal. Com o tempo se esgotando, ele tem que entrar no submundo do crime e arriscar tudo para tentar não perder tudo.
Fonte: aqui

The Gambler no IMDB.

Compras no sofá

Estava a ler um post sobre as compras online e comecei a pensar nas minhas últimas compras: quase tudo foi comprado online. Se eu pudesse comprava tudo online e mandava entregar em casa.
Não tenho muita paciência para correr lojas e montras, mas gosto de passar algum tempo a ver montras online.
Já comprei de tudo na internet, desde sapatos (sim, corri o risco de não servirem) a coisas para a casa. No entanto, as minhas compras online incidem mais sobre os livros, compras de supermercado (quando o Continente decide oferecer-me a taxa de entrega, claro), fraldas (sim, compro muita fralda online), cremes e afins para a Leonor e também roupa para ela.
Compras online? Sou fã mas só em sítios de confiança.


quarta-feira, 7 de outubro de 2015

Deixei o meu Coração em África, de Manuel Arouca



África no tempo da guerra colonial tem sido o meu tema de eleição para leituras de lazer.
Enquanto esteve na guerra, Rodrigo escreveu um manuscrito das suas vivências por terras africanas cheio de emoção com os factos que marcaram a sua existência naquele período. Isabel recebe esse manuscrito numa altura em que todos julgam que Rodrigo morreu. O manuscrito leva-nos numa viagem que começa nos anos sessenta na sociedade lisboeta e nos leva ao continente da terra vermelha.
É um romance muito bem escrito que prende o leitor pelas suas descrições e episódios intensos de guerra, amizade, emoção, tristeza e amor.

Um grande amor em tempos de guerra, a sedução de África e o retrato de um Portugal inesquecível... Isabel recebe um manuscrito em condições inesperadas e misteriosas. O seu autor, Rodrigo, desaparecido há seis anos e dado como morto pelos seus amigos, relata as experiências e as vivências, os factos e as emoções, os encontros e os desencontros que marcaram a sua vida. O leitor é levado numa viagem que o transporta aos loucos anos sessenta na alta sociedade lisboeta e o leva à sedução de África, continente misterioso que abre novos horizontes.
Fonte: fnac.pt

Utopias

O meu sonho é trabalhar apenas de manhã e dedicar a tarde aos meus pequenos projectos. Sonhar ainda não paga imposto, mas este em particular é uma utopia. Na verdade eu devia era arranjar um part-time para a noite...

terça-feira, 6 de outubro de 2015

Dia do Professor

Comemorou-se ontem o Dia do Professor e eu comecei ontem a escrever este post. Professor é uma das profissões mais importantes de todo o sempre, sem professor não haveria médico, advogado ou engenheiro. O Professor é a pessoa chave de toda a nossa existência e é uma pena que a profissão esteja tão desgastada e tenha perdido o seu valor. Não sei quando isso aconteceu, mas hoje em dia a figura do Professor já não tem o mesmo respeito, já não tem o mesmo valor e é uma pena que essa ideia se tenha perdido.

Obrigada, antes de mais, à minha mãe que apesar de não ter sido minha professora directamente, foi-o à sua maneira em casa, ainda que os miúdos dela lhe roubassem a paciência que poderia ter comigo ao fim do dia e não tenha visto os meus trabalhos de casa tantas vezes como deveria. A minha mãe era daquelas professoras à antiga, conseguiu sempre impor o respeito, a educação e a admiração. Ainda conheço algumas feitas desta matéria.

Obrigada à professora da escola primária, a Professora Dulce a quem hei-de chamar sempre "a minha professora" que foi a mesma do 1º ao 4º ano e tenho a certeza que isso só nos trouxe vantagens. À moda antiga, exigente até dizer chega, fez-nos pessoas melhores, com mais ou menos castigos, com mais ou menos raspanetes mas sei hoje que fez o melhor para nós.

Obrigada à professora de francês do 7º ao 9º, a Professora Licínia, uma senhora com uma paciência infinita, uma voz irritante, um Mercedes branco que mais parecia uma banheira e que acedeu à nossa vontade de ir a Paris. Nós fomos e ainda hoje falamos disso quando nos encontramos. As boas memórias são tantas que ainda há pouco tempo passámos uma noite a rir à conta disso.

