
Fonte da imagem: I can read
Ainda sobre a temática do casamento, tenho algumas considerações a tecer. Sou daquelas à moda antiga, que gosta de ser surpreendida, pela positiva, naturalmente. Eu tenho cá para mim que deve ser ele a pedi-la em casamento e tem de ser uma coisa memorável, daquelas para contar aos filhos quando eles forem crescidos. Eu até acho que sou uma pessoa moderna, mas essas modernices de ser ela a pedi-lo em casamento não encaixam no meu feitio.
Este filme, baseado numa história real, conta como Michael Oher, um rapaz negro vindo de uma família problemática, encontra o apoio e carinho que nunca teve na família Tuohy que o acolhe numa noite de chuva. A mãe Leigh Anne (interpretada por Sandra Bullock que lhe conferiu o Oscar de Melhor Actriz) educa e protece Michael como se de um filho se tratasse, fazendo o seu papel de mãe-galinha. A família acaba por o adoptar e dá-lhe todo o carinho e amor que um adolescente precisa. O filho mais novo, SJ, é a animação do filme, uma criança irrequieta que acolheu Michael quando na escola todos lhe viravam as costas. Não deve haver sensação melhor do que aquela que se sente quando se muda a vida de alguém desta maneira. Adorei o filme, mesmo muito!Michael Oher, um teenager sem abrigo que sobrevive como pode, é avistado na rua por Leigh Anne Tuohy. Esta, reconhecendo-o como colega de escola da sua filha, insiste para que ele saia do frio, dado que é pleno Inverno e Michael está de calções e t-shirt. Sem hesitar, Leigh convida-o a passar a noite na sua casa. O que começou como um gesto de ternura, tornou-se em algo mais, quando Michael passou a fazer parte da família Tuohy. Vivendo neste novo ambiente, o rapaz encontra desafios completamentes diferentes daqueles que tinha. À medida que o tempo foi passando, Michael começou a descobrir o seu potencial (não só como jogador de Futebol Americano), e a sua presença no seio dos Tuohy levou-os a descobrirem um pouco mais sobre eles próprios.
Fonte: cinema.sapo.pt
Desde sempre que tenho uma tendência para estar sossegada na mesa do café a ler uma revista, ou sentada num banco de jardim, ou até a passear pelo parque e ouvir as conversas das pessoas que me rodeiam. Devo admitir que consigo apanhar umas pérolas fantásticas e rio-me imenso, chego a ter de me conter para não rir à gargalhada. Melhor que apanhar as conversas sem contexto é perceber tudo de início ao fim sem que as pessoas se apercebam.
O repórter Bob Wilton anda à procura do seu próximo "furo" quando conhece Lyn Cassady, uma sombria figura que afirma fazer parte de uma unidade experimental do Exército Americano. Segundo Cassady, o New Earth Army está a mudar a forma como as guerras são combatidas. Uma legião de "Monges Guerreiros", com poderes psíquicos sem paralelo, consegue ler os pensamentos do inimigo, atravessar paredes e mesmo matar um bode só de olhar para ele! Agora, o fundador do programa, Bill Django, desapareceu e a missão de Cassady é encontrá-lo. Intrigado pelas “histórias da carochinha” de Cassady, Bob decide impulsivamente segui-lo. Quando a dupla descobre Django num campo de treino clandestino, liderado pelo renegado médium Larry Hooper, o repórter vê-se no meio de um diabólico duelo entre as forças do New Earth Army de Django e a milícia pessoal de super soldados de Hooper. E para sobreviver a esta louca aventura, Bob terá de vencer um inimigo que nunca julgou poder existir.
