quarta-feira, 12 de maio de 2010

Férias à vista


Se tudo correr conforme o previsto, dentro de 3 semanas hei-de visitar a Irlanda de Oscar Wilde, de Pierce Brosnan, de Colin Farrel, dos U2, dos Snow Patrol, dos The Corrs, dos The Cranberries, dos Westlife, do Chris de Burgh, da Guiness, dos castelos, dos pubs e de muitos outros. Agora acho que vou ali ouvir Sunday Bloody Sunday dos U2.

Fonte das imagens: aqui e aqui

terça-feira, 11 de maio de 2010

segunda-feira, 10 de maio de 2010

sexta-feira, 7 de maio de 2010

MBA Outdoor Weekend - foi assim que aconteceu

A partida estava marcada para as 15h de sexta-feira dia 30 de Abril. Estava, digo bem. À boa maneira portuguesa, cultura na qual pareço não me inserir uma vez que eu sou de uma pontualidade a roçar o britânico, os autocarros com destino a Arouca sairam com cerca de 1h de atraso.
A viagem decorreu tranquila até ao momento em que saímos da auto-estrada. Não tendo o autocarro um GPS para se orientar, demorámos muito mais do que o previsto a chegar pois andámos a "ver a paisagem" das redondezas de Arouca em jeito de perdidos.
Chegados ao hotel, Hotel S.Pedro ***, tivemos uma reunião com o Professor e a empresa Capitão Dureza que nos ia orientar durante o fim de semana. Essa primeira reunião serviu logo para o orientador marcar uma posição e mostrar o papel de mau que iria desempenhar, diga-se, com muito sucesso. Explicaram-nos as regras do jogo que ia ser o fim de semana: cada equipa era um departamento de uma empresa imaginária e deveria haver competição mas também cooperação para que juntos conseguissemos levar a empresa a bom porto. Tínhamos mesmo um objectivo de 82,5% de desempenho para atingir.
Depois de jantarmos a correr, visto que houve um conjunto de factores que nos afastaram em muito da hora marcada para o jantar, levaram-nos para a Serra da Freita onde fizemos uma prova de orientação nocturna, com check-points onde deveríamos passar, com provas a desempenhar nos mesmos, vendo-nos obrigados a demarcar uma estratégia para escolher os check-points a que valeria a pena ir no tempo que nos tinham dado. A meio da prova um dos elementos do nosso grupo foi "raptado" e no final tivemos de entrar em negociações com os "raptores", tudo encenado claro, mas com um valor que se traduzia em pontos para a nossa equipa.
No dia seguinte, acordámos cedo e tomámos o pequeno almoço por volta das 8h30 e tivemos um novo briefing sobre o que faríamos durante o dia. Levaram-nos para uma aldeia num monte a partir de onde teríamos de fazer uma prova de orientação durante 2h, com a hipótese de levar 3 bicicletas ou não (o nosso grupo era de 6 pessoas). Deram-nos duas mochilas para o grupo com uma água, um sumo e uma barra de cereais para cada um. Decidimos não levar as bicicletas porque haveria caminhos dificeis de percorrer com as bicicletas às costas. Delineámos a estratégia dos check-points que iríamos picar e vendo o tempo a apertar os últimos quilómetros do percurso foram essencialmente feitos em corrida.
A prova terminava na Praia Fluvial da Paradinha (do rio Paiva), local onde estavam à nossa espera rafts, fatos de mergulho, capacetes e coletes. O processo de briefing, vestir fatos, apertar coletes e capacetes foi algo demorado. Começámos a prova de rafting, também com check-points que teríamos de picar. Adorei fazer rafting, é um desporto que exige um grande esforço de coordenação, esforço físico e é ainda uma grande prova de como a liderança é importante. O rio é muito limpo, em quase todos os locais consegue-se ver o fundo.
Chegámos à Praia Fluvial seguinte passado mais de 1h, eram cerca de 19h e foi quando finalmente comemos alguma coisa que não a barra de cereais que levávamos conosco. Tínhamos à nossa espera um churrasco de carnes e caldo verde. Estávamos desde o pequeno almoço só com a barra de cereais no estômago, acho que em habituei a estar sem comer e quando vi tanta comida não consegui comer mais do que um pão com salsichas grelhadas e uma água.
A prova seguinte metia armas de paintball mas não era bem paintball. As equipas tinham de se organizar entre si (nesta altura éramos 9) para distribuir as três armas a que tínhamos direito e entrar organizados no mato onde nos esperavam 3 snipers bem disfarçados no mato para nos atingir. O nosso objectivo era chegar à bandeira e roubá-la.
Eu ia à frente e vi o sniper mas não o atingindo, atingiu-me ele primeiro numa perna quando me baixei. A bala não rebentou quando me acertou e trouxe de recordação uma bela nódoa negra maior que uma moeda de 2euros.
Já eram perto de 21h quando saímos desse local e voltámos ao hotel. Tivemos 30 minutos para banho+vestir e o jantar foi servido perto das 23h. Só à noite me apercebi do escaldão que apanhei na cara e neste momento estou em processo de mudança de pele.
Como não havia actividades nessa noite, decidimos sair para beber um copo e descontrair. O copo estendeu-se pela noite fora até às 5h da manhã. Acabámos a noite a dançar na única discoteca de Arouca. A discoteca até tinha pinta, talvez porque 3/4 das pessoas que lá estavam eram dos nossos e era como se estivessemos a jogar em casa. No entanto, havia nativos particularmente engraçados no que diz respeito à dança. Que passos fantásticos observei nessa noite (estou a ser irónica...).
No dia seguinte, às 8h30, alguns de nós já estavam a tomar o pequeno almoço. Outros não foram capazes de se levantar. Tenho cá para mim que a hora de deitar não tem nada a ver com a hora de levantar e muita gente pecou pela falta de responsabilidade. Depois de mais um briefing seguimos de novo para a Serra da Freita para fazer mais uma prova de orientação, metade de bicicleta e metade a pé.
No meio da prova pudémos observar a famosa Cascata da Frecha da Mizarela, uma das maiores da Europa.
A prova terminou exactamente onde começou, nas imediações do Parque de Campismo da Serra da Freita, e onde acabámos por almoçar, tarde e a más horas, um bacalhau com grão que deixou muito a desejar.
Voltámos ao hotel para ir buscar as malas e voltar para Coimbra. A viagem de regresso foi muito mais rápida. Houve muitas conversas e risos, corte e costura, de rir até às lágrimas.
À chegada já só queria um banho e sofá e foi assim que terminei o dia de domingo: esticada no sofá a repor as energias e a sentir os músculos a latejar.
O balanço do fim de semana foi muito positivo, gostei bastante de conhecer melhor algumas pessoas e de fazer um desporto que nunca me tinha passado pela cabeça experimentar.
Às próximas edições do MBA eu aconselho a participarem no Outdoor Weekend, pois claro, para porem à prova as suas capacidades emocionais e físicas.