Obrigada à professora de matemática do 5º ao 9º, a Professora Dália, tenho a certeza que foi ela que me fez gostar assim de matemática.

Estas foram apenas algumas pessoas que me marcaram nestes anos todos que levei a estudar. Os da Faculdade pouco se destacaram, eram "só mais um" e nós éramos "só mais um" no meio de tantos.

Obrigada aos Professores desta vida, os que se esforçam e vêem o seu esforço remetido à insignificância tanto por alunos, pais e especialmente pelo nosso Governo.




sexta-feira, 18 de setembro de 2015

Locked Away

A ouvir em loop.



"Locked Away"
(feat. Adam Levine)

[Adam Levine:]
If I got locked away
And we lost it all today...
Tell me honestly...
Would you still love me the same?
If I showed you my flaws
If I couldn't be strong
Tell me honestly
Would you still love me the same?

[R. City:]
Right about now...
If a judge for life me...
Would you stay by my side?
Or is ya gonna say good-bye?
Can you tell me right now?
If I couldn't buy you the fancy things in life
Shawty would it be alright
Come and show me that you are down

Now tell me would you really ride for me?
Baby tell me would you die for me?
Would you spend your whole life with me?
Would you be there to always hold me down?
Tell me would you really cry for me? (Would you really cry for me?)
Baby don't lie to me
If I didn't have anything...
I wanna know would you stick around?

[Adam Levine:]
If I got locked away
And we lost it all today...
Tell me honestly...
Would you still love me the same?
If I showed you my flaws
If I couldn't be strong
Tell me honestly
Would you still love me the same?

[R. City:]
Let's get it diddly-down-down-down
All I want is somebody real who don't need much
A gal I know that I can trust...
To be here when money low
If I did not have nothing else to give but love...
Would that even be enough?
Gal meh need fi know

Now tell me would you really ride for me?
Baby tell me would you die for me?
Would you spend your whole life with me?
Would you be there to always hold me down?
Tell me would you really cry for me? (Would you really cry for me?)
Baby don't lie to me
If I didn't have anything...
I wanna know would you stick around?

[Adam Levine:]
If I got locked away
And we lost it all today...
Tell me honestly...
Would you still love me the same?
If I showed you my flaws
If I couldn't be strong
Tell me honestly
Would you still love me the same?

[R. City:]
Tell me, tell me, would you want me? (Want me!)
Tell me, tell me, would you call me? (Call me!)
If you knew I wasn't ballin'
Cause I need a gal who's always by my side...
Tell me, tell me, do you need me? (Need me)
Tell me, tell me, do you love me yea?
Or is ya just tryna play me?
Cause I need a gal to hold me down for life...

[Adam Levine:]
If I got locked away
And we lost it all today...
Tell me honestly...
Would you still love me the same?
If I showed you my flaws
If I couldn't be strong
Tell me honestly
Would you still love me the same?

If I got locked away
And we lost it all today...
Tell me honestly...
Would you still love me the same?
If I showed you my flaws
If I couldn't be strong
Tell me honestly...
Would you still love me the same?

Would you still love me the same?

Coimbra é uma lição

Por esta altura do ano recuo sempre no tempo. Recuo até ao ano em que fui eu a chegar a Coimbra, caloira, 17 anos na pele, uma mão cheia de expectativas e outra cheia de dúvidas. Será que me iria adaptar e ser quem costumava ser? Será que iria fazer amigos ou iria manter os que já tinha? Será que ia gostar do curso ou teria errado redondamente na escolha? Será que iria ter saudades de casa ou iria ser fácil reajustar-me a esta nova realidade? Será que me ia safar a cozinhar ou ia passar a vida em cantinas baratas?