Fonte: cinema.sapo.pt
Alguma vez disse que gostava de visitar um jornal? Russell Crowe interpreta um jornalista (Cal McAffrey) já com um certo grau de reconhecimento no jornal onde trabalha. A história, e consequente investigação, do assassinato de dois jovens, aparentemente duas histórias separadas, acaba por convergir e Call e a sua colega Della Frye (Rachel McAdams) têm de trabalhar juntos. O futuro do congressista Collins (Ben Affleck) está em risco e a sua vida começa a desmoronar-se quando se descobre a sua relação extra-conjugal. Call e Collins, amigos desde os tempos da Universidade, voltam a cruzar-se quando Collins procura a ajuda e o tecto de Call.Cal McAffrey é um veterano repórter de Washington, cuja profundo conhecimento das ruas, bem como a sua persistência e determinação, levam a desvendar um assassinato onde estão implicados alguns dos maiores políticos e empresários dos EUA. Elegante e fleumático, o congressista Stephen Collins é o futuro do seu partido político: um honrado representante, presidente de um comité de supervisão dos investimentos em defesa. Todos os olhos estão postos nele como possível próximo candidato à presidência dos EUA. Até a sua assistente e amante ser brutalmente assassinada e todos os segredos começarem a ser revelados. McCaffrey tem simultaneamente a sorte e o azar de ter uma amizade de longa data com Collins e também uma impiedosa directora no jornal, Cameron, que o destacou para investigar o caso. Enquanto ele e a sua colega Della tentam desvendar a identidade do assassino, McCaffrey desvenda um esquema de ocultação na área da defesa que ameaça toda a estrutura de poder dos EUA.Fonte: cinema.sapo.pt
Esta era uma imagem para a categoria de "Um dia", mas vou mantê-la nos reminders diários.
Nunca confiar em ninguém deve ser o que mais retenho deste filme. Dois bons actores, apesar de o desempenho quer de um quer de outro não ser nada de extraordinário. Tem um final que não previ, logo por aí já soma pontos extra. É dos bons para ver em casa. Este filme diverte, mais que não seja pelas piadas que a personagem de Morgan Freeman está constantemente a mandar.Enquanto executava um golpe relacionado com jóias, Jack encontra Ripley, um lendário ladrão que se preparava para o mesmo assalto. Apesar da relutância inicial de Jack, Ripley planeia inclui-lo no seu próximo trabalho: o roubo de dois Ovos Imperiais Fabergé de valor incalculável de um dos mais seguros cofres de um revendedor de diamantes. Tudo começa a ser delineado ao detalhe até que a afilhada de Ripley (Radha Mitchell) é raptada pelo KGB. Estando um passo à frente da polícia de Nova Iorque, do FBI, dos comerciantes de diamantes e do viciado patrão da máfia russa que anseia ter os ovos só para ele, Jack e Ripley terão de arranjar uma maneira de executar o assalto e sair de lá com vida…
Fonte: cinema.sapo.pt
Um novo começo de qualquer coisa era capaz de me fazer bem, um projecto novo, uma aquisição nova, algo novo e cheio de promessas.
Quando vi os Moleskines e todo o conceito à volta deles, Hemingway, Picasso, Van Gogh, quis comprar um. E comprei. Sem linhas, sem quadrículas, liso como eu queria. Agora tenho um problema grave. Tenho um Moleskine e não sei o que escrever nele. Não quero que se torne num mero bloco de notas, não quero apontar lá coisas soltas. Não quero que seja mais um aglomerado de palavras sem jeito e sem ligação. Quero escrever lá algo que faça sentido como um todo. Se eu fizesse muitas viagens teria certamente um para anotar pormenores das viagens, notas a reter, e toda uma panóplia de informação útil. Também já me lembrei de escrever histórias (tem dias que me dá para isto). Não sei desenhar, não tenho jeito, portanto também não será um caderno de esboços. E é por isso que o meu Moleskine, preto, liso está desde que o comprei na estante junto com os livros, à espera de uma oportunidade.
Ao que parece, voltou a ser segunda-feira. Curioso, não é? Tenho a sensação que vou ter duas segundas-feiras esta semana e cada uma pior que a outra.
O nosso Carnaval, durante anos, foi feito de desfiles, fatos confeccionados pelas mães, carros feitos pelos pais, flores coladas por nós, três dias de festa intensa mas dois meses antes já tínhamos os planos de que nos íamos mascarar, como ia acontecer, que tecidos era preciso comprar, e por aí fora. No centro da vila reuniam-se todas as aldeias da freguesia, cada uma com o seu carro e os seus desfilantes. Nós representávamos a nossa aldeia com orgulho porque os nossos fatos eram sempre os mais bem feitinhos, não era por acaso, na aldeia tínhamos três costureiras de profissão, o que nos conferia vantagem nesse campo.