Nota: As fotos foram retiradas dos perfis do FB de alguns colegas do MBA.

Não esquecer #34

Fonte da imagem: deviantArt

Não esquecer #33

Fonte da imagem: I can read

quinta-feira, 6 de maio de 2010

Parabéns

Happy birthday my dear! Mais um ano que festejo ao teu lado!

CD #5 - Tiago Bettencourt & Mantha - Fuga

O CD deste mês foi mais ou menos um tiro no escuro, apenas ouvi uma música do álbum que é aquela que passa na rádio. No entanto, quando o fui comprar, ouvi 3 músicas assim em jeito de fast forward e gostei do som. Gosto de ouvir Tiago Bettencourt desde que ele apareceu a encabeçar os Toranja, com aquela música, "A Carta" que me faz voar até ao ano de 2004 na minha primeira Queima das Fitas. Ouvíamos muito essa música e, na minha cabeça, marcou essa etapa das nossas vidas, enquanto caloiros quase a terminar o 1ºano do curso.
Os anos passam mas as músicas ficam e com elas as memórias de muitos tempos felizes.

Não esquecer #32

Fonte da imagem: I can read

quarta-feira, 5 de maio de 2010

Surpresas de fim de semana

Chego eu estoirada de um fim de semana radical e o que encontro ao chegar a casa? Uma prenda e o meu carro lavado.
O meu carro já devia meter alguma espécie de nojo, de tão sujo que estava, para ele sair de casa no sábado à tarde e o ir lavar.
A prenda era o conjunto de CDs "Divas do Fado (Deluxe Book Edition 4CD)". Fiquei totalmente surpreendida, não estava mesmo a contar. Ainda não consegui ouvir os CDs e muito menos ler a história mas fá-lo-ei assim que o tempo (ou a falta dele) o permitir.
Edição especial em 4 CD das divas do fado português. Reune 32 artistas em 76 canções com as vozes mais emblemáticas como Joana Amendoeira, Aldina Duarte, Dulce Pontes, Ana Sofia Varela, Maria Teresa Noronha, Amália Rodrigues, Maria da Fé, Celeste Rodrigues entre tantas outras. Esta edição contém uma narrativa dos jormnalistas Nuno Lopes e Manuel Halpern em bilingue (português/inglês).