Doze anos depois aqui continuo, eu apego-me aos lugares e às pessoas, estou perto da minha família, consigo ir jantar a casa e voltar, porque a minha casa será sempre lá, junto ao mar e aos meus. Gosto da cidade, gosto das pessoas e dos amigos que acabei por cá fazer. Os amigos da faculdade perderam-se no mundo, a ligação quebrou-se no tempo, os amigos de sempre estão por cá, outros nem por isso, mas tenho-os no coração e nos regressos a casa. Cozinhei para poucos e para muitos, ainda hoje o faço. O curso fez-se com algum custo, sobrevivi a 5 Queimas das Fitas e a muitas noites de copos com amigos e gente que mal conhecia. Sobrevivi a noites inteiras a fazer trabalhos, sozinha ou em grupo. Sobrevivi à varicela na primeira Latada. Sobrevivi a despedimentos, novos empregos, quilómetros e tempo perdidos para trabalhar fora de Coimbra, até a insolvências. Onde antigamente descobria bares e discotecas, agora descubro restaurantes novos que vão abrindo na cidade. Agora tenho uma ligação ainda mais forte a Coimbra, foi aqui que nasceu a Leonor, e esta será a casa dela. É aqui que vai ter os amigos dela, é aqui que vai crescer e aprender muita coisa. As raízes dela estarão lá ao pé do mar mas Coimbra é a sua cidade.

Como diz a canção, Coimbra é mesmo uma lição de vida. Foi e há-de continuar a ser a minha cidade preferida emprestada.

quinta-feira, 10 de setembro de 2015

Coisas que me irritam #10

Senhoras nas recepções de consultórios da medicina no trabalho (e outros do género) que passam todo o meu tempo de espera ao telefone com amigas a falar das mais variadas banalidades. Eu até queria fazer uma pergunta mas não quero incomodar...

Coisas que me irritam #9

Estar numa loja de roupa de bebé e puericultura bem conhecida e cheia de bom nome no mercado, estar a ser atendida por uma senhora e ao lado outra cliente é atendida pela outra senhora que está na loja. A outra cliente termina a compra e sai. Ficam as duas senhoras a comentar baixinho coisas sobre a cliente, como se eu não estivesse ali a ouvir, e logo eu que tenho ouvidos de tísica. É feio, senhoras, muito feio!! Claro que penso logo "Que será que dirão de mim quando sair por aquela porta?" É que dá vontade de nunca mais ali entrar, e em abono da verdade só lá entro quando preciso mesmo de alguma coisa que já procurei em todo o lado e não encontrei.

sexta-feira, 4 de setembro de 2015

À espera

Não me consigo concentrar a ler em salas de espera de consultórios médicos. Divirto-me muito mais a ouvir conversas alheias!! Muito melhor que ir ao teatro!

quinta-feira, 3 de setembro de 2015

Nunca serei uma fashion blogger #12


Parece que o cor de vinho (ou burgundy, palavra acabadinha de adicionar ao meu vocabulário) e o amarelo torrado estão na moda nesta estação e estas são só duas cores que eu sou capaz de nunca vestir. Não gosto, pronto, fazer o quê?

Fonte da imagem: A Pipoca Mais Doce

Quero muito se faz favor #2

Tenho muitos pijamas, quase todos oferecidos, ocupam toda uma prateleira no armário e quando os arrumo vou metendo por baixo do monte para os conseguir usar todos. Ainda assim, sou bem capaz de juntar mais um à colecção...

Fonte: Primark

segunda-feira, 31 de agosto de 2015

52 coisas em 52 semanas - update à 34ª semana do ano (31 Agosto)

1 - Correr uma meia maratona - não fui àquela que tinha combinado, mas o ano ainda não acabou e ainda não perdi a esperança de me superar. No entanto, não tenho corrido nadinha. Apetece-me pouco, comecei isto das corridas numa época em que não se via ninguém a correr, agora quanto mais gente vejo a correr menos me apetece.

2 - Ler pelo menos um livro por mês - 5 livros. Fraquinho, fraquinho.

3 - Fechar o planeamento de duas viagens - uma viagem planeada e feita. Ainda estou com esperança de visitar outro lugar nuns dias de férias que ainda tenho, vamos ver.

4 - Visitar a Madeira e os primos que lá vivem - fomos, e voltaremos, voltamos sempre. Gostamos mais da Madeira que batatas fritas com segurelha.

5 - Escrever - 5 crónicas começadas e apenas 1 terminada. Muitas ideias e pouco tempo. 

6 - Celebrar os aniversários como eles merecem ser comemorados
 - 1º aniversário da Leonor em grande festa com amigos e família aos molhos, aniversário do marido com um jantar mais comedido, como também gostamos.