Cozinhar é como um calmante, um Xanax natural. Cozinhar para um é deprimente, para dois é delicioso e relaxante. Comecei a ver este filme sem esperar nada dele, mas depressa senti a água nascer-me na boca. Aquelas receitas eram capazes de me trazer mais meia dúzia de quilos sem qualquer esforço. Qualquer pessoa já precisou, em algum momento da vida, de um escape para a vida que leva e cozinhar as receitas de Julia Child foi a forma que Julie Powell encontrou de ultrapassar a vida estagnada que levava enquanto as suas amigas cresciam profissionalmente. Um filme delicioso que aconselho.Antes de Ina, antes de Rachael, antes de Emeril, existia Julia, a mulher que mudou para sempre a maneira de cozinhar da América. Mas em 1948, Julia Child era somente uma mulher americana que vivia em França. O trabalho do seu marido levou-a a Paris, e com o seu espírito incansável, Julia tinha um enorme desejo de fazer algo. Quinze anos depois, Julie Powell está estagnada. erto dos 30, a viver em Queens e a trabalhar num cúbiculo, enquanto as suas amigas alcançam carreiras de sucesso, Julie procura um projecto para focalizar as suas energias. Decide assim passar exactamente um ano a cozinhar as 524 receitas do livro de Julia Child's : Mastering the Art of French Cooking - e cria uma blog onde relata as suas experiências.Fonte: cinema.sapo.pt

E pela primeira vez desde que comecei o MBA vou trabalhar à sexta à tarde, não porque haja trabalho a pontapé, mas porque não tenho aulas. Sabe bem ter um fim de semana sem aulas, mas de há 4 meses para cá que a sexta-feira foi promovida de "dia da semana que menos gosto" para "dia da semana favorito". As coisas mudam e as pessoas também.
E depois há aqueles que hão-de ficar para sempre e que é muito bom tê-los por perto.
Vi há uns dias o filme cuja fantástica tradução para a língua de Camões é "Terapia de Casais". As paisagens são definitivamente lindas, a história tem a sua piada, apesar de não ser nada de surpreendente. Dá um bom filme de domingo à tarde, acompanhada de pipocas, mantinha e sofá.Terapia para Casais é uma comédia romântica que acompanha quatro casais do Midwest numa viagem com destino a um resort numa ilha tropical. Enquanto um dos casais está lá para tentar salvar o seu casamento, os outros três fazem jet ski, frequentam o spa e tomam banhos de sol. Mas depressa descobrem que a participação nas sessões de terapia de casal não é opcional… e as suas férias ganham subitamente nova dimensão.
Fonte: cinema.sapo.pt
Desmotivação. Confusão. Desinterese. Insatisfação. Desconforto. Incompreensão. Hoje é assim. E o amanhã prevê-se igual.
A aquisição deste mês está relacionada com o espectáculo que fui a 31 de Outubro de 2009 (aqui). E agora silêncio que vão entrar em palco José Mário Branco, Sérgio Godinho e Fausto Bordalo Dias.




A noite de sábado começou, depois das aulas, com um jantar da turma do MBA no Azucar. Acabámos por ser poucos e um jantar de turma transformou-se num jantar de amigos com grandes conversas, teorias, opiniões, discussões saudáveis e risos.
As comédias românticas são provavelmente o melhor género de filmes para se ver quando o queremos é passar um tempinho no sofá, agarrados a um balde de pipocas sem que o Tico e o Teco se esforcem muito que para os esforçar já basta o trabalho e as aulas. Este filme arranca umas boas gargalhadas, e não é de puxar às lágrimas! É um filme simpático, sem nenhuma cena relevante, a interpretação dos actores está ao mesmo nível, ninguém se salienta. É o que eu chamo "filme de domingo à tarde".A estrela da rádio Dra. Emma Lloyd e o seu editor e noivo Michael pensam que obter uma licença para casar em Nova Iorque deve ser mais fácil que conseguir carta de condução. Afinal, não há testes escritos nem análises de sangue, têm os dois mais de 18 anos e não são parentes. Mas Emma já é casada! Será que alguém se pode esquecer acidentalmente que já tem um marido? Mas quando Emma receita sem pensar alguma da sua "canja para o coração" através das ondas da rádio e um fiel ouvinte segue os seus conselhos, a vida amorosa do bombeiro Patrick Sullivan extingue-se subitamente. Agora, Patrick quer vingar-se, e depois de ler no jornal a notícia do iminente casamento da boa doutora, descobre a maneira perfeita de o fazer: basta uma apresentadora que sabe tudo, um furioso bombeiro nova-iorquino, um ás dos computadores capaz de entrar no sistema da Câmara, e já está! Emma não pode casar, porque já tem marido… precisamente Patrick!