Muito obrigada ao MQT!!Adorei!

Fonte: fnac.pt

sexta-feira, 30 de abril de 2010

MBA Outdoor Weekend

Nos próximos dois dias a turma do MBA de Marketing e a turma do MBA para Executivos estarão na terra das castanhas doces, Arouca. A Frecha da Mizarela (na foto) e a Serra da Freita são locais de visita obrigatória. Vamos desenferrujar os ossos e fazer alguns desportos, se o tempo o permitir. Estamos animados e ao mesmo tempo cansados da carga de trabalhos que temos tido e por isso vamos aproveitar este fim de semana ao máximo e esperamos vir de lá muito cansados, mas cansaço físico, dores de músculos, arranhões e sono.


Fonte da imagem: aqui

Frase do dia #23

I get up every morning determined to both change the world and have one hell of a good time. Sometimes this makes planning my day difficult.
E.B. White (1899-1985)

quinta-feira, 29 de abril de 2010

No tempo em que se escreviam cartas

Sempre gostei de escrever. Escrevia poemas. Escrevia textos em prosa. Escrevia histórias. Escrevia cartas. Sim, escrevia cartas. Escrever uma carta era um acto quase sagrado, sentava-me na minha secretária com um papel de rascunho e um lápis, pensava em tudo o que queria escrever e punha mãos à obra. Riscava, corrigia, re-escrevia, lia, passava a limpo, relia e finalmente enviava.
Comecei a escrever cartas aos 7 anos. Escrevia aos primos que estavam longe e que não via frequentemente. Escrevia aos amigos que fazia na praia e que só via de ano a ano. Conheci a Filipa num Verão na praia, em mil novecentos e troca o passo, todos os anos em Agosto ela voltava à praia e eu lá estava à espera da minha companheira de férias. Temos muitas histórias juntas. Escrevemo-nos durante 8 anos. Contavamos as novidades, as tristezas, os desamores, as alegrias, as vitórias, era um acto descritivo daquilo que se ia passando nas nossas vidas.
Essas cartas foram alimentando a nossa amizade. Hoje a Filipa é uma mulher casada e já não a vejo há cerca de quatro anos. Um dia vou ao Porto e telefono-lhe.
Ainda hoje quando recebo uma carta sinto o mesmo que sentia há 10 ou 15 anos. Numa época em que já só se mandam emails e sms's, sabe mesmo muito bem receber uma carta ou um postal.


Fonte da imagem: Flickr

quarta-feira, 28 de abril de 2010

Tenho o sonho de...


um dia viver aqui, seja por uma semana, um mês ou um ano.
Porto Côvo que tanto me encantas.
Porto Côvo que tantas boas recordações me trazes.
Porto Côvo, simplesmente.

Fonte da imagem: Município de Sines

segunda-feira, 26 de abril de 2010

The ugly truth

Comédia romântica típica. Mas por que razão vejo sempre a Katherine Heigl a fazer papéis de trintona à procura do príncipe encantado? A mulher até se safa neste estilo, mas gostava de a ver interpretar outro género de personagens. O Gerard, lindo e com barba de 3 dias, um encanto de moço, interpreta uma personagem muito caricata. Rebelde, frio, duro, sincero, mas ao mesmo tempo um sentimentalista do pior. Este filme tem o seu "quê", tem piadas que fazem rir, tem situaçṍes lamechas, portanto, é um bom companheiro para uma hora e pouco de um domingo cansado.

Abby Richter é uma romântica produtora de um programa da manhã, cuja busca pelo Sr. Perfeito a tem deixado solteira. No entanto, as audiências do programa estão a decrescer cada vez mais e o seu patrão contrata Mike Chadway, uma personalidade forte da TV. Este promete mostrar de forma nua e crua como funcionam as relações entre os homens e as mulhres...

segunda-feira, 19 de abril de 2010

Coisas de mulher #1

Há dias em que uma pessoa sai de casa para comprar 2 ou 3 peças de roupa, para não andar sempre com a mesma...