7 - Não comprar botas novas - até agora consegui cumprir. Ainda bem que não prometi nada com sandálias...

8 - Perder 4 Kg - Perdi-os, quase todos, mas depois aconteceram férias, jantares, bolas de Berlim e desgraças várias, não tentei ainda pesar-me sequer. 

9 - Visitar uma cidade europeia - Amesterdão, já foste!

10 - Fazer uma viagem em família - esta ficou adiada para o ano que vem.

11 - Mudar de emprego - está bem está...por este andar nem em 2020!

12 - Poupar tudo o que conseguir - dei cabo da poupança quando fui mudar pastilhas dos travões ao carro. 

13 - Não comprar um único livro - até agora consegui cumprir, os que compro para oferecer claro que não contam.

14 - Reduzir a despesa em supermercado - até está a correr bem, é só não comprar o que não se precisa e aproveitar algumas promoções para detergentes e afins.

15 - Beber 2L de água por dia  - até agora consegui cumprir

16 - Fazer 30 anos (parece uma resolução parva mas implica chegar lá)

17 - Ser feliz - working on it

18 - Passar um fim de semana com amigos num qualquer sítio rural deste país
- passámos um fim de semana com amigos, no campo, mas foi num Hotel, no Douro.

19 - Fazer um vídeo com vídeos e fotos desde que a Leonor nasceu até 1 ano

20 - Ir à missa - ainda só fui à Missa de Promessa dos Escuteiros do meu afilhado, mas fui madrinha de Promessa, e à missa do Crisma do afilhado onde também fui madrinha. Casamentos também contam, já fui a dois, apesar de só um ter tido missa. Até fui a uma missa de 50 anos de casados.

21 - Arrumar e organizar o sótão - já começámos, e não é nada fácil!

22 - Jantar com os amigos mais vezes, como antigamente - aos poucos vamos lá

23 - Ir à Revista e ao Teatro - Portugal à Gargalhada de Felipe La Feria no Politeama

24 - Aprender a desenvolver para iOS - working on it

25 - Organizar o baptizado da Leonor - Foi lindo, correu bem, a princesa parecia uma princesa a sério. 

26 - Transformar os fins de semana em dias mais produtivos - tem sido só praia, praia e praia.

27 - Tirar mais fotografias com a máquina e menos com o telemóvel - só em Amesterdão é que a máquina ganhou esta guerra

28 - Ouvir mais música - investi em dois CDs de música portuguesa.

29 - Cultivar a solidariedade - Invisible Children, Contributo para ajudar a Ilha do Fogo depois do vulcão, Donativo para a Operação Nariz Vermelho, AMI

30 - Procurar motivação mesmo nas coisas mais chatas

31 - Arriscar

32 - Mais determinação e menos preguiça

33 - Desenvolver a minha app de livros

34 - Vender ou dar o que tenho a mais - já ando a encaixotar

35 - Actualizar a minha música

36 - Organizar o backup de fotografias

37 - Andar mais vezes de salto alto - Tenho mais uns sapatos de salto alto, vamos lá ver se me lembro deles de manhã. Com a chegada do Verão tenho usado mais sandálias de cunha. 

38 - Não desistir de publicar um artigo - a ausência de respostas (ainda que fosse "não") faz-me mesmo querer desistir

39 - Não desistir dos meus pequenos projectos pessoais

40 - Passar um fim de semana num turismo rural

41 - Planear e projectar

42 - Concretizar

43 - Aproveitar melhor o tempo, especialmente durante a semana

44 - Planear melhor as refeições

45 - Organizar a festa de 1 ano da Leonor - correu lindamente, a avó é a maior que ajudou em mil coisas, incluindo emprestar o quintal!

46 - Levar a Leonor a conhecer sítios e lugares
- já conhece um bocadinho da Madeira (andou de avião), conhece a zona do Douro (andou de comboio na linha do Douro) e conhece o Algarve (andou de barco para a ilha de Santa Luzia).

47 - Não esquecer a palavra do ano

48 - Arrumar o armário das caixas de plástico (também conhecidas por tupperwares)

49 - Tentar encaixar mais um desporto

50 - Fazer muitos bolinhos na areia da praia -  as férias já lá vão, fizemos muitos bolinhos, e ainda continuamos a fazer ao fim de semana.

51 - Aprender a fazer qualquer coisa à mão

52 - Fazer prendas de Natal

(Balanço: 10/52)

quarta-feira, 26 de agosto de 2015

terça-feira, 25 de agosto de 2015

Coisas que me irritam #8

Anúncio de rádio do Novo Banco.
Aquela deficiência na dicção propositada é coisa para me corroer as entranhas. Agora a sério, alguém vai ao Novo Banco por causa do anúncio? É que com aquela dicção horrorosa (para o trocadilho sem jeito nenhum) eu foco-me de tal maneira no "mas o qué que tu qués Joana? qués back ou qués cartão?" que nem sei de que raio estão eles a publicitar.



sábado, 15 de agosto de 2015

Férias depois de ser mãe

Ir de férias depois de ser mãe é sempre uma aventura. Quando fomos à Madeira em Março até foi simples, apenas 4 dias, uma mala de porão com roupas para mãe e filha, um saco ao ombro com fraldas, uma muda de roupa, comida, água, o livro para a entreter, casaco e babetes vários. Ela tinha 10 meses, foi mais ou menos fácil orientar tudo. Agora ela tem 15 meses e a logística é diferente. Precisa de uma cama de viagem, cadeira de papa, roupa para uma semana, 2 ou 3 brinquedos para se entreter, 2 ou 3 livros de histórias, fraldas normais e de água, cremes, medicamentos e afins, toalha de praia, um balde e duas pás, enfim, toda uma panóplia de tralha. A parte boa é que aprendi a optimizar a roupa que levo para mim, uma malinha pequena com tshirts e calções e pouco mais. Ainda não consegui aprender a levar pouca roupa para a miúda, há sempre a possibilidade de ela se sujar toda (coisa que acontece frequentemente que eu deixo-a andar pelo chão, rebola, cai, levanta-se e tal) e ter de vestir uma roupa de manhã e outra de tarde, e eu não estou para andar a lavar roupa nas férias! 
Se calho a ter outro filho acho que preciso de uma carrinha de caixa aberta para ir de férias...

Nunca serei uma fashion blogger #9

Vou de férias e não levo nem um par de calçado de salto alto. Na verdade levo as All Star calçadas e os chinelos de praia na mala, chega bem!

quarta-feira, 12 de agosto de 2015

Epifanias de terça-feira #4

Não faças muitos planos para as férias, quanto mais tempo passas a pensar nelas mais longe elas parecem estar. Em casa da mãe esquece essa mania de comer comida saudável, depois de passares a semana em modo saudável nada te vai saber melhor que aquele raio daquele leite de creme que a mãe faz ao fim de semana. Lê, ou já te esqueceste de como se faz?

sexta-feira, 7 de agosto de 2015

Nunca serei uma fashion blogger #8

Tenho as unhas por pintar. Nem das mãos nem dos pés. Nada. E assim vão continuar, parece-me.

É isto que eu quero as férias


Dias de sol e de calor. Chinelos e calções. Chapéu de palha na cabeça. Finos e caracóis ao fim da tarde. Manhãs dentro de água com baldes e pás. Muitas construções na areia e protector solar com fartura. Bolas de berlim na praia e gelados. Quero letras de livros. O cheiro a mar pela manhã e ao fim da tarde. Passeios a pé e de bicicleta. Corridas descontraídas. Refeições em família e com amigos. Jaquinzinhos fritos e arroz de tomate. Peixe grelhado todas as noites. Peixe, sempre peixe. Telemóveis desligados e sossego.

Fonte da imagem: aqui

terça-feira, 4 de agosto de 2015

Em parceria com...

Há por aí uma mão cheia de blogs que eram giros de se ler até ao dia em que começaram a fazer passatempos e a oferecer kits disto e daquilo.

quarta-feira, 29 de julho de 2015

Nunca serei uma fashion blogger #7

Eu nem sequer me sei maquilhar decentemente!!!