[um àparte]
sim que mulher que é mulher acha sempre que anda todos os dias com a mesma roupa e que não tem mais nada para vestir e eu não sou excepção...
[/um àparte]

...e chega a casa com uma caixinha que traz lá dentro umas sandálias lindas, altas, frescas, a apetecer Verão, a apetecer passeios pelo jardim da cidade, ou pela rua em frente ao mar, pela passadeira que entra pela praia. Apetece Verão e apetece férias, daquelas com muito descanso, caipirinhas e caracóis.



Detalhes da compra:
Loja: Quebramar
Tamanho: 37 (se alguém se quiser chegar à frente e oferecer-me as azuis, eu deixo)
Preço: uns pesarosos 85 euros


Whatever works

Provavelmente, no meu top3 de filmes do Woody Allen. "Whatever works" conta a história de um homem de Nova Iorque (Boris), um hipocondriaco compulsivo, um auto-proclamado génio, um suicida de falhado, um solitário, um rabugento, um egoísta, um revoltado com o mundo que acha que toda a sociedade é atrasada mental encontra a felicidade ao lado de uma jovem fugitiva, ingénua e pouco culta. Os monólogos de Boris, interpretado por Larry David, são absolutamente fantásticos e de rir até às lágrimas. É um filme bastante divertido que prende pela história, pelas palavras, pelas personagens, pelo decorrer da acção, pela crítica à sociedade, aos valores e crenças.

Woody Allen está de regresso à cidade de Nova Iorque com uma comédia pouco convencional sobre um excêntrico misantropo e uma ingénua e influenciável jovem fugitiva. Quando os seus tensos e irritáveis pais chegam para a salvar, eles são rapidamente enredados em acontecimentos românticos inesperados (levando-os para fora do seu mundo…). Todos vão descobrir que encontrar o verdadeiro amor se resume à combinação da sorte e de apreciar o valor de que Tudo pode dar Certo...

Fonte: cinema.sapo.pt

segunda-feira, 12 de abril de 2010

No Teu Deserto, de Miguel Sousa Tavares

Uma histórial real, antes de mais. Uma história vivida na primeira pessoa por Miguel Sousa Tavares. Miguel Sousa Tavares conta a história daquela que seria a sua viagem mais marcante, a travessia do deserto do Sahara e todas as peripécias e entraves que lhe surgiram pelo caminho. Nesta história entra Cláudia, a sua companheira de viagem que tão depressa o tira do sério como o encanta. Uma história emocionante para se ler de um só fôlego.

“Esta história que vos vou contar passou-se há vinte anos. Passou-se comigo há vinte anos e muitas vezes pensei nela, sem nunca a contar a ninguém, guardando-a para mim, para nós que a vivemos. Talvez tivesse medo de estragar a lembrança desses longínquos dias, medo de mover, para melhor expor as coisas, essa fina camada de pó onde repousa, apenas adormecida, a memória dos dias felizes.”

Fonte: fnac.pt

domingo, 11 de abril de 2010

A Elegância do Ouriço, de Muriel Barbery

A Elegância do Ouriço, escrito por Muriel Barbery, é um relato a duas vozes, uma porteira auto-didacta que esconde o seu interesse pela literatura e arte e uma criança de 12 anos, sobredotada, que se sente aprisionada na sua cultura rodeada de gente que vive das aparências (a sua própria família e os vizinhos) que almeja suicidar-se quando completar 13 anos depois de lançar o fogo à sua residência. A história passa-se em Paris, numa rua chique onde mora parte da nata da cidade-luz.
Ao início achava o livro terrivelmente aborrecido, com um vocabulário muito próprio que me fazia recorrer frequentemente ao dicionário, mas com o avançar da história começa a tornar-se mais acessível e cativante. A amizade entre a porteira e a menina surge por um acaso e, apesar de durar pouco tempo, transforma a visão que as duas têm da sociedade, do valor da amizade e da vida.

Este romance a duas vozes alternadas decorre num edifício situado num bairro rico de Paris e habitado por uma burguesia rica e snobe. Renée é uma porteira de 54 anos, cultíssima e autodidacta. Porém esconde-se por detrás da figura humilde que todos esperam ver numa porteira e fá-lo com um humor satírico. Paloma é uma adolescente superdotada de 12 anos, intensamente consciente da vacuidade do destino que a espera. Também ela se esforça por esconder a sua inteligência e o olhar demasiado lúcido com que encara sobre o mundo e a elite a que pertence. Esta jovem decidiu suicidar-se no dia em que completasse treze anos. Mas tudo isso mudará com a chegada de um japonês, o senhor Ozu...