Epifanias de terça-feira #3

Não te deites tarde quando no dia seguinte tiveres de acordar (muito) cedo. Vai custar. Quando vires que a discussão não vai dar em nada, cala-te e não teimes, diz que sim e pronto. Mexe-te, nem que seja apenas uma caminhada de uma hora. Ouve música, e presta-lhe atenção, não é ouvir só por ouvir. Não te acomodes, vai lá, reivindica e procura melhor se não te agradar. Tendo essa oportunidade, como peixe acabado de pescar, pouca gente o pode fazer com esta facilidade.

segunda-feira, 27 de julho de 2015

Nunca serei uma fashion blogger #6

Tenho uma t-shirt que gosto muito cheia de buraquinhos pequeninos (provavelmente feitos pelo cinto da calças), ainda não sei como resolver a situação mas não planeio pô-la no lixo.

domingo, 26 de julho de 2015

Nunca serei uma fashion blogger #5

Não comprei um biquini, triquini nem fato de banho este ano. É que nem sei quais são as marcas de biquinis que andam aí na moda.

sábado, 25 de julho de 2015

Nunca serei uma fashion blogger #4

Não tenho um closet. Na verdade tenho um armário pequeno que partilho e que mal me cabe a roupa no meio de tantos fatos, camisas, gravatas e casacos.

sexta-feira, 24 de julho de 2015

Nunca serei uma fashion blogger #3

Não comprei botas no Inverno passado, e tenho nos planos não comprar também no próximo Inverno.

quinta-feira, 23 de julho de 2015

Nunca serei uma fashion blogger #2


Não tenho um macacão, ou como se diz agora, um jumpsuit. Vamos lá ver o lado prático da coisa: aquilo não dá jeito nenhum quando uma pessoa precisa de ir à casa de banho (é que eu penso nessas eventualidades quando compro roupa).

Fonte da imagem: Zara

terça-feira, 21 de julho de 2015

Nunca serei uma fashion blogger #1

A peça de vestuário/calçado mais cara que comprei acho que foram umas botas de pele, pretas, de cano alto, na Staza, que me custaram a loucura de 120€ para aí em 2007. Passei tanto tempo a namorá-las na montra (e a poupar para elas) que quando as comprei nem as queria usar para não estragar.

O flagelo dos saldos e das férias

No dia em que almoço no Shopping tenho por hábito entrar em 2 ou 3 lojas para ver as novidades. Esta semana lembrei-me de passar na Zara para espreitar os saldos ou mesmo a colecção nova. Estava eu a derreter-me para cima de um vestido e um colete cheio de pêlo para a minha mai' nova quando começo a ouvir grande algazarra a aproximar-se. Claro que a minha atenção foi desviada e virei imediatamente a cabeça para perceber que motim era aquele.

O motim, facilmente identificado como "família emigrante de férias neste recanto à beira mar plantado", era composto pela mãe, loira tigresse extravagante que falava alto como o raio, jovem adolescente com cara de que todos lhe devem e ninguém lhe paga e muito menos irá vestir o que quer que seja na zona de criança da Zara, pai despenteado, gordo e desarranjado, miúdo irrequieto que só está bem aos saltos e a falar. Família nuclear deslocava-se acompanhada de mais uma eventual tia loira, gorda, extravagante que também falava alto (eu e os eufemismos...).

A particularidade desta família prende-se com, além de falarem alto como o caraças, alternarem perguntas e respostas entre o português e o francês. Delicioso!

Viravam os montes de roupa em saldo nas bancas da loja, tiravam cabides, empilhavam tudo num braço como se estivéssemos à beira da Terceira Guerra Mundial e a roupa fosse os mantimentos para meses ou anos de guerra.

Apeteceu-me ficar ali num canto a observar a dinâmica familiar e a ouvir as conversas (sim, eu até entendo francês) daquela família tão particular e tão igual a outras, ao fim e ao cabo. Eu devia ter estudado algo relacionado com o comportamento das pessoas.

Sorri e fui à minha vida. Há coisas que nunca mudam, e na verdade é bom que elas nunca mudem mesmo...