Fonte: fnac.pt

sexta-feira, 9 de abril de 2010

Cornetos de Chocolate e finos

Há pequenas coisas que sabem tão bem como sair de casa à quinta-feira à noite para ir ao Cartola comer um Corneto de Chocolate assim de repente. O estudo ficou em stand-by mas não azedou, estava lá no mesmo lugar quando voltei.
Foi engraçado ver aquela juventude estudantil pelas ruas, expectactivas em alta, roupas em baixa (ou será em falta?).
A repetir, pois com certeza. Voltamos lá na semana que vem? Mas para a próxima quero um Magnum de amêndoa!

Fonte da imagem: aqui

Não esquecer #24

Ah pois é...

Fonte da imagem: I can read

quinta-feira, 8 de abril de 2010

Não esquecer #23


Ando a pensar nisto...

Fonte da imagem: thingsweforget

Das noites curtinhas

Com um exame sexta-feira, outro no sábado e dois trabalhos para entregar no sábado, além do resto da vida e do mundo que não páram, o cenário tem sido mais ou menos como o da imagem, só que à luz do candeeiro e às tantas da noite com uma caneca de chá ao lado.
Ai se me apanho no domingo...

quarta-feira, 7 de abril de 2010

Um dia #7

Um dia volto a Paris.

Hoje a Kris fez acordar em mim um desejo adormecido: voltar a Paris. Estive em Paris faz este mês 10 anos. Durante 3 anos moemos o juízo à professora de Francês para nos levar a Paris e no último ano ela cedeu e organizámos uma viagem à cidade-luz de que tanto tínhamos ouvido falar. Fomos nas férias da Páscoa, o nosso grupo de amigos foi todo. Aquela viagem ficou-nos marcada, ainda hoje falamos disso quando nos encontramos todos, o que acontece menos vezes do que aquilo que gostaria.
Visitámos o Palácio de Versalhes e os seus jardins, a Torre Eiffel, o Arco de Triunfo, passeámos nos Champs-Élysées, visitámos a Disneyland e o Futuroscope (este último já em Poitiers). Passeámos no Bateaux Mouche nas águas do Sena, vimos em Paris à noite, vimos o Moulin Rouge, por fora, e percebemos porque é aquela cidade apelidada de cidade-luz.
Fica aqui prometido, a mim mesma, que um destes dias apanho um avião para Paris...

Fonte da imagem: aqui

quinta-feira, 1 de abril de 2010

CD #4 - Pedro Abrunhosa e Comité Caviar - Longe

Dia 12 de Abril é o dia de lançamento do novo álbum de Pedro Abrunhosa e Comité Caviar, a banda que surge agora a acompanhar o músico, banda composta por alguns elementos antigos dos Bandemónio. Já encomendei o álbum em período pré-venda e será o CD de Abril. A novidade? Vem assinado pelo músico.
Tenho uma ligação história com Pedro Abrunhosa, comecei a ouvi-lo por influência do meu irmão aos 9 anos quando lançou o álbum Viagens. Sabia, e ainda hoje sei, de cor as letras de "Socorro", "Viagens" e "Tudo o que eu te dou". A discografia de Pedro Abrunhosa foi-me acompanhando à medida que os anos passavam, à medida que crescia, à medida que encerrava e começava etapas da vida. É por isso que o som de Pedro Abrunhosa soa-me sempre a familiar.
Deixo aqui o vídeo do single de lançamento deste novo álbum, "Vamos fazer o que ainda não foi feito":

Não esquecer #21

Fonte da imagem: I can read

Um dia #6


Um dia volto a praticar natação regularmente.

Fonte da imagem: aqui

quinta-feira, 25 de março de 2010

segunda-feira, 22 de março de 2010

A história do Marketing

O vídeo que aqui partilho mostra de forma simples e rápida a história do Marketing. Vale a pena ver.

sábado, 20 de março de 2010

Up - Altamente

Uma comédia com momentos dramáticos, é assim que defino o filme. Tem momentos de riso muito bons mas também aborda temas como a morte e a velhice. Casas que voam com balões e cães que falam são alguns dos pormenores do filme que nos deliciam.

Uma comédia de aventuras da Disney Pixar sobre um vendedor de balões de 78 anos, chamado Carl Fredricksen, que, finalmente, realiza o sonho da sua vida, uma grande aventura, quando prende milhares de balões à sua casa e consegue voar à descoberta da América do Sul. Mas ele vai descobrir, tarde demais, que o seu maior pesadelo também embarcou nesta viagem… Um explorador da natureza, super optimista, de 8 anos chamado Russel.
Fonte:cinema.sapo.pt

sexta-feira, 19 de março de 2010

Lassy


Farias hoje 15 anos se o teu pequeno coração tivesse aguentado. Fazes-me falta
...quando entro em casa e não te vejo
...quando olho para o sofá e me lembro da mãe a ralhar contigo por não querer pêlos no sofá
...quando abro a porta do quintal e não te vejo a caçar pássaros e sardaniscas
...quando vou lá fora e não te vejo esticada ao sol a dormir a sesta
...quando o pai chega e não estás no tapete da entrada à espera dele à hora certa
...quando olho para as tuas fotos espalhadas pela casa toda
...quando se fala em ti ainda consigo deixar cair duas lágrimas de saudade.

Feliz Dia do Pai

Feliz dia, Pai! Feliz dia a todos os pais, e aos que estão para ser. E desculpem a ousadia, mas o meu Pai é o melhor!

O meu Pai ia-me buscar à praia às 4h da manhã (quando o Piolho fechava).
O meu Pai ia comigo à discoteca e levava os meus amigos todos quando ainda não tínhamos carta.
O meu Pai chamava-me piolha por eu ser pequenina.
O meu Pai trazia-me Kit Kat's do café, à sexta feira, às escondidas da minha Mãe.
O meu Pai levou quase todos os meus amigos à discoteca pela primeira vez.
O meu Pai fazia quilómetros a levar-me e a ir buscar-me às festas de aniversário dos meus amigos, já quando era pequena a minha vida social era uma roda viva.
O meu Pai saía do trabalho a meio da manhã para me ir buscar à escola quando eu estava doente.
O meu Pai ia à escola buscar a minha mochila e o saco da Ed. Física quando ele trabalhava em Cantanhede e eu estudava lá para poder ir passar a tarde no Hollywood.
O meu Pai ia todos os dias buscar-me à paragem do autocarro para não fazer 2km a pé.
O meu Pai fazia pipocas à sexta-feira enquanto víamos TV os dois com a Lassy no sofá.
O meu Pai acompanhava-me a todos os ensaios e actuações do grupo folclórico onde dancei 12 anos.
O meu Pai escondia da minha mãe as asneiras que eu fazia, éramos cúmplices um do outro.
Ainda hoje o meu Pai, de vez em quando, atesta o depósito do meu carro e diz-me para não dizer nada à mãe.

Digam lá se o meu Pai não é um Pai à maneira.

Fonte da imagem: aqui

Não esquecer #17


Fonte da imagem: I can read

quinta-feira, 18 de março de 2010

CD #3 - Oque'Strada - Tasca Beat

Já há algum tempo que queria comprar este CD. Um som diferente, um som que anima, que desprende, que acende a alma, que tem nas suas bases a nossa música tão tradicional. É óptimo para as minhas viagens aborrecidas e cansativas, para não adormecer enquanto conduzo depois de tantas horas de trabalho.

OqueStrada o segredo mais bem guardado de Portugal... Diz-se que é uma nova canção, diz-se que é uma outra forma de viver a música... o resultado é um som delirante, atlético e popular. Há 7 anos a celebrar um país real e poderoso, eis que chega ao grande público, com o beat no coração e o fado na mão, tomando-nos de assalto com a sua discoteca caseira e acústica para fazer dançar o mundo com o seu 1º álbum, TascaBeat: O sonho português.
Fonte: fnac.pt
E agora uma amostra deste estilo renovado:


Como estamos?


Na mesma, como a lesma. Chegámos a algum lado depois do estrilho todo? Não. Já disse que estamos na mesma, não já?
Queremos mudar? Então não queremos? Então qual é a dúvida? É a ética, aquela cadeira a que eu nem sequer me inscrevi e dou de caras com ela todos os dias. Às vezes gostava de meter a consciência na gaveta, só por umas horas.

quarta-feira, 17 de março de 2010

Marketing Research Problem

Tenho estado aqui numa luta a tentar perceber como formular um Marketing Research Problem, a etapa que antecede a elaboração de um questionário. Já fiz vários questionários sem nunca me aperceber sequer que estava a formular um Marketing Research Problem, mas agora fi-lo com conhecimento de causa. Elaborei um fio condutor que me guiou o pensamento na direcção daquilo que quero saber com o resultado do questionário. Eu quase que diria que já ganhei o dia.