Epifanias de terça-feira #2

Corre, nada, joga futebol, ou simplesmente caminha, mexe-te, é importante. Aprecia os finais das tardes de Verão numa esplanada a ver os bronzes a passarem pela avenida enquanto bebes um fino fresquinho acompanhado de um pires de caracóis. Escolhe um café pela qualidade do café, e não por ter uma boa vista. Visita pessoas que não vês há meses e que te são queridas. Cede a passagem às pessoas mais velhas ou com mobilidade mais reduzida. Sorri, todos os dias. Lê meia dúzia de linhas de um livro todos os dias. Se tens filhos, junta-te com pessoas que também tenham filhos, pois vais acabar a falar deles, inevitavelmente e não vale a pena aborrecer quem ainda não os tem. Tira o chapéu ao fim da tarde e deixa o cabelo molhado e salgado secar ao sol. Rebola-te na areia com os miúdos, eles vão delirar. Leva-os ao mar, para as ondas grandes, mas sempre de mão dada e com a certeza que é seguro. Põe-te sempre entre eles e o mar, mesmo quando eles só estão ali à beirinha a molhar-se.

Promessas...

Ou me calha o Euromilhões ou deixo de almoçar uma vez por semana no Shopping. É que uma pessoa ainda nem foi de férias de Verão e já começa a ver a Zara com a nova colecção de Inverno para menina e é tudo tão lindo e amoroso.

Ou me calha o Euromilhões ou não volto a entrar na Parfois. É que eu nem gosto assim tanto de carteiras, nem sou muito de adquirir tal acessório, mas está lá uma tão bonita da nova colecção que custa para cima de 30€ e isso não vem contemplado no orçamento de(o meu) Estado deste mês, nem do próximo e muito menos do outro!

Ou me calha o Euromilhões ou nunca mais abro um blog de viagens com viagens à roda do mundo. Mais vale desligar a internet e fica o assunto arrumado.

Ou me calha o Euromilhões ou deixo de escrever posts, crónicas e relatos de viagens.

Ou me calha o Euromilhões ou a mai' nova nunca vai ter os álbuns organizados.

Ou me calha o Euromilhões ou deixo de jogar..

A Outra Voz, de Gabriela Ruivo Trindade


Inspirada na vida de um familiar da autora, esta história apresenta-nos João José Mariano Serrão, uma personagem fulcral no desenvolvimento e evolução da cidade de Estremoz. Mariano, assim conhecido, é-nos apresentado por cinco personagens que com ele privaram para, no fim, o conhecermos pelas suas próprias palavras em forma de diário.
Ainda que haja realidade nesta história, aqui se esconde um romance histórico situada na época da Implantação da República que acompanhou o tempo e os acontecimentos até ao fim do regime ditatorial que marcou o país por mais de 40 anos.

A autora, vencedora do Prémio Leya 2013 com este livro, tem uma escrita cuidada, simples, descontraída, mas dramática a ponto de cada personagem parecer mais dolorosa de ler que a anterior.

Talvez por ter demorado algum tempo a ler este livro, perdi-me um pouco com as personagens e com a sua ligação, em que geração estavam e qual o cenário político da época, ainda assim é de uma leitura agradável.
João José Mariano Serrão foi um republicano convicto que contribuiu decisivamente para a elevação de Estremoz a cidade e o seu posterior desenvolvimento. Solteiro, generoso e empreendedor como poucos, abriu lojas, cafés e uma oficina, trouxe a electricidade às ruas sombrias e criou um rancho de sobrinhos a quem deu um lar e um futuro. É em torno deste homem determinado, mas também secreto e contido, que giram as cinco vozes que nos guiam ao longo destas páginas, numa viagem que é a um tempo pessoal e colectiva, porque não raro as estórias dos narradores se cruzam com momentos-chave da história portuguesa. Assim conheceremos um adolescente que espreitava mulheres nuas e ria nos momentos menos oportunos; a noiva cujos olhos azuis guardavam um terrível segredo; um jovem apaixonado pela melhor amiga que vê a vida subitamente atravessada por uma tragédia; a mãe que experimentou o escândalo e chora a partida do filho para a guerra; e ainda a prostituta que escondia documentos comprometedores na sua alcova e recusou casar-se com o homem que a amava. Por fim, quando estas vozes se calam, é tempo de ouvirmos o protagonista através de um diário escrito noutras latitudes e ressuscitado das cinzas muitos anos mais tarde. Baseado em factos reais, "Uma Outra Voz" é uma ficção que nos oferece uma multiplicidade de olhares sobre a mesma paisagem, urdindo a história de uma família ao longo de um século através das revelações de cada um dos seus membros, numa interessante teia de complementaridade.
Fonte: fnac.pt